Mortalidade e Near Miss Neonatal no Estado da Bahia, Brasil
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Federal da Bahia, Instituto Multidisciplinar em Saúde, Campus Anísio Teixeira
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (PPGSC - IMS)
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| Departamento: |
Instituto Multidisciplinar em Saúde (IMS)
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
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| Link de acesso: | https://repositorio.ufba.br/handle/ri/40224 |
Resumo: | INTRODUÇÃO: Em relação aos componentes da mortalidade infantil, a mortalidade neonatal tem apresentado queda discreta ao longo dos anos, constituindo um problema de saúde pública. Para além do evento morte, o indicador Near Miss Neonatal (NMN) contempla os recém-nascidos que experimentaram eventos adversos quase fatais, mas sobreviveram ao período neonatal. Neste sentido, a vigilância em saúde deve ser uma aliada no enfrentamento de desfechos desfavoráveis. OBJETIVOS: Analisar as taxas de mortalidade neonatal no estado da Bahia (estudo I) e analisar as taxas de Near Miss Neonatal (NMN) e os seus determinantes no estado da Bahia (estudo II). MÉTODOS: O primeiro estudo consistiu em séries temporais dos óbitos neonatais (n=2.246.730), estudo ecológico, ocorridos no estado da Bahia (2010 a 2020), dados disponíveis no DATASUS. Foram calculadas as taxas de mortalidade neonatal e distribuição segundo características sociodemográficas, obstétricas, do recém-nascido e nascimento e causas de óbitos. Análises de regressão Jointpoint foram adotadas para os cálculos de tendência e variação percentual anual (APC). O segundo estudo consistiu em uma coorte retrospectiva de nascidos vivos (n=1.821.384), no estado da Bahia (2012-2020), dados do SINASC. O NMN foi definido por: idade gestacional < 32 semanas; peso ao nascer < 1.500 gramas; Ápgar < 7 no quinto minuto e malformação congênita. Modelos de regressão logística foram ajustados para analisar os fatores associados ao NMN. RESULTADOS: Estudo I, observou-se tendência decrescente das taxas de mortalidade neonatal (APC: -1,9, p-valor: < 0,001) e neonatal precoce (APC: -2,2, p-valor: < 0,001) e estacionária da neonatal tardia. Maiores frequências de óbitos neonatais ocorreram entre: mães de 20 a 34 anos; com 8 a 11 anos de estudos; gravidez única; nascimento prematuro; parto vaginal; sexo masculino; raça/cor não branca; baixo peso ao nascer e entre aqueles com algumas afecções originadas no período perinatal e malformações congênitas. Foi observada tendência decrescente de mortalidade neonatal para as causas evitáveis por adequada atenção à mulher na gestação e no parto. E ascendente para sífilis congênita. No estudo II foram identificados 55.285, perfazendo uma taxa de NMN de 3,0/1.000 nascidos vivos. O sexo do recém-nascido (masculino), idade materna (10 a 19 anos e 35 anos ou mais), escolaridade materna (0 a 7 e de 8 a 11 anos), não ter companheiro, ter uma ou mais perdas fetais/abortos, gravidez múltipla, ter realizado menos de 6 consultas de pré-natal, não ter parto induzido, ter parto cesáreo, e apresentação fetal não cefálica foram positivamente associados ao NMN. E associaram-se negativamente ao NMN ser primípara, ter tido um ou mais partos normais anteriores, ter um ou mais partos cesáreos anteriores. CONSIDERAÇÕES FINAIS: A morbimortalidade da população estudada foi associada desde as condições sociodemográficas à assistência à saúde. Diante disso, o desafio de reduzir as iniquidades sociais precisa ser um dos principais eixos estruturantes para subsidiar o aprimoramento de linhas de cuidado em saúde materno-infantil. |
