Quem critica amigo é? Imagens do crítico na autoficção brasileira contemporânea
| Ano de defesa: | 2016 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Federal da Bahia
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| Programa de Pós-Graduação: |
Pós-Graduação em Literatura e Cultura (PPGLITCULT)
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| Departamento: |
Instituto de Letras
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufba.br/handle/ri/42118 |
Resumo: | O trabalho tem o intuito de perceber de que forma vêm sendo construídas as visões acerca do crítico na contemporaneidade. Para tanto, o corpus selecionado é composto de romances publicados de 2000 a 2010, em que comparece a imagem do crítico literário [Talk Show (2000), de Arnaldo Bloch, Fantasma (2001), de José Castello, Um beijo de Colombina (2003), de Adriana Lisboa, Cordilheira (2008), de Daniel Galera, e Chá das cinco com o vampiro (2010), de Miguel Sanches Neto]. As considerações se detêm em questões de ordem estética, social e cultural. Ter como fio condutor neste trabalho o exercício da crítica foi possível, em grande medida, porque a atividade do escritor no seu ambiente de criação e suas relações vieram à cena, através do formato autoficção. O crítico é desenhado, nos romances analisados, ao sabor das vantagens que receberá e dos inimigos que deve combater com os comentários negativos. A emoção é a guia de todas as resoluções, pois a imparcialidade e o uso de conhecimento técnico não são vistos como práticas primordiais das interpretações. Essa compreensão nos leva a perceber como é construído o terceiro ponto estudado desta tese: o da ordem do estereótipo. Mesmo tendo indícios da força criadora do trabalho crítico, ainda são reforçados discursos mitológicos que buscam apontar seus defeitos. Os enredos criados pelos autores aqui estudados reforçam justamente o que o ato crítico tem de mais reduzido e simplório: o poder do uso da palavra para expurgar apenas sentimentos de amizade ou inimizade. Ao longo da tese veremos, no entanto, que a atividade do crítico ganhou, com o passar do tempo, novos formatos e espaços, como a internet, além dos grandes jornais e das academias, mas a mediação permanece como seu grande trunfo até os dias atuais. |
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O crítico é desenhado, nos romances analisados, ao sabor das vantagens que receberá e dos inimigos que deve combater com os comentários negativos. A emoção é a guia de todas as resoluções, pois a imparcialidade e o uso de conhecimento técnico não são vistos como práticas primordiais das interpretações. Essa compreensão nos leva a perceber como é construído o terceiro ponto estudado desta tese: o da ordem do estereótipo. Mesmo tendo indícios da força criadora do trabalho crítico, ainda são reforçados discursos mitológicos que buscam apontar seus defeitos. Os enredos criados pelos autores aqui estudados reforçam justamente o que o ato crítico tem de mais reduzido e simplório: o poder do uso da palavra para expurgar apenas sentimentos de amizade ou inimizade. Ao longo da tese veremos, no entanto, que a atividade do crítico ganhou, com o passar do tempo, novos formatos e espaços, como a internet, além dos grandes jornais e das academias, mas a mediação permanece como seu grande trunfo até os dias atuais.The work aims to understand how being constructed views about criticism nowadays. Therefore, the selected corpus is composed of novels published from 2000 to 2010, in which appears the image of the literary critic [Talk Show (2000), Arnaldo Bloch, Fantasma (2001), José Castello, Um beijo de Colombina (2003), Adriana Lisboa, Cordilheira (2008), Daniel Galera, and Chá das cinco com o vampiro (2010), Miguel Sanches Neto]. The considerations hold for aesthetic reasons, to social and cultural. Having as a guide in this work the exercise of criticism was possible largely because the writer's activity in your environment creation and their relationship came to the scene through autofiction format. The critic is designed, in the analyzed novels, the taste of the benefits you will receive and the enemies who must fight with the negative comments. Emotion is the guide of all resolutions, for the impartiality and the use of technical knowledge are not seen as key practices of interpretations. This understanding leads us to realize how built the third point studied in this thesis: the order of the stereotype. Even with evidence of creative power of criticism work, they are further strengthened mythological discourses that seek their point defects. The plots created by the authors studied here just reinforce what the criticism act is most reduced and simple: the power of speaking to expunge only feelings of friendship or enmity. Throughout the thesis we