Dinâmica ovariana de fêmeas zebuínas submetidas a diferentes protocolos de ressincronização superprecoce de estro e ovulação

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2022
Autor(a) principal: Silva, Mariana Alves de Andrade lattes
Orientador(a): Ribeiro Filho, Antônio de Lisboa
Banca de defesa: Ribeiro Filho, Antônio de Lisboa, Ferreira, João Carlos Pinheiro, Silva, Yamê Fabres Robaina Sancler da, Pinto, Luís Fernando Batista, Carvalho, Caio Victor Damasceno
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal da Bahia
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal nos Trópicos (PPGCAT)
Departamento: Escola de Medicina Veterinária e Zootecnia
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/41074
Resumo: Objetivou-se caracterizar o efeito de 1 mg de benzoato de estradiol (BE) na estrutura do corpo lúteo de 12 dias, assim como avaliar o crescimento folicular de fêmeas submetidas a quatro diferentes tipos de protocolos hormonais que propiciam sincronização de estro e ovulação. Dessa maneira, foram utilizadas 33 fêmeas bovinas (Bos taurus indicus), criadas em sistema extensivo. Tais fêmeas foram submetidas a um primeiro protocolo de sincronização de estro e ovulação, iniciando com a inserção de um dispositivo de progesterona associado à aplicação de 2,0 mg de BE. Oito dias após, os dispositivos de progesterona foram removidos, e realizada aplicação de 12,5 mg de dinoprost trometamina, 0,5 mg de cipionato de estradiol e 300 UI de gonadotrofina coriônica equina (eCG), pela via intramuscular. Após 22 dias do início do protocolo citado acima, foram iniciados os protocolos de ressincronização superprecoce. Inicialmente, os animais que apresentaram corpo lúteo, 21 vacas, foram divididos em grupo 1 ( 11 animais) e 2 (10 animais), todas receberam implante intravaginal de progesterona. As fêmeas que estavam inclusas no grupo 2, além do implante de progesterona, receberam também 1,0 mg de BE (Capítulo 1). A partir do momento da inserção dos implantes, por três dias, todas as vacas foram avaliadas a cada 24 horas com o intuito de identificar alterações no corpo lúteo presente nos ovários. Foi realizada mensuração de diâmetro, área e área de vascularização dos corpos lúteos. Posteriormente, as 21 fêmeas foram redistribuídas em 4 grupos experimentais: G1, contendo sete animais; G2, com seis animais; G3, contando com quatro animais; e G4, com quatro animais. Oito dias (D8) após a inserção dos dispositivos do G1 e G2, foram removidos os dispositivos intravaginais e realizada aplicação de 12,5mg de dinoprost trometamina, 0,5mg de cipionato de estradiol e 300 UI de eCG todos por via intramuscular. Sete dias (D7) após o início da ressincronização das fêmeas do G3 e G4, foi realizada aplicação de 12,5 mg de dinoprost trometamina (i.m.). Nove dias (D9) após a inserção dos dispositivos de G3 x e G4, prosseguiu-se com remoção dos mesmos, aplicação de 0,5mg de cipionato de estradiol e 300 UI de eCG. Entre 48 e 52 horas após a remoção dos implantes intravaginais, todas as fêmeas foram inseminadas por um técnico experimente. As avaliações para acompanhamento da dinâmica folicular iniciaram a partir do momento da aplicação do dinoprost trometamina, sendo realizadas a cada 12 horas, até que tenha sido identificada a ovulação, ou 96 horas após a remoção dos implantes, tais dados estão contemplados no capítulo 2 desse trabalho. Todas as avaliações de ovários contaram com a utilização de ultrassonografia em modo B e power doppler, assim como o diâmetro folicular, a área folicular e a área de vascularização da parede folicular. Para a análise de progesterona sérica, o sangue das fêmeas foi coletado no dia zero do protocolo de ressincronização, no dia da aplicação do dinoprost trometamina e no dia na inseminação artificial em tempo fixo. As características estruturais e funcionais do CL foram similares em todos os protocolos com ou sem aplicação do benzoato de estradiol. Foi realizada teste de Friedman para avaliar em que medida os níveis de ACL eram equivalentes nos diferentes tempos (D0, D1 e D2), obtendo-se resultados estatisticamente significativos (P=0,008). Testes de Wilcoxon Signed Rank, a posteriori, demostraram que no D0 a ACL foi significativamente maior que no D1 e no D2. Os mesmos testes estatísticos foram feitos para avaliação de VCL ao longo do tempo, demostraram que no D0 a VCL não foi maior que no D1, porém foi maior do que no D2. Desta forma, sugere-se que não houve influência da aplicação do Benzoato de estradiol na morfofunção do CL, podendo ser uma ferramenta útil da ressincronização de fêmeas para IATF. As avaliações foliculares não apresentaram diferença significativa entre os quatro grupos avaliados.
