Hidrocarbonetos (C6-C11) : fontes, reatividade e concentrações atmosféricas na área de influência do Polo Petroquímico de Capuava, Região do Grande ABC
| Ano de defesa: | 2018 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal do ABC
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia/Química
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
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Resumo: | As concentrações dos compostos orgânicos voláteis (COV) nos centros urbanos são provenientes da exaustão do motor de veículos e/ou de processos industriais e evaporação de solventes. Juntamente com os óxidos de nitrogênio (NOx = NO + NO2), os COV são precursores do ozônio troposférico (O3), que é formado a partir de processos fotoquímicos. A Região do Grande ABC (RGABC), São Paulo, Brasil, apresenta peculiaridades, pois além de uma grande frota veicular também possui forte caráter industrial, com a presença do Polo Petroquímico de Capuava, na divisa das cidades de Mauá e Santo André. Este Polo apresenta características especiais em relação aos demais distribuídos pelo Brasil, pois é o único com a localização no entorno de uma área residencial e urbana densamente ocupada. Um estudo de 15 anos mostrou que houve um aumento na incidência de Tireoidite Crônica Autoimune (TCA) em indivíduos que moram nos arredores deste Polo, sugerindo que fatores ambientais, incluindo agentes químicos poluidores, poderiam ser a causa. No Brasil apesar dos conhecidos efeitos adversos à saúde, não há padrão de qualidade do ar para os COV, bem como avaliações de suas características ou concentrações. Neste contexto, este trabalho tem como objetivo determinar as concentrações dos hidrocarbonetos, HC (C6-C11), na região do entorno do Polo, sob diferentes condições meteorológicas. As amostras de ar foram coletadas em tubos TENAX e, em seguida, analisadas por cromatografia gasosa com detector de ionização de chama (GCFID). As coletas de amostras de ar foram horárias em períodos que variaram entre 08:00 e 22:00h. O total de 91 amostras foram coletadas em 5 campanhas nas seguintes datas: 05/07/2016; 19/08/2016; 16/11/2016; 23/11/2016; 28/11/2016; 09/12/2016; 28/03/2017; 03/05/2017; 14/07/2017 e 17/07/2017. E em dois pontos, sendo P1 uma área urbana sob a influência das emissões industriais (Universidade Federal do ABC) e P2 uma área urbana e industrial (Escola Estadual Beneraldo de Toledo Piza). Os resultados mostraram que o cis-2-hexeno (1,80 ± 1,20 ppb) e o n-undecano (0,52 ± 0,51 ppb) apresentaram as maiores concentrações médias, seguido do grupo BTEX, sendo o tolueno (1,55 ± 0,66 ppb) e o m+p-xileno (1,22 ± 0,55 ppb) com as maiores concentrações. A análise combinada das concentrações medidas e dos parâmetros meteorológicos mostrou que a circulação da brisa marítima desempenha um papel fundamental na dispersão desses poluentes na região. |
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info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisHidrocarbonetos (C6-C11) : fontes, reatividade e concentrações atmosféricas na área de influência do Polo Petroquímico de Capuava, Região do Grande ABC2018-01-31Boian, CláudiaCoelho, Monique SilvaUniversidade Federal do ABCPrograma de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia/QuímicaUFABCporCOMPOSTOS ORGESPAÇO URBANOQUALIDADE DO ARVOLATILE ORGANIC COMPOUNDSURBAN AND INDUSTRIAL AREAAIR QUALITYPROGRAMA DE PAs concentrações dos compostos orgânicos voláteis (COV) nos centros urbanos são provenientes da exaustão do motor de veículos e/ou de processos industriais e evaporação de solventes. Juntamente com os óxidos de nitrogênio (NOx = NO + NO2), os COV são precursores do ozônio troposférico (O3), que é formado a partir de processos fotoquímicos. A Região do Grande ABC (RGABC), São Paulo, Brasil, apresenta peculiaridades, pois além de uma grande frota veicular também possui forte caráter industrial, com a presença do Polo Petroquímico de Capuava, na divisa das cidades de Mauá e Santo André. Este Polo apresenta características especiais em relação aos demais distribuídos pelo Brasil, pois é o único com a localização no entorno de uma área residencial e urbana densamente ocupada. Um estudo de 15 anos mostrou que houve um aumento na incidência de Tireoidite Crônica Autoimune (TCA) em indivíduos que moram nos arredores deste Polo, sugerindo que fatores ambientais, incluindo agentes químicos poluidores, poderiam ser a causa. No Brasil apesar dos conhecidos efeitos adversos à saúde, não há padrão de qualidade do ar para os COV, bem como avaliações de suas características ou concentrações. Neste contexto, este trabalho tem como objetivo determinar as concentrações dos hidrocarbonetos, HC (C6-C11), na região do entorno do Polo, sob diferentes condições meteorológicas. As amostras de ar foram coletadas em tubos TENAX e, em seguida, analisadas por cromatografia gasosa com detector de ionização de chama (GCFID). As coletas de amostras de ar foram horárias em períodos que variaram entre 08:00 e 22:00h. O total de 91 amostras foram coletadas em 5 campanhas nas seguintes datas: 05/07/2016; 19/08/2016; 16/11/2016; 23/11/2016; 28/11/2016; 09/12/2016; 28/03/2017; 03/05/2017; 14/07/2017 e 17/07/2017. E em dois pontos, sendo P1 uma área urbana sob a influência das emissões industriais (Universidade Federal do ABC) e P2 uma área urbana e industrial (Escola Estadual Beneraldo de Toledo Piza). Os resultados mostraram que o cis-2-hexeno (1,80 ± 1,20 ppb) e o n-undecano (0,52 ± 0,51 ppb) apresentaram as maiores concentrações médias, seguido do grupo BTEX, sendo o tolueno (1,55 ± 0,66 ppb) e o m+p-xileno (1,22 ± 0,55 ppb) com as maiores concentrações. A análise combinada das concentrações medidas e dos parâmetros meteorológicos mostrou que a circulação da brisa marítima desempenha um papel fundamental na dispersão desses poluentes na região.http://biblioteca.ufabc.edu.br/index.php?codigo_sophia=109147&midiaext=75636http://biblioteca.ufabc.edu.br/index.php?codigo_sophia=109147&midiaext=75636/index.php?codigo_sophia=109147&midiaext=75635application/pdfapplication/pdfreponame:Repositório Institucional da UFABCinstname:Universidade Federal do ABC (UFABC)instacron:UFABCinfo:eu-repo/semantics/openAccess2026-01-15T21:39:38Zoai:BDTD:109147Repositório InstitucionalPUBhttp://www.biblioteca.ufabc.edu.br/oai/oai.phpopendoar:2018-06-22T15:44:16Repositório Institucional da UFABC - Universidade Federal do ABC (UFABC)false |
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