A angústia no "transtorno de pânico": uma saída provisória do discurso capitalista
| Ano de defesa: | 2021 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | , , , , |
| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Instituto de Psicologia
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Psicologia
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Brasil
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/34363 |
Resumo: | O aumento dos casos diagnosticados como transtorno de pânico tem levado muitas pessoas aos serviços de emergência, sendo considerado uma das maiores causas de afastamento do trabalho atualmente no Brasil. A medicina, após excluir a possibilidade de infarto, costuma prescrever ansiolíticos e/ou antidepressivos, atribuindo sua causa a alterações neuroquímicas. Diferentemente da medicina, a psicanálise toma essa manifestação de angústia como indicação de que há algo a ser escutado. Outra diferença diz respeito ao conceito de cura. Na medicina, o diagnóstico depende da ideia de doença ou, em outros momentos, da evidência de sua existência, constituindo algo que deve ser indexado no momento do diagnóstico e eliminado no processo de cura para o bem-estar do indivíduo, sem relacioná-lo necessariamente à sua história ou inserção na cultura. Para a psicanálise, o mal-estar do sujeito está sempre relacionado à cultura e ao tempo histórico, a cura vem por acréscimo, representada pelo bem-dizer sobre o que lhe causa sofrimento e implica transformação na posição de sujeito frente à sua história. O objetivo desta tese é examinar a presença da angústia no chamado transtorno de pânico. A pergunta que norteia a investigação é: qual seria a relação entre a angústia presente no chamado transtorno de pânico e o discurso capitalista, na contemporaneidade? A hipótese pode ser assim formulada: a manifestação de angústia que se apresenta no chamado transtorno de pânico pode ser considerada um esforço do sujeito em dar um basta, um corte no excesso produzido pelo discurso capitalista. De modo geral, pacientes que chegam à psicanálise diagnosticados com transtorno de pânico se dão conta da presença de algo excessivo em suas vidas e buscam construir limites a esse excesso. Considerando que o discurso capitalista, tal como apresentado por Lacan, convoca o sujeito a um deslizamento metonímico ininterrupto, a manifestação da angústia presente no diagnóstico de transtorno de pânico, mais que uma patologia, como insiste a medicina, pode ser considerado como uma saída provisória do discurso capitalista, uma recusa a ser engolfado pela aceleração contemporânea, na qual o sujeito se vê enredado. |
| id |
UFBA-2_e775e64f23bf1b092996589bb2f5ca63 |
|---|---|
| oai_identifier_str |
oai:repositorio.ufba.br:ri/34363 |
| network_acronym_str |
UFBA-2 |
| network_name_str |
Repositório Institucional da UFBA |
| repository_id_str |
|
| spelling |
Marques, Marisa CunhaCoutinho, Denise Maria BarretoFigueiredo, Ana Cristina CostaBrandão, Hortênsia Maria DantasSilva, João Gabriel Lima daPontes, Suely AiresCoutinho, Denise Maria Barreto2021-10-19T12:36:19Z2021-10-19T12:36:19Z2021-10-192021-01-08tesehttp://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/34363O aumento dos casos diagnosticados como transtorno de pânico tem levado muitas pessoas aos serviços de emergência, sendo considerado uma das maiores causas de afastamento do trabalho atualmente no Brasil. A medicina, após excluir a possibilidade de infarto, costuma prescrever ansiolíticos e/ou antidepressivos, atribuindo sua causa a alterações neuroquímicas. Diferentemente da medicina, a psicanálise