La herida que es recordar: história e memória no romance Fe en disfraz de Mayra Santos-Febres
| Ano de defesa: | 2017 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal da Bahia
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| Programa de Pós-Graduação: |
Pós-Graduação em Literatura e Cultura (PPGLITCULT)
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| Departamento: |
Instituto de Letras
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufba.br/handle/ri/42130 |
Resumo: | A dissertação intitulada La herida que es recordar: história e memória no romance Fe en dizfraz de Mayra Santos-Febres propõe uma leitura do romance referenciado no título de autoria da porto-riquenha Mayra Santos-Febres, focalizando-se as propostas interpretativas da escritora para categorias como memória e história, e o modo como articula ficcionalmente as histórias-memórias agenciadas no texto. Memória e história são temas muito explorados atualmente, entretanto, na pesquisa desenvolvida, o tema será abordado considerando os contextos de Brasil e Porto Rico referenciados no corpus da pesquisa. Contemporaneamente, tem-se produzido inúmeras releituras de versões apresentadas pela historiografia tradicional no que tange a memória da colonização e da escravização, é justamente esse movimento que se observa no romance ora estudado, assim, esta pesquisa objetiva visibilizar a produção intelectual e artística de autoria feminina e negra que, no contexto da América Latina, se propõe a reler criticamente memórias ancestrais, como é o caso de Santos-Febres. Para tanto dialogamos com referenciais teóricos advindos dos Estudos Culturais, da Teoria da Literatura, dos Estudos Feministas, dentre os quais estão os autores Stuart Hall (2003), Tomás Tadeu (2014); bell hooks (1995), Chimamanda Adieche (2014), Florentina Souza (2006), Lélia Gonzáles (1998), Angela Davis (2013) Home Bhabha (1998), Lélia Gonzáles (1998), Euridice Figueiredo (2010), Pollack (1986), Ricouer (2007), Nora (1996), Benjamin (2012), dentre outros. Em diálogo com esse referencial, a memória é aqui trabalhada como produção, isto é, no romance Fe en disfraz, a memória não é individual, mas coletiva, assim como não é espontânea, mas produzida, em função de questões como o dever de memória e a política da memória. Assim, Mayra Santos-Febres pode ser inserida dentro de um grupo de intelectuais insurgentes, por se comprometer em fazer uma leitura a contra pelo das histórias-memórias das mulheres de que trata a narrativa literária aqui estudado. |
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2025-05-26T23:59:21Z2025-05-26T23:59:21Z2017-09-29https://repositorio.ufba.br/handle/ri/42130A dissertação intitulada La herida que es recordar: história e memória no romance Fe en dizfraz de Mayra Santos-Febres propõe uma leitura do romance referenciado no título de autoria da porto-riquenha Mayra Santos-Febres, focalizando-se as propostas interpretativas da escritora para categorias como memória e história, e o modo como articula ficcionalmente as histórias-memórias agenciadas no texto. Memória e história são temas muito explorados atualmente, entretanto, na pesquisa desenvolvida, o tema será abordado considerando os contextos de Brasil e Porto Rico referenciados no corpus da pesquisa. Contemporaneamente, tem-se produzido inúmeras releituras de versões apresentadas pela historiografia tradicional no que tange a memória da colonização e da escravização, é justamente esse movimento que se observa no romance ora estudado, assim, esta pesquisa objetiva visibilizar a produção intelectual e artística de autoria feminina e negra que, no contexto da América Latina, se propõe a reler criticamente memórias ancestrais, como é o caso de Santos-Febres. Para tanto dialogamos com referenciais teóricos advindos dos Estudos Culturais, da Teoria da Literatura, dos Estudos Feministas, dentre os quais estão os autores Stuart Hall (2003), Tomás Tadeu (2014); bell hooks (1995), Chimamanda Adieche (2014), Florentina Souza (2006), Lélia Gonzáles (1998), Angela Davis (2013) Home Bhabha (1998), Lélia Gonzáles (1998), Euridice Figueiredo (2010), Pollack (1986), Ricouer (2007), Nora (1996), Benjamin (2012), dentre outros. Em diálogo com esse referencial, a memória é aqui trabalhada como produção, isto é, no romance Fe en disfraz, a memória não é individual, mas coletiva, assim como não é espontânea, mas produzida, em função de questões como o dever de memória e a política da memória. Assim, Mayra Santos-Febres pode ser inserida dentro de um grupo de intelectuais insurgentes, por se comprometer em fazer uma leitura a contra pelo das histórias-memórias das mulheres de que trata a narrativa literária aqui estudado.The dissertation entitled La herida, que es recordar: história and memória in Mayra Santos-Febres's novel Fe en disfraz, proposes a reading of the novel referenced in the Puerto Rican author Mayra Santos-Febres, focusing on the author's interpretative proposals for categories such as memory and history, and the way in which fictionally articulates the story-stories that are engaged in the text. Memory and history are currently much explored, however, in the research developed, the subject will be approached considering the contexts of Brazil and Puerto Rico referenced in the corpus of the research. Contemporaneously, there have been numerous re-readings of versions presented by