Gênero na rede, raça no berço e sexo na parede: a lésbica como fio de interrogação da sexualidade em práticas feministas brasileiras.
| Ano de defesa: | 2014 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | , , , , |
| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Estudos Interdisciplinares sobre Mulheres, Gênero e Feminismo (PPGNEIM)
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| Departamento: |
Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FFCH)
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufba.br/handle/ri/41395 |
Resumo: | O trabalho é fruto da pesquisa de Doutorado desenvolvida entre os anos de 2010 a 2013, no âmbito do PPGNEIM/UFBA. Tomando a identidade lésbica como fio de interrogação, analiso a acomodação da sexualidade nas práticas discursivas do feminismo brasileiro, no âmbito da Articulação de Mulheres Brasileiras/AMB, espaço de pertencimento como ativista acadêmica. Guiada pela hipótese de que as tensões entre lésbicas e feministas registradas na literatura, e também no ativismo lésbico, localizam-se na maneira como esta é posicionada no dispositivo da sexualidade, a organização do corpus da pesquisa se orientou pela proposta genealógica foucaultiana, realizada mediante reenquadramento teórico do tema, análise documental, observação direta e registro sistemático. O resultado é apresentado em cinco capítulos. O primeiro apresenta o processo de enquadramento do tema e delineamento do arranjo metodológico. Visando recuperar as condições de enunciação da AMB, no segundo, reconstituo o enquadramento categórico da mulher no dispositivo da sexualidade brasileiro, em diferentes marcos históricos, como quadro de referência para interrogar como as estratégias feministas lidaram com essas localizações e, nesse ínterim, como a identidade lésbica foi posicionada. Em seguida, no terceiro capítulo, apresento a Rede, as influências das experiências acumuladas nos trânsitos epistêmicos e teóricos e aspectos operacionais, constatando que suas práticas se ancoram no significante “mulher”, em torno do qual afirmam um ideal de sujeito e as finalidades às quais se destina, simultaneamente a afirmação de sua identidade como sujeito coletivo. No quarto capítulo, confronto as técnicas utilizadas na construção desse sujeito com aquelas aplicadas pela governamentalidade neoliberal, no seio do qual se articulam a política identitária e o campo retórico do acesso a direitos via políticas públicas. Verificado que os arranjos articulados não tomam a sexualidade como dispositivo, sigo com a lésbica para, no quinto e último capítulo, indagar sobre a localização do sexo no interior da Rede. Corroborando a hipótese da pesquisa, verifica-se o incentivo à vocalização e muitas tensões com a enunciação, reportadas às ameaças de fissura que representam à estabilidade do sujeito, encontrando aí analogia com a mulher “trans” e a [ideia de uma] “puta feminista”, diferente da situação da raça, que tem seu lugar assegurado sem maiores conflitos. Demonstra-se, por fim, que o sexo ainda se localiza num domínio pré-discursivo, pervasivo aos arranjos criados, inclusive pelas lésbicas, para colocar a discussão em funcionamento. De onde se conclui que, se o gênero está na Rede, a raça é embalada no berço e o sexo, contudo, permanece contra a parede. |
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2025-03-11T11:16:38Z2025-03-11T11:16:38Z2014-03-28https://repositorio.ufba.br/handle/ri/41395O trabalho é fruto da pesquisa de Doutorado desenvolvida entre os anos de 2010 a 2013, no âmbito do PPGNEIM/UFBA. Tomando a identidade lésbica como fio de interrogação, analiso a acomodação da sexualidade nas práticas discursivas do feminismo brasileiro, no âmbito da Articulação de Mulheres Brasileiras/AMB, espaço de pertencimento como ativista acadêmica. Guiada pela hipótese de que as tensões entre lésbicas e feministas registradas na literatura, e também no ativismo lésbico, localizam-se na maneira como esta é posicionada no dispositivo da sexualidade, a organização do corpus da pesquisa se orientou pela proposta genealógica foucaultiana, realizada mediante reenquadramento teórico do tema, análise documental, observação direta e registro sistemático. O resultado é apresentado em cinco capítulos. O primeiro apresenta o processo de enquadramento do tema e delineamento do arranjo metodológico. Visando recuperar as condições de enunciação da AMB, no segundo, reconstituo o enquadramento categórico da mulher no dispositivo