Panorama da Doença de Chagas em um município do Ceará: soroepidemiologia em humanos e animais domésticos e índice de infecção em triatomíneos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2018
Autor(a) principal: Fidalgo, Arduína Sofia Ortet de Barros Vasconcelos
Orientador(a): Maria de Fátima, Oliveira
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/33372
Resumo: Mesmo após mais de cem anos de sua descoberta, a DC segue como problema de saúde pública em todos os países da América Latina. Existem aproximadamente cerca de 5,7 milhões de pessoas infectadas com a doença em 21 paises da América Latina, mais de 6 milhões no mundo e estima-se que 70 milhões de pessoas estejam em risco de contrarir a doença e que cerca de 7 mil pessoas morrem pela doença anualmente nessa região. Este trabalho tem como objetivo investigar infecção chagásica na população e nos animais domésticos e índice de infecção nos triatomíneos do município de Quixeré-CE. Foram incluídos no estudo indivíduos acima de dois anos de idade, animais domésticos cães e gatos que estavam no momento da visita ao domicílio, que o proprietário autorizou a coleta e todos os triatomíneos capturados no período de 2012 a 2015. Os dados dos triatomíneos foram obtidos através de consulta aos arquivos do PCDCh do NUVET/SESA de 2012 a 2015. As coletas de amostras da população e dos animais foram realizadas no período de janeiro a abril de 2015 e a determinação da infecção chagásica humana por três testes diferentes (HAI, IFI e ELIZA) e nos animais a infecção chagásica foi determinada por IFI (em cães e gatos) e leishimaniose visceral canina por ELIZA. Foram capturados um total de 1. 347 exemplares de triatomíneos no período de estudo, com predomínio no peridomicilio e no estado evolutivo de ninfa T. brasiliensis, e segunda espécie mais capturada o T. pseudomaculata. Foram examinados 92,50% dos triatomíneos capturados, e 35 (2,80%) espéciemes foram positivos para T. cruzi. Um total de 348 individuos participaram do estudo, tendo encontrado 13 positivos para a infecção chagásica. Desses que foram positivos, a maioria era masculino, apartir dos 40 anos de idade, com renda familiar até 2 salários mínimos, com escolaridade até ensino fundamental incompleto, naturais de Quixeré e agricultor. A maioria possui boas condições de moradia com energia eléctrica, água encanada e sem rede de esgoto. Quase todos já moraram em casa de taipa, nunca recebram doação de sangue, conhecem o barbeiro e quando o encontram em casa o matam. Do estudo de animais foram pesquisadas 106 casas. Dessas casas a maioria era de tijolo com reboco, teto de telha, piso de cimento e galinheiro no peridomicilio. Dos 125 cães existentes nas residências, 110 foram estudados, sendo 39 (35,45%) verdadeiramente positivos para Chagas e 3 (2,70) verdadeiramente positivos para Leishmaniose Visceral Canina. Em relação aos gatos, somente 32 dos 77 foram estudados porque não foi possível imobiliza-los. Encontrou-se infeção chagásica em 8 (25,00%) gatos. Com base nos resultados, pode-se concluir que a área rural estudada apresenta potencial risco de transmissão vetorial de DC, mediante a presença de uma variedade de anexos no ambiente peridomiciliar com condições adequada para o abrigo de triatomíneos e pelo alto índice de animais infectados por T.cruzi na região semiárida do Ceará
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Existem aproximadamente cerca de 5,7 milhões de pessoas infectadas com a doença em 21 paises da América Latina, mais de 6 milhões no mundo e estima-se que 70 milhões de pessoas estejam em risco de contrarir a doença e que cerca de 7 mil pessoas morrem pela doença anualmente nessa região. Este trabalho tem como objetivo investigar infecção chagásica na população e nos animais domésticos e índice de infecção nos triatomíneos do município de Quixeré-CE. Foram incluídos no estudo indivíduos acima de dois anos de idade, animais domésticos cães e gatos que estavam no momento da visita ao domicílio, que o proprietário autorizou a coleta e todos os triatomíneos capturados no período de 2012 a 2015. Os dados dos triatomíneos foram obtidos através de consulta aos arquivos do PCDCh do NUVET/SESA de 2012 a 2015. As coletas de amostras da população e dos animais foram realizadas no período de janeiro a abril de 2015 e a determinação da infecção chagásica humana por três testes diferentes (HAI, IFI e ELIZA) e nos animais a infecção chagásica foi determinada por IFI (em cães e gatos) e leishimaniose visceral canina por ELIZA. Foram capturados um total de 1. 347 exemplares de triatomíneos no período de estudo, com predomínio no peridomicilio e no estado evolutivo de ninfa T. brasiliensis, e segunda espécie mais capturada o T. pseudomaculata. Foram examinados 92,50% dos triatomíneos capturados, e 35 (2,80%) espéciemes foram positivos para T. cruzi. Um total de 348 individuos participaram do estudo, tendo encontrado 13 positivos para a infecção chagásica. Desses que foram positivos, a maioria era masculino, apartir dos 40 anos de idade, com renda familiar até 2 salários mínimos, com escolaridade até ensino fundamental incompleto, naturais de Quixeré e agricultor. A maioria possui boas condições de moradia com energia eléctrica, água encanada e sem rede de esgoto. Quase todos já moraram em casa de taipa, nunca recebram doação de sangue, conhecem o barbeiro e quando o encontram em casa o matam. Do estudo de animais foram pesquisadas 106 casas. Dessas casas a maioria era de tijolo com reboco, teto de telha, piso de cimento e galinheiro no peridomicilio. Dos 125 cães existentes nas residências, 110 foram estudados, sendo 39 (35,45%) verdadeiramente positivos para Chagas e 3 (2,70) verdadeiramente positivos para Leishmaniose Visceral Canina. Em relação aos gatos, somente 32 dos 77 foram estudados porque não foi possível imobiliza-los. Encontrou-se infeção chagásica em 8 (25,00%) gatos. 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