Saúde mental e trabalho: riscos psicossociais e vivências subjetivas de servidores da saúde do Estado do Amazonas

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Hounsell, Erika Priscilla de Freitas
Outros Autores: https://lattes.cnpq.br/7162039989071723, https://orcid.org/0009-0005-5198-0509
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal do Amazonas
Faculdade de Psicologia
Brasil
UFAM
Programa de Pós-graduação em Psicologia
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
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Link de acesso: https://tede.ufam.edu.br/handle/tede/10333
Resumo: Esta pesquisa foi realizada visando analisar os fatores de riscos psicossociais e as possibilidades de prevenção e enfrentamento nas situações de trabalho dos servidores da Fundação de Vigilância em Saúde (FVS-RCP). A partir da demanda da gerência técnica da FVS, foram conduzidas reuniões e visitas aos setores, além de um levantamento documental. Essa análise preliminar culminou com a incorporação da Psicodinâmica do Trabalho e da Ergologia como abordagens teórico-metodológicas. A Psicodinâmica visa compreender como os trabalhadores lidam com adversidades no ambiente laboral e como as vivências de sofrimento e prazer se relacionam com a situação de trabalho. A Ergologia foca em como os trabalhadores utilizam suas experiências práticas para enfrentar as demandas diárias e a normatização, tensionados por valores. No que se refere aos instrumentos da pesquisa, o Protocolo de Avaliação dos Riscos Psicossociais no Trabalho (PROART) foi escolhido para avaliar os riscos psicossociais devido à sua capacidade de investigar tanto saúde quanto patologias relacionadas ao trabalho. Complementando, a ferramenta Encontros sobre Trabalho (EsT) da Ergologia foi utilizada para aprofundar a análise dos resultados do PROART e discutir a relação saúde-trabalho com os próprios trabalhadores. A amostra da pesquisa incluiu 225 respondentes do PROART, e os Encontros sobre Trabalho contaram com 37 participantes, permitindo a coleta de dados qualitativos e quantitativos. O PROART é composto por quatro escalas: Organização do Trabalho (EOT), Estilos de Gestão (EEG), Indicadores de Sofrimento no Trabalho (EIST) e Danos Relacionados ao Trabalho (EDT). Os resultados mostraram que a maioria dos trabalhadores era feminina e com mais de 40 anos, sugerindo experiência profissional. A Escala de Organização do Trabalho revelou riscos médios relacionados à divisão das tarefas e baixos riscos na divisão social do trabalho. Os Encontros sobre Trabalho confirmaram sobrecarga e insatisfação devido à falta de recursos, má distribuição de tarefas e prazos apertados. A divisão das tarefas e a divisão social do trabalho revelaram a necessidade de intervenções para melhorar a carga de trabalho e a distribuição de responsabilidades. A Escala de Estilo de Gestão sinalizou para a presença moderada dos estilos individualista e coletivista. O estilo individualista predominou em termos de valorização da hierarquia, enquanto o estilo coletivista foi evidenciado pelo comprometimento com o trabalho coletivo. As discussões durante os EsTs destacaram a necessidade de uma visão estratégica dos gestores e a falta de oportunidades iguais de ascensão para os trabalhadores. A Escala de Indicadores de Sofrimento no Trabalho indicou baixos riscos de sofrimento patogênico, mas com sinais de esgotamento mental e falta de reconhecimento. As discussões nos Encontros apontaram para a insatisfação com a gestão e a sobrecarga de trabalho, exacerbadas pela falta de reposição de pessoal e condições precárias. A Escala de Danos Relacionados ao Trabalho mostrou riscos médios para danos físicos, com indícios de problemas de saúde relacionados à faixa etária e condições de trabalho inadequadas. Os Encontros revelaram danos físicos significativos e estresse, impactando a saúde dos trabalhadores. A integração do PROART com os Encontros sobre Trabalho foi considerada exitosa, permitindo que os trabalhadores expressassem suas percepções e contribuíssem com sugestões de melhorias.
