Influência da intensidade do fluxo de água na estrutura de assembléias bentônicas em um estuário tropical

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2011
Autor(a) principal: Dantas, Alice Rachel Moura Ribeiro Loyola
Orientador(a): Barros Junior, Francisco Carlos Rocha de
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA - UFBA
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Biomonitoramento
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/14536
Resumo: Os estuários são áreas importantes de reprodução, alimentação e refúgios de diversas espécies, assim estão entre um dos ambientes mais importantes da zona costeira. Existem diversas definições para estes sistemas e diversos tipos de classificações, mas em uma definição simplista geralmente os estuários são considerados como uma zona de transição intermediária entre os sistemas marinho e de água doce ou simplesmente como sistemas onde a água do rio se mistura com água do mar. Apesar de serem ambientes com grande variabilidade natural, possuem uma alta concentração de matéria orgânica, e abrigam uma alta abundância e biomassa de invertebrados bentônicos, que são aqueles organismos que vivem associados ao sedimento. Existem diversos fatores que podem influenciar os organismos bentônicos (por exemplo, a salinidade e a composição do sedimento), e um desses fatores é a intensidade do fluxo de água, que varia com a maré e o influxo do rio. A intensidade do fluxo de água nos organismos bentônicos pode atuar de maneira direta, por exemplo, deslocando os organismos de uma região para outra, ou ainda de maneira indireta, por exemplo, determinando a composição granulométrica do local que, por sua vez, irá afetar os organismos. Assim, essas interações entre o fluxo circundante e os organismos bentônicos, seja diretamente ou indiretamente, podem influenciar na dispersão e no assentamento larval, no crescimento e na reprodução de indivíduos bentônicos adultos, no suprimento de nutrientes e na dispersão dos seus dejetos. Com isso, a finalidade desse trabalho foi testar se a variável intensidade do fluxo de água causaria uma influência maior nos organismos bentônicos do que a salinidade, o sedimento e a profundidade no estuário do Rio Jaguaripe, Baía de Todos os Santos, Bahia. Para medir a intensidade do fluxo foi empregada uma metodologia alternativa, já empregada por diversos autores, que é a técnica de dissolução de objetos de gesso, que ficam submersos na água durante determinado período, e através da taxa de perda de massa fornece uma medida relativa de fluxo: esferas que perderam mais massa, teoricamente, estão sujeitas a um fluxo maior e vice-versa. Os resultados demonstraram que não houveram diferenças marcantes de intensidade de fluxo dentro das diferentes faixas de salinidade e que aparentemente as principais variáveis exercendo influência nos organismos bentônicos foram a salinidade e a composição do sedimento. Contudo, não significa que o fluxo de água não é uma variável importante para os organismos bentônicos. Talvez, o fluxo seja importante para os organismos bentônicos, mas atue mais intensamente de maneira indireta através da relação com outras variáveis, por exemplo, influenciando na composição do sedimento e na distribuição de partículas alimentares.
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Existem diversos fatores que podem influenciar os organismos bentônicos (por exemplo, a salinidade e a composição do sedimento), e um desses fatores é a intensidade do fluxo de água, que varia com a maré e o influxo do rio. A intensidade do fluxo de água nos organismos bentônicos pode atuar de maneira direta, por exemplo, deslocando os organismos de uma região para outra, ou ainda de maneira indireta, por exemplo, determinando a composição granulométrica do local que, por sua vez, irá afetar os organismos. Assim, essas interações entre o fluxo circundante e os organismos bentônicos, seja diretamente ou indiretamente, podem influenciar na dispersão e no assentamento larval, no crescimento e na reprodução de indivíduos bentônicos adultos, no suprimento de nutrientes e na dispersão dos seus dejetos. Com isso, a finalidade desse trabalho foi testar se a variável intensidade do fluxo de água causaria uma influência maior nos organismos bentônicos do que a salinidade, o sedimento e a profundidade no estuário do Rio Jaguaripe, Baía de Todos os Santos, Bahia. Para medir a intensidade do fluxo foi empregada uma metodologia alternativa, já empregada por diversos autores, que é a técnica de dissolução de objetos de gesso, que ficam submersos na água durante determinado período, e através da taxa de perda de massa fornece uma medida relativa de fluxo: esferas que perderam mais massa, teoricamente, estão sujeitas a um fluxo maior e vice-versa. Os resultados demonstraram que não houveram diferenças marcantes de intensidade de fluxo dentro das diferentes faixas de salinidade e que aparentemente as principais variáveis exercendo influência nos organismos bentônicos foram a salinidade e a composição do sedimento. 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