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Investigação funcional da viabilidade de implante ósseo em um novo modelo animal de osteonecrose por meio de radiomarcadores

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2017
Autor(a) principal: Schiper, Luis
Orientador(a): Badaró, Roberto José da Silva
Banca de defesa: Badaró, Roberto José da Silva, Faintuch, Bluma Linkowski, Daltro, Gildásio de Cerqueira, Ulian, Vilson, Araújo Neto, César Augusto de, Oliveira, Luiz Antônio de Alcântara de, Mistro, Sóstenes
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Faculdade de Medicina da Bahia
Programa de Pós-Graduação: Pós Graduação em Medicina e Saúde
Departamento: Não Informado pela instituição
País: brasil
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/29305
Resumo: Objetivo: Um segmento ósseo com necrose não é uma novidade em Ortopedia, no entanto, métodos de imagem convencionais podem perder o diagnóstico precoce, ou a extensão da doença. Com o objetivo de desenvolver um novo modelo animal para estudar a osteonecrose, foi realizada a implantação de um fêmur desvascularizado em uma bolsa abdominal subcutânea de camundongo, utilizando radioisótopos no diagnóstico e monitoração, a longo prazo, deste transtorno. A fim de manter a mobilidade e a longevidade dos animais, o fêmur foi colhido a partir de doadores singênicos, o que também elimina a rejeição e mantém um padrão de isquemia pura, sem resposta imunológica. Foram selecionados dois radiotraçadores de Tecnécio-99m, dirigidos à angiogênese e matriz óssea respectivamente. Métodos: O ácido medrônico e um peptídeo homodímero conjugado com RGDfK, foram radiomarcados com Tecnécio-99m. A biodistribuição e demais procedimentos foram avaliados em camundongos Swiss. Os fêmures enxertados e de controle foram avaliados depois de 15, 30 e 60 dias, incluindo a cintilografia, a tomografia computadorizada e a análise histológica. Resultados: A pureza radioquímica dos radiomarcadores foi superior a 95%. A biodistribuição demonstrou uma boa depuração sanguínea após 1 hora da administração dos radiotraçadores. Para o 99mTc-HYNIC-E-[c(RGDfK)]2, observou-se uma excreção renal acentuada, comparada ao 99mTc-MDP. Porém, este último, como esperado, mostrou alta captação óssea. Os resultados das captações no fêmur controle (não isquêmico) foram iguais em todos os tempos avaliados. No fêmur implantado o 99mTc-HYNIC-E-[c(RGDfK)]2 teve a absorção mais elevada após 15 dias da enxertia, de acordo com a angiogênese precoce esperada nas circunstâncias. No que diz respeito ao 99mTc-MDP no implante, absorções semelhantes foram documentadas em todos os momentos, em consonância com viabilidade óssea sustentada, mas elas foram menores do que no fêmur controle, como foi confirmado pela histologia. Conclusões: O diagnóstico de viabilidade do enxerto por radiomarcadores sistêmicos é um método sensível para demonstração precoce de isquemia e necrose óssea, além de poder monitorizar a angiogênese utilizando-se o radiomarcador isotópico. 99mTc-HYNIC-E-[c(RGDfK)]2 Também a vitalidade global do enxerto pôde ser demonstrada com auxílio do marcador ácido medrônico; esta técnica pode constituir-se em alternativas de diagnóstica, devido sua praticidade e conveniência, com poteEnxerto ósseo, Radiotraçadores sistêmicos, Fêmur. Bolsa abdominal, Tecnécio-99m, Modelo experimentalnciais aplicações clínicas.
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