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A Ergologia foca em como os trabalhadores utilizam suas experiências práticas para enfrentar as demandas diárias e a normatização, tensionados por valores. No que se refere aos instrumentos da pesquisa, o Protocolo de Avaliação dos Riscos Psicossociais no Trabalho (PROART) foi escolhido para avaliar os riscos psicossociais devido à sua capacidade de investigar tanto saúde quanto patologias relacionadas ao trabalho. Complementando, a ferramenta Encontros sobre Trabalho (EsT) da Ergologia foi utilizada para aprofundar a análise dos resultados do PROART e discutir a relação saúde-trabalho com os próprios trabalhadores. A amostra da pesquisa incluiu 225 respondentes do PROART, e os Encontros sobre Trabalho contaram com 37 participantes, permitindo a coleta de dados qualitativos e quantitativos. O PROART é composto por quatro escalas: Organização do Trabalho (EOT), Estilos de Gestão (EEG), Indicadores de Sofrimento no Trabalho (EIST) e Danos Relacionados ao Trabalho (EDT). Os resultados mostraram que a maioria dos trabalhadores era feminina e com mais de 40 anos, sugerindo experiência profissional. A Escala de Organização do Trabalho revelou riscos médios relacionados à divisão das tarefas e baixos riscos na divisão social do trabalho. Os Encontros sobre Trabalho confirmaram sobrecarga e insatisfação devido à falta de recursos, má distribuição de tarefas e prazos apertados. A divisão das tarefas e a divisão social do trabalho revelaram a necessidade de intervenções para melhorar a carga de trabalho e a distribuição de responsabilidades. A Escala de Estilo de Gestão sinalizou para a presença moderada dos estilos individualista e coletivista. O estilo individualista predominou em termos de valorização da hierarquia, enquanto o estilo coletivista foi evidenciado pelo comprometimento com o trabalho coletivo. As discussões durante os EsTs destacaram a necessidade de uma visão estratégica dos gestores e a falta de oportunidades iguais de ascensão para os trabalhadores. A Escala de Indicadores de Sofrimento no Trabalho indicou baixos riscos de sofrimento patogênico, mas com sinais de esgotamento mental e falta de reconhecimento. As discussões nos Encontros apontaram para a insatisfação com a gestão e a sobrecarga de trabalho, exacerbadas pela falta de reposição de pessoal e condições precárias. A Escala de Danos Relacionados ao Trabalho mostrou riscos médios para danos físicos, com indícios de problemas de saúde relacionados à faixa etária e condições de trabalho inadequadas. Os Encontros revelaram danos físicos significativos e estresse, impactando a saúde dos trabalhadores. A integração do PROART com os Encontros sobre Trabalho foi considerada exitosa, permitindo que os trabalhadores expressassem suas percepções e contribuíssem com sugestões de melhorias.This research was carried out with the aim of analyzing psychosocial risk factors and the possibilities for prevention and coping in the work situations of employees at the Health Surveillance Foundation (FVS-RCP). At the request of the FVS's technical management, meetings and visits were made to the sectors, as well as a documentary survey. This preliminary analysis culminated in the incorporation of Work Psychodynamics and Ergology as theoretical-methodological approaches. Psychodynamics aims to understand how workers deal with adversity in the workplace and how experiences of suffering and pleasure relate to the work situation. Ergology focuses on how workers use their practical experiences to cope with daily demands and standardization, tensioned by values. With regard to the research tools, the Protocol for Assessing Psychosocial Risks at Work (PROART) was chosen to assess psychosocial risks due to its ability to investigate both health and work-related pathologies.In addition, Ergology's Encounters on Work (EsT) tool was used to deepen the analysis of the PROART results and discuss the health-work relationship with the workers themselves. The research sample included 225 PROART respondents, and the Work Meetings had 37 participants, allowing for the collection of qualitative and quantitative data. PROART is made up of four scales: Work Organization (EOT), Management Styles (EEG), Indicators of Suffering at Work (EIST) and Work-Related Injury (EDT). The results showed that most of the workers were female and over 40, suggesting professional experience. The Work Organization Scale revealed medium risks related to the division of tasks and low risks in the social division of labor. The Work Meetings confirmed overload and dissatisfaction due to lack of resources, poor distribution of tasks and tight deadlines. The division of tasks and the social division of labor revealed the need for interventions to improve workload and the distribution of responsibilities. The Management Style Scale showed a moderate presence of the individualist and collectivist styles. The individualist style predominated in terms of valuing hierarchy, while the collectivist style was evidenced by commitment to collective work. Discussions during the EsTs highlighted the need for a strategic vision on the part of managers and the lack of equal opportunities for advancement for workers. The Suffering at Work Indicator Scale indicated low risks of pathogenic suffering, but signs of mental exhaustion and lack of recognition. The discussions at the meetings pointed to dissatisfaction with management and work overload, exacerbated by the lack of staff replacement and precarious conditions. The Work-Related Injury Scale showed a medium risk of physical injury, with signs of health problems related to age and inadequate working conditions. The Encounters revealed significant physical damage and stress, impacting on workers' health. The integration of PROART with the Work Meetings was considered successful, allowing workers to express their perceptions and contribute suggestions for improvement..Universidade Federal do AmazonasFaculdade de PsicologiaBrasilUFAMPrograma de Pós-graduação em PsicologiaVasconcelos, Ana Cláudia Lealhttp://lattes.cnpq.br/5800262010756828Máximo, Thaís Augusta Cunha de OliveiraSouza, Ronaldo GomesHounsell, Erika Priscilla de Freitashttps://lattes.cnpq.br/7162039989071723https://orcid.org/0009-0005-5198-05092024-08-30T17:57:26Z2024-08-08info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfHOUNSELL, Erika Priscilla de Freitas. 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