da sexualidade brasileiro, em diferentes marcos históricos, como quadro de referência para interrogar como as estratégias feministas lidaram com essas localizações e, nesse ínterim, como a identidade lésbica foi posicionada. Em seguida, no terceiro capítulo, apresento a Rede, as influências das experiências acumuladas nos trânsitos epistêmicos e teóricos e aspectos operacionais, constatando que suas práticas se ancoram no significante “mulher”, em torno do qual afirmam um ideal de sujeito e as finalidades às quais se destina, simultaneamente a afirmação de sua identidade como sujeito coletivo. No quarto capítulo, confronto as técnicas utilizadas na construção desse sujeito com aquelas aplicadas pela governamentalidade neoliberal, no seio do qual se articulam a política identitária e o campo retórico do acesso a direitos via políticas públicas. Verificado que os arranjos articulados não tomam a sexualidade como dispositivo, sigo com a lésbica para, no quinto e último capítulo, indagar sobre a localização do sexo no interior da Rede. Corroborando a hipótese da pesquisa, verifica-se o incentivo à vocalização e muitas tensões com a enunciação, reportadas às ameaças de fissura que representam à estabilidade do sujeito, encontrando aí analogia com a mulher “trans” e a [ideia de uma] “puta feminista”, diferente da situação da raça, que tem seu lugar assegurado sem maiores conflitos. Demonstra-se, por fim, que o sexo ainda se localiza num domínio pré-discursivo, pervasivo aos arranjos criados, inclusive pelas lésbicas, para colocar a discussão em funcionamento. De onde se conclui que, se o gênero está na Rede, a raça é embalada no berço e o sexo, contudo, permanece contra a parede.This work results from a doctoral research developed between 2010 and 2013, at the PPGNEIM/UFBA. Taking lesbian identity as a question line, I analyze the accommodation of sexuality in the discursive practices of Brazilian feminism, within the scope of the Articulação de Mulheres Brasileiras/AMB [Articulation of Brazilian Women], a space of belonging as an academic activist. Guided by the hypothesis that the tensions between lesbians and feminists recorded in literature, and also in lesbian activism, are located in the way lesbians are positioned in the dispositif of sexuality, the organization of the research corpus was guided by the foucaultian genealogical proposal, carried out through theoretical reframing of the theme, analysis of documents, direct observation and systematic recording. The result is presented in five chapters. The first presents the process of framing the theme and delineating the methodological arrangement. Aiming to recover the conditions of enunciation of the AMB; in the second, I reconstitute the categorical framing of women in the Brazilian dispositif of sexuality, in different historical contexts, as a reference to question how feminist strategies dealt with these locations and, in the meantime, how lesbian identity was positioned. Sequentially, in the third chapter, I present the network, the influences of the experiences accumulated in the epistemic and theoretical transits and operational aspects, noting that its practices are anchored in the signifier “woman”, around which they affirm an ideal of the subject and the purposes for which it is intended, simultaneously affirming its identity as a collective subject. In the fourth chapter, I confront the techniques used in the construction of this subject with those applied by neoliberal governmentality, within which identity politics and the rhetorical field of access to rights via public policies are articulated. Having verified that the articulated arrangements do not take sexuality as a dispositif, I continue the itinerary of this work following the lesbian to, in the fifth and last chapter, inquire about the location of sex within the network. Corroborating the hypothesis of the research, there is an incentive to vocalization as well as many tensions as regards enunciation, related to the threats of fissure that they represent to the stability of the subject, finding in this analogy with the “trans” woman and the [idea of a] “feminist whore”, differing from the situation of the race question, which has its place assured without major conflicts. Finally, this work demonstrates that sex is still located in a pre-discursive domain, pervasive to the arrangements created, including by lesbians, to put the discussion into operation. From which it can be concluded