Estância hidromineral de Cipó: construção de uma cidade balneária no sertão da Bahia
| Ano de defesa: | 2009 |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://www.repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/12293 |
Resumo: | Este trabalho estuda a construção da Estância Hidromineral de Cipó, no Estado da Bahia, a partir de 1935, com base no Plano de Expansão e Melhoramentos do engenheiro civil Oscar Caetano da Silva. A construção da cidade balneária se desenvolve durante as décadas de 30 e 40 com a abertura de vias e implantação de redes de serviços públicos e a construção de edifícios sob administração direta do Estado da Bahia, através de prefeitos técnicos do quadro da SVOP, tendo como incentivador da atividade balneária o médico Genésio Salles, concessionário das águas de Cipó desde 1928. Com a finalidade de conceituar aspectos do tema em que está inserido o objeto, buscou-se caracterizar as cidades balneárias e identificar as motivações do seu planejamento, delimitando o período de desenvolvimento desse tipo de cidade no Brasil na primeira metade do século XX. A construção da Estância de Cipó envolve, além das questões políticas e sociais relativas ao empreendimento balneário, aspectos do urbanismo e da arquitetura em território brasileiro e baiano no período estudado, os quais são postos nos capítulos que antecedem o estudo do caso de Cipó. A Estância Hidromineral de Cipó surge sob um plano urbanístico característico do período de transição da prática disciplinar no estado, cuja implantação foi conduzida por engenheiros civis formados pela Escola Politécnica da Bahia. Conformando o espaço urbano, a arquitetura do conjunto construído na cidade é exemplar de um período em que o Art Déco está presente na urbanização das principais cidades brasileiras, a despeito da historiografia oficial da arquitetura moderna. Com base em pesquisas de bibliografia específica, em arquivos públicos e particulares e na observação in loco foi possível reconstituir aspectos importantes do processo de construção da cidade e seus envolventes, contribuindo para ampliar o conhecimento sobre a história do urbanismo e da arquitetura na Bahia. Este trabalho traz ainda o reconhecimento da importância histórica da construção da Estância Hidromineral de Cipó, que pode suscitar a consciência preservacionista de instituições competentes e da própria população cipoense, principal responsável pelo destino do seu patrimônio. |
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Santos Neto, Edson Fernandes D’OliveiraSantos Neto, Edson Fernandes D’OliveiraSampaio, Antônio Heliodório Lima2013-07-25T21:45:28Z2013-07-25T21:45:28Z2009http://www.repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/12293Este trabalho estuda a construção da Estância Hidromineral de Cipó, no Estado da Bahia, a partir de 1935, com base no Plano de Expansão e Melhoramentos do engenheiro civil Oscar Caetano da Silva. A construção da cidade balneária se desenvolve durante as décadas de 30 e 40 com a abertura de vias e implantação de redes de serviços públicos e a construção de edifícios sob administração direta do Estado da Bahia, através de prefeitos técnicos do quadro da SVOP, tendo como incentivador da atividade balneária o médico Genésio Salles, concessionário das águas de Cipó desde 1928. Com a finalidade de conceituar aspectos do tema em que está inserido o objeto, buscou-se caracterizar as cidades balneárias e identificar as motivações do seu planejamento, delimitando o período de desenvolvimento desse tipo de cidade no Brasil na primeira metade do século XX. A construção da Estância de Cipó envolve, além das questões políticas e sociais relativas ao empreendimento balneário, aspectos do urbanismo e da arquitetura em território brasileiro e baiano no período estudado, os quais são postos nos capítulos que antecedem o estudo do caso de Cipó. A Estância Hidromineral de Cipó surge sob um plano urbanístico característico do período de transição da prática disciplinar no estado, cuja implantação foi conduzida por engenheiros civis formados pela Escola Politécnica da Bahia. Conformando o espaço urbano, a arquitetura do conjunto construído na cidade é exemplar de um período em que o Art Déco está presente na urbanização das principais cidades brasileiras, a despeito da historiografia oficial da arquitetura moderna. Com base em pesquisas de bibliografia específica, em