Discriminação racial auto referida, stress psicossocial e sintomas asmáticos em crianças de Salvador
| Ano de defesa: | 2015 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Instituto de Saúde Coletiva-ISC
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/17920 |
Resumo: | A asma é uma doença urbana complexa com múltiplos fatores associados ao seu desenvolvimento e remissão. Muitos fatores de risco para a doença foram identificados, e existe um debate sobre a contribuição dos fatores psicossociais na gênese da asma. A discriminação racial configura-se como um importante estressor psicossocial com efeitos negativos sobre a saúde. No entanto, os efeitos da discriminação sobre a asma infantil não tem sido investigados. Este estudo teve como objetivo analisar o efeito da exposição à discriminação em mulheres sobre a prevalência de asma nas crianças. Trata-se de um estudo transversal sobre a população integrante do programa Social Changes Asthma and Allergy in Latin America (SCAALA) em Salvador. A tese foi desenvolvida sob a forma de quatro artigos, tendo o primeiro como objetivo avaliar a confiabilidade e estrutura dimensional do “Experiência de Discriminação” (Experience of Discrimination - EOD), um instrumento de mensuração das experiências de discriminação desenvolvido nos Estados Unidos. Identificaram-se dois indicadores de discriminação: a experiência de discriminação e a preocupação com discriminação, com parâmetros aceitáveis de ajuste para o EOD no contexto brasileiro. O segundo artigo mensurou a prevalência de discriminação auto relatada utilizando analise de classes latentes. Os indivíduos foram classificados perfis de discriminação alto e baixo. A frequência das classes expostas à discriminação ou preocupadas com discriminação mostraram-se altas, principalmente no que respeita ao emprego e trabalho, com a cor da pele como um importante preditor das experiências relatadas. Já o terceiro artigo analisou o efeito da discriminação sobre a prevalência de transtornos mentais comuns nas mulheres participantes do estudo, evidenciando maiores prevalências de TMC entre aquelas mulheres que referiram alto grau de exposição à discriminação ou preocupação com discriminação. O suporte social moderou a associação entre preocupação com discriminação e sofrimento mental. Finalmente, o quarto artigo estimou o efeito da discriminação referida pelas mães sobre a prevalência de asma nos filhos. Os resultados corroboraram a hipótese de que a exposição à discriminação racial nas mães se associa com sintomas asmáticos nas crianças, e com o fenótipo atópico. Em acordo com nossa hipótese de estudo, mães com sintomas psicológicos foram mais propensas a ter filhos com sintomas asmáticos quando expostas a discriminação que àquelas sem sintomas. Os achados deste estudo destacam a importância de estudar a discriminação racial no contexto brasileiro. Embora esses resultados necessitem ser confirmados em estudos longitudinais, contribuirão com a compreensão de uma doença complexa como a asma em crianças. |
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Fattore, Gisel LorenaFattore, Gisel LorenaBarreto, Mauricio LimaAmorim, Leila Denise Alves FerreiraFaerstein, EduardoSantana, Vilma SousaAraújo, Edna deSantos, Letícia Marques dos2015-07-14T20:45:28Z2015-07-14T20:45:28Z2015-07-142015-03-27http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/17920A asma é uma doença urbana complexa com múltiplos fatores associados ao seu desenvolvimento e remissão. Muitos fatores de risco para a doença foram identificados, e existe um debate sobre a contribuição dos fatores psicossociais na gênese da asma. A discriminação racial configura-se como um importante estressor psicossocial com efeitos negativos sobre a saúde. No entanto, os efeitos da discriminação sobre a asma infantil não tem sido investigados. Este estudo teve como objetivo analisar o efeito da exposição à discriminação em mulheres sobre a prevalência de asma nas crianças. Trata-se de um estudo transversal sobre a população integrante do programa Social Changes Asthma and Allergy in Latin America (SCAALA) em Salvador. A tese foi desenvolvida sob a forma de quatro artigos, tendo o primeiro como objetivo avaliar a confiabilidade e estrutura dimensional do “Experiência de Discriminação” (Experience of Discrimination - EOD), um instrumento de mensuração das experiências de discriminação desenvolvido nos Estados Unidos. Identificaram-se dois indicadores de discriminação: a experiência de discriminação e a preocupação com discriminação, com parâmetros aceitáveis de ajuste para o EOD no contexto brasileiro. O segundo artigo mensurou a prevalência de discriminação auto relatada utilizando analise de classes latentes. Os indivíduos