that, if gender is on the network, race is cradled in the cradle and sex, however, remains against the wall.CNPqporUNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIAPrograma de Pós-Graduação em Estudos Interdisciplinares sobre Mulheres, Gênero e Feminismo (PPGNEIM) UFbaBrasilFaculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FFCH)http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessLesbiansSexualityFeminismsCNPQ::CIENCIAS HUMANASLésbicasSexualidadeFeminismosGênero na rede, raça no berço e sexo na parede: a lésbica como fio de interrogação da sexualidade em práticas feministas brasileiras.Gender on the net, race in the cradle and sex on the wall: the lesbian as a thread of interrogation of brazilian feminist practices.Doutoradoinfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionSardenberg, Cecilia Maria Bacellar0000-0002-1896-9800http://lattes.cnpq.br/5848359202151995Miskolci, Richard0000-0002-6405-5591http://lattes.cnpq.br/1623888309974862Colling, Leandro0000-0002-0519-2991http://lattes.cnpq.br/9841032316581104Rosa, Susel Oliveira da0000-0003-2388-4454http://lattes.cnpq.br/4405235882606968Tavares, Márcia Santanahttps://orcid.org/0000-0002-2165-4594http://lattes.cnpq.br/9948943434197165Sardenberg, Cecília Maria Bacellar0000-0002-1896-9800http://lattes.cnpq.br/58483592021519950000-0002-0273-5591http://lattes.cnpq.br/2352066005264247Costa, Jussara CarneiroADRIÃO, Karla Galvão, et all. 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Lesbians Sexuality Feminisms |
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O trabalho é fruto da pesquisa de Doutorado desenvolvida entre os anos de 2010 a 2013, no âmbito do PPGNEIM/UFBA. Tomando a identidade lésbica como fio de interrogação, analiso a acomodação da sexualidade nas práticas discursivas do feminismo brasileiro, no âmbito da Articulação de Mulheres Brasileiras/AMB, espaço de pertencimento como ativista acadêmica. Guiada pela hipótese de que as tensões entre lésbicas e feministas registradas na literatura, e também no ativismo lésbico, localizam-se na maneira como esta é posicionada no dispositivo da sexualidade, a organização do corpus da pesquisa se orientou pela proposta genealógica foucaultiana, realizada mediante reenquadramento teórico do tema, análise documental, observação direta e registro sistemático. O resultado é apresentado em cinco capítulos. O primeiro apresenta o processo de enquadramento do tema e delineamento do arranjo metodológico. Visando recuperar as condições de enunciação da AMB, no segundo, reconstituo o enquadramento categórico da mulher no dispositivo da sexualidade brasileiro, em diferentes marcos históricos, como quadro de referência para interrogar como as estratégias feministas lidaram com essas localizações e, nesse ínterim, como a identidade lésbica foi posicionada. Em seguida, no terceiro capítulo, apresento a Rede, as influências das experiências acumuladas nos trânsitos epistêmicos e teóricos e aspectos operacionais, constatando que suas práticas se ancoram no significante “mulher”, em torno do qual afirmam um ideal de sujeito e as finalidades às quais se destina, simultaneamente a afirmação de sua identidade como sujeito coletivo. No quarto capítulo, confronto as técnicas utilizadas na construção desse sujeito com aquelas aplicadas pela governamentalidade neoliberal, no seio do qual se articulam a política identitária e o campo retórico do acesso a direitos via políticas públicas. Verificado que os arranjos articulados não tomam a sexualidade como dispositivo, sigo com a lésbica para, no quinto e último capítulo, indagar sobre a localização do sexo no interior da Rede. Corroborando a hipótese da pesquisa, verifica-se o incentivo à vocalização e muitas tensões com a enunciação, reportadas às ameaças de fissura que representam à estabilidade do sujeito, encontrando aí analogia com a mulher “trans” e a [ideia de uma] “puta feminista”, diferente da situação da raça, que tem seu lugar assegurado sem maiores conflitos. Demonstra-se, por fim, que o sexo ainda se localiza num domínio pré-discursivo, pervasivo aos arranjos criados, inclusive pelas lésbicas, para colocar a discussão em funcionamento. De onde se conclui que, se o gênero está na Rede, a raça é embalada no berço e o sexo, contudo, permanece contra a parede. |
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2014 |
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2014-03-28 |
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