Utilização de fenos de euforbiáceas na ensilagem de palma forrageira miúda

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Lima, Gilvan Anésio Ribeiro lattes
Orientador(a): Carvalho, Gleidson Giordano Pinto de
Banca de defesa: Carvalho, Gleidson Giordano Pinto de, Pina, Douglas dos Santos, Saldanha, Rodrigo Brito
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal da Bahia
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Zootecnia (PPGZOO)
Departamento: Escola de Medicina Veterinária e Zootecnia
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/42624
Resumo: Objetivou-se avaliar as perdas e perfil fermentativo, valor nutricional, estabilidade aeróbica e contagens de populações microbianas de silagens mistas de palma forrageira miúda em associação a diferentes níveis de feno de pornunça. Dessa forma, nesse estudo foi utilizado o delineamento experimental inteiramente casualizado, com cinco tratamentos e cinco repetições, totalizando 25 mini-silos experimentais. Os tratamentos consistiram em níveis de inclusão de feno de pornunça na silagem de palma forrageira miúda nos níveis de 0, 7,5, 15,0, 22,5, e 30,0% com base na matéria natural. Os mini-silos foram confeccionados com material de policloreto de vinila (PVC) (10 cm de diâmetro e 30 cm de comprimento) providos com válvula tipo Bunsen, de modo a atingir a densidade de 700kg/m³ e armazenados durante 120 dias até posteriores avaliações. Assim, foram avaliadas as perdas fermentativas (gases, efluentes, totais, e recuperação de matéria seca); perfil fermentativo (pH, nitrogênio amoniacal – N-NH3, teores de ácidos orgânicos: lático, acético, propiônico e butírico); valor nutricional (matéria seca - MS, matéria mineral - MM, proteína bruta - PB, extrato etéreo – EE, fibra em detergente neutro - FDN, fibra em detergente ácido - FDA, hemicelulose, carboidratos totais - CT, carboidratos não-fibrosos – CNF); estabilidade aeróbica (temperaturas interna e externa, amplitude térmica, perdas de forragem e quebra de estabilidade aeróbica), e contagens de populações microbianas (bactérias ácido lácticas – BAL, mofos/leveduras). Considerando os dados obtidos foram avaliados por meio contrastes polinomiais ortogonais lineares e quadráticos ao nível de 5% de significância para o erro tipo-I. Houve efeito linear crescente nos teores de MS (P<0,001) e, quadrático nos teores de MM (P<0,001), PB (P<0,001), EE (P = 0,003), FDN (P<0,001), FDA (P<0,001), hemicelulose (P<0,001) e CNF (P = 0,006) à medida o feno de pornunça foi incluído nas silagens de palma forrageira miúda. Apesar disso, os teores de CT não foram influenciados pela inclusão de feno de pornunça na silagem de palma forrageira miúda (P > 0,05). Os valores de pH (P<0,001), diminuíram linearmente, enquanto que as concentrações de N-NH3 (P<0,001), assim como os teores de ácido acético (P = 0,045) e lático (P = 0,002) foram influenciados de forma quadrática pela inclusão doe feno de pornunça nas silagens de palma forrageira miúda. Não houve efeito da inclusão do feno de pornunça nas contagens de bactérias ácido láticas, nas temperaturas máximas e mínimas nas silagens, assim como na quebra da estabilidade aeróbica nas silagens de palma forrageira miúda (P>0,05). Por outro lado, a amplitude térmica (P = 0,040) e as perdas de forragem (P<0,001) foram influenciadas de forma quadrática pela inclusão do feno de pornunça nas silagens de palma forrageira miúda. As perdas por efluentes (P<0,001) e recuperação de matéria seca (P<0,001) 31 foram influenciadas de forma linear, enquanto que as perdas por gases (P<0,001) e totais (P<0,001) foram influenciados de forma quadrática pela inclusão de feno de pornunça na silagem de palma forrageira miúda. A partir dos dados encontrados no presente experimento, considerando os valores para o perfil fermentativo, as perdas fermentativas, a estabilidade aeróbica e a qualidade nutricional da silagem, pode-se concluir de forma geral que é possível incluir até 30% de feno de pornunça na silagem de palma forrageira da variedade miúda. No entanto, ao considerar a densidade do material ensilado e as perdas de forragem, recomenda-se a inclusão de até 21,2% de feno de pornunça para diminuir as perdas de forragem na silagem de palma forrageira da variedade miúda. Conclui-se que, o tratamento três com a inclusão de feno de 15% na silagem de palma forrageira miúda apresentou valores significativos de proteína bruta na matéria seca equivalente a15,72%. Sendo considerado o mais adequado do ponto de vista econômico para a formulação de uma dieta equilibrada para pequenos ruminantes. Sendo assim. Esse nível de inclusão atende às necessidades nutricionais da categoria e possibilita um ganho de peso entre 150 a 200 g por dia.
