Compreensão de textos argumentativos por bons e maus leitores universitários
| Ano de defesa: | 1998 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/33502 |
Resumo: | Este trabalho examina a compreensão de textos argumentativos a partir da análise de resumos. Dois grupos de estudantes universitários, bons e maus leitores, leram dois tipos de textos argumentativos (argumentativo de tendência dialógica - AD - e argumentativo de tendência expositiva - AE) e foram solicitados a produzir resumos de cada um desses textos. Os resumos obtidos foram analisados de acordo com várias medidas (quantidade de idéias principais, qualidade das estratégias de resumo e coerência macro e superestrutural), de modo a verificar diferenças de compreensão relacionadas à forma de organização global de cada texto resumido e ao nível de habilidade leitora dos sujeitos. Duas hipóteses foram testadas: a primeira de que tanto bons quanto maus leitores produziriam melhores resumos do texto AE do que do texto AD, tendo em vista a maior familiaridade da estrutura daquele primeiro tipo de texto; a segunda hipótese foi de que bons leitores produziriam melhores resumos do que os maus leitores para ambos os textos argumentativos, tendo em vista a maior habilidade daquele primeiro grupo de leitores. Nas várias análises procedidas, foram encontradas evidências quanto ao melhor desempenho de ambos os grupos de sujeitos na produção dos resumos do texto AE e dos bons leitores sobre os maus leitores na produção dos resumos de ambos os textos. Quanto à identificação de idéias principais, bons e maus leitores reproduziram, respectivamente, 71% e 57% do total de idéias principais do texto AE e 58% e 42%, respectivamente, do texto AD. A análise das estratégias de resumo evidenciou que enquanto bons leitores utilizaram estratégias de resumo mais sofisticadas (produção de inferências, integração de informações), os maus leitores tenderam a utilizar estratégias de cópiaapagamento ou falharam em suas tentativas de uso de estratégias mais sofisticadas. Quanto a sua coerência macroestrutural, os resumos dos maus leitores (sobretudo para o texto AD) revelaram maiores problemas de continuidade seqüencial e progressão semântica, além de uma maior produção de enunciados incongruentes. A análise de coerência superestrutural demonstrou que os maus leitores tiveram maior dificuldade em reconstituir a superestrutura do texto AD do que do texto AE; os bons leitores, entretanto, obtiveram nessa análise desempenho similar para ambos os textos. |
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