toma essa manifestação de angústia como indicação de que há algo a ser escutado. Outra diferença diz respeito ao conceito de cura. Na medicina, o diagnóstico depende da ideia de doença ou, em outros momentos, da evidência de sua existência, constituindo algo que deve ser indexado no momento do diagnóstico e eliminado no processo de cura para o bem-estar do indivíduo, sem relacioná-lo necessariamente à sua história ou inserção na cultura. Para a psicanálise, o mal-estar do sujeito está sempre relacionado à cultura e ao tempo histórico, a cura vem por acréscimo, representada pelo bem-dizer sobre o que lhe causa sofrimento e implica transformação na posição de sujeito frente à sua história. O objetivo desta tese é examinar a presença da angústia no chamado transtorno de pânico. A pergunta que norteia a investigação é: qual seria a relação entre a angústia presente no chamado transtorno de pânico e o discurso capitalista, na contemporaneidade? A hipótese pode ser assim formulada: a manifestação de angústia que se apresenta no chamado transtorno de pânico pode ser considerada um esforço do sujeito em dar um basta, um corte no excesso produzido pelo discurso capitalista. De modo geral, pacientes que chegam à psicanálise diagnosticados com transtorno de pânico se dão conta da presença de algo excessivo em suas vidas e buscam construir limites a esse excesso. Considerando que o discurso capitalista, tal como apresentado por Lacan, convoca o sujeito a um deslizamento metonímico ininterrupto, a manifestação da angústia presente no diagnóstico de transtorno de pânico, mais que uma patologia, como insiste a medicina, pode ser considerado como uma saída provisória do discurso capitalista, uma recusa a ser engolfado pela aceleração contemporânea, na qual o sujeito se vê enredado.The increase in cases diagnosed as panic disorder has driven many people to emergency services. The disorder is considered to be one of the most prevalent causes of absence from work in today's Brazil. After excluding the possibility of a heart attack, medical practitioners usually prescribe anxiolytics and / or antidepressants, attribute the cause to neurochemical changes. Unlike medicine, psychoanalysis take this manifestation of anguish as an indication that there is something to be heard. Another difference concerns the concept of healing. In medicine, diagnosis depends on the idea of disease or otherwise on the evidence of the existence of disease, which must be indexed at the time of diagnosis and eliminated in the healing process for sake of the individual's well-being – without necessarily relating the diagnosis to its history or its insertion within culture. For psychoanalysis, the subject's discontent is always related to culture and historical time. Healing is additive and implies a transformation in the subject's position in relation to their history, and it is represented by speaking-well about what causes suffering. The purpose of this dissertation is to examine the presence of anguish in the so-called panic disorder. The question that guides the investigation is: what would be the relationship between that anguish and the capitalist discourse in contemporary times? The hypothesis can be formulated as follows: the manifestation of anguish that presents itself in the so-called panic disorder can be considered an effort to call a halt, cutting the excess produced by capitalist discourse. In general, patients who come to psychoanalysis after having been diagnosed with panic disorder are aware of the presence of something excessive in their lives and seek to build limits