O declínio do espólio: razão, sofrimento e moralidade em Arthur Schopenhauer e Fiódor Dostoiévski
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | , , , , , |
| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Filosofia (PPGF)
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| Departamento: |
Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FFCH)
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufba.br/handle/ri/42731 |
Resumo: | O presente trabalho determina-se como um diálogo entre filosofia e literatura por meio da articulação do pensamento de Arthur Schopenhauer (1788-1860) e da obra madura de Fiódor Dostoiévski (1821-1881), tendo em vista explorar as relações visíveis a partir das quais é possível amparar a tese de que a filosofia de um e a literatura do outro alumiam-se mutuamente e, mesmo, apresentam um aspecto de complementaridade. Nesse intento de interpretar em que medida o mundo literário dostoievskiano expressa-se em termos schopenhauerianos, as noções de razão, sofrimento e moralidade inscrevem-se numa posição de centro. No conceito e na imagem, recusa-se duplamente o ideal de uma história teleológica, reconduzindo a racionalidade ao encontro da finitude. É o retorno ao problema do sofrimento, que não diz respeito a uma etapa a ser superada dialeticamente pelo progresso político e moral da humanidade, mas à dimensão constitutiva do ser humano. Significa apreciá-lo conforme seus abismos: na irracionalidade de seu querer, no mal instaurado positivamente por seu egoísmo colossal inscrito no seio de uma natureza muda; mas, também, no milagre da bondade que se constitui como ação moral, fundada no sentimento da compaixão a expressar a intuição da gratuidade da dor universal. Proponho a interpretação de que esses autores compõem um campo dialógico que representa uma resposta aos problemas ético-existenciais advindos do otimismo próprio ao racionalismo e ao positivismo cientificista à época. Não se trata, portanto, de afirmar pretensamente uma relação de influência, cuja pressuposição é a existência de um Dostoiévski filósofo que faz de sua literatura o instrumento de realização de uma filosofia oculta devedora da obra de Schopenhauer. O que se pretende é, antes, sinalizar que as imagens produzidas pela prosa madura do escritor moscovita conduzem a conteúdos elaborados conceitualmente pelo autor de O mundo como vontade e representação, iluminando-os não por uma simples e notável coincidência, mas pelo fato de que ambos tomam parte de um mesmo mal-estar. |
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2025-08-15T14:53:33Z2025-08-142025-08-15T14:53:33Z2024-11-22https://repositorio.ufba.br/handle/ri/42731O presente trabalho determina-se como um diálogo entre filosofia e literatura por meio da articulação do pensamento de Arthur Schopenhauer (1788-1860) e da obra madura de Fiódor Dostoiévski (1821-1881), tendo em vista explorar as relações visíveis a partir das quais é possível amparar a tese de que a filosofia de um e a literatura do outro alumiam-se mutuamente e, mesmo, apresentam um aspecto de complementaridade. Nesse intento de interpretar em que medida o mundo literário dostoievskiano expressa-se em termos schopenhauerianos, as noções de razão, sofrimento e moralidade inscrevem-se numa posição de centro. No conceito e na imagem, recusa-se duplamente o ideal de uma história teleológica, reconduzindo a racionalidade ao encontro da finitude. É o retorno ao problema do sofrimento, que não diz respeito a uma etapa a ser superada dialeticamente pelo progresso político e moral da humanidade, mas à dimensão constitutiva do ser humano. Significa apreciá-lo conforme seus abismos: na irracionalidade de seu querer, no mal instaurado positivamente por seu egoísmo colossal inscrito no seio de uma natureza muda; mas, também, no milagre da bondade que se constitui como ação moral, fundada no sentimento da compaixão a expressar a intuição da gratuidade da dor universal. Proponho a interpretação de que esses autores compõem um campo dialógico que representa uma resposta aos problemas ético-existenciais advindos do otimismo próprio ao racionalismo e ao positivismo cientificista à época. Não se trata, portanto, de afirmar pretensamente uma relação de influência, cuja pressuposição é a existência de um Dostoiévski filósofo que faz de sua literatura o instrumento de realização de uma filosofia oculta devedora da obra de Schopenhauer. O que se pretende é, antes, sinalizar que as imagens produzidas pela prosa madura do escritor moscovita conduzem a conteúdos elaborados conceitualmente pelo autor de O mundo como vontade e representação, iluminando-os não por uma simples e notável coincidência, mas pelo fato de que ambos tomam parte de um mesmo mal-estar.The present work is determined as a dialogue between philosophy and literature through the articulation of the thought of Arthur Schopenhauer (1788-1860) and the mature work of Fyodor Dostoevsky (1821-1881), with a view to exploring the visible relations from which it’s possible to support the thesis that the philosophy of one and the literature of the other illuminate each other mutually and even present an aspect of complementarity. In this attempt to interpret the extent to which the Dostoyevskian literary world is expressed in Schopenhauerian terms, the notions of reason, suffering and morality are placed in a central position. In concept and image, the ideal of a teleological history is doubly refused, bringing rationality back to the encounter with finitude. It’s the return to the problem of suffering, which doesn’t concern a stage to be overcome dialectically by the political