arquivos públicos e particulares e na observação in loco foi possível reconstituir aspectos importantes do processo de construção da cidade e seus envolventes, contribuindo para ampliar o conhecimento sobre a história do urbanismo e da arquitetura na Bahia. Este trabalho traz ainda o reconhecimento da importância histórica da construção da Estância Hidromineral de Cipó, que pode suscitar a consciência preservacionista de instituições competentes e da própria população cipoense, principal responsável pelo destino do seu patrimônio.FAPESBSalvador - Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo/UFBAArt DécoCidades balneáriasCidades novasCipóEstâncias hidromineraisUrbanismo modernoEstância hidromineral de Cipó: construção de uma cidade balneária no sertão da Bahiainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisporreponame:Repositório Institucional da UFBAinstname:Universidade Federal da Bahia (UFBA)instacron:UFBAinfo:eu-repo/semantics/openAccessORIGINALEHCipo.pdfEHCipo.pdfapplication/pdf92387938https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/12293/1/EHCipo.pdf9f793bb2ff8252ae9b67fe3da2ff87edMD51open accessLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain1762https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/12293/2/license.txt1b89a9a0548218172d7c829f87a0eab9MD52open accessTEXTEHCipo.pdf.txtEHCipo.pdf.txtExtracted texttext/plain364266https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/12293/3/EHCipo.pdf.txtc3841ae0aed5508ccbc36d4145eaf6feMD53open accessri/122932025-09-10 14:13:43.437open accessoai:repositorio.ufba.br:ri/12293VGVybW8gZGUgTGljZW7vv71hLCBu77+9byBleGNsdXNpdm8sIHBhcmEgbyBkZXDvv71zaXRvIG5vIHJlcG9zaXTvv71yaW8gSW5zdGl0dWNpb25hbCBkYSBVRkJBCgogICAgUGVsbyBwcm9jZXNzbyBkZSBzdWJtaXNz77+9byBkZSBkb2N1bWVudG9zLCBvIGF1dG9yIG91IHNldQpyZXByZXNlbnRhbnRlIGxlZ2FsLCBhbyBhY2VpdGFyIGVzc2UgdGVybW8gZGUgbGljZW7vv71hLCBjb25jZWRlIGFvClJlcG9zaXTvv71yaW8gSW5zdGl0dWNpb25hbCBkYSBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkYSBCYWhpYSBvIGRpcmVpdG8KZGUgbWFudGVyIHVtYSBj77+9cGlhIGVtIHNldSByZXBvc2l077+9cmlvIGNvbSBhIGZpbmFsaWRhZGUsIHByaW1laXJhLCAKZGUgcHJlc2VydmHvv73vv71vLiBFc3NlcyB0ZXJtb3MsIG7vv71vIGV4Y2x1c2l2b3MsIG1hbnTvv71tIG9zIGRpcmVpdG9zIGRlIAphdXRvci9jb3B5cmlnaHQsIG1hcyBlbnRlbmRlIG8gZG9jdW1lbnRvIGNvbW8gcGFydGUgZG8gYWNlcnZvIGludGVsZWN0dWFsIGRlc3NhIFVuaXZlcnNpZGFkZS4gCgogICAgUGFyYSBvcyBkb2N1bWVudG9zIHB1YmxpY2Fkb3MgY29tIHJlcGFzc2UgZGUgZGlyZWl0b3MgZGUgZGlzdHJpYnVp77+977+9bywgZXNzZSB0ZXJtbyBkZSBsaWNlbu+/vWEgZW50ZW5kZSBxdWU6IAoKICAgIE1hbnRlbmRvIG9zICBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgcmVwYXNzYWRvcyBhIHRlcmNlaXJvcywgZW0gY2FzbyAKZGUgcHVibGljYe+/ve+/vWVzLCBvIHJlcG9zaXTvv71yaW8gcG9kZSByZXN0cmluZ2lyIG8gYWNlc3NvIGFvIHRleHRvIAppbnRlZ3JhbCwgbWFzIGxpYmVyYSBhcyBpbmZvcm1h77+977+9ZXMgc29icmUgbyBkb2N1bWVudG8gKE1ldGFkYWRvcyBkZXNjcml0aXZvcykuCgogRGVzdGEgZm9ybWEsIGF0ZW5kZW5kbyBhb3MgYW5zZWlvcyBkZXNzYSB1bml2ZXJzaWRhZGUgCmVtIG1hbnRlciBzdWEgcHJvZHXvv73vv71vIGNpZW5077+9ZmljYSBjb20gYXMgcmVzdHJp77+977+9ZXMgaW1wb3N0YXMgcGVsb3MgCmVkaXRvcmVzIGRlIHBlcmnvv71kaWNvcy4gCgogICAgUGFyYSBhcyBwdWJsaWNh77+977+9ZXMgZW0gaW5pY2lhdGl2YXMgcXVlIHNlZ3VlbSBhIHBvbO+/vXRpY2EgZGUgCkFjZXNzbyBBYmVydG8sIG9zIGRlcO+/vXNpdG9zIGNvbXB1bHPvv71yaW9zIG5lc3NlIHJlcG9zaXTvv71yaW8gbWFudO+/vW0gCm9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzLCBtYXMgbWFudO+/vW0gbyBhY2Vzc28gaXJyZXN0cml0byBhbyBtZXRhZGFkb3MgCmUgdGV4dG8gY29tcGxldG8uIEFzc2ltLCBhIGFjZWl0Ye+/ve+/vW8gZGVzc2UgdGVybW8gbu+/vW8gbmVjZXNzaXRhIGRlIApjb25zZW50aW1lbnRvIHBvciBwYXJ0ZSBkZSBhdXRvcmVzL2RldGVudG9yZXMgZG9zIGRpcmVpdG9zLCBwb3IgCmVzdGFyZW0gZW0gaW5pY2lhdGl2YXMgZGUgYWNlc3NvIGFiZXJ0by4KCiAgICBFbSBhbWJvcyBvIGNhc28sIGVzc2UgdGVybW8gZGUgbGljZW7vv71hLCBwb2RlIHNlciBhY2VpdG8gcGVsbyAKYXV0b3IsIGRldGVudG9yZXMgZGUgZGlyZWl0b3MgZS9vdSB0ZXJjZWlyb3MgYW1wYXJhZG9zIHBlbGEgCnVuaXZlcnNpZGFkZS4gRGV2aWRvIGFvcyBkaWZlcmVudGVzIHByb2Nlc3NvcyBwZWxvIHF1YWwgYSBzdWJtaXNz77+9byAKcG9kZSBvY29ycmVyLCBvIHJlcG9zaXTvv71yaW8gcGVybWl0ZSBhIGFjZWl0Ye+/ve+/vW8gZGEgbGljZW7vv71hIHBvciAKdGVyY2Vpcm9zLCBzb21lbnRlIG5vcyBjYXNvcyBkZSBkb2N1bWVudG9zIHByb2R1emlkb3MgcG9yIGludGVncmFudGVzIApkYSBVRkJBIGUgc3VibWV0aWRvcyBwb3IgcGVzc29hcyBhbXBhcmFkYXMgcG9yIGVzdGEgaW5zdGl0dWnvv73vv71vLgo=Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufba.br/oai/requestrepositorio@ufba.bropendoar:19322025-09-10T17:13:43Repositório Institucional da UFBA - Universidade Federal da Bahia (UFBA)false |
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