Toxina da salsa (Ipomoea asarifolia R. et Schult.): aspectos bioquímicos, estruturais, funcionais e potencial biotecnológico

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2001
Autor(a) principal: Santos, Lúcia de Fátima Lopes dos
Orientador(a): Vasconcelos, Ilka Maria
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/71266
Resumo: Este documento está disponível online com base na Portaria nº 348, de 08 de dezembro de 2022, disponível em: https://biblioteca.ufc.br/wp-content/uploads/2022/12/portaria348-2022.pdf, que autoriza a digitalização e a disponibilização no Repositório Institucional (RI) da coleção retrospectiva de TCC, dissertações e teses da UFC, sem o termo de anuência prévia dos autores. Em caso de trabalhos com pedidos de patente e/ou de embargo, cabe, exclusivamente, ao autor(a) solicitar a restrição de acesso ou retirada de seu trabalho do RI, mediante apresentação de documento comprobatório à Direção do Sistema de Bibliotecas.
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spelling Santos, Lúcia de Fátima Lopes dosVasconcelos, Ilka Maria2023-03-10T19:27:39Z2023-03-10T19:27:39Z2001SANTOS, Lúcia de Fátima Lopes dos. Toxina da salsa (Ipomoea asarifolia R. et Schult.): aspectos bioquímicos, estruturais, funcionais e potencial biotecnológico. 2001. Tese (Doutorado em Bioquímica) – Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2001.http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/71266Este documento está disponível online com base na Portaria nº 348, de 08 de dezembro de 2022, disponível em: https://biblioteca.ufc.br/wp-content/uploads/2022/12/portaria348-2022.pdf, que autoriza a digitalização e a disponibilização no Repositório Institucional (RI) da coleção retrospectiva de TCC, dissertações e teses da UFC, sem o termo de anuência prévia dos autores. Em caso de trabalhos com pedidos de patente e/ou de embargo, cabe, exclusivamente, ao autor(a) solicitar a restrição de acesso ou retirada de seu trabalho do RI, mediante apresentação de documento comprobatório à Direção do Sistema de Bibliotecas.1pomoea asarifolia (salsa) is a member of the family Convolvulaceae with wide distribution throughout Northern Brazil and represents an alternative food for ruminant animals during drought periods. However some toxic symptoms have been observed in goats after feeding the leaves of this plant. In a search for a substance that could be responsible for these adverse effects we have purified a toxic and hemagglutinating protein from salsa. Fresh leaves were ground to a fine powder in liquid nitrogen, extracted by treatment with 25 mM Tris HCI, pH 7.5, containing 5 mM DTT and 3% PVP (1:3, w/v) and stirred for 2 h, at 4 °C. The suspension was filtered through a nylon cloth and then centrifuged at 10,000 x g, for 30 min, at 4 °C. The toxic lectin, named LTS, was purified from the crude extract by ammonium sulfate fractionation, ion exchange (DEAE-cellulose) and affinity (fetuin Sepharose-4B) chromatographies. The apparent molecular mass determined by gel filtration in Sephadex G-100, at pH 7.5, was 40.5 kDa, whereas by SDS-PAGE it was 44.0 kDa. Mass spectroscopy analysis resolved LTS in two peaks of 38.5 kDa and 19.3 kDa. LTS is a glycoprotein (4.4% carbohydrates) composed of mannose (29.2%), fucose (27.0%), N-acetyl-D-glucosamine (23.6%), and xylose (20.2%). The amino acid composition revealed to be LTS rich in Asp/Asn and Glu/GIn. The pl found for LTS was 5.7, and NGXIATLSLIPY was its NH2-terminal sequence. The toxic lectin was relatively heat stable, requiring about 93.36 kJ/mol of free energy for initiation of the denaturating process. The absorption spectrum showed maximum at 280 nm, with ci%i cm of 4.8. The lectin was a potent agglutinin for rabbit erythrocytes, reacted against horse and ovine red cells, but it was inactive against cow, sheep, goat, dog, and human erythrocytes. Hemagglutination of rabbit erythrocytes was inhibited by fetuin (39.1 µg/mI), avidin (312.5 µg/ml), and N-acetyl-D-neuraminic acid (965.6 p.g/ml). This lectin was also highly toxic to mice upon intravenous injection (LD50 0.22 mgP/kg body weight) producing dyspnoea, tonic-clonic convulsions and flaccid paralysis prior to death, being this toxic activity dependent on free sulfydryl groups. The feeding trials conducted with female mice intubated with the fraction (Faso%) obtained by fractionation of the leaf crude extract with 0-30% solid ammonium sulfate, which is LTS rich, induced stunted growth of the animals compared to those intubated with 150 mM NaCI (control). The