to this excess. Considering that the capitalist discourse, as presented by Lacan, convokes the subject to an uninterrupted metonymic sliding, the manifestation of anguish as presented in the diagnosis of panic disorder, more than being a pathology (as medicine insists), can be understood as a provisional exit out, a refusal to be engulfed by contemporary acceleration, in which he/she find him/herself entangled.Submitted by MARISA MARQUES (marisacmarquesba@gmail.com) on 2021-10-17T15:32:31Z No. of bitstreams: 1 Tese Marisa Marques 2021.pdf: 1097960 bytes, checksum: 71ff7768a8a5c801c8b3d14ef6d86305 (MD5)Approved for entry into archive by Isaac Viana da Cunha Araújo (isaac.cunha@ufba.br) on 2021-10-19T12:36:19Z (GMT) No. of bitstreams: 1 Tese Marisa Marques 2021.pdf: 1097960 bytes, checksum: 71ff7768a8a5c801c8b3d14ef6d86305 (MD5)Made available in DSpace on 2021-10-19T12:36:19Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Tese Marisa Marques 2021.pdf: 1097960 bytes, checksum: 71ff7768a8a5c801c8b3d14ef6d86305 (MD5)FAPESBCiências HumanasAngústiaTranstorno de pânicoPsicanáliseDiscurso capitalistaJacques LacanA angústia no "transtorno de pânico": uma saída provisória do discurso capitalistainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisInstituto de PsicologiaPrograma de Pós-Graduação em PsicologiaUFBABrasilinfo:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UFBAinstname:Universidade Federal da Bahia (UFBA)instacron:UFBAORIGINALTese Marisa Marques 2021.pdfTese Marisa Marques 2021.pdfapplication/pdf1097960https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/34363/1/Tese%20Marisa%20Marques%202021.pdf71ff7768a8a5c801c8b3d14ef6d86305MD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain1582https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/34363/2/license.txt907e2b7d511fb2c3e42dbdd41a6197c6MD52TEXTTese Marisa Marques 2021.pdf.txtTese Marisa Marques 2021.pdf.txtExtracted texttext/plain400934https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/34363/3/Tese%20Marisa%20Marques%202021.pdf.txt74a1de71e53e8abdec65700711d42a15MD53ri/343632022-03-22 18:33:23.042oai:repositorio.ufba.br:ri/34363VGVybW8gZGUgTGljZW7Dp2EsIG7Do28gZXhjbHVzaXZvLCBwYXJhIG8gZGVww7NzaXRvIG5vIFJlcG9zaXTDs3JpbyBJbnN0aXR1Y2lvbmFsIGRhIFVGQkEuCgogUGVsbyBwcm9jZXNzbyBkZSBzdWJtaXNzw4PCg8OCwqNvIGRlIGRvY3VtZW50b3MsIG8gYXV0b3Igb3Ugc2V1IHJlcHJlc2VudGFudGUgbGVnYWwsIGFvIGFjZWl0YXIgZXNzZSB0ZXJtbyBkZSBsaWNlbsODwoPDgsKnYSwgY29uY2VkZSBhbyBSZXBvc2l0w4PCg8OCwrNyaW8gSW5zdGl0dWNpb25hbCBkYSBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkYSBCYWhpYSBvIGRpcmVpdG8gZGUgbWFudGVyIHVtYSBjw4PCg8OCwrNwaWEgZW0gc2V1IHJlcG9zaXTDg8KDw4LCs3JpbyBjb20gYSBmaW5hbGlkYWRlLCBwcmltZWlyYSwgZGUgcHJlc2VydmHDg8KDw4LCp8ODwoPDgsKjby4gCgpFc3NlcyB0ZXJtb3MsIG7Dg8KDw4LCo28gZXhjbHVzaXZvcywgbWFudMODwoPDgsKpbSBvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBhdXRvci9jb3B5cmlnaHQsIG1hcyBlbnRlbmRlIG8gZG9jdW1lbnRvIGNvbW8gcGFydGUgZG8gYWNlcnZvIGludGVsZWN0dWFsIGRlc3NhIFVuaXZlcnNpZGFkZS4KCiBQYXJhIG9zIGRvY3VtZW50b3MgcHVibGljYWRvcyBjb20gcmVwYXNzZSBkZSBkaXJlaXRvcyBkZSBkaXN0cmlidWnDg8KDw4LCp8ODwoPDgsKjbywgZXNzZSB0ZXJtbyBkZSBsaWNlbsODwoPDgsKnYSBlbnRlbmRlIHF1ZToKCiBNYW50ZW5kbyBvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgcmVwYXNzYWRvcyBhIHRlcmNlaXJvcywgZW0gY2FzbyBkZSBwdWJsaWNhw4PCg8OCwqfDg8KDw4LCtWVzLCBvIHJlcG9zaXTDg8KDw4LCs3JpbyBwb2RlIHJlc3RyaW5naXIgbyBhY2Vzc28gYW8gdGV4dG8gaW50ZWdyYWwsIG1hcyBsaWJlcmEgYXMgaW5mb3JtYcODwoPDgsKnw4PCg8OCwrVlcyBzb2JyZSBvIGRvY3VtZW50byAoTWV0YWRhZG9zIGRlc2NyaXRpdm9zKS4KCiBEZXN0YSBmb3JtYSwgYXRlbmRlbmRvIGFvcyBhbnNlaW9zIGRlc3NhIHVuaXZlcnNpZGFkZSBlbSBtYW50ZXIgc3VhIHByb2R1w4PCg8OCwqfDg8KDw4LCo28gY2llbnTDg8KDw4LCrWZpY2EgY29tIGFzIHJlc3RyacODwoPDgsKnw4PCg8OCwrVlcyBpbXBvc3RhcyBwZWxvcyBlZGl0b3JlcyBkZSBwZXJpw4PCg8OCwrNkaWNvcy4KCiBQYXJhIGFzIHB1YmxpY2HDg8KDw4LCp8ODwoPDgsK1ZXMgc2VtIGluaWNpYXRpdmFzIHF1ZSBzZWd1ZW0gYSBwb2zDg8KDw4LCrXRpY2EgZGUgQWNlc3NvIEFiZXJ0bywgb3MgZGVww4PCg8OCwrNzaXRvcyBjb21wdWxzw4PCg8OCwrNyaW9zIG5lc3NlIHJlcG9zaXTDg8KDw4LCs3JpbyBtYW50w4PCg8OCwqltIG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzLCBtYXMgbWFudMODwoPDgsKpbSBhY2Vzc28gaXJyZXN0cml0byBhb3MgbWV0YWRhZG9zIGUgdGV4dG8gY29tcGxldG8uIEFzc2ltLCBhIGFjZWl0YcODwoPDgsKnw4PCg8OCwqNvIGRlc3NlIHRlcm1vIG7Dg8KDw4LCo28gbmVjZXNzaXRhIGRlIGNvbnNlbnRpbWVudG8gcG9yIHBhcnRlIGRlIGF1dG9yZXMvZGV0ZW50b3JlcyBkb3MgZGlyZWl0b3MsIHBvciBlc3RhcmVtIGVtIGluaWNpYXRpdmFzIGRlIGFjZXNzbyBhYmVydG8uCg==Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufba.br/oai/requestrepositorio@ufba.bropendoar:19322022-03-22T21:33:23Repositório Institucional da UFBA - Universidade Federal da Bahia (UFBA)false |
| dc.title.pt_BR.fl_str_mv |
A angústia no "transtorno de pânico": uma saída provisória do discurso capitalista |
| title |
A angústia no "transtorno de pânico": uma saída provisória do discurso capitalista |
| spellingShingle |
A angústia no "transtorno de pânico": uma saída provisória do discurso capitalista Marques, Marisa Cunha Ciências Humanas Angústia Transtorno de pânico Psicanálise Discurso capitalista Jacques Lacan |
| title_short |
A angústia no "transtorno de pânico": uma saída provisória do discurso capitalista |
| title_full |
A angústia no "transtorno de pânico": uma saída provisória do discurso capitalista |
| title_fullStr |
A angústia no "transtorno de pânico": uma saída provisória do discurso capitalista |
| title_full_unstemmed |
A angústia no "transtorno de pânico": uma saída provisória do discurso capitalista |
| title_sort |
A angústia no "transtorno de pânico": uma saída provisória do discurso capitalista |
| author |
Marques, Marisa Cunha |
| author_facet |
Marques, Marisa Cunha |
| author_role |
author |
| dc.contributor.author.fl_str_mv |
Marques, Marisa Cunha |
| dc.contributor.advisor1.fl_str_mv |
Coutinho, Denise Maria Barreto |
| dc.contributor.referee1.fl_str_mv |
Figueiredo, Ana Cristina Costa Brandão, Hortênsia Maria Dantas Silva, João Gabriel Lima da Pontes, Suely Aires Coutinho, Denise Maria Barreto |
| contributor_str_mv |
Coutinho, Denise Maria Barreto Figueiredo, Ana Cristina Costa Brandão, Hortênsia Maria Dantas Silva, João Gabriel Lima da Pontes, Suely Aires Coutinho, Denise Maria Barreto |
| dc.subject.cnpq.fl_str_mv |
Ciências Humanas |
| topic |
Ciências Humanas Angústia Transtorno de pânico Psicanálise Discurso capitalista Jacques Lacan |
| dc.subject.por.fl_str_mv |
Angústia Transtorno de pânico Psicanálise Discurso capitalista Jacques Lacan |
| description |
O aumento dos casos diagnosticados como transtorno de pânico tem levado muitas pessoas aos serviços de emergência, sendo considerado uma das maiores causas de afastamento do trabalho atualmente no Brasil. A medicina, após excluir a possibilidade de infarto, costuma prescrever ansiolíticos e/ou antidepressivos, atribuindo sua causa a alterações neuroquímicas. Diferentemente da medicina, a psicanálise toma essa manifestação de angústia como indicação de que há algo a ser escutado. Outra diferença diz respeito ao conceito de cura. Na medicina, o diagnóstico depende da ideia de doença ou, em outros momentos, da evidência de sua existência, constituindo algo que deve ser indexado no momento do diagnóstico e eliminado no processo de cura para o bem-estar do indivíduo, sem relacioná-lo necessariamente