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Assim, foram avaliadas as perdas fermentativas (gases, efluentes, totais, e recuperação de matéria seca); perfil fermentativo (pH, nitrogênio amoniacal – N-NH3, teores de ácidos orgânicos: lático, acético, propiônico e butírico); valor nutricional (matéria seca - MS, matéria mineral - MM, proteína bruta - PB, extrato etéreo – EE, fibra em detergente neutro - FDN, fibra em detergente ácido - FDA, hemicelulose, carboidratos totais - CT, carboidratos não-fibrosos – CNF); estabilidade aeróbica (temperaturas interna e externa, amplitude térmica, perdas de forragem e quebra de estabilidade aeróbica), e contagens de populações microbianas (bactérias ácido lácticas – BAL, mofos/leveduras). Considerando os dados obtidos foram avaliados por meio contrastes polinomiais ortogonais lineares e quadráticos ao nível de 5% de significância para o erro tipo-I. Houve efeito linear crescente nos teores de MS (P<0,001) e, quadrático nos teores de MM (P<0,001), PB (P<0,001), EE (P = 0,003), FDN (P<0,001), FDA (P<0,001), hemicelulose (P<0,001) e CNF (P = 0,006) à medida o feno de pornunça foi incluído nas silagens de palma forrageira miúda. Apesar disso, os teores de CT não foram influenciados pela inclusão de feno de pornunça na silagem de palma forrageira miúda (P > 0,05). Os valores de pH (P<0,001), diminuíram linearmente, enquanto que as concentrações de N-NH3 (P<0,001), assim como os teores de ácido acético (P = 0,045) e lático (P = 0,002) foram influenciados de forma quadrática pela inclusão doe feno de pornunça nas silagens de palma forrageira miúda. Não houve efeito da inclusão do feno de pornunça nas contagens de bactérias ácido láticas, nas temperaturas máximas e mínimas nas silagens, assim como na quebra da estabilidade aeróbica nas silagens de palma forrageira miúda (P>0,05). Por outro lado, a amplitude térmica (P = 0,040) e as perdas de forragem (P<0,001) foram influenciadas de forma quadrática pela inclusão do feno de pornunça nas silagens de palma forrageira miúda. As perdas por efluentes (P<0,001) e recuperação de matéria seca (P<0,001) 31 foram influenciadas de forma linear, enquanto que as perdas por gases (P<0,001) e totais (P<0,001) foram influenciados de forma quadrática pela inclusão de feno de pornunça na silagem de palma forrageira miúda. A partir dos dados encontrados no presente experimento, considerando os valores para o perfil fermentativo, as perdas fermentativas, a estabilidade aeróbica e a qualidade nutricional da silagem, pode-se concluir de forma geral que é possível incluir até 30% de feno de pornunça na silagem de palma forrageira da variedade miúda. No entanto, ao considerar a densidade do material ensilado e as perdas de forragem, recomenda-se a inclusão de até 21,2% de feno de pornunça para diminuir as perdas de forragem na silagem de palma forrageira da variedade miúda. Conclui-se que, o tratamento três com a inclusão de feno de 15% na silagem de palma forrageira miúda apresentou valores significativos de proteína bruta na matéria seca equivalente a15,72%. Sendo considerado o mais adequado do ponto de vista econômico para a formulação de uma dieta equilibrada para pequenos ruminantes. Sendo