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Após 22 dias do início do protocolo citado acima, foram iniciados os protocolos de ressincronização superprecoce. Inicialmente, os animais que apresentaram corpo lúteo, 21 vacas, foram divididos em grupo 1 ( 11 animais) e 2 (10 animais), todas receberam implante intravaginal de progesterona. As fêmeas que estavam inclusas no grupo 2, além do implante de progesterona, receberam também 1,0 mg de BE (Capítulo 1). A partir do momento da inserção dos implantes, por três dias, todas as vacas foram avaliadas a cada 24 horas com o intuito de identificar alterações no corpo lúteo presente nos ovários. Foi realizada mensuração de diâmetro, área e área de vascularização dos corpos lúteos. Posteriormente, as 21 fêmeas foram redistribuídas em 4 grupos experimentais: G1, contendo sete animais; G2, com seis animais; G3, contando com quatro animais; e G4, com quatro animais. Oito dias (D8) após a inserção dos dispositivos do G1 e G2, foram removidos os dispositivos intravaginais e realizada aplicação de 12,5mg de dinoprost trometamina, 0,5mg de cipionato de estradiol e 300 UI de eCG todos por via intramuscular. Sete dias (D7) após o início da ressincronização das fêmeas do G3 e G4, foi realizada aplicação de 12,5 mg de dinoprost trometamina (i.m.). Nove dias (D9) após a inserção dos dispositivos de G3 x e G4, prosseguiu-se com remoção dos mesmos, aplicação de 0,5mg de cipionato de estradiol e 300 UI de eCG. Entre 48 e 52 horas após a remoção dos implantes intravaginais, todas as fêmeas foram inseminadas por um técnico experimente. As avaliações para acompanhamento da dinâmica folicular iniciaram a partir do momento da aplicação do dinoprost trometamina, sendo realizadas a cada 12 horas, até que tenha sido identificada a ovulação, ou 96 horas após a remoção dos implantes, tais dados estão contemplados no capítulo 2 desse trabalho. Todas as avaliações de ovários contaram com a utilização de ultrassonografia em modo B e power doppler, assim como o diâmetro folicular, a área folicular e a área de vascularização da parede folicular. Para a análise de progesterona sérica, o sangue das fêmeas foi coletado no dia zero do protocolo de ressincronização, no dia da aplicação do dinoprost trometamina e no dia na inseminação artificial em tempo fixo. As características estruturais e funcionais do CL foram similares em todos os protocolos com ou sem aplicação do benzoato de estradiol. Foi realizada teste de Friedman para avaliar em que medida os níveis de ACL eram equivalentes nos diferentes tempos (D0, D1 e D2), obtendo-se resultados estatisticamente significativos (P=0,008). Testes de Wilcoxon Signed Rank, a posteriori, demostraram que no D0 a ACL foi significativamente maior que no D1 e no D2. Os mesmos testes estatísticos foram feitos para avaliação de VCL ao longo do tempo, demostraram que no D0 a VCL não foi maior que no D1, porém foi maior do que no D2. Desta forma, sugere-se que não houve influência da aplicação do Benzoato de estradiol na morfofunção do CL, podendo ser uma ferramenta útil da ressincronização de fêmeas para IATF. As avaliações foliculares não apresentaram diferença significativa entre os quatro grupos avaliados.The objective of this study was to characterize the effect of 1mg of estradiol benzoate (EB) on the 12-day corpus luteum structure, as well as to evaluate the follicular growth of females submitted to four different types of hormonal protocol that provide estrus and ovulation synchronization. Thus, 33 Bos taurus indicus females, from an extensive farming, were used. Such females were submitted to a first protocol of estrus and ovulation synchronization, starting with the insertion of a