A atuação da CUT no processo de expansão do cooperativismo no Brasil: construção de uma estratégia de enfrentamento ao capital ou uma alternativa ao desemprego?
| Ano de defesa: | 2012 |
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| Link de acesso: | http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/3220 |
Resumo: | O movimento cooperativista nasceu no século XIX como estratégia dos trabalhadores para o enfrentamento à exploração engendrada pelo capitalismo industrial. Experimentou importante crescimento até meados do Século XX quando passou por um declínio no período chamado de os anos gloriosos do capitalismo. Com o advento da crise estrutural capitalista, nos anos de 1970, tem-se um novo surto expansionista das cooperativas nas economias periféricas, atraindo, desta feita, interesses não apenas das organizações dos trabalhadores, mas também de agentes ligados ao capital. No Brasil, a expansão das cooperativas nas últimas duas décadas é ilustrativa dessa tendência, pois, aqui, os agentes fomentadores e apoiadores destas iniciativas vão desde organizações sindicais, associações comunitárias e movimentos sociais, passando por um setor do empresariado e pela intervenção do Estado. A suposta convergência em torno do cooperativismo apresenta-se como um desafio ao estudo, pois ela congrega interesses contraditórios, o que tem implicações na natureza e finalidades reais do movimento cooperativista atual. Esta pesquisa se fez com o objetivo de investigar as contradições existentes por trás e à base desse consenso, tendo como objeto de análise empírica a intervenção da Central Única dos Trabalhadores (CUT) nessa seara. A caracterização do contexto histórico recente conduz ao entendimento de que o cooperativismo se apresenta, de um lado, como reação dos trabalhadores ao rebaixamento das condições gerais de existência e, de outro, como forma de diminuição dos custos do trabalho para as empresas e de administração do conflito social com vista à governabilidade para os governos. No exame do projeto cutista, procura-se demonstrar quais finalidades orientam a intervenção da Central: trata-se de uma linha de ação articulada com a estratégia de enfrentamento do capitalismo ou de uma ação de enfrentamento às mazelas causadas pelo desemprego? Quais implicações das práticas cutistas na área do cooperativismo para o processo de organização e formação da consciência de classe dos trabalhadores? A apreensão do objeto fundamentou-se no exame de literatura especializada, na análise de dados estatísticos e no estudo das resoluções dos congressos nacionais da CUT. Constatou-se que o projeto cutista atribui ao cooperativismo função central na geração de trabalho e renda, criando novas demandas para a atuação sindical na área; que não se estabelece vinculação entre o cooperativismo e estratégias mais amplas de enfrentamento do capitalismo; que a intervenção junto ao cooperativismo não contempla um processo educativo voltado para a promoção da consciência de classe dos trabalhadores. |
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Dissertação (Mestrado em Educação) – Universidade Federal do Ceará, Faculdade de Educação, Programa de Pós-Graduação em Educação Brasileira, Fortaleza-CE, 2012.http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/3220www.teses.ufc.brCapitalismoSindicalismoCooperativismoCapitalismUnionismCooperativismCapitalismo - BrasiSindicalismo - BrasilCooperativismo - BrasilCentral Única dos Trabalhadores(BrasilA atuação da CUT no processo de expansão do cooperativismo no Brasil: construção de uma estratégia de enfrentamento ao capital ou uma alternativa ao desemprego?The role of CUT in the process of expansion of cooperative in Brazil: building a strategy for coping with the capital or an alternative to unemployment?info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisO movimento cooperativista nasceu no século XIX como estratégia dos trabalhadores para o enfrentamento à exploração engendrada pelo capitalismo industrial. 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Esta pesquisa se fez com o objetivo de investigar as contradições existentes por trás e à base desse consenso, tendo como objeto de análise empírica a intervenção da Central Única dos Trabalhadores (CUT) nessa seara. A caracterização do contexto histórico recente conduz ao entendimento de que o cooperativismo se apresenta, de um lado, como reação dos trabalhadores ao rebaixamento das condições gerais de existência e, de outro, como forma de diminuição dos custos do trabalho para as empresas e de administração do conflito social com vista à governabilidade para os governos. No exame do projeto cutista, procura-se demonstrar quais finalidades orientam a intervenção da Central: trata-se de uma linha de ação articulada com a estratégia de enfrentamento do capitalismo ou de uma ação de enfrentamento às mazelas causadas pelo desemprego? Quais implicações das práticas cutistas na área do cooperativismo para o processo de organização e formação da consciência de classe dos trabalhadores? 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