Afinal, ascídias são palatáveis ou não? Revisão sistemática sobre o efeito da predação sobre ascídias

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2022
Autor(a) principal: Silva, Júlio Henrique Garcia da
Orientador(a): Dias, Gustavo Muniz
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal do ABC
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Evolução e Diversidade
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Link de acesso: http://biblioteca.ufabc.edu.br/index.php?codigo_sophia=124340&midiaext=80833
Resumo: Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de São Paulo
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spelling info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisAfinal, ascídias são palatáveis ou não? Revisão sistemática sobre o efeito da predação sobre ascídias2022-09-08Dias, Gustavo MunizSilva, Júlio Henrique Garcia daUniversidade Federal do ABCPrograma de Pós-Graduação em Evolução e DiversidadeUFABCporTUNICATACOMUNIDADE BÊNTICADEFESAPALATABILIDADEECOLOGIA MARINHABENTHIC COMMUNITYDEFENCEPALATABILITYMARINE ECOLOGYPROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EVOLUÇÃO E DIVERSIDADE - UFABCFundação de Amparo a Pesquisa do Estado de São PauloCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nivel SuperiorA predação é um tipo de interação que molda as populações e comunidades de seres vivos. Nos ambientes marinhos, os diversos predadores controlam as populações de organismos sésseis, de forma a afetar a sua abundância, dominância e até mesmo diversidade, todavia, as presas possuem diversas estratégias para minimizarem os efeitos da predação, e assim sobreviverem. As ascídias (filo Chordata, classe Ascidiacea) são exemplos de animais que adotaram muitas estratégias para sobreviver à predação e dominar as comunidades onde estão inseridas. Nessas quase 3000 espécies descritas até hoje, existem defesas químicas, físicas, ou mesmo a adoção da colonialidade como forma de escapar da predação de forma temporal ou espacial. Diversos estudos buscaram evidenciar a impalatabilidade das ascídias, principalmente através de defesas químicas em experimentos de palatabilidade feitos com iscas ou pedaços de animais, contudo, experimentos de exclusão de predação feitos em campo mostram que, quando expostas a predação, as ascídias são quase totalmente predadas por muitos tipos de predadores. Baseados nesses resultados tão contrastantes, realizamos uma meta-análise utilizando as bases de dados Web of Science e Scopus, a fim de compreender melhor e identificar os fatores que regulam o funcionamento dos sistemas de defesa anti-predação em ascídias. Nossos resultados sugerem que a eficácia das defesas de ascídias depende do tipo de experimento realizado, da identidade dos predadores e do local onde o experimento foi conduzido, mas é pouco influenciada pela socialidade. Poucas espécies possuem estratégias eficazes contra predadores, e seu sucesso depende dos tipos de predadores. O local de realização do trabalho e o tipo de experimento influenciaram bastante a eficácia da defesa de ascídias, de forma que os trabalhos que utilizaram animais in natura e em campo evidenciaram com mais frequência as defesas de ascídias do que aqueles feitos com extratos químicos em condições controladas de laboratório, ou os trabalhos de predação na comunidade feitos em campo. Faltam trabalhos feitos em campo e que avaliem a predação das ascídias nas comunidades de substrato natural ou mesmo artificial.http://biblioteca.ufabc.edu.br/index.php?codigo_sophia=124340&midiaext=80833application/pdfreponame:Repositório Institucional da UFABCinstname:Universidade Federal do ABC (UFABC)instacron:UFABCinfo:eu-repo/semantics/openAccess2026-01-15T22:02:34Zoai:BDTD:124340Repositório InstitucionalPUBhttp://www.biblioteca.ufabc.edu.br/oai/oai.phpopendoar:2023-06-19T19:46:19Repositório Institucional da UFABC - Universidade Federal do ABC (UFABC)false
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