Efeitos da pandemia de COVID-19 nas bolsas de valores mundiais
| Ano de defesa: | 2021 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Não Informado pela instituição
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/58775 |
Resumo: | Em um mundo altamente globalizado e complexo, crises financeiras mundiais são inevitáveis. A crise financeira mundial de 2020 iniciou-se como uma grave crise sanitária em decorrência da COVID-19 com impactos graves na economia. A pandemia global levou à paralisação econômica devido às medidas urgentes de isolamento, distanciamento social e lockdown (bloqueio total de movimentação) necessárias para conter a disseminação do vírus. O efeito imediato no mercado financeiro foi uma queda brusca nas bolsas de valores pelo mundo. Nesse trabalho, busca-se estimar os pontos exatos dessas quebras, de modo a estabelecer uma comparação entre essas datas e acontecimentos relacionados à pandemia. Para isso, foram selecionados dados diários de índices bursáteis de doze países dentre os mais atingidos pela pandemia e cujas bolsas figuram entre as mais importantes do mundo. Utilizando as ferramentas propostas por Zeileis (2005) para testagem, monitoramento e datação de mudanças estruturais nas séries selecionadas, foram encontradas quebras que indicam início de período de decadência em dez dos doze índices entre os dias 24 e 26 de fevereiro de 2020. Também foram estimados segmentos que mostram indícios de recuperação já no final de março de 2020, mesmo com a expansão da pandemia. Utilizando a mesma técnica de datação e com uma base de dados estendida que se inicia em maio de 2005 e vai até janeiro de 2021, busca-se uma análise em relação à resposta dos índices a outros acontecimentos do período. De maneira geral, foram estimados segmentos de queda no período correspondente à crise de 2007-2009 em todos os índices. As datas estimadas referentes ao início desses segmentos foram, no entanto, bem mais espaçadas do que as estimadas para a crise atual. Os segmentos de queda nos índices também tiveram maior duração média, a menor correspondendo a um período de 3 meses, e chegando a cerca de 21 meses nos Estados Unidos. Para analisar mais profundamente as mudanças nas relações dos índices entre si, foram calculadas as correlações locais e correlações locais parciais a partir de uma análise wavelet multivariada. Os resultados mostraram uma forte relação linear entre as bolsas europeias durante toda a amostra. Há também um aumento na correlação local no inicio de 2020 entre bolsas não comumente relacionadas, especialmente da bolsa brasileira (BVSP) com as bolsas de Espanha (IBEX), França (CAC40), Itália (FTSEMIB) e Reino Unido (FTSE). |
| id |
UFC-7_7b8c888b5256d7a5d1cb255ccac1f85d |
|---|---|
| oai_identifier_str |
oai:repositorio.ufc.br:riufc/58775 |
| network_acronym_str |
UFC-7 |
| network_name_str |
Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC) |
| repository_id_str |
|
| spelling |
Peixoto, Bruna Kethey da SilvaFerreira, Roberto Tatiwa2021-06-02T01:49:15Z2021-06-02T01:49:15Z2021PEIXOTO, Bruna Kethey da Silva.Efeitos da pandemia de COVID-19 nas bolsas de valores mundiais. 2021. 76f.- Dissertação (Mestrado) - FEAAC - Faculdade de Economia, Administração, atuária e Contabilidade - CAEN, Programa de Pós-Graduação em Economia, Universidade Federal do Ceará], Fortaleza, 2021.http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/58775Covid-19Bolsas de ValoresPontos de QuebraCrise FinanceiraEfeitos da pandemia de COVID-19 nas bolsas de valores mundiaisinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisEm um mundo altamente globalizado e complexo, crises financeiras mundiais são inevitáveis. A crise financeira mundial de 2020 iniciou-se como uma grave crise sanitária em decorrência da COVID-19 com impactos graves na economia. A pandemia global levou à paralisação econômica devido às medidas urgentes de isolamento, distanciamento social e lockdown (bloqueio total de movimentação) necessárias para conter a disseminação do vírus. O efeito imediato no mercado financeiro foi uma queda brusca nas bolsas de valores pelo mundo. Nesse trabalho, busca-se estimar os pontos exatos dessas quebras, de modo a estabelecer uma comparação entre essas datas e acontecimentos relacionados à pandemia. Para isso, foram selecionados dados diários de índices bursáteis