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Características fisiológicas da tolerância à dessecação em Barbacenia Graminifolia L.B.SM. (VELLOZIACEAE)

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2016
Autor(a) principal: Nascimento, Alex do
Orientador(a): Centeno, Danilo da Cruz
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal do ABC
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Evolução e Diversidade
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Link de acesso: http://biblioteca.ufabc.edu.br/index.php?codigo_sophia=100984&midiaext=72324
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Resumo: O conhecimento sobre padrões de distribuição das espécies é crucial para estratégias de manejo e conservação. "Leis" biogeogrsas unidades geopolíticas, desde a escala de países até estados e cidades. Tal cenário de informação abundante é similar em poucos grupos taxonômicos (e.g. mamíferos e plantas vasculares), restringindo uma avaliação ampla da estrutura temporal e espacial das comunidades bióticas. A massa crescente de registros georreferenciados (i.e. uma observação particular de um espécime pertencente a uma espécie e associada a um par de coordenadas geográficas) poderia aumentar a acurácia de estudos envolvendo padrões descritos acima, mas estes registros também são limitados a poucos táxons e áreas amostradas. Este trabalho empregou listas de espécies de aves (do sítio Avibase) como unidades amostrais (UAs) em níveis geopolíticos distintos (países, estados e cidades) para descrever a REA e o GLR em escala global. As UAs do primeiro nível (países) de LIS (banco de dados baseado em listas de espécies) cobriram quase toda extensão de terras emersas, englobando cerca de 98% das 10.405 espécies de aves conhecidas. No terceiro nível de LIS (cidades), com apenas um milésimo do território emerso, aproximadamente metade das espécies foi amostrada. LIS também foi comparado a bancos de dados oriundos de registros georreferenciados dos sítios eBird e GBIF usando (i) as mesmas fronteiras geopolíticas como delimitadores das UAs (banco de dados GEO) e (ii) UAs com tamanho e forma circular fixos (banco de dados FIX). Valores elevados de riqueza para um dado nível geopolítico foram detectados em LIS, estando associados a variâncias reduzidas para o indicador biológico neste banco de dados. Por meio da análise de regressão linear, os três bancos de dados apresentaram curvas significantes para REA. A inclinação destas curvas não diferiu entre os níveis em LIS e GEO nem entre os níveis correspondentes destes dois bancos de dados (exceto para o nível 1). O GLR foi evidenciado em LIS (todos os níveis) e GEO (níveis 1 e 3), mas não em FIX. O efeito latitudinal contribuiu com uma fração reduzida da variância explicada da riqueza, quando comparado ao efeito da área, utilizando-se apenas esses dois fatores explanatórios numa análise de regressão múltipla. Essa contribuição relativa foi menor nos primeiros níveis de LIS e GEO. Todos os níveis dos bancos de dados possuem um componente robusto da proximidade geográfica entre UAs na similaridade entre faunas: ele reflete quase que indistintamente a estrutura da comunidade para todo o planeta. Os resultados indicam que listas de espécies disponíveis são ferramentas poderosas para a avaliação de padrões na distribuição da biodiversidade, independentemente da escala amostral. Lacunas regionais e locais nos levantamentos podem ser identificadas e preenchidas, para estender tais explanações a outros táxons além das aves. Registros massivos de locação precisa de espécies poderiam possibilitar descrições mais acuradas destes e de outros padrões biogeográficos, inclusive em escalas inferiores.
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