foram classificados perfis de discriminação alto e baixo. A frequência das classes expostas à discriminação ou preocupadas com discriminação mostraram-se altas, principalmente no que respeita ao emprego e trabalho, com a cor da pele como um importante preditor das experiências relatadas. Já o terceiro artigo analisou o efeito da discriminação sobre a prevalência de transtornos mentais comuns nas mulheres participantes do estudo, evidenciando maiores prevalências de TMC entre aquelas mulheres que referiram alto grau de exposição à discriminação ou preocupação com discriminação. O suporte social moderou a associação entre preocupação com discriminação e sofrimento mental. Finalmente, o quarto artigo estimou o efeito da discriminação referida pelas mães sobre a prevalência de asma nos filhos. Os resultados corroboraram a hipótese de que a exposição à discriminação racial nas mães se associa com sintomas asmáticos nas crianças, e com o fenótipo atópico. Em acordo com nossa hipótese de estudo, mães com sintomas psicológicos foram mais propensas a ter filhos com sintomas asmáticos quando expostas a discriminação que àquelas sem sintomas. Os achados deste estudo destacam a importância de estudar a discriminação racial no contexto brasileiro. Embora esses resultados necessitem ser confirmados em estudos longitudinais, contribuirão com a compreensão de uma doença complexa como a asma em crianças.Submitted by Maria Creuza Silva (mariakreuza@yahoo.com.br) on 2015-07-14T19:35:02Z No. of bitstreams: 1 TESE GISEL FATORE. 2015.pdf: 3095009 bytes, checksum: becebe9f8956330c8c568ff335a8e172 (MD5)Approved for entry into archive by Maria Creuza Silva (mariakreuza@yahoo.com.br) on 2015-07-14T20:45:28Z (GMT) No. of bitstreams: 1 TESE GISEL FATORE. 2015.pdf: 3095009 bytes, checksum: becebe9f8956330c8c568ff335a8e172 (MD5)Made available in DSpace on 2015-07-14T20:45:28Z (GMT). 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A asma é uma doença urbana complexa com múltiplos fatores associados ao seu desenvolvimento e remissão. Muitos fatores de risco para a doença foram identificados, e existe um debate sobre a contribuição dos fatores psicossociais na gênese da asma. A discriminação racial configura-se como um importante estressor psicossocial com efeitos negativos sobre a saúde. No entanto, os efeitos da discriminação sobre a asma infantil não tem sido investigados. Este estudo teve como objetivo analisar o efeito da exposição à discriminação em mulheres sobre a prevalência de asma nas crianças. Trata-se de um estudo transversal sobre a população integrante do programa Social Changes Asthma and Allergy in Latin America (SCAALA) em Salvador. A tese foi desenvolvida sob a forma de quatro artigos, tendo o primeiro como objetivo avaliar a confiabilidade e estrutura dimensional do “Experiência de Discriminação” (Experience of Discrimination - EOD), um instrumento de mensuração das experiências de discriminação desenvolvido nos Estados Unidos. Identificaram-se dois indicadores de discriminação: a experiência de discriminação e a preocupação com discriminação, com parâmetros aceitáveis de ajuste para o EOD no contexto brasileiro. O segundo artigo mensurou a prevalência de discriminação auto relatada utilizando analise de classes latentes. Os indivíduos foram classificados perfis de discriminação alto e baixo. A frequência das classes expostas à discriminação ou preocupadas com discriminação mostraram-se altas, principalmente no que respeita ao emprego e trabalho, com a cor da pele como um importante preditor das experiências relatadas. Já o terceiro artigo analisou o efeito da discriminação sobre a prevalência de transtornos mentais comuns nas mulheres participantes do estudo, evidenciando maiores prevalências de TMC entre aquelas mulheres que referiram alto grau de exposição à discriminação ou preocupação com discriminação. O suporte social moderou a associação entre preocupação com discriminação e sofrimento mental. Finalmente, o quarto artigo estimou o efeito da discriminação referida pelas mães sobre a prevalência de asma nos filhos. Os resultados corroboraram a hipótese de que a exposição à discriminação racial nas mães se associa com sintomas asmáticos nas crianças, e com o fenótipo atópico. Em acordo com nossa hipótese de estudo, mães com sintomas psicológicos foram mais propensas a ter filhos com sintomas asmáticos quando expostas a discriminação que àquelas sem sintomas. Os achados deste estudo destacam a importância de estudar a discriminação racial no contexto brasileiro. Embora esses resultados necessitem ser confirmados em estudos longitudinais, contribuirão com a compreensão de uma doença complexa como a asma em crianças. |
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