Densidade mineral óssea e gravidade de doença em pacientes com doença inflamatória intestinal

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2015
Autor(a) principal: Mendes, Carla Andrade Lima
Orientador(a): Lyra, André Castro
Banca de defesa: Silva, Luciana Rodrigues, Santos, Raquel Rocha dos, Sampaio, Maria Conceição Galvão
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Faculdade de Medicina
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-graduação em Medicina e Saúde
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/24194
Resumo: Introdução: A doença inflamatória intestinal está associada com baixa densidade mineral óssea. Nosso objetivo foi avaliar a associação entre gravidade de doença e DMO em pacientes com DII. Métodos: Trata-se de um estudo transversal de prevalência com grupo de comparação, realizado com pacientes com DII. Todos os pacientes e controles realizaram densitometria óssea. Nos pacientes com DII, foram analisados uso de medicações, internação, localização, extensão e fenótipo da doença, de acordo com classificação de Montreal. Atividade de doença foi avaliada de acordo com índices de Harvey Bradshaw e Lichtiger. Análise de correspondência múltipla foi utilizada para avaliar variáveis categóricas. Resultados: Foram estudados 68 pacientes com RCU, 60 com DC e 67 pessoas saudáveis. Dentre os pacientes com DC, a maioria teve diagnóstico com idade entre 17 e 40 anos. Doença ileocolônica e não estenosante-não penetrante foi a localização de doença e o comportamento mais frequentes. Em relação a RCU, a colite extensa foi a extensão da doença mais encontrada. Pacientes apresentaram mais osteopenia que os controles. Sexo masculino, doença perianal, doença penetrante e idade de diagnóstico > 40 anos estiveram associados com baixa DMO nos pacientes com DC. Uso de azatioprina e infliximabe foi associado com osteopenia. Nos pacientes com RCU, colite esquerda, uso de corticóides e internação estiveram associados com baixa DMO. Não houve associação entre atividade de doença e osteopenia ou osteoporose. Conclusion: Gravidade de doença parece estar associada com osteopenia em pacientes com DII. Devemos estar atentos a alguns fatores que podem estar relacionados com essa perda óssea como doença perianal, comportamento penetrante e uso de azatioprina e infliximabe em pacientes com DC e colite esquerda em pacientes com RCU.
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Resultados: Foram estudados 68 pacientes com RCU, 60 com DC e 67 pessoas saudáveis. Dentre os pacientes com DC, a maioria teve diagnóstico com idade entre 17 e 40 anos. Doença ileocolônica e não estenosante-não penetrante foi a localização de doença e o comportamento mais frequentes. Em relação a RCU, a colite extensa foi a extensão da doença mais encontrada. Pacientes apresentaram mais osteopenia que os controles. Sexo masculino, doença perianal, doença penetrante e idade de diagnóstico > 40 anos estiveram associados com baixa DMO nos pacientes com DC. Uso de azatioprina e infliximabe foi associado com osteopenia. Nos pacientes com RCU, colite esquerda, uso de corticóides e internação estiveram associados com baixa DMO. Não houve associação entre atividade de doença e osteopenia ou osteoporose. Conclusion: Gravidade de doença parece estar associada com osteopenia em pacientes com DII. 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