As raízes da medicalização da educação no Brasil: racismo e dominação de classe na Primeira República
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Federal da Bahia
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE)
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| Departamento: |
Faculdade de Educação
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufba.br/handle/ri/42087 |
Resumo: | O objetivo geral da dissertação é analisar as raízes médico-psicológicas das ideias pedagógicas hegemônicas no Brasil, enfatizando como a medicalização da educação imprimiu forte sentido na construção do Movimento pela Escola Nova e nos rumos educacionais do país. A partir das reflexões de Maria Helena Souza Patto, buscamos entender como certas ideias médicas e psicológicas entraram no projeto educacional brasileiro, do ponto de vista histórico. Nos apoiando na teoria social de Marx, realizamos uma análise dos processos de medicalização da sociedade e sua relação com a gênese do capital e suas formas de mediação social. Constatamos, assim, que a medicalização da sociedade tem papel fundamental na emergência das teorias raciais e do racismo moderno, funcionando como uma veste da ideologia do colonialismo. Estudando a forma como se deu a recepção das ideias estrangeiras no Brasil entre o fim da Monarquia e o decorrer da Primeira República, pudemos avaliar o lugar da medicina na formação do pensamento social brasileiro e como as ideias médicas e psicológicas foram utilizadas nos projetos de reforma educacional dos anos de 1920. Dentre os diversos nomes do período, aprofundamos o estudo na vida e algumas obras de Afrânio Peixoto, por compreender que o médico-político baiano foi figura central no trânsito entre as ideias médicas e psicológicas e as políticas educacionais no período. Pudemos entender de forma mais concreta o modo como campos diversos tais quais a Medicina, Psicologia e Educação participam ativamente dos mecanismos de justificação e naturalização dos processos de dominação que se reproduzem na sociedade brasileira. Dessa forma, destacamos que os processos de medicalização da educação no Brasil se apoiaram em instrumentos de violência e exclusão, imbricados com a produção de racismo e dominação de classe. |
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Dessa forma, destacamos que os processos de medicalização da educação no Brasil se apoiaram em instrumentos de violência e exclusão, imbricados com a produção de racismo e dominação de classe.The overall objective of this dissertation is to analyze the medical-psychological roots of hegemonic pedagogical ideas in Brazil, emphasizing how the medicalization of education significantly influenced the construction of the New School Movement and the direction of the country’s educational policies. Drawing on the reflections of Maria Helena Souza Patto, we seek to understand how certain medical and psychological ideas entered the Brazilian educational project from a historical perspective. Supported by Marx’s social theory, we analyze the processes of societal medicalization and their relationship with the genesis of capital and its forms of social mediation. We conclude that the medicalization of society plays a fundamental role in the emergence of racial theories and modern racism, serving as a guise for the ideology of colonialism. By studying the reception of foreign ideas in Brazil between the end of the Monarchy and the course of the First Republic, we were able to assess the role of medicine in the formation of Brazilian social thought and how medical and psychological ideas were utilized in educational reform projects during the 1920s. Among the various figures of the period, we delve deeper into the life and some works of Afrânio Peixoto, understanding that the Bahian physician-politician was a central figure in the intersection of medical and psychological ideas with educational policies at the time. We gained a more concrete understanding of how diverse fields such as Medicine, Psychology, and Education actively participate in the mechanisms of justification and naturalization of domination processes that are reproduced in Brazilian society. Thus, we highlight that the processes of medicalization of education in Brazil relied on instruments of violence and exclusion, interconnetected with the production of racism and class domination.porUniversidade Federal da BahiaPrograma de Pós-Graduação