assim. Esse nível de inclusão atende às necessidades nutricionais da categoria e possibilita um ganho de peso entre 150 a 200 g por dia.This study aimed to evaluate the losses and fermentation profile, nutritional value, aerobic stability and microbial population counts of mixed silages of small cactus forage in association with different levels of pornunça hay. Thus, this study used a completely randomized experimental design, with five treatments and five replicates, totalling 25 experimental mini- silos. The treatments consisted of inclusion levels of pornunça hay in small cactus forage silage at levels of 0, 7.5, 15.0, 22.5, and 30.0% based on natural matter. The mini-silos were made of polyvinyl chloride (PVC) material (10 cm in diameter and 30 cm in length) provided with a Bunsen valve, in order to reach a density of 700 kg/m³ and stored for 120 days until further evaluations. The data obtained were evaluated by linear and quadratic orthogonal contrasts at the 5% significance level for type-I error. There was an increasing linear effect on DM (P<0.001) and quadratic effects on MM (P<0.001), CP (P<0.001), EE (P = 0.003), NDF (P<0.001), FDA (P<0.001), hemicellulose (P<0.001) and NFC (P = 0.006) contents as the hay from the upper third of the pornunça was included in the small cactus forage silages. Despite this, the TC contents were not influenced by the inclusion of hay from the upper third of the pornunça in the small cactus forage silages (P>0.05). The pH values (P<0.001) decreased linearly, while the N-NH3 concentrations (P<0.001), as well as the acetic acid (P = 0.045) and lactic acid (P = 0.002) contents were quadratically influenced by the inclusion of hay from the upper third of the pornunça in the small forage cactus silages. There was no effect of the inclusion of hay from the upper third of the pornunça on the lactic acid bacteria counts, maximum and minimum temperatures in the silages, as well as on the breakdown of aerobic stability in the small cactus forage silages (P>0.05). On the other hand, the thermal amplitude (P = 0.040) and forage losses (P<0.001) were quadratically influenced by the inclusion of hay from the upper third in the small cactus forage silages. The efluente losses (P<0.001) and dry matter recovery (P<0.001) were influenced linearly, while gases (P<0.001) and total (P<0.001) losses were influenced quadratically by the inclusion of hay from the upper third of the pornunça in small cactus forage silage. From the data found in the present experiment, considering the values for the fermentation profile, fermentation losses, aerobic stability and nutritional quality of the silage, it can be generally concluded that it is possible to include up to 30% of pornunça hay in the small variety forage cactus silage. However, when considering the density of the ensiled material and the forage losses, it is recommended to include up to 21.2% of pornunça hay to reduce the forage losses in the small variety forage cactus silage. It is concluded that treatment three with the inclusion of 15% hay in the small forage cactus silage presented significant values of crude protein in the dry matter equivalent to 15.72%. It is considered the most appropriate