Avaliação da displasia megacariocítica em pacientes citopênicos: foco nas formas hipolobuladas e monolobuladas

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2018
Autor(a) principal: Ribeiro, Maria Mirele da Silva
Orientador(a): Magalhães, Silvia Maria Meira
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/40272
Resumo: Citopenias são problemas comuns na prática clínica, muitas vezes detectadas acidentalmente em pacientes assintomáticos ou sem doença previamente conhecida. As displasias são alterações de maturação das células hematopoéticas incluindo alterações morfológicas das linhagens eritróide, granulocítica e megacariocítica. As mielodisplasias podem estar presentes em pacientes com doenças clonais ou não clonais. O diagnóstico da SMD baseia-se na morfologia e detecção de alterações displásticas. Em relação às displasias megacariocíticas as anormalidades mais comuns nas malignidades mielóides são os micromegacariócitos, as formas hipolobuladas, hiperlobuladas com núcleo hipercromático e múltiplos núcleos amplamente separados. Objetivos: (a) Avaliar adisplasia megacariocítica em pacientes citopênicos com foco nos micromegacariócitos e formas hipo e monolobuladas. (b) Analisar as possíveis associações entre os achados histopatológicos, imunohistoquímicos (p53, CD34 e CD61) e de citogenética molecular (FISH para 5q e 17p) com as características clínicas dos pacientes agrupados em doenças clonais e não clonais. Métodos: 44 pacientes adultos com alterações displásticas megacariocíticas foram incluídos no estudo, estratificados em grupo clonal e não-clonal, e foram analisados através da técnica de citogenética molecular e imunohistoquímica. Resultados: Na técnica de IHQ, todos os pacientes apresentaram resultado positivo para CD61. Imunoreatividade para proteína p53 foi observada em 4 (9,1%) pacientes e para CD34 em 5 (11,4%) pacientes do grupo clonal. Na análise da FISH, foi observada amplificação do gene TP53 em 3 (12%) pacientes e em nenhum dos casos se observou a deleção 5q. Discussão e conclusões: A reprodutibilidade na detecção de dismegacariopoese foi comparável aos dados da literatura, demonstrando que a avaliação de displasia megacariocítica (micromegacariócitos e formas mono/hipolobuladas) em pacientes citopênicos mostrou pouca utilidade no diagnóstico diferencial entre doença clonal e não-clonal. A IHQ para CD34 e p53 foi positiva apenas em pacientes com diagnóstico confirmado de SMD. A FISH para as sondas 5q31.2 e 17p13.1 não agregou valor complementar à citogenética clássica nos casos estudados e foi de valor limitado para a avaliação diagnóstica de pacientes com citopenias e dismegacariopoese.
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