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2024-09-20T14:03:26Z2024-09-20T14:03:26Z6-06-27https://repositorio.ufba.br/handle/ri/40224INTRODUÇÃO: Em relação aos componentes da mortalidade infantil, a mortalidade neonatal tem apresentado queda discreta ao longo dos anos, constituindo um problema de saúde pública. Para além do evento morte, o indicador Near Miss Neonatal (NMN) contempla os recém-nascidos que experimentaram eventos adversos quase fatais, mas sobreviveram ao período neonatal. Neste sentido, a vigilância em saúde deve ser uma aliada no enfrentamento de desfechos desfavoráveis. OBJETIVOS: Analisar as taxas de mortalidade neonatal no estado da Bahia (estudo I) e analisar as taxas de Near Miss Neonatal (NMN) e os seus determinantes no estado da Bahia (estudo II). MÉTODOS: O primeiro estudo consistiu em séries temporais dos óbitos neonatais (n=2.246.730), estudo ecológico, ocorridos no estado da Bahia (2010 a 2020), dados disponíveis no DATASUS. Foram calculadas as taxas de mortalidade neonatal e distribuição segundo características sociodemográficas, obstétricas, do recém-nascido e nascimento e causas de óbitos. Análises de regressão Jointpoint foram adotadas para os cálculos de tendência e variação percentual anual (APC). O segundo estudo consistiu em uma coorte retrospectiva de nascidos vivos (n=1.821.384), no estado da Bahia (2012-2020), dados do SINASC. O NMN foi definido por: idade gestacional < 32 semanas; peso ao nascer < 1.500 gramas; Ápgar < 7 no quinto minuto e malformação congênita. Modelos de regressão logística foram ajustados para analisar os fatores associados ao NMN. RESULTADOS: Estudo I, observou-se tendência decrescente das taxas de mortalidade neonatal (APC: -1,9, p-valor: < 0,001) e neonatal precoce (APC: -2,2, p-valor: < 0,001) e estacionária da neonatal tardia. Maiores frequências de óbitos neonatais ocorreram entre: mães de 20 a 34 anos; com 8 a 11 anos de estudos; gravidez única; nascimento prematuro; parto vaginal; sexo masculino; raça/cor não branca; baixo peso ao nascer e entre aqueles com algumas afecções originadas no período perinatal e malformações congênitas. Foi observada tendência decrescente de mortalidade neonatal para as causas evitáveis por adequada atenção à mulher na gestação e no parto. E ascendente para sífilis congênita. No estudo II foram identificados 55.285, perfazendo uma taxa de NMN de 3,0/1.000 nascidos vivos. O sexo do recém-nascido (masculino), idade materna (10 a 19 anos e 35 anos ou mais), escolaridade materna (0 a 7 e de 8 a 11 anos), não ter companheiro, ter uma ou mais perdas fetais/abortos, gravidez múltipla, ter realizado menos de 6 consultas de pré-natal, não ter parto induzido, ter parto cesáreo, e apresentação fetal não cefálica foram positivamente associados ao NMN. E associaram-se negativamente ao NMN ser primípara, ter tido um ou mais partos normais anteriores, ter um ou mais partos cesáreos anteriores. CONSIDERAÇÕES FINAIS: A morbimortalidade da população estudada foi associada desde as condições sociodemográficas à assistência à saúde. Diante disso, o desafio de reduzir as iniquidades sociais precisa ser um dos principais eixos estruturantes para subsidiar o aprimoramento de linhas de cuidado em saúde materno-infantil.BACKGROUND: Regarding the components of infant mortality, neonatal mortality has shown a slight decrease over the years, constituting a public health problem. In addition to death, the Near Miss Neonatal (NMN) indicator includes newborns who have experienced almost fatal adverse events but have survived the neonatal period. In this sense, health surveillance should be an ally in