em Educação (PPGE) UFBABrasilFaculdade de EducaçãoMedicalization of educationRacismHistory of BrazilMarx’s social theoryAfrânio PeixotoCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::EDUCACAOMedicalização da educaçãoRacismoHistória do BrasilTeoria social de MarxAfrânio PeixotoAs raízes da medicalização da educação no Brasil: racismo e dominação de classe na Primeira RepúblicaMestrado Acadêmicoinfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionViégas, Lygia de SousaFontes, Virginia Maria Gomes de MattosFaustino, Deivison MendesGuimaraes, Rafael SiqueiraViégas, Lygia de Sousahttp://lattes.cnpq.br/7301281705577416Caires, Rômulo Henrique Novais Leiteinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFBAinstname:Universidade Federal da Bahia (UFBA)instacron:UFBAORIGINALRômulo Caires - As raízes da medicalização da educação no Brasil racismo e dominação de classe na Primeira República.pdfRômulo Caires - As raízes da medicalização da educação no Brasil racismo e dominação de classe na Primeira República.pdfapplication/pdf1146520https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/42087/1/R%c3%b4mulo%20Caires%20-%20As%20ra%c3%adzes%20da%20medicaliza%c3%a7%c3%a3o%20da%20educa%c3%a7%c3%a3o%20no%20Brasil%20racismo%20e%20domina%c3%a7%c3%a3o%20de%20classe%20na%20Primeira%20Rep%c3%bablica.pdfa81d58442856a4eb49b9d8a832fde22eMD51open accessLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain1720https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/42087/2/license.txtd9b7566281c22d808dbf8f29ff0425c8MD52open accessri/420872025-05-21 16:08:40.33open accessoai:repositorio.ufba.br:ri/42087TElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBhIGFwcmVzZW50YcOnw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBvIGF1dG9yIG91IHRpdHVsYXIgZG9zIGRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yIGNvbmNlZGUgYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgbyBkaXJlaXRvIG7Do28tZXhjbHVzaXZvIGRlIHJlcHJvZHV6aXIsIHRyYWR1emlyIChjb25mb3JtZSBkZWZpbmlkbyBhYmFpeG8pIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gKGluY2x1aW5kbyBvIHJlc3Vtbykgbm8gZm9ybWF0byBpbXByZXNzbyBlL291IGVsZXRyw7RuaWNvIGUgZW0gcXVhbHF1ZXIgbWVpbywgaW5jbHVpbmRvIG9zIGZvcm1hdG9zIMOhdWRpbyBlL291IHbDrWRlby4KCk8gYXV0b3Igb3UgdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IgY29uY29yZGEgcXVlIG8gUmVwb3NpdMOzcmlvIHBvZGUsIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gY29udGXDumRvLCB0cmFuc3BvciBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gcGFyYSBxdWFscXVlciBtZWlvIGUvb3UgZm9ybWF0byBwYXJhIGZpbnMgZGUgcHJlc2VydmHDp8OjbywgcG9kZW5kbyBtYW50ZXIgbWFpcyBkZSB1bWEgY8OzcGlhIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrdXAgZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvLiAKCk8gYXV0b3Igb3UgdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IgZGVjbGFyYSBxdWUgYSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIMOpIG9yaWdpbmFsIGUgcXVlIG7Do28sIHF1ZSBzZWphIGRlIHNldSBjb25oZWNpbWVudG8sIGluZnJpbmdlIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRlIG5pbmd1w6ltLgoKQ2FzbyBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgb2J0ZXZlIGEgcGVybWlzc8OjbyBpcnJlc3RyaXRhIGRvIGRldGVudG9yIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBwYXJhIGNvbmNlZGVyIGFvIFJlcG9zaXTDs3JpbyBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EgZSBxdWUgZXNzZSBtYXRlcmlhbCBkZSBwcm9wcmllZGFkZSBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbyBubyB0ZXh0byBvdSBubyBjb250ZcO6ZG8gZGEgcHVibGljYcOnw6NvIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhLgoKQ0FTTyBBIFBVQkxJQ0HDh8ODTyBPUkEgREVQT1NJVEFEQSBSRVNVTFRFIERFIFVNIFBBVFJPQ8ONTklPIE9VIEFQT0lPIERFIFVNQSBBR8OKTkNJQSBERSBGT01FTlRPIE9VIE9VVFJPIE9SR0FOSVNNTywgVk9Dw4ogREVDTEFSQSBRVUUgUkVTUEVJVE9VIFRPRE9TIEUgUVVBSVNRVUVSIERJUkVJVE9TIERFIFJFVklTw4NPLCBDT01PIFRBTULDiU0gQVMgREVNQUlTIE9CUklHQcOHw5VFUyBFWElHSURBUyBQT1IgQ09OVFJBVE8gT1UgQUNPUkRPLgoKTyBSZXBvc2l0w7NyaW8gc2UgY29tcHJvbWV0ZSBhIGlkZW50aWZpY2FyLCBjbGFyYW1lbnRlLCBvIChzKSBzZXUocykgbm9tZSAocykgb3UgbyAocykgbm9tZSAocykgZG8gKHMpIGRldGVudG9yIChlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBlIG7Do28gZmFyw6EgcXVhbHF1ZXIgYWx0ZXJhw6fDo28sIGFsw6ltIGRhcXVlbGFzIGNvbmNlZGlkYXMgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EuCg==Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufba.br/oai/requestrepositorio@ufba.bropendoar:19322025-05-21T19:08:40Repositório Institucional da UFBA - Universidade Federal da Bahia (UFBA)false |
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