and moral progress of humanity, but the constitutive dimension of the human being. It means to appreciate him according to his abysses: in the irrationality of his will, in the evil positively established by his colossal selfishness inscribed in the heart of a muted nature; but, also in the miracle of goodness which constitutes itself as moral action, founded on the feeling of compassion to express the intuition of the gratuitousness of universal pain. I propose the interpretation that these authors make up a dialogic field that represents a response to the ethical-existential problems arising from the optimism of rationalism and scientific positivism at that time. It isn’t, therefore, purported to affirm a relationship of influence, whose presupposition is the existence of a philosopher Dostoyevsky who makes his literature the instrument of realization of a hidden philosophy indebted to Schopenhauer’s work. Or that it is intended to be, before, signal that the images produced by the mature prose of the Muscovite writer lead to conceptually elaborated contents by the author of The World as Will and Representation, illuminating them not by a simple and remarkable coincidence, but by the fact that both take of a same malaise.CAPESporUNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIAPrograma de Pós-Graduação em Filosofia (PPGF) UFBABrasilFaculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FFCH)Acesso Restrito/Embargadohttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessSchopenhauerDostoevskyReasonSufferingMoralityCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIACNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::LITERATURAS ESTRANGEIRAS MODERNASSchopenhauerDostoiévskiRazãoSofrimentoMoralidadeO declínio do espólio: razão, sofrimento e moralidade em Arthur Schopenhauer e Fiódor DostoiévskiDoutoradoinfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionSaes, Sílvia Faustino de Assishttp://lattes.cnpq.br/2788538615108729Salviano, Jarlee Oliveira Silvahttp://lattes.cnpq.br/0150934092019388Saes, Sílvia Faustino de AssisItaparica, André Luis Motahttp://lattes.cnpq.br/2086456046841758Collares, Regiane Lorenzettihttp://lattes.cnpq.br/0184228523158393Fonseca, Eduardo Ribeiro dahttp://lattes.cnpq.br/7990474756250713Debona, Vilmarhttp://lattes.cnpq.br/5992703653122811Salviano, Jarlee Oliveira Silvahttp://lattes.cnpq.br/9216537781126329Calou, Ângela LimaA arte de ser feliz. 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O presente trabalho determina-se como um diálogo entre filosofia e literatura por meio da articulação do pensamento de Arthur Schopenhauer (1788-1860) e da obra madura de Fiódor Dostoiévski (1821-1881), tendo em vista explorar as relações visíveis a partir das quais é possível amparar a tese de que a filosofia de um e a literatura do outro alumiam-se mutuamente e, mesmo, apresentam um aspecto de complementaridade. Nesse intento de interpretar em que medida o mundo literário dostoievskiano expressa-se em termos schopenhauerianos, as noções de razão, sofrimento e moralidade inscrevem-se numa posição de centro. No conceito e na imagem, recusa-se duplamente o ideal de uma história teleológica, reconduzindo a racionalidade ao encontro da finitude. É o retorno ao problema do sofrimento, que não diz respeito a uma etapa a ser superada dialeticamente pelo progresso político e moral da humanidade, mas à dimensão constitutiva do ser humano. Significa apreciá-lo conforme seus abismos: na irracionalidade de seu querer, no mal instaurado positivamente por seu egoísmo colossal inscrito no seio de uma natureza muda; mas, também, no milagre da bondade que se constitui como ação moral, fundada no sentimento da compaixão a expressar a intuição da gratuidade da dor universal. Proponho a interpretação de que esses autores compõem um campo dialógico que representa uma resposta aos problemas ético-existenciais advindos do otimismo próprio ao racionalismo e ao positivismo cientificista à época. Não se trata, portanto, de afirmar pretensamente uma relação de influência, cuja pressuposição é a existência de um Dostoiévski filósofo que faz de sua literatura o instrumento de realização de uma filosofia oculta devedora da obra de Schopenhauer. O que se pretende é, antes, sinalizar que as imagens produzidas pela prosa madura do escritor moscovita conduzem a conteúdos elaborados conceitualmente pelo autor de O mundo como vontade e representação, iluminando-os não por uma simples e notável coincidência, mas pelo fato de que ambos tomam parte de um mesmo mal-estar. |
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Tradução de Pilar López de Santa María. Madrid: Editorial Trotta, 2009. Sobre a filosofia universitária. 2 ed. Tradução, textos introdutórios e notas de Maria Lúcia Mello Oliveira Cacciola e Márcio Suzuki. São Paulo: Martins Fontes, 2001. Sobre a liberdade da vontade. Tradução de Lucas Lazarini Valente. São Paulo: Editora Unesp, 2021. Sobre a quadrúplice raiz do princípio de razão suficiente: uma dissertação filosófica. Tradução de Gabriel Valladão Silva e Oswaldo Giacoia Junior. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2019. Sobre a vontade na natureza. Tradução, prefácio e notas de Gabriel Valladão Silva. Porto Alegre: L&PM, 2013. Sobre o fundamento da moral. Tradução de Maria Lúcia Mello e Oliveira Cacciola. São Paulo: Martins Fontes: 1995. BEISER, F. Weltschmerz: Pessimism in German Philosophy, 1860–1900. New York: Oxford University Press, 2016. BONNET, Ch.; SALEM, J. La raison dévoilée: études schopenhaueriennes. Paris: VRIN, 2005. BRANDÃO, Eduardo. 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