Práticas sociais e cotidiano: o Parque Ecológico do Cocó em análise

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2014
Autor(a) principal: Lopes, Gleison Maia
Orientador(a): Gonçalves, Danyelle Nilin
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: www.teses.ufc.br
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/10939
Resumo: Analisar a apropriação do Parque Ecológico do Cocó pelos agentes sociais - que diariamente dele se utilizam, buscando entender as relações de poder existentes nesse processo e os conflitos resultantes desse contexto - é o objetivo principal desta pesquisa. O Parque do Cocó é uma área verde de grande visibilidade econômica, política e social dentro da cidade de Fortaleza. Fruto de lutas dos movimentos sociais em torno da defesa ambiental (que datam da década de 1970), o referido parque se legitimou enquanto área verde na cidade. Entretanto, ainda não possui sua existência social e legal juridicamente efetivada, havendo apenas um processo de demarcação de seu espaço para futura criação, fazendo deste campo um local de discursos variados e agentes diversos que se conflituam em torno da definição dos rumos mais apropriados pra esse espaço. Usos anteriores ao processo de demarcação (lavadeiras, pescadores, moradores das margens do rio) se relacionam com usos posteriores a este processo (caminhantes, moradores do entorno do parque e manifestantes), estabelecendo um complexo sistema de interações e relações nesse campo. Uma disputa pela definição dos usos legítimos desse espaço se estabelece também na esfera pública, com um histórico processo de disjunção entre Estado e sociedade civil (através dos movimentos sociais) nesse espaço, e são sobre essas diversas contendas que esta pesquisa ancora sua análise. A metodologia empregada foi a de etnografar os usos pesquisados, aliando esse procedimento a entrevistas semiestruturadas com sujeitos da pesquisa e observação participante em determinados momentos de apropriação e produção de discursos sobre o parque, tais como assembleias, fóruns, seminários, debates, manifestações, passeatas e demais eventos, que envolvessem o Parque do Cocó, além de pesquisas bibliográficas, análise de documentos e jornais. Conclui-se que o referido parque reflete em si uma disputa pela cidade, que historicamente distribuiu desigualmente aos indivíduos em seu território, reproduzindo em si relações de poder hierarquizadas e desiguais, onde os indivíduos providos de agência ressignificam esse contexto e produzem formas cotidianas de resistência. O Parque passa a representar em si uma forma de planejamento urbano, que dispõem os indivíduos de maneira desigual, mas que incorpora um processo de insurgência diária, de resistência a formas de imposição e normatização de práticas.
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O Parque do Cocó é uma área verde de grande visibilidade econômica, política e social dentro da cidade de Fortaleza. Fruto de lutas dos movimentos sociais em torno da defesa ambiental (que datam da década de 1970), o referido parque se legitimou enquanto área verde na cidade. Entretanto, ainda não possui sua existência social e legal juridicamente efetivada, havendo apenas um processo de demarcação de seu espaço para futura criação, fazendo deste campo um local de discursos variados e agentes diversos que se conflituam em torno da definição dos rumos mais apropriados pra esse espaço. Usos anteriores ao processo de demarcação (lavadeiras, pescadores, moradores das margens do rio) se relacionam com usos posteriores a este processo (caminhantes, moradores do entorno do parque e manifestantes), estabelecendo um complexo sistema de interações e relações nesse campo. 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