de doze países dentre os mais atingidos pela pandemia e cujas bolsas figuram entre as mais importantes do mundo. Utilizando as ferramentas propostas por Zeileis (2005) para testagem, monitoramento e datação de mudanças estruturais nas séries selecionadas, foram encontradas quebras que indicam início de período de decadência em dez dos doze índices entre os dias 24 e 26 de fevereiro de 2020. Também foram estimados segmentos que mostram indícios de recuperação já no final de março de 2020, mesmo com a expansão da pandemia. Utilizando a mesma técnica de datação e com uma base de dados estendida que se inicia em maio de 2005 e vai até janeiro de 2021, busca-se uma análise em relação à resposta dos índices a outros acontecimentos do período. De maneira geral, foram estimados segmentos de queda no período correspondente à crise de 2007-2009 em todos os índices. As datas estimadas referentes ao início desses segmentos foram, no entanto, bem mais espaçadas do que as estimadas para a crise atual. Os segmentos de queda nos índices também tiveram maior duração média, a menor correspondendo a um período de 3 meses, e chegando a cerca de 21 meses nos Estados Unidos. Para analisar mais profundamente as mudanças nas relações dos índices entre si, foram calculadas as correlações locais e correlações locais parciais a partir de uma análise wavelet multivariada. Os resultados mostraram uma forte relação linear entre as bolsas europeias durante toda a amostra. Há também um aumento na correlação local no inicio de 2020 entre bolsas não comumente relacionadas, especialmente da bolsa brasileira (BVSP) com as bolsas de Espanha (IBEX), França (CAC40), Itália (FTSEMIB) e Reino Unido (FTSE).porreponame:Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC)instname:Universidade Federal do Ceará (UFC)instacron:UFCinfo:eu-repo/semantics/openAccessLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748http://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/58775/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52ORIGINAL2021_dis_bksp.pdf2021_dis_bksp.pdfapplication/pdf4972291http://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/58775/1/2021_dis_bksp.pdf81e51d4e6392ba485d6e3930e1892f1dMD51riufc/587752021-12-17 09:29:09.49oai:repositorio.ufc.br:riufc/58775Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Repositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.ufc.br/ri-oai/requestbu@ufc.br || repositorio@ufc.bropendoar:2021-12-17T12:29:09Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC) - Universidade Federal do Ceará (UFC)false |
| dc.title.pt_BR.fl_str_mv |
Efeitos da pandemia de COVID-19 nas bolsas de valores mundiais |
| title |
Efeitos da pandemia de COVID-19 nas bolsas de valores mundiais |
| spellingShingle |
Efeitos da pandemia de COVID-19 nas bolsas de valores mundiais Peixoto, Bruna Kethey da Silva Covid-19 Bolsas de Valores Pontos de Quebra Crise Financeira |
| title_short |
Efeitos da pandemia de COVID-19 nas bolsas de valores mundiais |
| title_full |
Efeitos da pandemia de COVID-19 nas bolsas de valores mundiais |
| title_fullStr |
Efeitos da pandemia de COVID-19 nas bolsas de valores mundiais |
| title_full_unstemmed |
Efeitos da pandemia de COVID-19 nas bolsas de valores mundiais |
| title_sort |
Efeitos da pandemia de COVID-19 nas bolsas de valores mundiais |
| author |
Peixoto, Bruna Kethey da Silva |
| author_facet |
Peixoto, Bruna Kethey da Silva |
| author_role |
author |
| dc.contributor.author.fl_str_mv |
Peixoto, Bruna Kethey da Silva |
| dc.contributor.advisor1.fl_str_mv |
Ferreira, Roberto Tatiwa |
| contributor_str_mv |
Ferreira, Roberto Tatiwa |
| dc.subject.por.fl_str_mv |
Covid-19 Bolsas de Valores Pontos de Quebra Crise Financeira |
| topic |
Covid-19 Bolsas de Valores Pontos de Quebra Crise Financeira |
| description |
