Estrutura da flora árborea em áreas de campinaranas (prístinas e em regeneração) do baixo Rio Negro
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Outros Autores: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Amazonas
Faculdade de Ciências Agrárias Brasil UFAM Programa de Pós-graduação em Ciências Florestais e Ambientais |
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://tede.ufam.edu.br/handle/tede/10377 |
Resumo: | As campinaranas amazônicas delimitam uma região ecológica que engloba diferentes fitofisionomias associadas a solos arenosos. Apresentam aproximadamente 7% de toda a bacia hidrográfica da Amazônia. Ocorrem predominantemente na bacia do rio Negro e estão associados às rochas areníticas do Escudo das Guianas e Venezuela e pouco conhecida botanicamente. Sendo assim, este estudo teve como objetivo analisar a estrutura arbórea das campinaranas prístinas e em regeneração do baixo Rio Negro e sua relação com a estrutura edáfica. O estudo foi realizado em áreas próximas à região metropolitana da cidade de Manaus, baixo Rio Negro, preferencialmente em áreas que tivessem uma campinarana prístina ao lado de uma em regeneração. Foram delimitadas cinco parcelas por área de 10x20m (0,1ha) não contínuas, com 30 m de distância entre elas. Foram amostrada toda a flora arbórea lenhosa viva (excluindo lianas) em pé ou inclinados com PAP (perímetro a altura do peito, ou 1,3m do solo) >=15cm. Para cada área amostrada foram calculados os parâmetros fitossociológicos e as análise multivariada utilizando os programas FITOPAC e PC-ORD. Foram inventariados 1110 indivíduos, distribuídos em 52 famílias e 219 espécies arbóreas. A análise de componentes principais indicou os teores de areia grossa como os mais informativos em todos os sítios de coleta. A análise de correspondência canônica explicou a correlação entre fatores edáficos nos parâmetros de silte e argila. Conclui-se então que as áreas de campinaranas do baixo rio Negro detém uma diversidade florística considerada relativamente alta e que sobretudo a profundidade do lençol freático e a relação entre argila e areia grossa são determinantes para a composição de espécies vegetais. |
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Estrutura da flora árborea em áreas de campinaranas (prístinas e em regeneração) do baixo Rio NegroCIENCIAS AGRARIASCampinaranaBaixo Rio NegroDiversidade arbóreaFatores edáficosAs campinaranas amazônicas delimitam uma região ecológica que engloba diferentes fitofisionomias associadas a solos arenosos. Apresentam aproximadamente 7% de toda a bacia hidrográfica da Amazônia. Ocorrem predominantemente na bacia do rio Negro e estão associados às rochas areníticas do Escudo das Guianas e Venezuela e pouco conhecida botanicamente. Sendo assim, este estudo teve como objetivo analisar a estrutura arbórea das campinaranas prístinas e em regeneração do baixo Rio Negro e sua relação com a estrutura edáfica. O estudo foi realizado em áreas próximas à região metropolitana da cidade de Manaus, baixo Rio Negro, preferencialmente em áreas que tivessem uma campinarana prístina ao lado de uma em regeneração. Foram delimitadas cinco parcelas por área de 10x20m (0,1ha) não contínuas, com 30 m de distância entre elas. Foram amostrada toda a flora arbórea lenhosa viva (excluindo lianas) em pé ou inclinados com PAP (perímetro a altura do peito, ou 1,3m do solo) >=15cm. Para cada área amostrada foram calculados os parâmetros fitossociológicos e as análise multivariada utilizando os programas FITOPAC e PC-ORD. Foram inventariados 1110 indivíduos, distribuídos em 52 famílias e 219 espécies arbóreas. A análise de componentes principais indicou os teores de areia grossa como os mais informativos em todos os sítios de coleta. A análise de correspondência canônica explicou a correlação entre fatores edáficos nos parâmetros de silte e argila. Conclui-se então que as áreas de campinaranas do baixo rio Negro detém uma diversidade florística considerada relativamente alta e que sobretudo a profundidade do lençol freático e a relação entre argila e areia grossa são determinantes para a composição de espécies vegetais.The Amazonian campinaranas delimit an ecological region that encompasses different phytophysiognomies associated with sandy soils. They represent approximately 7% of the entire Amazon basin. They occur predominantly in the Negro River basin and are associated with the sandstone rocks of the Guiana Shield and Venezuela and are little known botanically. Therefore, this study aimed to analyze the tree structure of the pristine and regenerating campinaranas of the lower Rio Negro and their relationship with the soil structure. The study was carried out in areas close to the metropolitan region of the city of Manaus, lower Rio Negro, preferably in areas that had a pristine campinarana next to one in regeneration. Five non-continuous plots of 10x20m (0.1ha) were delimited per area, with 30 m of distance between them. All living woody tree flora (excluding lianas) standing or inclined with PAP (perimeter at breast height, or 1.3 m from the ground) >= 15 cm were sampled. For each sampled area, phytosociological parameters and multivariate analysis were calculated using the FITOPAC and PC-ORD programs. A total of 1,110 individuals were inventoried, distributed in 52 families and 219 tree species. Principal component analysis indicated coarse sand contents as the most informative in all collection sites. Canonical correspondence analysis explained the correlation between soil factors in silt and clay parameters. It is therefore concluded that the campinaranas areas of the lower Rio Negro have a relatively high floristic diversity and that, above all, the depth of the water table and the relationship between clay and coarse sand are determining factors for the composition of plant species.FAPEAM - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do AmazonasUniversidade Federal do AmazonasFaculdade de Ciências AgráriasBrasilUFAMPrograma de Pós-graduação em Ciências Florestais e AmbientaisScudeller, Veridiana Vizonihttp://lattes.cnpq.br/5851800201987541Arruda, Yeda Maria Boaventura CorreaFerreira, Lucianna Marques RochaCruz, Jefferson daSantos, Sabrine Lima doshttps://lattes.cnpq.br/39659471147786562024-09-23T22:33:51Z2024-01-31info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfSantos, Sabrine Lima dos. Estrutura da flora árborea em áreas de campinaranas (prístinas e em regeneração) do baixo Rio Negro. 2024. 49 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Florestais e Ambientais) - Universidade Federal do Amazonas, Manaus (AM), 2024.https://tede.ufam.edu.br/handle/tede/10377porhttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/info:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFAMinstname:Universidade Federal do Amazonas (UFAM)instacron:UFAM2024-09-24T05:06:00Zoai:https://tede.ufam.edu.br/handle/:tede/10377Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://200.129.163.131:8080/PUBhttp://200.129.163.131:8080/oai/requestddbc@ufam.edu.br||ddbc@ufam.edu.bropendoar:65922024-09-24T05:06Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFAM - Universidade Federal do Amazonas (UFAM)false |
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