A gramática da certeza em Wittgenstein: critério de medida e resultado de medições
| Ano de defesa: | 2014 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | , , |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal da Bahia
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Filosofia (PPGF)
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| Departamento: |
Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FFCH)
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufba.br/handle/ri/41046 |
Resumo: | A reflexão Da Certeza de Wittgenstein analisa o papel desempenhado por proposições situadas na fronteira entre a lógica e a experiência em nosso sistema de juízos empíricos. Assim, à medida que entende lingüísticos os elementos mínimos da significação, Wittgenstein forja uma concepção singular de certeza. A certeza, que atravessa nossas manipulações simbólicas, não se localizaria, por natureza, em proposições, pois tal certeza resultaria de nossa forma de agir e julgar, uma vez que nossas práticas judicativas sedimentam a necessidade característica das proposições gramaticais. Visto que envolve essa noção de necessidade, as proposições gramaticais podem condicionar a experiência apenas em certo sentido, pois não abandonam de todo o tráfego empírico. O nosso trabalho, em grande medida, gira em torno dessa idéia, ao se constituir como uma análise da investigação de Wittgenstein em Da Certeza. Ao analisar a reflexão de Wittgenstein, tendo em vista essa idéia, tratamos de apresentar elementos a partir dos quais o livro Da Certeza possa ser lido como lugar privilegiado de reflexão a respeito das condições que tornam possível a elaboração de proposições significativas. Assinalamos a apresentação desses elementos em oposição à idéia de que se trate apenas de um conjunto de observações destinadas a criticar Moore. Assim, a pergunta sobre o papel desempenhado por proposições gramaticais em nosso sistema de juízos empíricos é signo de que as observações de Wittgenstein, em Da Certeza, se organizam como uma reflexão sobre os limites do sentido. E é justamente tal pergunta que confere autonomia à reflexão de Wittgenstein em relação à filosofia de Moore. |
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2025-01-31T11:24:22Z2025-01-302025-01-31T11:24:22Z2014-11-17https://repositorio.ufba.br/handle/ri/41046A reflexão Da Certeza de Wittgenstein analisa o papel desempenhado por proposições situadas na fronteira entre a lógica e a experiência em nosso sistema de juízos empíricos. Assim, à medida que entende lingüísticos os elementos mínimos da significação, Wittgenstein forja uma concepção singular de certeza. A certeza, que atravessa nossas manipulações simbólicas, não se localizaria, por natureza, em proposições, pois tal certeza resultaria de nossa forma de agir e julgar, uma vez que nossas práticas judicativas sedimentam a necessidade característica das proposições gramaticais. Visto que envolve essa noção de necessidade, as proposições gramaticais podem condicionar a experiência apenas em certo sentido, pois não abandonam de todo o tráfego empírico. O nosso trabalho, em grande medida, gira em torno dessa idéia, ao se constituir como uma análise da investigação de Wittgenstein em Da Certeza. Ao analisar a reflexão de Wittgenstein, tendo em vista essa idéia, tratamos de apresentar elementos a partir dos quais o livro Da Certeza possa ser lido como lugar privilegiado de reflexão a respeito das condições que tornam possível a elaboração de proposições significativas. Assinalamos a apresentação desses elementos em oposição à idéia de que se trate apenas de um conjunto de observações destinadas a criticar Moore. Assim, a pergunta sobre o papel desempenhado por proposições gramaticais em nosso sistema de juízos empíricos é signo de que as observações de Wittgenstein, em Da Certeza, se organizam como uma reflexão sobre os limites do sentido. E é justamente tal pergunta que confere autonomia à reflexão de Wittgenstein em relação à filosofia de Moore.Wittgenstein’s reflection On Certainty analyses the role played by propositions situated on the border between logic and experience in our system of empirical judgments. Thus, as he considers the minimal elements of meaning as linguistic, Wittgenstein forges a singular conception of certainty. Certainty, which crosses our symbolic manipulations, would not, by nature, be placed in propositions, for such certainty would result from our way of acting and judging, once our judgment practices sediment the characteristic necessity of grammatical propositions. Since propositions encompass that notion of necessity, they may condition experience only in a certain sense, for they do not entirely abandon the empirical traffic. Our paper, in large measure, concentrates on that idea as it consists of an analysis of Wittgenstein’s investigation in On Certainty. Analyzing Wittgenstein’s reflection, having that idea in view, we decided to present elements from which the book On Certainty can be read as privileged place of reflection about the conditions that make possible the elaboration of meaningful propositions. We point out the presentation of those elements in opposition to the idea that it is only a set of observations intended for criticizing Moore. Thus, the question about the role played by grammatical propositions in our system of empirical judgments is a sign that Wittgenstein’s observations in On Certainty organize themselves as a reflection on the limits of sense. And it is just such a question that grants autonomy to Wittgenstein’s reflection in relation to Moore’s philosophy.CAPES - FAPESBporUniversidade Federal da BahiaPrograma de Pós-Graduação em Filosofia (PPGF) UFBABrasilFaculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FFCH)WittgensteinCertaintyMeaningGrammatical propositionsGrammarExperienceCNPQ::CIENCIAS HUMANASWittgensteinCertezaSignificaçãoProposições gramaticaisGramáticaExperiênciaA gramática da certeza em Wittgenstein: critério de medida e resultado de mediçõesMestrado Acadêmicoinfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionSilva, João Carlos Salles Pires dahttp://lattes.cnpq.br/0484066011464161Silva, João Carlos Salles Pires dahttp://lattes.cnpq.br/0484066011464161Cuter, João Vergílio Galleranihttps://orcid.org/0000-0001-8622-0327http://lattes.cnpq.br/4480716448169000Saes, Silvia Faustino de Assishttp://lattes.cnpq.br/2788538615108729http://lattes.cnpq.br/1241708849881225Oliveira, Wagner Teles deALVES, H. C. 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A reflexão Da Certeza de Wittgenstein analisa o papel desempenhado por proposições situadas na fronteira entre a lógica e a experiência em nosso sistema de juízos empíricos. Assim, à medida que entende lingüísticos os elementos mínimos da significação, Wittgenstein forja uma concepção singular de certeza. A certeza, que atravessa nossas manipulações simbólicas, não se localizaria, por natureza, em proposições, pois tal certeza resultaria de nossa forma de agir e julgar, uma vez que nossas práticas judicativas sedimentam a necessidade característica das proposições gramaticais. Visto que envolve essa noção de necessidade, as proposições gramaticais podem condicionar a experiência apenas em certo sentido, pois não abandonam de todo o tráfego empírico. O nosso trabalho, em grande medida, gira em torno dessa idéia, ao se constituir como uma análise da investigação de Wittgenstein em Da Certeza. Ao analisar a reflexão de Wittgenstein, tendo em vista essa idéia, tratamos de apresentar elementos a partir dos quais o livro Da Certeza possa ser lido como lugar privilegiado de reflexão a respeito das condições que tornam possível a elaboração de proposições significativas. Assinalamos a apresentação desses elementos em oposição à idéia de que se trate apenas de um conjunto de observações destinadas a criticar Moore. Assim, a pergunta sobre o papel desempenhado por proposições gramaticais em nosso sistema de juízos empíricos é signo de que as observações de Wittgenstein, em Da Certeza, se organizam como uma reflexão sobre os limites do sentido. E é justamente tal pergunta que confere autonomia à reflexão de Wittgenstein em relação à filosofia de Moore. |
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