addressing unfavorable outcomes. OBJECTIVE: Analyze neonatal mortality rates in the state of Bahia (study I) and analyze the rates of Neonatal Near Miss (NMN) and its determinants in the state of Bahia (study II). METHODS: The first study consisted of time series of neonatal deaths (n=2,246,730), an ecological study, that occurred in the state of Bahia (2010 to 2020), data available in DATASUS. Neonatal mortality rates and distribution were calculated according to sociodemographic, obstetric, newborn, and birth characteristics, as well as causes of death. Jointpoint regression analyses were adopted to calculate trends and annual percent change (APC). The second study consisted of a retrospective cohort of live births (n=1,821,384), in the state of Bahia (2012-2020), data from SINASC. NMN was defined as: gestational age < 32 weeks; birth weight < 1,500 grams; Apgar score < 7 at the fifth minute, and congenital malformation. Logistic regression models were adjusted to analyze factors associated with NMN. RESULTS: In Study I, a decreasing trend in neonatal mortality rates (APC: -1.9, p-value: < 0.001) and early neonatal mortality rates (APC: -2.2, p-value: < 0.001) was observed, while late neonatal mortality rates remained stable. Higher frequencies of neonatal deaths occurred among: mothers aged 20 to 34 years; with 8 to 11 years of education; single pregnancies; premature births; vaginal deliveries; male infants; non-white race/ethnicity; low birth weight; and among those with perinatal conditions and congenital malformations. A decreasing trend in neonatal mortality for causes that can be prevented through adequate prenatal and childbirth care was observed. However, an increasing trend was observed for congenital syphilis. In Study II, 55,285 cases were identified, resulting in a neonatal mortality rate of 3.0 per 1,000 live births. The factors associated with higher neonatal mortality rates in this study included male gender, maternal age (of 10 to 19 years or 35 years and older), and maternal education level (of 0 to 7 years or 8 to 11 years), not having a partner, having one or more fetal losses/abortions, multiple pregnancies, having fewer than 6 prenatal visits, not having an induced delivery, having a cesarean delivery, and non-cephalic fetal presentation were positively associated with NMN. Being a primipara, having had one or more previous normal deliveries, and having one or more previous cesarean deliveries were negatively associated with NMN. CONCLUSIONS: The morbidity and mortality of the studied population were associated with sociodemographic conditions as well as healthcare provision. Therefore, the challenge of reducing social inequities needs to be one of the main structuring axes to support the improvement of maternal and child health care pathways.porUniversidade Federal da Bahia, Instituto Multidisciplinar em Saúde, Campus Anísio TeixeiraPrograma de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (PPGSC - IMS) IMS/UFBABrasilInstituto Multidisciplinar em Saúde (IMS)Infant mortalityNear MissNewbornEpidemiologic studiesMaternal and child healthCNPQ::CIENCIAS DA SAUDECNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::SAUDE COLETIVACNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::SAUDE COLETIVA::EPIDEMIOLOGIAMortalidade infantilNear MissRecém-nascidoEstudos epidemiológicosSaúde materno-infantilMortalidade e Near Miss Neonatal no Estado da Bahia, BrasilMestrado Acadêmicoinfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionBezerra, Vanessa MoraesAndrade, Amanda Cristina de SouzaBezerra, Vanessa MoraesRocha, Daniela da SilvaVieira, Verônica ChelesAndrade, Amanda