from an economic point of view for the formulation of a balanced diet for small ruminants. Therefore, This level of inclusion meets the nutritional needs of the category and allows for weight gain of between 150 and 200 g per day.porUniversidade Federal da BahiaPrograma de Pós-Graduação em Zootecnia (PPGZOO)UFBABrasilEscola de Medicina Veterinária e ZootecniaAdditiveEnsilingHaymakingNopalea cochenillifera Salm DickCNPQ::CIENCIAS AGRARIASAditivoEnsilagemFenaçãoNopalea cochenillifera Salm DickZootecniaPlantas forrageirasPalma forrageiraCaprinosSilagemUtilização de fenos de euforbiáceas na ensilagem de palma forrageira miúdaMestrado Acadêmicoinfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionCarvalho, Gleidson Giordano Pinto deCarvalho, Gleidson Giordano Pinto dePina, Douglas dos SantosSaldanha, Rodrigo Britohttps://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K8156682Y6&tokenCaptchar=03AFcWeA4J1qXUbKzkMBNCUA91n8y3Eb3ChlTg_2TkMEWM6S55XQ8o5e8N5F3GrXVpTk2uzmveL8sXC1Oh7ChTCT32xUtJd2T7jQx2euCcNo-Amcmk7FO6BTbILGysyauuuEHDNZ0uPl9D7wCEt3QeVadCtlvn4XMzTYLOnryj1ay_AQY8IT31BbhHXInk1AvxeDBpyyPDKriVsl2ibpEGZjKXzaTbrvGbhXTrEn9xNle0q9f98bn4kbPhD4JJKE6oAHbesFU32x19pbdjRftqGKIy8g_UsTE9Mo10qEtaQeb4b-bvf7MMYajkRf0pdd2BAkirWWWA1AcRypWT92nlECDB8CshNm6-UFVl98ZEhhzJVm53RH665meKX1cXHZvCAZ_9gLlo4uEZK4FN80WuuyteVRPGF6G-jf1IB8sUD4XxQ-26DNAxVl9XULyDLsdgTNe1pzia006ulUEbVvCEoZ-ak6oeGkgkh1A_kfsITW5QYtjsFG4IVQk41QTHhD49uKyJa0hREIpNUbvfN3i_hXEBysTAX9Jopt0IPH8F3mk8bYnyPddsLzfeU0GxO1TIQ4ANeNcGfZBVVLXhG2j-HRmdfdAyjk3QrK6USDiBGxH5a7_6FtEL6XnsMXqBcOe07eAuAcRDd5QCIgvbNy4gfD4BO6qa3J_mAm6J5NZQiRyPWISNXfP4WfWUfrjIderL9w-ycfeu0woKfvswFAavGg-IW-1s9eE2HgPV2_IQAgtYnrH0UDAjWGJLCSY9hpVnjLmbnhO0fpvjTfuLqG50OyHdHkGJgOVBEYmWf-IbsbSvJ53JCUZg9reR_Js6Z3mK9v2eeyZB48ESVGCJOa24Xr04_FQcKmYkkbaoOlnJ_bI4sQnePD6WMZLiYOwI_7Tvl8ZmkvEE7mSTjdv01iaFNAsg1_P31UyK_4tc6x27Bvrj-CrCVhNzW8qtBaf_im0MWy8zwvBaVB0OKkBVsae0Ys-V7RhI8YcAi91vYrsZtJRRK7qIXUMr3PKUwWwecmjqeLayVk1NcY_Wg8hXpQY9tdQY5XRsDEoJzALima, Gilvan Anésio Ribeiroinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFBAinstname:Universidade Federal da Bahia (UFBA)instacron:UFBAORIGINALDissertação.pdfDissertação.pdfapplication/pdf964511https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/42624/1/Disserta%c3%a7%c3%a3o.pdf87861543894f71f16858efa2d9d226feMD51open accessLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain1720https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/42624/2/license.txtd9b7566281c22d808dbf8f29ff0425c8MD52open accessri/426242025-07-29 23:15:47.274open accessoai:repositorio.ufba.br:ri/42624TElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBhIGFwcmVzZW50YcOnw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBvIGF1dG9yIG91IHRpdHVsYXIgZG9zIGRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yIGNvbmNlZGUgYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgbyBkaXJlaXRvIG7Do28tZXhjbHVzaXZvIGRlIHJlcHJvZHV6aXIsIHRyYWR1emlyIChjb25mb3JtZSBkZWZpbmlkbyBhYmFpeG8pIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gKGluY2x1aW5kbyBvIHJlc3Vtbykgbm8gZm9ybWF0byBpbXByZXNzbyBlL291IGVsZXRyw7RuaWNvIGUgZW0gcXVhbHF1ZXIgbWVpbywgaW5jbHVpbmRvIG9zIGZvcm1hdG9zIMOhdWRpbyBlL291IHbDrWRlby4KCk8gYXV0b3Igb3UgdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