A formação humana omnilateral e a proposição da Escola Unitária de Antonio Gramsci: uma análise à luz da ontologia marxiana
| Ano de defesa: | 2012 |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/7508 |
Resumo: | O presente trabalho de Dissertação consiste num estudo sobre a proposição de Escola Unitária delineada por Antonio Gramsci, na qual buscava efetivar, sobretudo, a formação do homem omnilateral no contexto de transição socialista, na tentativa de compreender as raízes histórico-filosóficas desta proposição. Deste modo, esforçamo-nos para evidenciar, no bojo teórico gramsciano, a aproximação da concepção gramsciana de homem das referências assentadas por Marx em sua obra, que levam a uma concepção ontológica da omnilateralidade humana, tendo o trabalho como complexo fundante da atividade humana e, portanto, de todas as esferas sociais, dentre elas, a educação, que se firma como o cerne deste estudo. Sob esse prisma, buscamos compreender o contexto histórico e a práxis revolucionária vivida pelo autor sardo e as mediações que o influenciaram no desenvolvimento de categorias originais – dentre elas, filosofia da práxis e hegemonia – no campo revolucionário, mediações essas que redirecionariam a luta proletária, a qual demandava a formação de novos intelectuais. Ademais, resgatamos os fundamentos históricos da escola e as transformações sofridas por esta, influenciadas pelo processo de industrialização, que desembocaram no surgimento de novas tendências pedagógicas ditas modernas, focalizando, mormente na Reforma Gentile, a Escola Nova e a Escola Soviética, as quais embasaram as considerações que orientaram o filósofo sardo para o desenvolvimento de uma alternativa histórica para a crise pela qual passava a escola no início do século XX, tendo como pressuposto o fato de que suas intenções se voltavam para a fundação de uma nova sociedade, a “sociedade regulada”. Deste modo, tendo como referencial o quadro teórico marxista, em sua dimensão ontológica, por entendermos que sua orientação permite-nos uma melhor apreensão do objeto a ser investigado, a partir de um trabalho teórico-bibliográfico, seguimos o lastro filosófico encontrado em suas obras escritas antes e durante o cárcere, com o apoio de alguns intérpretes gramscianos, tais como Fiori (1979), Manacorda (2010a,b), Del Roio (2005), Schlesener (2009), Coutinho (1999), dentre outros, que nos auxiliaram no trabalho de configuração de sua proposição de formação humana e escola, como um projeto político revolucionário que tem no trabalho o princípio educativo que deve se expressar numa escola única, integral em que não haja divisão ou hierarquia entre trabalho manual e intelectual, que forme de modo omnilateral. Munidas desses pressupostos, podemos demarcar, outrossim, a oposição radical entre a proposta gramsciana de formação humana e as pedagogias liberais. |
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A formação humana omnilateral e a proposição da Escola Unitária de Antonio Gramsci: uma análise à luz da ontologia marxiana. 2012. 159f. – Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal do Ceará, Programa de Pós-graduação em Educação Brasileira, Fortaleza (CE), 2012.http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/7508www.teses.ufc.brFormazione onnilateraleEducazioneGramsci,Antonio,1891-1937 - Crítica e interpretaçãoSocialismo e educaçãoEducação - FilosofiaTrabalho - FilosofiaA formação humana omnilateral e a proposição da Escola Unitária de Antonio Gramsci: uma análise à luz da ontologia marxianainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisO presente trabalho de Dissertação consiste num estudo sobre a proposição de Escola Unitária delineada por Antonio Gramsci, na qual buscava efetivar, sobretudo, a formação do homem omnilateral no contexto de transição socialista, na tentativa de compreender as raízes histórico-filosóficas desta proposição. 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Ademais, resgatamos os fundamentos históricos da escola e as transformações sofridas por esta, influenciadas pelo processo de industrialização, que desembocaram no surgimento de novas tendências pedagógicas ditas modernas, focalizando, mormente na Reforma Gentile, a Escola Nova e a Escola Soviética, as quais embasaram as considerações que orientaram o filósofo sardo para o desenvolvimento de uma alternativa histórica para a crise pela qual passava a escola no início do século XX, tendo como pressuposto o fato de que suas intenções se voltavam para a fundação de uma nova sociedade, a “sociedade regulada”. 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