Em um mundo altamente globalizado e complexo, crises financeiras mundiais são inevitáveis. A crise financeira mundial de 2020 iniciou-se como uma grave crise sanitária em decorrência da COVID-19 com impactos graves na economia. A pandemia global levou à paralisação econômica devido às medidas urgentes de isolamento, distanciamento social e lockdown (bloqueio total de movimentação) necessárias para conter a disseminação do vírus. O efeito imediato no mercado financeiro foi uma queda brusca nas bolsas de valores pelo mundo. Nesse trabalho, busca-se estimar os pontos exatos dessas quebras, de modo a estabelecer uma comparação entre essas datas e acontecimentos relacionados à pandemia. Para isso, foram selecionados dados diários de índices bursáteis de doze países dentre os mais atingidos pela pandemia e cujas bolsas figuram entre as mais importantes do mundo. Utilizando as ferramentas propostas por Zeileis (2005) para testagem, monitoramento e datação de mudanças estruturais nas séries selecionadas, foram encontradas quebras que indicam início de período de decadência em dez dos doze índices entre os dias 24 e 26 de fevereiro de 2020. Também foram estimados segmentos que mostram indícios de recuperação já no final de março de 2020, mesmo com a expansão da pandemia. Utilizando a mesma técnica de datação e com uma base de dados estendida que se inicia em maio de 2005 e vai até janeiro de 2021, busca-se uma análise em relação à resposta dos índices a outros acontecimentos do período. De maneira geral, foram estimados segmentos de queda no período correspondente à crise de 2007-2009 em todos os índices. As datas estimadas referentes ao início desses segmentos foram, no entanto, bem mais espaçadas do que as estimadas para a crise atual. Os segmentos de queda nos índices também tiveram maior duração média, a menor correspondendo a um período de 3 meses, e chegando a cerca de 21 meses nos Estados Unidos. Para analisar mais profundamente as mudanças nas relações dos índices entre si, foram calculadas as correlações locais e correlações locais parciais a partir de uma análise wavelet multivariada. Os resultados mostraram uma forte relação linear entre as bolsas europeias durante toda a amostra. Há também um aumento na correlação local no inicio de 2020 entre bolsas não comumente relacionadas, especialmente da bolsa brasileira (BVSP) com as bolsas de Espanha (IBEX), França (CAC40), Itália (FTSEMIB) e Reino Unido (FTSE). |
| publishDate |
2021 |
| dc.date.accessioned.fl_str_mv |
2021-06-02T01:49:15Z |
| dc.date.available.fl_str_mv |
2021-06-02T01:49:15Z |
| dc.date.issued.fl_str_mv |
2021 |
| dc.type.status.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/publishedVersion |
| dc.type.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/masterThesis |
| format |
masterThesis |
| status_str |
publishedVersion |
| dc.identifier.citation.fl_str_mv |
PEIXOTO, Bruna Kethey da Silva.Efeitos da pandemia de COVID-19 nas bolsas de valores mundiais. 2021. 76f.- Dissertação (Mestrado) - FEAAC - Faculdade de Economia, Administração, atuária e Contabilidade - CAEN, Programa de Pós-Graduação em Economia, Universidade Federal do Ceará], Fortaleza, 2021. |
| dc.identifier.uri.fl_str_mv |
http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/58775 |
| identifier_str_mv |
PEIXOTO, Bruna Kethey da Silva.Efeitos da pandemia de COVID-19 nas bolsas de valores mundiais. 2021. 76f.- Dissertação (Mestrado) - FEAAC - Faculdade de Economia, Administração, atuária e Contabilidade - CAEN, Programa de Pós-Graduação em Economia, Universidade Federal do Ceará], Fortaleza, 2021. |
| url |
http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/58775 |
| dc.language.iso.fl_str_mv |
por |
| language |
por |
| dc.rights.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/openAccess |
| eu_rights_str_mv |
openAccess |
| dc.source.none.fl_str_mv |
reponame:Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC) instname:Universidade Federal do Ceará (UFC) instacron:UFC |
| instname_str |
Universidade Federal do Ceará (UFC) |
| instacron_str |
UFC |
| institution |
UFC |
| reponame_str |
Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC) |
| collection |
Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC) |
| bitstream.url.fl_str_mv |
http://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/58775/2/license.txt http://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/58775/1/2021_dis_bksp.pdf |
| bitstream.checksum.fl_str_mv |
8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 81e51d4e6392ba485d6e3930e1892f1d |
| bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv |
MD5 MD5 |
| repository.name.fl_str_mv |
Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC) - Universidade Federal do Ceará (UFC) |
| repository.mail.fl_str_mv |
bu@ufc.br || repositorio@ufc.br |
| _version_ |
1847793151438225408 |