IgY29uY29yZGEgcXVlIG8gUmVwb3NpdMOzcmlvIHBvZGUsIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gY29udGXDumRvLCB0cmFuc3BvciBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gcGFyYSBxdWFscXVlciBtZWlvIGUvb3UgZm9ybWF0byBwYXJhIGZpbnMgZGUgcHJlc2VydmHDp8OjbywgcG9kZW5kbyBtYW50ZXIgbWFpcyBkZSB1bWEgY8OzcGlhIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrdXAgZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvLiAKCk8gYXV0b3Igb3UgdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IgZGVjbGFyYSBxdWUgYSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIMOpIG9yaWdpbmFsIGUgcXVlIG7Do28sIHF1ZSBzZWphIGRlIHNldSBjb25oZWNpbWVudG8sIGluZnJpbmdlIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRlIG5pbmd1w6ltLgoKQ2FzbyBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgb2J0ZXZlIGEgcGVybWlzc8OjbyBpcnJlc3RyaXRhIGRvIGRldGVudG9yIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBwYXJhIGNvbmNlZGVyIGFvIFJlcG9zaXTDs3JpbyBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EgZSBxdWUgZXNzZSBtYXRlcmlhbCBkZSBwcm9wcmllZGFkZSBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbyBubyB0ZXh0byBvdSBubyBjb250ZcO6ZG8gZGEgcHVibGljYcOnw6NvIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhLgoKQ0FTTyBBIFBVQkxJQ0HDh8ODTyBPUkEgREVQT1NJVEFEQSBSRVNVTFRFIERFIFVNIFBBVFJPQ8ONTklPIE9VIEFQT0lPIERFIFVNQSBBR8OKTkNJQSBERSBGT01FTlRPIE9VIE9VVFJPIE9SR0FOSVNNTywgVk9Dw4ogREVDTEFSQSBRVUUgUkVTUEVJVE9VIFRPRE9TIEUgUVVBSVNRVUVSIERJUkVJVE9TIERFIFJFVklTw4NPLCBDT01PIFRBTULDiU0gQVMgREVNQUlTIE9CUklHQcOHw5VFUyBFWElHSURBUyBQT1IgQ09OVFJBVE8gT1UgQUNPUkRPLgoKTyBSZXBvc2l0w7NyaW8gc2UgY29tcHJvbWV0ZSBhIGlkZW50aWZpY2FyLCBjbGFyYW1lbnRlLCBvIChzKSBzZXUocykgbm9tZSAocykgb3UgbyAocykgbm9tZSAocykgZG8gKHMpIGRldGVudG9yIChlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBlIG7Do28gZmFyw6EgcXVhbHF1ZXIgYWx0ZXJhw6fDo28sIGFsw6ltIGRhcXVlbGFzIGNvbmNlZGlkYXMgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EuCg==Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufba.br/oai/requestrepositorio@ufba.bropendoar:19322025-07-30T02:15:47Repositório Institucional da UFBA - Universidade Federal da Bahia (UFBA)false
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Haymaking
Nopalea cochenillifera Salm Dick
description Objetivou-se avaliar as perdas e perfil fermentativo, valor nutricional, estabilidade aeróbica e contagens de populações microbianas de silagens mistas de palma forrageira miúda em associação a diferentes níveis de feno de pornunça. Dessa forma, nesse estudo foi utilizado o delineamento experimental inteiramente casualizado, com cinco tratamentos e cinco repetições, totalizando 25 mini-silos experimentais. Os tratamentos consistiram em níveis de inclusão de feno de pornunça na silagem de palma forrageira miúda nos níveis de 0, 7,5, 15,0, 22,5, e 30,0% com base na matéria natural. Os mini-silos foram confeccionados com material de policloreto de vinila (PVC) (10 cm de diâmetro e 30 cm de comprimento) providos com válvula tipo Bunsen, de modo a atingir a densidade de 700kg/m³ e armazenados durante 120 dias até posteriores avaliações. Assim, foram avaliadas as perdas fermentativas (gases, efluentes, totais, e recuperação de matéria seca); perfil fermentativo (pH, nitrogênio amoniacal – N-NH3, teores de ácidos orgânicos: lático, acético, propiônico e butírico); valor nutricional (matéria seca - MS, matéria mineral - MM, proteína bruta - PB, extrato etéreo – EE, fibra em detergente neutro - FDN, fibra em detergente ácido - FDA, hemicelulose, carboidratos totais - CT, carboidratos não-fibrosos – CNF); estabilidade aeróbica (temperaturas interna e externa, amplitude térmica, perdas de forragem e quebra de estabilidade aeróbica), e contagens de populações microbianas (bactérias ácido lácticas – BAL, mofos/leveduras). Considerando os dados obtidos foram avaliados por meio contrastes polinomiais ortogonais lineares e quadráticos ao nível de 5% de significância para o erro tipo-I. Houve efeito linear crescente nos teores de MS (P<0,001) e, quadrático nos teores de MM (P<0,001), PB (P<0,001), EE (P = 0,003), FDN (P<0,001), FDA (P<0,001), hemicelulose (P<0,001) e CNF (P = 0,006) à medida o feno de pornunça foi incluído nas silagens de palma forrageira miúda. Apesar disso, os teores de CT não foram influenciados pela inclusão de feno de pornunça na silagem de palma forrageira miúda (P > 0,05). Os valores de pH (P<0,001), diminuíram linearmente, enquanto que as concentrações de N-NH3 (P<0,001), assim como os teores de ácido acético (P = 0,045) e lático (P = 0,002) foram influenciados de forma quadrática pela inclusão doe feno de pornunça nas silagens de palma forrageira miúda. Não houve efeito da inclusão do feno de pornunça nas contagens de bactérias ácido láticas, nas temperaturas máximas e mínimas nas silagens, assim como na quebra da estabilidade aeróbica nas silagens de palma forrageira miúda (P>0,05). Por outro lado, a amplitude térmica (P = 0,040) e as perdas de forragem (P<0,001) foram influenciadas de forma quadrática pela inclusão do feno de pornunça nas silagens de palma forrageira miúda. As perdas por efluentes (P<0,001) e recuperação de matéria seca (P<0,001) 31 foram influenciadas de forma linear, enquanto que as perdas por gases (P<0,001) e totais (P<0,001) foram influenciados de forma quadrática pela inclusão de feno de pornunça na silagem de palma forrageira miúda. A partir dos dados encontrados no presente experimento, considerando os valores para o perfil fermentativo, as perdas fermentativas, a estabilidade aeróbica e a qualidade nutricional da silagem, pode-se concluir de forma geral que é possível incluir até 30% de feno de pornunça na silagem de palma forrageira da variedade miúda. No entanto, ao considerar a densidade do material ensilado e as perdas de forragem, recomenda-se a inclusão de até 21,2% de feno de pornunça para diminuir as perdas de forragem na silagem de palma forrageira da variedade miúda. Conclui-se que, o tratamento três com a inclusão de feno de 15% na silagem de palma forrageira miúda apresentou valores significativos de proteína bruta na matéria seca equivalente a15,72%. Sendo considerado o mais adequado do ponto de vista econômico para a formulação de uma dieta equilibrada para pequenos ruminantes. Sendo assim. Esse nível de inclusão atende às necessidades nutricionais da categoria e possibilita um ganho de peso entre 150 a 200 g por dia.
publishDate 2025
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