will see, however, that the criticism activity gained, over time, new shapes and spaces, such as the Internet, in addition to major newspapers and academies, but mediation remains his great asset to the days current.porUniversidade Federal da BahiaPós-Graduação em Literatura e Cultura (PPGLITCULT) UFBABrasilInstituto de LetrasLiterary criticismContemporary literatureFigurations criticism workCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTESCrítica literáriaLiteratura contemporâneaFigurações do trabalho do críticoQuem critica amigo é? Imagens do crítico na autoficção brasileira contemporâneaDoutoradoinfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionLima, Rachel EstevesLima, Rachel EstevesCardoso, Marília RothierCoelho, Sandra StraccialanoVieira, Nancy Rita FerreiraSantos, Alvanita Almeidahttp://lattes.cnpq.br/7938115252984282Assis, Jamille Maria Nascimento deinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFBAinstname:Universidade Federal da Bahia (UFBA)instacron:UFBAORIGINALFicha Catalográfica _ Jamille Assis.pdfFicha Catalográfica _ Jamille Assis.pdfapplication/pdf1976https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/42118/1/Ficha%20Catalogr%c3%a1fica%20_%20Jamille%20Assis.pdf4fedc3365e6d685b9445fbcfc3cf57d5MD51open accessTESE Jamille Maria Nascimento de Assis.pdfTESE Jamille Maria Nascimento de Assis.pdfapplication/pdf1816051https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/42118/2/TESE%20Jamille%20Maria%20Nascimento%20de%20Assis.pdf63228e5ac1ad1f87a23727779f379ea9MD52open accessAta assinada.pdfAta assinada.pdfapplication/pdf580335https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/42118/3/Ata%20assinada.pdf12d98ced5326076e23ddb4af75163820MD53open accessLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain1720https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/42118/4/license.txtd9b7566281c22d808dbf8f29ff0425c8MD54open accessri/421182025-05-25 23:14:59.537open accessoai:repositorio.ufba.br:ri/42118TElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBhIGFwcmVzZW50YcOnw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBvIGF1dG9yIG91IHRpdHVsYXIgZG9zIGRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yIGNvbmNlZGUgYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgbyBkaXJlaXRvIG7Do28tZXhjbHVzaXZvIGRlIHJlcHJvZHV6aXIsIHRyYWR1emlyIChjb25mb3JtZSBkZWZpbmlkbyBhYmFpeG8pIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gKGluY2x1aW5kbyBvIHJlc3Vtbykgbm8gZm9ybWF0byBpbXByZXNzbyBlL291IGVsZXRyw7RuaWNvIGUgZW0gcXVhbHF1ZXIgbWVpbywgaW5jbHVpbmRvIG9zIGZvcm1hdG9zIMOhdWRpbyBlL291IHbDrWRlby4KCk8gYXV0b3Igb3UgdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IgY29uY29yZGEgcXVlIG8gUmVwb3NpdMOzcmlvIHBvZGUsIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gY29udGXDumRvLCB0cmFuc3BvciBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gcGFyYSBxdWFscXVlciBtZWlvIGUvb3UgZm9ybWF0byBwYXJhIGZpbnMgZGUgcHJlc2VydmHDp8OjbywgcG9kZW5kbyBtYW50ZXIgbWFpcyBkZSB1bWEgY8OzcGlhIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrdXAgZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvLiAKCk8gYXV0b3Igb3UgdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IgZGVjbGFyYSBxdWUgYSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIMOpIG9yaWdpbmFsIGUgcXVlIG7Do28sIHF1ZSBzZWphIGRlIHNldSBjb25oZWNpbWVudG8sIGluZnJpbmdlIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRlIG5pbmd1w6ltLgoKQ2FzbyBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgb2J0ZXZlIGEgcGVybWlzc8OjbyBpcnJlc3RyaXRhIGRvIGRldGVudG9yIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBwYXJhIGNvbmNlZGVyIGFvIFJlcG9zaXTDs3JpbyBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EgZSBxdWUgZXNzZSBtYXRlcmlhbCBkZSBwcm9wcmllZGFkZSBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbyBubyB0ZXh0byBvdSBubyBjb250ZcO6ZG8gZGEgcHVibGljYcOnw6NvIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhLgoKQ0FTTyBBIFBVQkxJQ0HDh8ODTyBPUkEgREVQT1NJVEFEQSBSRVNVTFRFIERFIFVNIFBBVFJPQ8ONTklPIE9VIEFQT0lPIERFIFVNQSBBR8OKTkNJQSBERSBGT01FTlRPIE9VIE9VVFJPIE9SR0FOSVNNTywgVk9Dw4ogREVDTEFSQSBRVUUgUkVTUEVJVE9VIFRPRE9TIEUgUVVBSVNRVUVSIERJUkVJVE9TIERFIFJFVklTw4NPLCBDT01PIFRBTULDiU0gQVMgREVNQUlTIE9CUklHQcOHw5VFUyBFWElHSURBUyBQT1IgQ09OVFJBVE8gT1UgQUNPUkRPLgoKTyBSZXBvc2l0w7NyaW8gc2UgY29tcHJvbWV0ZSBhIGlkZW50aWZpY2FyLCBjbGFyYW1lbnRlLCBvIChzKSBzZXUocykgbm9tZSAocykgb3UgbyAocykgbm9tZSAocykgZG8gKHMpIGRldGVudG9yIChlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBlIG7Do28gZmFyw6EgcXVhbHF1ZXIgYWx0ZXJhw6fDo28sIGFsw6ltIGRhcXVlbGFzIGNvbmNlZGlkYXMgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EuCg==Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufba.br/oai/requestrepositorio@ufba.bropendoar:19322025-05-26T02:14:59Repositório Institucional da UFBA - Universidade Federal da Bahia (UFBA)false |
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