Prevalência de sintomas depressivos em idosos do município de Santo Estêvão- Bahia
| Ano de defesa: | 2005 |
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| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | , , |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Medicina
|
| Programa de Pós-Graduação: |
em Medicina e Saúde
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Brasil
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/14694 |
Resumo: | O aumento do número de idosos no Brasil mudou o perfil de morbimortalidade, com predomínio de doenças crônicas, entre elas a depressão. Existe no entanto, situações nas quais os sintomas depressivos apresentados não preenchem os critérios estabelecidos pelo CID 10 ou DSM IV para qualquer transtorno do humor. No entanto, são mais comuns que estes e comprometem a qualidade de vida. Poucos são os estudos na população brasileira, especialmente rural, sobre a prevalência destes sintomas. Objetivo: determinar a prevalência dos sintomas depressivos em idosos do município de Santo Estêvão – Bahia – Brasil. Desenho do estudo: descritivo de corte transversal. Material e Métodos: foram analisados 1944 questionários preenchidos pelos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) nos domicílios dos idosos, incluindo a aplicação da escala de depressão geriátrica de 15 itens (GDS 15). Definiram-se cinco como ponto de corte para sintomas depressivos clinicamente relevantes, sendo analisados também os pontos de corte de oito ou mais e dez ou mais sintomas, para a possibilidade de doença moderada e severa, respectivamente. Resultados: média de idade 71,9 ± 8,2 anos e média de 5,2 sintomas por indivíduo. A prevalência de sintomas depressivos clinicamente relevantes foi de 59,3%, 16,7% e 5,1% para os três pontos de corte estabelecidos. Houve significância estatística para o ponto de corte de cinco ou mais sintomas, para sexo feminino, indivíduos maiores que oitenta anos, analfabetos, não casados e os que não conviviam com companheiro. Para o ponto de corte de oito ou mais sintomas, para sexo feminino, indivíduos que permaneciam trabalhando, analfabetos e não casados ou que não conviviam com companheiro. Para o ponto de corte de dez ou mais sintomas para sexo feminino, não casados ou que não conviviam com companheiro. Conclusões: A prevalência encontrada foi superior à referida na literatura para populações semelhantes, para estudos que utilizaram o mesmo instrumento e para os estudos nacionais, possivelmente pelo perfil sóciodemográfico da população. |
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Frank, Mônica HupselMelo, Ailton de souzaRabelo, Antônio ReinaldoD'Oliveira Junior, ArgemiroMacedo Filho, João2014-02-21T19:36:40Z2014-02-21T19:36:40Z2014-02-212005http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/14694O aumento do número de idosos no Brasil mudou o perfil de morbimortalidade, com predomínio de doenças crônicas, entre elas a depressão. Existe no entanto, situações nas quais os sintomas depressivos apresentados não preenchem os critérios estabelecidos pelo CID 10 ou DSM IV para qualquer transtorno do humor. No entanto, são mais comuns que estes e comprometem a qualidade de vida. Poucos são os estudos na população brasileira, especialmente rural, sobre a prevalência destes sintomas. Objetivo: determinar a prevalência dos sintomas depressivos em idosos do município de Santo Estêvão – Bahia – Brasil. Desenho do estudo: descritivo de corte transversal. Material e Métodos: foram analisados 1944 questionários preenchidos pelos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) nos domicílios dos idosos, incluindo a aplicação da escala de depressão geriátrica de 15 itens (GDS 15). Definiram-se cinco como ponto de corte para sintomas depressivos clinicamente relevantes, sendo analisados também os pontos de corte de oito ou mais e dez ou mais sintomas, para a possibilidade de doença moderada e severa, respectivamente. Resultados: média de idade 71,9 ± 8,2 anos e média de 5,2 sintomas por indivíduo. A prevalência de sintomas depressivos clinicamente relevantes foi de 59,3%, 16,7% e 5,1% para os três pontos de corte estabelecidos. Houve significância estatística para o ponto de corte de cinco ou mais sintomas, para sexo feminino, indivíduos maiores que oitenta anos, analfabetos, não casados e os que não conviviam com companheiro. Para o ponto de corte de oito ou mais sintomas, para sexo feminino, indivíduos que permaneciam trabalhando, analfabetos e não casados ou que não conviviam com companheiro. Para o ponto de corte de dez ou mais sintomas para sexo feminino, não casados ou que não conviviam com companheiro. Conclusões: A prevalência encontrada foi superior à referida na literatura para populações semelhantes, para estudos que utilizaram o mesmo instrumento e para os estudos nacionais, possivelmente pelo perfil sóciodemográfico da população.Submitted by Hiolanda Rêgo (hiolandarego@gmail.com) on 2014-01-30T18:02:07Z No. of bitstreams: 1 Dissertação_Med_Mônica Hupsel Frank.pdf: 1575367 bytes, checksum: 0da25e299eb33ef892bd455bd3e9486e (MD5)Approved for entry into archive by Flávia Ferreira (flaviaccf@yahoo.com.br) on 2014-02-21T19:36:40Z (GMT) No. of bitstreams: 1 Dissertação_Med_Mônica Hupsel Frank.pdf: 1575367 bytes, checksum: 0da25e299eb33ef892bd455bd3e9486e (MD5)Made available in DSpace on 2014-02-21T19:36:40Z (GMT). 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