Dinâmica industrial do nordeste: por que as trajetórias de crescimento entre os estados diferem?
| Ano de defesa: | 1993 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/77134 |
Resumo: | Esta dissertação estuda o processo de industrialização do Nordeste brasileiro no período de 1972 a 1989, isto com o objetivo de analisar as causas do desequilibrio econômico existente entre os três principais Estados dessa Região, no caso a Bahia, Pernambuco e Ceará. O estudo é elaborado tendo como suporte as teorias neo-schumpeteriana e dos mercados contestáveis. Com base nestas duas teorias e na constatação de que a indústria é o "locus" da dinâmica estadual e, o investimento o elemento dinamizador da atividade produtiva, elaborou-se a partir da interação micro macro, para explicar a dinâmica econômica dos Estados em questão. Tomou-se por hipótese que a dinâmica estadual é função do excedente por trabalhador (proxy da acumulação de capital interna gerado no perfil industrial do Estado; das trajetórias tecnológicas ramificadas, formação de complexos ou polos industriais; e do fator institucional (tendo como proxy as liberações do FINOR. Estas funcionam como um reforço a acumulação de capital interna do Estado. A dinâmica estadual depende da influência , isolada e conjunta, que estas variáveis eleitas como explicativas da dinâmica estadual, tiveram uma influência significativa na determinação do alto dinamismo apresentado pela Bahia e na melhoria do dinamismo apresentado pelo Ceará, não tendo o mesmo vigor no dinamismo apresentado por Pernambuco. |
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