progesterone device associated with the application of 2.0mg of EB. Eight days later, the progesterone devices were removed, and 12.5mg of dinoprost tromethamine, 0.5mg of estradiol cypionate and 300 IU of equine chorionic gonadotropin (eCG) were administered, all intramuscularly. After 22 days from the beginning of the protocol mentioned above, the super-early resynchronization protocols were started. Thus, 13 females received intravaginal progesterone device, comprising the females of group one and two (G1, containing seven animals and G2 with six animals, respectively), in addition, the females of G1 received 1.0mg of EB. Twenty-three days after the start of the first synchronization protocol, eight females received the intravaginal progesterone device, comprising females from groups three and four (G3 with four animals and G4 with four animals, respectively). In addition, females from G3 received 1.0mg of EB. Seven days after the beginning of resynchronization of females from G3 and G4, 12.5mg of dinoprost tromethamine (i.m.) was applied. Eight days after the intravaginal device insertion of the G1 and G2, they were removed and 12.5mg of dinoprost tromethamine, 0.5mg of estradiol cypionate and 300 IU of eCG were administered. Nine days after insertion of the G3 and G4 devices, they were removed, 0.5mg of estradiol cypionate and 300 IU of eCG were applied. From the moment of intravaginal devices insertion, for three days, all cows were evaluated every 24 hours in order to identify changes in xii the corpus luteum present in the ovaries. Evaluations to monitor follicular dynamics started from the moment of application of dinoprost tromethamine, being performed every 12 hours, until ovulation has been identified, or 96 hours after intravaginal devices removal. All evaluations of the ovaries relied on the use of B-mode ultrasound and power doppler. Diameter, area, area of vascularization of the corpora lutea were measured, as well as follicular diameter, follicular area and area of vascularization of the follicular wall. For serum progesterone analysis, blood was collected from the females on day zero of the resynchronization protocol, on the day of application of dinoprost tromethamine and on the day of fixed-time artificial insemination. The structural and functional post-ovulatory characteristics of the CL were similar in all protocols with or without application of estradiol benzoate. A Friedman ANOVA was performed to assess the extent to which ACL levels were equivalent at different times (D0, D1 and D2), obtaining statistically significant results (P=0.008). Wilcoxon Signed Rank tests, a posteriori, showed that on D0 the ACL was significantly higher than on D1 and D2. The same statistical tests were performed for the assessment of LCV over time. The results were statistically significant (P=0.01). Wilcoxon Signed Rank tests, a posteriori, showed that on D0 the VCL was not significantly higher than on D1, but it was higher than on D2. The difference in VAS level between D1 and D2 was not significant. In this way, it is suggested that there was no influence of the application of estradiol benzoate on the morphofunction of the CL, which could be a useful tool for resynchronization of females for FTAI.porUniversidade Federal da BahiaPrograma de Pós-Graduação em Ciência Animal nos Trópicos (PPGCAT)UFBABrasilEscola de Medicina Veterinária e ZootecniaFTAIfollicledopplercorpus luteumCNPQ::CIENCIAS AGRARIASIATFfolículodopplercorpo lúteodinâmica ovarianaovulaçãohormôniosDinâmica ovariana de fêmeas zebuínas submetidas a diferentes protocolos de ressincronização superprecoce de estro e ovulaçãoDoutoradoinfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionRibeiro Filho, Antônio de LisboaLoiola, Marcus Vinicius GalvãoRibeiro Filho, Antônio de LisboaFerreira, João Carlos PinheiroSilva, Yamê Fabres Robaina Sancler daPinto, Luís Fernando BatistaCarvalho, Caio Victor Damascenohttp://lattes.cnpq.br/8118522701305696Silva, Mariana Alves de Andradeinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFBAinstname:Universidade Federal da Bahia (UFBA)instacron:UFBAORIGINALT-Mariana Alves.pdfT-Mariana Alves.pdfT-Mariana Alvesapplication/pdf1025144https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/41074/1/T-Mariana%20Alves.pdf513ad4a8cd0e74f0dc9936adebbff195MD51open accessLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain1720https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/41074/2/license.txtd9b7566281c22d808dbf8f29ff0425c8MD52open accessri/410742025-02-03 22:29:44.82open accessoai:repositorio.ufba.br:ri/41074TElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBhIGFwcmVzZW50YcOnw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBvIGF1dG9yIG91IHRpdHVsYXIgZG9zIGRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yIGNvbmNlZGUgYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgbyBkaXJlaXRvIG7Do28tZXhjbHVzaXZvIGRlIHJlcHJvZHV6aXIsIHRyYWR1emlyIChjb25mb3JtZSBkZWZpbmlkbyBhYmFpeG8pIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gKGluY2x1aW5kbyBvIHJlc3Vtbykgbm8gZm9ybWF0byBpbXByZXNzbyBlL291IGVsZXRyw7RuaWNvIGUgZW0gcXVhbHF1ZXIgbWVpbywgaW5jbHVpbmRvIG9zIGZvcm1hdG9zIMOhdWRpbyBlL291IHbDrWRlby4KCk8gYXV0b3Igb3UgdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IgY29uY29yZGEgcXVlIG8gUmVwb3NpdMOzcmlvIHBvZGUsIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gY29udGXDumRvLCB0cmFuc3BvciBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gcGFyYSBxdWFscXVlciBtZWlvIGUvb3UgZm9ybWF0byBwYXJhIGZpbnMgZGUgcHJlc2VydmHDp8OjbywgcG9kZW5kbyBtYW50ZXIgbWFpcyBkZSB1bWEgY8OzcGlhIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrdXAgZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvLiAKCk8gYXV0b3Igb3UgdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IgZGVjbGFyYSBxdWUgYSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIMOpIG9yaWdpbmFsIGUgcXVlIG7Do28sIHF1ZSBzZWphIGRlIHNldSBjb25oZWNpbWVudG8sIGluZnJpbmdlIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRlIG5pbmd1w6ltLgoKQ2FzbyBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgb2J0ZXZlIGEgcGVybWlzc8OjbyBpcnJlc3RyaXRhIGRvIGRldGVudG9yIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBwYXJhIGNvbmNlZGVyIGFvIFJlcG9zaXTDs3JpbyBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EgZSBxdWUgZXNzZSBtYXRlcmlhbCBkZSBwcm9wcmllZGFkZSBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbyBubyB0ZXh0byBvdSBubyBjb250ZcO6ZG8gZGEgcHVibGljYcOnw6NvIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhLgoKQ0FTTyBBIFBVQkxJQ0HDh8ODTyBPUkEgREVQT1NJVEFEQSBSRVNVTFRFIERFIFVNIFBBVFJPQ8ONTklPIE9VIEFQT0lPIERFIFVNQSBBR8OKTkNJQSBERSBGT01FTlRPIE9VIE9VVFJPIE9SR0FOSVNNTywgVk9Dw4ogREVDTEFSQSBRVUUgUkVTUEVJVE9VIFRPRE9TIEUgUVVBSVNRVUVSIERJUkVJVE9TIERFIFJFVklTw4NPLCBDT01PIFRBTULDiU0gQVMgREVNQUlTIE9CUklHQcOHw5VFUyBFWElHSURBUyBQT1IgQ09OVFJBVE8gT1UgQUNPUkRPLgoKTyBSZXBvc2l0w7NyaW8gc2UgY29tcHJvbWV0ZSBhIGlkZW50aWZpY2FyLCBjbGFyYW1lbnRlLCBvIChzKSBzZXUocykgbm9tZSAocykgb3UgbyAocykgbm9tZSAocykgZG8gKHMpIGRldGVudG9yIChlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBlIG7Do28gZmFyw6EgcXVhbHF1ZXIgYWx0ZXJhw6fDo28sIGFsw6ltIGRhcXVlbGFzIGNvbmNlZGlkYXMgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EuCg==Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufba.br/oai/requestrepositorio@ufba.bropendoar:19322025-02-04T01:29:44Repositório Institucional da UFBA - Universidade Federal da Bahia (UFBA)false
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