Inflação e balanço de pagamentos no Brasil: uma visão monetária - 1968/82

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 1986
Autor(a) principal: Cunha, Wiliam Pereira da
Orientador(a): Silveira, José Dantas da
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/29696
Resumo: O presente estudo se propõe a desenvolver uma análise baseada nos aspectos monetários da economia brasileira, no período 68/82. Tem como objetivo a verificação dos efeitos desses aspectos sobre o comportamento do balanço de pagamentos e do processo inflacionário do Pais, tendo como suporte a teoria monetarista. o balanço de pagamentos de uma economia é visto de acordo com o enfoque monetário apenas pelo seu resultado final, exatamente aquele que se refletirá sobre as reservas internacionais do país, como consequência de desequilíbrios ocorridos no mercado monetário. Evidenciando a Existência de uma correlação negativa entre o crédito doméstico e as reservas internacionais, a teoria afirma que as situações de déficits (ou superávits) no balanço de pagamentos são geradas por conjunturas de expansão (ou contração) no crédito doméstico relativamente à demanda por estes créditos. O processo inflacionário de uma economia sofre, outras causas, acentuada influência dos desajustamentos entre a oferta e a demanda de moeda. Ao longo do período 68/82, as reservas internacionais do Brasil (resultado do balanço de pagamentos) mostraram resultado mais superavitário que deficitário. Estes entretanto, foram causados, principalmente, pela entrada de capitais via empréstimos, para o que contribuiu efetivamente a poIítica cambial adotada a partir de 1968. A administração monetária da economia mostrou-se de forma razoável, sendo dificultada pela lnexistência de instrumentos lentos mais eficazes e por desvios de objetivos na sua utilização. Paralelamente, a própria forma de estruturação das Autoridades Monetárias (AM) brasileiras contribuiu para dificultar a obtenção de sucesso na Política Monetária. A relativa ineficácia da política monetária, ao lado de aspectos institucionais, tais como a correcão monetária e de decisões de alcance conjuntural, como a elevação das taxas de juros internos e a e a maxidesvalorizar;ão da moeda doméstica, serviram para pressionar o processo Inflacionário do País, tornando-o ainda mais rígido no sentido descendente. Alguns trabalhos que procuram verificar a vaIidade dos fundamentos do enfoque monetário para o Brasil consideram o crédito doméstico como uma variável exógena. As características básicas da economia brasileira tornam difícil a aceitação dessa hipótese, sugerindo que a variável principalmente no período pós 68, adquiriu características estritamente endógenas, ria, tendo em vista os problemas de controle da base monetária pressões sobre os empréstimos do Banco do Brasil ao setor privado (EBB) e, sobretudo, a inchação do passivo não monetário. O tratamento econométrico, aqui desenvolvido, utiliza um sistema de quatro equações simultâneas, cujas estimativas permitem a determinação das pressões sobre o processo inflacionário, a estrutura cambial, as reservas internacionais e o crédito doméstico da economia brasileira. Os resultados obtidos não fornecem evidências suficientes para se rejeitar a endogeneidade do crédito doméstico e nem a validade dos princípios do enfoque monetário do Balanço de Pagamentos para o Brasil, possibilitando ainda a observação da formação dos preços e da estrutura cambial do País.
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