à sua história ou inserção na cultura. Para a psicanálise, o mal-estar do sujeito está sempre relacionado à cultura e ao tempo histórico, a cura vem por acréscimo, representada pelo bem-dizer sobre o que lhe causa sofrimento e implica transformação na posição de sujeito frente à sua história. O objetivo desta tese é examinar a presença da angústia no chamado transtorno de pânico. A pergunta que norteia a investigação é: qual seria a relação entre a angústia presente no chamado transtorno de pânico e o discurso capitalista, na contemporaneidade? A hipótese pode ser assim formulada: a manifestação de angústia que se apresenta no chamado transtorno de pânico pode ser considerada um esforço do sujeito em dar um basta, um corte no excesso produzido pelo discurso capitalista. De modo geral, pacientes que chegam à psicanálise diagnosticados com transtorno de pânico se dão conta da presença de algo excessivo em suas vidas e buscam construir limites a esse excesso. Considerando que o discurso capitalista, tal como apresentado por Lacan, convoca o sujeito a um deslizamento metonímico ininterrupto, a manifestação da angústia presente no diagnóstico de transtorno de pânico, mais que uma patologia, como insiste a medicina, pode ser considerado como uma saída provisória do discurso capitalista, uma recusa a ser engolfado pela aceleração contemporânea, na qual o sujeito se vê enredado. |
| publishDate |
2021 |
| dc.date.submitted.none.fl_str_mv |
2021-01-08 |
| dc.date.accessioned.fl_str_mv |
2021-10-19T12:36:19Z |
| dc.date.available.fl_str_mv |
2021-10-19T12:36:19Z |
| dc.date.issued.fl_str_mv |
2021-10-19 |
| dc.type.status.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/publishedVersion |
| dc.type.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/doctoralThesis |
| format |
doctoralThesis |
| status_str |
publishedVersion |
| dc.identifier.uri.fl_str_mv |
http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/34363 |
| dc.identifier.other.none.fl_str_mv |
tese |
| identifier_str_mv |
tese |
| url |
http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/34363 |
| dc.language.iso.fl_str_mv |
por |
| language |
por |
| dc.rights.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/openAccess |
| eu_rights_str_mv |
openAccess |
| dc.publisher.none.fl_str_mv |
Instituto de Psicologia |
| dc.publisher.program.fl_str_mv |
Programa de Pós-Graduação em Psicologia |
| dc.publisher.initials.fl_str_mv |
UFBA |
| dc.publisher.country.fl_str_mv |
Brasil |
| publisher.none.fl_str_mv |
Instituto de Psicologia |
| dc.source.none.fl_str_mv |
reponame:Repositório Institucional da UFBA instname:Universidade Federal da Bahia (UFBA) instacron:UFBA |
| instname_str |
Universidade Federal da Bahia (UFBA) |
| instacron_str |
UFBA |
| institution |
UFBA |
| reponame_str |
Repositório Institucional da UFBA |
| collection |
Repositório Institucional da UFBA |
| bitstream.url.fl_str_mv |
https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/34363/1/Tese%20Marisa%20Marques%202021.pdf https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/34363/2/license.txt https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/34363/3/Tese%20Marisa%20Marques%202021.pdf.txt |
| bitstream.checksum.fl_str_mv |
71ff7768a8a5c801c8b3d14ef6d86305 907e2b7d511fb2c3e42dbdd41a6197c6 74a1de71e53e8abdec65700711d42a15 |
| bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv |
MD5 MD5 MD5 |
| repository.name.fl_str_mv |
Repositório Institucional da UFBA - Universidade Federal da Bahia (UFBA) |
| repository.mail.fl_str_mv |
repositorio@ufba.br |
| _version_ |
1847342242535047168 |