A angústia no "transtorno de pânico": uma saída provisória do discurso capitalista

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2021
Autor(a) principal: Marques, Marisa Cunha
Orientador(a): Coutinho, Denise Maria Barreto
Banca de defesa: Figueiredo, Ana Cristina Costa, Brandão, Hortênsia Maria Dantas, Silva, João Gabriel Lima da, Pontes, Suely Aires, Coutinho, Denise Maria Barreto
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Instituto de Psicologia
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Psicologia
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/34363
Resumo: O aumento dos casos diagnosticados como transtorno de pânico tem levado muitas pessoas aos serviços de emergência, sendo considerado uma das maiores causas de afastamento do trabalho atualmente no Brasil. A medicina, após excluir a possibilidade de infarto, costuma prescrever ansiolíticos e/ou antidepressivos, atribuindo sua causa a alterações neuroquímicas. Diferentemente da medicina, a psicanálise toma essa manifestação de angústia como indicação de que há algo a ser escutado. Outra diferença diz respeito ao conceito de cura. Na medicina, o diagnóstico depende da ideia de doença ou, em outros momentos, da evidência de sua existência, constituindo algo que deve ser indexado no momento do diagnóstico e eliminado no processo de cura para o bem-estar do indivíduo, sem relacioná-lo necessariamente à sua história ou inserção na cultura. Para a psicanálise, o mal-estar do sujeito está sempre relacionado à cultura e ao tempo histórico, a cura vem por acréscimo, representada pelo bem-dizer sobre o que lhe causa sofrimento e implica transformação na posição de sujeito frente à sua história. O objetivo desta tese é examinar a presença da angústia no chamado transtorno de pânico. A pergunta que norteia a investigação é: qual seria a relação entre a angústia presente no chamado transtorno de pânico e o discurso capitalista, na contemporaneidade? A hipótese pode ser assim formulada: a manifestação de angústia que se apresenta no chamado transtorno de pânico pode ser considerada um esforço do sujeito em dar um basta, um corte no excesso produzido pelo discurso capitalista. De modo geral, pacientes que chegam à psicanálise diagnosticados com transtorno de pânico se dão conta da presença de algo excessivo em suas vidas e buscam construir limites a esse excesso. Considerando que o discurso capitalista, tal como apresentado por Lacan, convoca o sujeito a um deslizamento metonímico ininterrupto, a manifestação da angústia presente no diagnóstico de transtorno de pânico, mais que uma patologia, como insiste a medicina, pode ser considerado como uma saída provisória do discurso capitalista, uma recusa a ser engolfado pela aceleração contemporânea, na qual o sujeito se vê enredado.
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Na medicina, o diagnóstico depende da ideia de doença ou, em outros momentos, da evidência de sua existência, constituindo algo que deve ser indexado no momento do diagnóstico e eliminado no processo de cura para o bem-estar do indivíduo, sem relacioná-lo necessariamente à sua história ou inserção na cultura. Para a psicanálise, o mal-estar do sujeito está sempre relacionado à cultura e ao tempo histórico, a cura vem por acréscimo, representada pelo bem-dizer sobre o que lhe causa sofrimento e implica transformação na posição de sujeito frente à sua história. O objetivo desta tese é examinar a presença da angústia no chamado transtorno de pânico. A pergunta que norteia a investigação é: qual seria a relação entre a angústia presente no chamado transtorno de pânico e o discurso capitalista, na contemporaneidade? A hipótese pode ser assim formulada: a manifestação de angústia que se apresenta no chamado transtorno de pânico pode ser considerada um esforço do sujeito em dar um basta, um corte no excesso produzido pelo discurso capitalista. De modo geral, pacientes que chegam à psicanálise diagnosticados com transtorno de pânico se dão conta da presença de algo excessivo em suas vidas e buscam construir limites a esse excesso. Considerando que o discurso capitalista, tal como apresentado por Lacan, convoca o sujeito a um deslizamento metonímico ininterrupto, a manifestação da angústia presente no diagnóstico de transtorno de pânico, mais que uma patologia, como insiste a medicina, pode ser considerado como uma saída provisória do discurso capitalista, uma recusa a ser engolfado pela aceleração contemporânea, na qual o sujeito se vê enredado.The increase in cases diagnosed as panic disorder has driven many people to emergency services. The disorder is considered to be one of the most prevalent causes of absence from work in today's Brazil. After excluding the possibility of a heart attack, medical practitioners usually prescribe anxiolytics and / or antidepressants, attribute the cause to neurochemical changes. Unlike medicine, psychoanalysis take this manifestation of anguish as an indication that there is something to be heard. Another difference concerns the concept of healing. In medicine, diagnosis depends on the idea of disease or otherwise on the evidence of the existence of disease, which must be indexed at the time of diagnosis and eliminated in the healing process for sake of the individual's well-being – without necessarily relating the diagnosis to its history or its insertion within culture. For psychoanalysis, the subject's discontent is always related to culture and historical time. Healing is additive and implies a transformation in the subject's position in relation to their history, and it is represented by speaking-well about what causes suffering. The purpose of this dissertation is to examine the presence of anguish in the so-called panic disorder. The question that guides the investigation is: what would be the relationship between that anguish and the capitalist discourse in contemporary times? The hypothesis can be formulated as follows: the manifestation of anguish that presents itself in the so-called panic disorder can be considered an effort to call a halt, cutting the excess produced by capitalist discourse. In general, patients who come to psychoanalysis after having been diagnosed with panic disorder are aware of the presence of something excessive in their lives and seek to build limits to this excess. Considering that the capitalist discourse, as presented by Lacan, convokes the subject to an uninterrupted metonymic sliding, the manifestation of anguish as presented in the diagnosis of panic disorder, more than being a pathology (as medicine insists), can be understood as a provisional exit out, a refusal to be engulfed by contemporary acceleration, in which he/she find him/herself entangled.Submitted by MARISA MARQUES (marisacmarquesba@gmail.com) on 2021-10-17T15:32:31Z No. of bitstreams: 1 Tese Marisa Marques 2021.pdf: 1097960 bytes, checksum: 71ff7768a8a5c801c8b3d14ef6d86305 (MD5)Approved for entry into archive by Isaac Viana da Cunha Araújo (isaac.cunha@ufba.br) on 2021-10-19T12:36:19Z (GMT) No. of bitstreams: 1 Tese Marisa Marques 2021.pdf: 1097960 bytes, checksum: 71ff7768a8a5c801c8b3d14ef6d86305 (MD5)Made available in DSpace on 2021-10-19T12:36:19Z (GMT). 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