Efeito das palmilhas biomecânicas na força dos membros inferiores e no padrão de pisada em corredores recreacionais: estudo piloto
| Ano de defesa: | 2021 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Ciências da Saúde
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| Programa de Pós-Graduação: |
Processos Interativos dos Órgãos e Sistemas
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/33693 |
Resumo: | Introdução: A prática de esportes, especialmente a corrida recreacional, tem aumentado consideravelmente devido à adesão por um estilo de vida mais saudável. Na corrida, as lesões musculoesqueléticas de membros inferiores são desfechos frequentes, e os pés, por serem a primeira estrutura a receber e a se adaptar às forças de reação ao solo, têm sido alvo de estudos que buscam compreender os mecanismos de lesão e as intervenções focadas na prevenção. Nesse sentido uma abordagem terapêutica é o emprego de palmilhas, entretanto os estudos têm demonstrado resultados controversos, e sua ação nas variáveis biomecânicas não é bem compreendida. Objetivo: Verificar o efeito do uso das palmilhas na força muscular dos membros inferiores e no padrão de pisada de corredores recreacionais. Métodos: Foram incluídos 134 indivíduos com idade entre 18 e 65 anos, de ambos os sexos, praticantes de corrida há, pelo menos, 4 meses contínuos, sem histórico de lesão nos últimos 3 meses. Desta amostra inicialmente randomizada, apenas 31 corredores concluíram o estudo. Ficaram então configurados o grupo experimento (GE), com 20 participantes que receberam as palmilhas-teste personalizadas, compostas por elementos de ajuste da pisada para substituir a palmilha original do seu tênis usual, e o grupo controle (GC), no qual 11 participantes receberam um par de palmilhas tipo sham, planas e fabricadas em EVA com 5mm de espessura e sem qualquer tipo de ajuste. Os participantes foram entrevistados e encaminhados para a coleta do tipo de pisada mediante o Índice de Postura do Pé de 6 itens (FPI-6) e da força muscular isocinética, utilizando um dinamômetro da marca Biodex System Pro 4. As variáveis de interesse estudadas foram: tipo de pisada, força muscular de abdutores e adutores de quadril, força muscular de extensores e flexores de joelho e força muscular de inversores e eversores de tornozelo. A pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa do Instituto de Ciências da Saúde, da Universidade Federal da Bahia, sob o parecer de nº 2.621.166. Resultados: Não houve associação significativa relacionada à modificação do tipo de pisada após a introdução das palmilhas. Foram encontradas diferenças significativas nos movimentos da articulação do quadril, com aumento da força muscular entre a avaliação inicial e a final para a abdução direita e a adução direita (GE e GC) e na abdução esquerda (apenas no GE). Conclusão: Os resultados sugerem que, apesar do uso das palmilhas não produzirem mudança significativa no tipo de pisada, é notada tendência para neutralização da pisada. Também não houve mudança na capacidade de produzir força muscular do tornozelo e do joelho, porém, foi encontrado incremento de força na região do quadril, em especial do grupo abdutor. Esses resultados devem ser interpretados com cuidado, pois se trata de um estudo piloto com uma amostra reduzida. |
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Neves, Murilo PiresNeves, Murilo PiresGomes Neto, MansuetoConceição, Cristiano Sena daLucareli, Paulo Roberto2021-06-30T21:00:21Z2021-06-30T21:00:21Z2021-06-302021-05-07http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/33693Introdução: A prática de esportes, especialmente a corrida recreacional, tem aumentado consideravelmente devido à adesão por um estilo de vida mais saudável. Na corrida, as lesões musculoesqueléticas de membros inferiores são desfechos frequentes, e os pés, por serem a primeira estrutura a receber e a se adaptar às forças de reação ao solo, têm sido alvo de estudos que buscam compreender os mecanismos de lesão e as intervenções focadas na prevenção. Nesse sentido uma abordagem terapêutica é o emprego de palmilhas, entretanto os estudos têm demonstrado resultados controversos, e sua ação nas variáveis biomecânicas não é bem compreendida. Objetivo: Verificar o efeito do uso das palmilhas na força muscular dos membros inferiores e no padrão de pisada de corredores recreacionais. Métodos: Foram incluídos 134 indivíduos com idade entre 18 e 65 anos, de ambos os sexos, praticantes de corrida há, pelo menos, 4 meses contínuos, sem histórico de lesão nos últimos 3 meses. Desta amostra inicialmente randomizada, apenas 31 corredores concluíram o estudo. Ficaram então configurados o grupo experimento (GE), com 20 participantes que receberam as palmilhas-teste personalizadas, compostas por elementos de ajuste da pisada para substituir a palmilha original do seu tênis usual, e o grupo controle (GC), no qual 11 participantes receberam um par de palmilhas tipo sham, planas e fabricadas em EVA com 5mm de espessura e sem qualquer tipo de ajuste. Os participantes foram entrevistados e encaminhados para a coleta do tipo de pisada mediante o Índice de Postura do Pé de 6 itens (FPI-6) e da força muscular isocinética, utilizando um dinamômetro da marca Biodex System Pro 4. As variáveis de interesse estudadas foram: tipo de pisada, força muscular de abdutores e adutores de quadril, força muscular de extensores e flexores de joelho e força muscular de inversores e eversores de tornozelo. A pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa do Instituto de Ciências da Saúde, da Universidade Federal da Bahia, sob o parecer de nº 2.621.166. Resultados: Não houve associação significativa relacionada à modificação do tipo de pisada após a introdução das palmilhas. Foram encontradas diferenças significativas nos movimentos da articulação do quadril, com aumento da força muscular entre a avaliação inicial e a final para a abdução direita e a adução direita (GE e GC) e na abdução esquerda (apenas no GE). Conclusão: Os resultados sugerem que, apesar do uso das palmilhas não produzirem mudança significativa no tipo de pisada, é notada tendência para neutralização da pisada. Também não houve mudança na capacidade de produzir força muscular do tornozelo e do joelho, porém, foi encontrado incremento de força na região do quadril, em especial do grupo abdutor. Esses resultados devem ser interpretados com cuidado, pois se trata de um estudo piloto com uma amostra reduzida.Submitted by Murilo Pires Neves (muriloneves@msn.com) on 2021-06-30T15:11:15Z No. of bitstreams: 1 DISSERTAÇÃO DE MESTRADO (Murilo Neves) - V.07 VERSÃO DEFINITIVA REVISADA E NORMALIZADA.pdf: 13503487 bytes, checksum: 4fc5afca1ddefca2fe19fe87a5d80358 (MD5)Approved for entry into archive by Delba Rosa (delba@ufba.br) on 2021-06-30T21:00:21Z (GMT) No. of bitstreams: 1 DISSERTAÇÃO DE MESTRADO (Murilo Neves) - V.07 VERSÃO DEFINITIVA REVISADA E NORMALIZADA.pdf: 13503487 bytes, checksum: 4fc5afca1ddefca2fe19fe87a5d80358 (MD5)Made available in DSpace on 2021-06-30T21:00:21Z (GMT). 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Efeito das palmilhas biomecânicas na força dos membros inferiores e no padrão de pisada em corredores recreacionais: estudo piloto Neves, Murilo Pires Fisioterapia e Terapia Ocupacional Corredores Palmilhas Padrão de pisada IFP-6 Força muscular Dinamometria isocinética |
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