traditional historiography regarding the memory of colonization and enslavement, it is precisely this movement that is observed in the novel studied here, so this research aims to make visible the intellectual and artistic production of authorship Feminine and black that, in the context of Latin America, proposes to critically re-read ancestral memories, as is the case of Santos-Febres. In order to do so, we have dialogues with theoretical references from Cultural Studies, Literature Theory, Feminist Studies, among which are authors Stuart Hall (2003), Tomás Tadeu (2014); (1998), Lélia González (1998), Euridice Figueiredo (2010), Pollack (1986) ), Ricouer (2007), Nora (1996), Benjamin (2012), among others. In dialogue with this referential, memory is here worked as production, that is, in the novel Fe en disfraz, the memory is not individual, but collective, as it is not spontaneous, but produced, due to issues such as memory duty And the politics of memory. Thus, Mayra Santos-Febres can be inserted within a group of insurgent intellectuals, for committing to make a counter-reading of the women's stories-memories of which the literary narrative here studied deals with.porUniversidade Federal da BahiaPós-Graduação em Literatura e Cultura (PPGLITCULT) UFBABrasilInstituto de LetrasAfrolatin LiteratureFe en disfrazMayra Santos-FebresHistoryMemoryCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTESLiteratura AfrolatinaFe en disfrazMayra Santos-FebresHistóriaMemóriaLa herida que es recordar: história e memória no romance Fe en disfraz de Mayra Santos-FebresMestrado Acadêmicoinfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionSouza, Florentina da SilvaSouza, Florentina da SilvaVasconcelos, Vania Maria FerreiraSantos, Alvanita Almeidahttp://lattes.cnpq.br/5540131028130689Anjos, Rejane Sousa dosinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFBAinstname:Universidade Federal da Bahia (UFBA)instacron:UFBAORIGINALAta assinada.pdfAta assinada.pdfapplication/pdf592040https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/42130/1/Ata%20assinada.pdf3bf23824fddf7949d68797919e2c898eMD51open accessVersão final.pdfVersão final.pdfapplication/pdf1083739https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/42130/2/Vers%c3%a3o%20final.pdfe6f691076a5c10d0abdf584a0016d6c1MD52open accessLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain1720https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/42130/3/license.txtd9b7566281c22d808dbf8f29ff0425c8MD53open accessri/421302025-05-26 20:59:22.532open accessoai:repositorio.ufba.br:ri/42130TElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBhIGFwcmVzZW50YcOnw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBvIGF1dG9yIG91IHRpdHVsYXIgZG9zIGRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yIGNvbmNlZGUgYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgbyBkaXJlaXRvIG7Do28tZXhjbHVzaXZvIGRlIHJlcHJvZHV6aXIsIHRyYWR1emlyIChjb25mb3JtZSBkZWZpbmlkbyBhYmFpeG8pIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gKGluY2x1aW5kbyBvIHJlc3Vtbykgbm8gZm9ybWF0byBpbXByZXNzbyBlL291IGVsZXRyw7RuaWNvIGUgZW0gcXVhbHF1ZXIgbWVpbywgaW5jbHVpbmRvIG9zIGZvcm1hdG9zIMOhdWRpbyBlL291IHbDrWRlby4KCk8gYXV0b3Igb3UgdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IgY29uY29yZGEgcXVlIG8gUmVwb3NpdMOzcmlvIHBvZGUsIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gY29udGXDumRvLCB0cmFuc3BvciBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gcGFyYSBxdWFscXVlciBtZWlvIGUvb3UgZm9ybWF0byBwYXJhIGZpbnMgZGUgcHJlc2VydmHDp8OjbywgcG9kZW5kbyBtYW50ZXIgbWFpcyBkZSB1bWEgY8OzcGlhIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrdXAgZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvLiAKCk8gYXV0b3Igb3UgdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IgZGVjbGFyYSBxdWUgYSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIMOpIG9yaWdpbmFsIGUgcXVlIG7Do28sIHF1ZSBzZWphIGRlIHNldSBjb25oZWNpbWVudG8sIGluZnJpbmdlIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRlIG5pbmd1w6ltLgoKQ2FzbyBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgb2J0ZXZlIGEgcGVybWlzc8OjbyBpcnJlc3RyaXRhIGRvIGRldGVudG9yIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBwYXJhIGNvbmNlZGVyIGFvIFJlcG9zaXTDs3JpbyBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EgZSBxdWUgZXNzZSBtYXRlcmlhbCBkZSBwcm9wcmllZGFkZSBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbyBubyB0ZXh0byBvdSBubyBjb250ZcO6ZG8gZGEgcHVibGljYcOnw6NvIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhLgoKQ0FTTyBBIFBVQkxJQ0HDh8ODTyBPUkEgREVQT1NJVEFEQSBSRVNVTFRFIERFIFVNIFBBVFJPQ8ONTklPIE9VIEFQT0lPIERFIFVNQSBBR8OKTkNJQSBERSBGT01FTlRPIE9VIE9VVFJPIE9SR0FOSVNNTywgVk9Dw4ogREVDTEFSQSBRVUUgUkVTUEVJVE9VIFRPRE9TIEUgUVVBSVNRVUVSIERJUkVJVE9TIERFIFJFVklTw4NPLCBDT01PIFRBTULDiU0gQVMgREVNQUlTIE9CUklHQcOHw5VFUyBFWElHSURBUyBQT1IgQ09OVFJBVE8gT1UgQUNPUkRPLgoKTyBSZXBvc2l0w7NyaW8gc2UgY29tcHJvbWV0ZSBhIGlkZW50aWZpY2FyLCBjbGFyYW1lbnRlLCBvIChzKSBzZXUocykgbm9tZSAocykgb3UgbyAocykgbm9tZSAocykgZG8gKHMpIGRldGVudG9yIChlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBlIG7Do28gZmFyw6EgcXVhbHF1ZXIgYWx0ZXJhw6fDo28sIGFsw6ltIGRhcXVlbGFzIGNvbmNlZGlkYXMgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EuCg==Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufba.br/oai/requestrepositorio@ufba.bropendoar:19322025-05-26T23:59:22Repositório Institucional da UFBA - Universidade Federal da Bahia (UFBA)false |
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