Segregação residencial em Salvador

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2009
Autor(a) principal: Palma, Joelma Araújo Silva da
Orientador(a): Pereira, Gilberto Corso
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/12088
Resumo: As transformações socioeconômicas ocorridas nos anos 90 tiveram como conseqüência a redefinição de um novo padrão espacial nas cidades brasileiras. Esse novo padrão fragmentado aproxima fisicamente diferentes grupos sociais, porém os mantém distantes socialmente. A segregação residencial, fenômeno social inerente às cidades, representa a separação das classes sociais podendo ser analisada a partir do grau de concentração espacial de um mesmo grupo social em termos socioeconômicos, racial entre outros aspectos, que configuram, áreas relativamente homogêneas em determinados locais da cidade. Esta pesquisa avalia métodos e técnicas utilizadas para mensurar o grau da segregação residencial usadas na literatura internacional, aplicadas em um caso local, na cidade de Salvador (Bahia). Para medir o grau de segregação na dimensão dispersão/agrupamento utilizou-se o índice de dissimilaridade (DUNCAN; DUNCAN, 1955) e para a dimensão exposição/isolamento o índice de isolamento (LIEBERSON, 1981), nas variáveis renda nominal mensal e escolaridade dos chefes de famílias dos Censos Demográficos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 1991 e 2000. Para avaliar o comportamento dos indicadores trabalhou-se com duas escalas geográficas: uma para toda cidade de Salvador e uma outra que abrangeu parte da orla Atlântica composta pelos bairros da Pituba, Itaigara/Caminho das Árvores, Stiep/Costa Azul, Rio Vermelho, Amaralina, Santa Cruz e Nordeste de Amaralina. Os resultados obtidos incrementam a discussão sobre medidas de segregação (vantagens e desvantagens) assim como, auxiliam no entendimento deste fenômeno na cidade de Salvador, identificando os padrões de segregação residencial existentes.
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Para medir o grau de segregação na dimensão dispersão/agrupamento utilizou-se o índice de dissimilaridade (DUNCAN; DUNCAN, 1955) e para a dimensão exposição/isolamento o índice de isolamento (LIEBERSON, 1981), nas variáveis renda nominal mensal e escolaridade dos chefes de famílias dos Censos Demográficos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 1991 e 2000. Para avaliar o comportamento dos indicadores trabalhou-se com duas escalas geográficas: uma para toda cidade de Salvador e uma outra que abrangeu parte da orla Atlântica composta pelos bairros da Pituba, Itaigara/Caminho das Árvores, Stiep/Costa Azul, Rio Vermelho, Amaralina, Santa Cruz e Nordeste de Amaralina. 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