Cristina de Souza0009-0001-0794-0690http://lattes.cnpq.br/3431899717326568Nery, Daiane Portoinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFBAinstname:Universidade Federal da Bahia (UFBA)instacron:UFBAORIGINALVersao_final_Dissertacao_Daiane_P._Nery_Mortalidade_e_Near_Miss_Neonatal.pdfVersao_final_Dissertacao_Daiane_P._Nery_Mortalidade_e_Near_Miss_Neonatal.pdfapplication/pdf1350286https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/40224/2/Versao_final_Dissertacao_Daiane_P._Nery_Mortalidade_e_Near_Miss_Neonatal.pdfdd5b0a5d689f3d5bd591961580347e07MD52open accessLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain1720https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/40224/3/license.txtd9b7566281c22d808dbf8f29ff0425c8MD53open accessri/402242024-09-20 11:03:26.865open accessoai:repositorio.ufba.br:ri/40224TElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBhIGFwcmVzZW50YcOnw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBvIGF1dG9yIG91IHRpdHVsYXIgZG9zIGRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yIGNvbmNlZGUgYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgbyBkaXJlaXRvIG7Do28tZXhjbHVzaXZvIGRlIHJlcHJvZHV6aXIsIHRyYWR1emlyIChjb25mb3JtZSBkZWZpbmlkbyBhYmFpeG8pIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gKGluY2x1aW5kbyBvIHJlc3Vtbykgbm8gZm9ybWF0byBpbXByZXNzbyBlL291IGVsZXRyw7RuaWNvIGUgZW0gcXVhbHF1ZXIgbWVpbywgaW5jbHVpbmRvIG9zIGZvcm1hdG9zIMOhdWRpbyBlL291IHbDrWRlby4KCk8gYXV0b3Igb3UgdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IgY29uY29yZGEgcXVlIG8gUmVwb3NpdMOzcmlvIHBvZGUsIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gY29udGXDumRvLCB0cmFuc3BvciBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gcGFyYSBxdWFscXVlciBtZWlvIGUvb3UgZm9ybWF0byBwYXJhIGZpbnMgZGUgcHJlc2VydmHDp8OjbywgcG9kZW5kbyBtYW50ZXIgbWFpcyBkZSB1bWEgY8OzcGlhIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrdXAgZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvLiAKCk8gYXV0b3Igb3UgdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IgZGVjbGFyYSBxdWUgYSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIMOpIG9yaWdpbmFsIGUgcXVlIG7Do28sIHF1ZSBzZWphIGRlIHNldSBjb25oZWNpbWVudG8sIGluZnJpbmdlIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRlIG5pbmd1w6ltLgoKQ2FzbyBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgb2J0ZXZlIGEgcGVybWlzc8OjbyBpcnJlc3RyaXRhIGRvIGRldGVudG9yIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBwYXJhIGNvbmNlZGVyIGFvIFJlcG9zaXTDs3JpbyBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EgZSBxdWUgZXNzZSBtYXRlcmlhbCBkZSBwcm9wcmllZGFkZSBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbyBubyB0ZXh0byBvdSBubyBjb250ZcO6ZG8gZGEgcHVibGljYcOnw6NvIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhLgoKQ0FTTyBBIFBVQkxJQ0HDh8ODTyBPUkEgREVQT1NJVEFEQSBSRVNVTFRFIERFIFVNIFBBVFJPQ8ONTklPIE9VIEFQT0lPIERFIFVNQSBBR8OKTkNJQSBERSBGT01FTlRPIE9VIE9VVFJPIE9SR0FOSVNNTywgVk9Dw4ogREVDTEFSQSBRVUUgUkVTUEVJVE9VIFRPRE9TIEUgUVVBSVNRVUVSIERJUkVJVE9TIERFIFJFVklTw4NPLCBDT01PIFRBTULDiU0gQVMgREVNQUlTIE9CUklHQcOHw5VFUyBFWElHSURBUyBQT1IgQ09OVFJBVE8gT1UgQUNPUkRPLgoKTyBSZXBvc2l0w7NyaW8gc2UgY29tcHJvbWV0ZSBhIGlkZW50aWZpY2FyLCBjbGFyYW1lbnRlLCBvIChzKSBzZXUocykgbm9tZSAocykgb3UgbyAocykgbm9tZSAocykgZG8gKHMpIGRldGVudG9yIChlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBlIG7Do28gZmFyw6EgcXVhbHF1ZXIgYWx0ZXJhw6fDo28sIGFsw6ltIGRhcXVlbGFzIGNvbmNlZGlkYXMgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EuCg==Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufba.br/oai/requestrepositorio@ufba.bropendoar:19322024-09-20T14:03:26Repositório Institucional da UFBA - Universidade Federal da Bahia (UFBA)false |
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