Dinâmica industrial do nordeste: por que as trajetórias de crescimento entre os estados diferem?

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 1993
Autor(a) principal: Rocha, Francisco José Sales
Orientador(a): Soares, Francisco de Assis
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/77134
Resumo: Esta dissertação estuda o processo de industrialização do Nordeste brasileiro no período de 1972 a 1989, isto com o objetivo de analisar as causas do desequilibrio econômico existente entre os três principais Estados dessa Região, no caso a Bahia, Pernambuco e Ceará. O estudo é elaborado tendo como suporte as teorias neo-schumpeteriana e dos mercados contestáveis. Com base nestas duas teorias e na constatação de que a indústria é o "locus" da dinâmica estadual e, o investimento o elemento dinamizador da atividade produtiva, elaborou-se a partir da interação micro macro, para explicar a dinâmica econômica dos Estados em questão. Tomou-se por hipótese que a dinâmica estadual é função do excedente por trabalhador (proxy da acumulação de capital interna gerado no perfil industrial do Estado; das trajetórias tecnológicas ramificadas, formação de complexos ou polos industriais; e do fator institucional (tendo como proxy as liberações do FINOR. Estas funcionam como um reforço a acumulação de capital interna do Estado. A dinâmica estadual depende da influência , isolada e conjunta, que estas variáveis eleitas como explicativas da dinâmica estadual, tiveram uma influência significativa na determinação do alto dinamismo apresentado pela Bahia e na melhoria do dinamismo apresentado pelo Ceará, não tendo o mesmo vigor no dinamismo apresentado por Pernambuco.
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