A Sequência Fedathi na deficiência visual

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2015
Autor(a) principal: Magalhães, Elisângela Bezerra
Orientador(a): Brandão, Jorge Carvalho
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: www.teses.ufc.br
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/10934
Resumo: Nesse trabalho procuramos investigar as contribuições da utilização da Sequência Fedathi para o ensino da matemática objetivando a elaboração de conceitos do sistema de numeração decimal por discentes cegos com a utilização do recurso Q.V.L. A metodologia proposta como aporte teórico da pesquisa baseia-se em uma prática pedagógica que indica a postura do professor como um mediador do ensino favorecendo ao estudante uma elaboração ativa dos seus conhecimentos, procurando desenvolver aprendizagem significativa, oportunizando aos estudantes uma maior aproximação com conceitos científicos. A sequência Fedathi, foi desenvolvida e encontra-se em constante estudo pelo professor Dr. Hermínio Borges no Laboratório Multimeios FACED- UFC. A pesquisa abrangeu uma pesquisadora do Mestrado acadêmico em Educação da UFC e desenvolvida em uma instituição patrimonial de Fortaleza com duas professoras e 04 alunos com deficiência visual. Os demais teóricos pesquisados e estudados para o desenvolvimento da pesquisa foram: (AMIRALIAN, 1997; WARREN, 1994, OCHAITA E ESPINOSA, 2004 e BRANDÃO, 2006, 2007, 2009; LIRA E BRANDÃO 2013). Optamos assim por uma pesquisa colaborativa a fim de observarmos a proximidade da pesquisadora com os estudantes através de intervenções, com a finalidade de analisar o desempenho dos mesmos para suas elaborações de aprendizagem através de mediações do professor onde o estudante passa a ser ativo no processo de ensino e aprendizagem. A coleta de dados foi desenvolvida por intermédio de observações de episódios de ensino, investigação bibliográfica, aproximação com a família das crianças, e intervenções através de sessões didáticas utilizando a Sequência Fedathi. Os resultados encontrados nos assinalam expor algumas considerações importantes acerca do ensino de Matemática para alunos cegos, que norteiam aos professores uma prática mais voltada para o desenvolvimento de um aluno crítico e ativo nas suas elaborações. Tivemos a oportunidade durante a pesquisa de avaliarmos que nossos alunos com deficiência visual quando tem a oportunidade de desenvolver conceitos matemáticos através de uma mediação correta por parte do professor, apresentam condições igualitárias de aprendizagem e desenvolvem seu conhecimento com significado Diante das implicações encontradas consideramos que a postura docente em relação ao ato de ensinar deve utilizar metodologias que sua ação docente esteja pautada num ato de mediador do conhecimento. O estudo assinalou que a postura diferenciada do professor e a utilização de uma metodologia que valorize a relação de mediação do ensino apresentou um desenvolvimento satisfatório nas elaborações de conceitos por alunos cegos. Porém percebemos que a mudança de postura do professor é um processo em longo prazo e que necessita da disponibilidade do professor, além de tempo para o planejamento precisa também de formação continuada constante para atender melhor a modalidade de ensino em que leciona e que essa formação deve contemplar metodologias de ensino.
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A metodologia proposta como aporte teórico da pesquisa baseia-se em uma prática pedagógica que indica a postura do professor como um mediador do ensino favorecendo ao estudante uma elaboração ativa dos seus conhecimentos, procurando desenvolver aprendizagem significativa, oportunizando aos estudantes uma maior aproximação com conceitos científicos. A sequência Fedathi, foi desenvolvida e encontra-se em constante estudo pelo professor Dr. Hermínio Borges no Laboratório Multimeios FACED- UFC. A pesquisa abrangeu uma pesquisadora do Mestrado acadêmico em Educação da UFC e desenvolvida em uma instituição patrimonial de Fortaleza com duas professoras e 04 alunos com deficiência visual. Os demais teóricos pesquisados e estudados para o desenvolvimento da pesquisa foram: (AMIRALIAN, 1997; WARREN, 1994, OCHAITA E ESPINOSA, 2004 e BRANDÃO, 2006, 2007, 2009; LIRA E BRANDÃO 2013). Optamos assim por uma pesquisa colaborativa a fim de observarmos a proximidade da pesquisadora com os estudantes através de intervenções, com a finalidade de analisar o desempenho dos mesmos para suas elaborações de aprendizagem através de mediações do professor onde o estudante passa a ser ativo no processo de ensino e aprendizagem. A coleta de dados foi desenvolvida por intermédio de observações de episódios de ensino, investigação bibliográfica, aproximação com a família das crianças, e intervenções através de sessões didáticas utilizando a Sequência Fedathi. Os resultados encontrados nos assinalam expor algumas considerações importantes acerca do ensino de Matemática para alunos cegos, que norteiam aos professores uma prática mais voltada para o desenvolvimento de um aluno crítico e ativo nas suas elaborações. Tivemos a oportunidade durante a pesquisa de avaliarmos que nossos alunos com deficiência visual quando tem a oportunidade de desenvolver conceitos matemáticos através de uma mediação correta por parte do professor, apresentam condições igualitárias de aprendizagem e desenvolvem seu conhecimento com significado Diante das implicações encontradas consideramos que a postura docente em relação ao ato de ensinar deve utilizar metodologias que sua ação docente esteja pautada num ato de mediador do conhecimento. O estudo assinalou que a postura diferenciada do professor e a utilização de uma metodologia que valorize a relação de mediação do ensino apresentou um desenvolvimento satisfatório nas elaborações de conceitos por alunos cegos. 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