litter was similarly affected by drinking the milk, which apparently carries the toxic principle. The FO-30% had insecticidal action against the larvae of the bruchid beetle (Callosobruchus maculates), which spoiled the storage cowpea [Vigna unguiculata (L.) Walp.], suggesting a defensive physiological role for LTS.Ipomoea asarifolia (salsa) é uma espécie pertencente à família Convolvulaceae largamente distribuída no Nordeste do Brasil, representando uma fonte alternativa de alimento para os ruminantes, principalmente no período da seca. Todavia, alguns sintomas tóxicos foram observados em cabras após o consumo de folhas de salsa. Na busca da substância responsável pelos efeitos adversos, uma proteína com atividades tóxica e hemaglutinante foi purificada. Folhas recém coletadas foram maceradas na presença de nitrogênio líquido, sendo a farinha obtida extraída com Tris-HCI, 25 mM, pH 7,5, contendo DTT 5 mM e PVP 3% (w/v), por 2 h sob agitação, a 4 °C. A suspensão foi filtrada em pano de trama fina e centrifugada a 10.000 x g, por 30 min, a 4 °C. A lectina tóxica da salsa, denominada LTS, foi purificada do extrato bruto por fracionamento com sulfato de amônio, cromatografias de troca iõnica (DEAE-celulose) e de afinidade (Sepharose 4B-fetuína). A massa molecular aparente determinada por filtração em gel em coluna de Sephadex G-100 foi 40,5 kDa, enquanto por PAGE-SDS a massa encontrada foi 44,0 kDa. Análise por espectroscopia de massa resolveu a LTS em dois picos, de 38,5 kDa e 19,3 kDa. LTS se mostrou como uma glicoproteína (4,4% carboidratos) composta de manose (29,2%), fucose (27,0%), N-acetil-Dglucosamina (23,6%) e xilose (20,2%). A composição de aminoácidos revelou ser a LTS uma proteína rica em Asp/Asn e Glu/Gln. O pl dessa proteína foi 5,7 e a seqüência NH2-terminal encontrada foi NGXIATLSLIPY. A lectina tóxica foi relativamente termoestável, necessitando de uma energia livre em torno de 93,36 kJ/mol para iniciar o processo de desnaturação. O espectro de absorção mostrou uma leitura máxima em 280 nm, com coeficiente de extinção (81%1 cm) de 4,8. A lectina se mostrou uma potente aglutinina para eritrócitos de coelho, reagindo com células vermelhas de cavalo e ovelha, mas foi inativa frente a eritrócitos de boi, carneiro, cabra, cachorro e do homem. A aglutinação de eritrócitos de coelho foi inibida por fetuína (39,1 µg/ml), avidina (312,5 µg/ml) e ácido N-acetil-D-neuramínico (965,6 µg/ml). Essa lectina foi altamente tóxica para camundongos por via intravenosa (DL50 0,22 mgP/kg de peso corpóreo) produzindo dispnéia, convulsões tônico-clônicas e paralisia flácida, precedendo a morte dos animais, sendo essa atividade dependente de grupos sulfidrilas livres. Experimentos nutricionais conduzidos em camundongo fêmeas intubadas com a fração (Falo%), obtida por fracionamento do extrato bruto com 0-30% de sulfato de amônio sólido, que é rica em LTS, induziu um retardamento no crescimento dos animais quando comparados com aqueles intubados com NaCI 150 mM (controle). Os filhotes lactentes foram similarmente afetados pelo consumo do leite, que aparentemente veicula o princípio tóxico. A F0-30% teve ação inseticida contra larvas do gorgulho (Callosobruchus maculatus), que ataca o feijão-de-corda ou caupi [Vigna unguiculata (L.) Walp.], particularmente quando armazenado. Este resultado sugere para a LTS um papel fisiológico de defesa.Salsa - ToxicologiaToxina da salsa (Ipomoea asarifolia R. et Schult.): aspectos bioquímicos, estruturais, funcionais e potencial biotecnológicoinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisporreponame:Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC)instname:Universidade Federal do Ceará (UFC)instacron:UFCinfo:eu-repo/semantics/openAccessORIGINAL2001_tese_lflsantos.pdf2001_tese_lflsantos.pdfapplication/pdf70335611http://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/71266/3/2001_tese_lflsantos.pdf9b3cee1a256fc88b44e747ec371221a2MD53LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748http://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/71266/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52riufc/712662024-12-04 10:48:33.979oai:repositorio.ufc.br:riufc/71266Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Repositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.ufc.br/ri-oai/requestbu@ufc.br || repositorio@ufc.bropendoar:2024-12-04T13:48:33Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC) - Universidade Federal do Ceará (UFC)false
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