Das performatividades: eu, Antônio e as pornografias
| Ano de defesa: | 2014 |
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| Orientador(a): | |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
www.teses.ufc.br
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Departamento: |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/9704 |
Resumo: | A presente dissertação tem por interesse principal as pornografias contemporâneas, ou as novas pornografias, ou ainda: as pornografias realizadas recentemente e, em geral, divulgadas por meio da Internet e em festivais específicos. Para tal, ela toma, como objeto de análise, os primeiros trabalhos do português Antonio Da Silva – realizador radicado em Londres –, produzidos entre os anos de 2011 e 2013, e que se expressam em pornografia junto a demais linguagens fílmicas e discursivas. Esta análise toma singularmente os trabalhos de Antonio para pensar, de modo mais geral, como as atuais produções em pornografia se apropriam de outras formas de falar do sexo, da sexualidade e da própria pornografia. Ao mesmo tempo, encarando, como fundamental a presença do corpo do pesquisador como espectador de sua constituição. Nesse sentido, traz como metodologia a escrita performativa, que permite o uso em primeira pessoa, e a utilização de modos de escrever e de falar do tema além do escrever e do falar acadêmicos. Esta análise tem, por base teórica, a vinculação da imagem pornográfica à noção de performatividade, com base nos trabalhos de J. L. Austin (1990), Jacques Derrida (1991) e Judith Butler (1988, 1997). Sobre a pornografia que se discute, o trabalho toma autores como Feona Attwood (2007, 2011), Nuno César Abreu (1996), Linda Williams (1989, 1991, 2004, 2014) e Katrien Jacobs (2004), dentre outros. Juntam-se, ao texto acadêmico e dissertativo, confissões, memórias e poemetos, que vão compondo a análise performativa dos trabalhos de Antonio, com base na escrita performativa, teorizada e apontada, aqui, por Alexandre Beigui (2011). Ao fim das contas, o principal interesse é interpretar o que é o pornográfico, tanto do ponto de vista da linguagem como do espectador, e, por isso, é trazida à tona a noção de performatividade, ajudando-nos, escritor e leitor, a pensar sobre uma possível performatividade pornográfica no lugar de uma pornografia como algo dado e identificado a princípio. |
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Para tal, ela toma, como objeto de análise, os primeiros trabalhos do português Antonio Da Silva – realizador radicado em Londres –, produzidos entre os anos de 2011 e 2013, e que se expressam em pornografia junto a demais linguagens fílmicas e discursivas. Esta análise toma singularmente os trabalhos de Antonio para pensar, de modo mais geral, como as atuais produções em pornografia se apropriam de outras formas de falar do sexo, da sexualidade e da própria pornografia. Ao mesmo tempo, encarando, como fundamental a presença do corpo do pesquisador como espectador de sua constituição. Nesse sentido, traz como metodologia a escrita performativa, que permite o uso em primeira pessoa, e a utilização de modos de escrever e de falar do tema além do escrever e do falar acadêmicos. Esta análise tem, por base teórica, a vinculação da imagem pornográfica à noção de performatividade, com base nos trabalhos de J. L. Austin (1990), Jacques Derrida (1991) e Judith Butler (1988, 1997). Sobre a pornografia que se discute, o trabalho toma autores como Feona Attwood (2007, 2011), Nuno César Abreu (1996), Linda Williams (1989, 1991, 2004, 2014) e Katrien Jacobs (2004), dentre outros. Juntam-se, ao texto acadêmico e dissertativo, confissões, memórias e poemetos, que vão compondo a análise performativa dos trabalhos de Antonio, com base na escrita performativa, teorizada e apontada, aqui, por Alexandre Beigui (2011). 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