Comunicação para mobilização: quem dera ser um peixe, internet e ativismo político

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2016
Autor(a) principal: Araújo, Leonardo Vasconcelos de
Orientador(a): Nunes, Márcia Vidal
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: www.teses.ufc.br
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/16656
Resumo: Essa dissertação pretende investigar como o Quem dera ser um peixe (QDSP) – grupo que se constituiu com o objetivo de se colocar contra a construção de um oceanário milionário na orla de Fortaleza – utilizou as redes sociais em sua prática comunicativa, a fim de mobilizar os usuários da internet em torno da questão do Acquario Ceará, instituindo, no percurso, novos processos de resistência e novos paradigmas de ação coletiva em nosso estado. Para tanto, estabelecemos como corpus da pesquisa a fan page “Quem dera ser um peixe” e o perfil “Peixuxa Acquario”, ambas do site Facebook – a plataforma mais frequentada pelo Quem dera ser um peixe. Escolhemos limitar nossa pesquisa a 2012, período de maior incidência do grupo na internet, ano que contou com um grande número de simpatizantes produzindo conteúdo e auxiliando a amplificar as denúncias contra a obra. A metodologia usada para abordar essa questão, além da descrição da prática comunicativa do Quem dera ser um peixe, tanto no espaço virtual, como no espaço real, foi a Análise de Mobilização de quadros, a qual busca compreender como se dá o alinhamento entre o enquadramento de uma instituição ou movimento social, por exemplo, e os atores sociais que a compõe, elemento essencial para se entender o processo de mobilização política. Além disso, recorremos a quatro entrevistas com diferentes membros do Quem dera ser um peixe, a fim de compreender suas posições acerca de questões centrais para o grupo, como o papel da informação e da comunicação para o tipo de ativismo que pratica; e também de questões ligadas a sua forma de organização. Esse aspecto, em particular, é de grande importância e procuramos abordá-lo no trabalho, embora sem a pretensão de esgotar o assunto, por suas implicações na própria prática comunicativa do grupo. Partindo de um pequeno histórico da internet, delineamos como se deu sua passagem de tecnologia militar para suporte material da sociedade em rede, enfocando os usos que o QDSP fazia e faz dela. O acompanhamento de suas atividades fora do espaço virtual, em reuniões, ações, articulações foi de grande importância para dar materialidade aos dados coletados das plataformas de interação, fornecendo mais elementos capazes de dar conta da complexidade do fenômeno que representa o QDSP. Um aspecto que salta aos olhos, por exemplo, o qual só poderia ter sido observado por meio da ida a campo diz respeito à complexa relação estabelecida entre os integrantes do grupo e o Poço da Draga, comunidade popular que se localiza a poucos metros do Acquario. Em conclusão, podemos afirmar que o QDSP foi bem sucedido na condução de um ativismo virtual (o qual era subsidiado por extensas investigações e pelo uso inventivo e dinâmico da comunicação, borrando os limites entre ciberespaço e espaço real) que conseguiu não só barrar por diversas vezes a obra, como também ampliar e popularizar muitas questões ligadas ao oceanário, a ponto de, hoje em dia, o projeto estar longe de ser uma unanimidade entre a população de Fortaleza.
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Para tanto, estabelecemos como corpus da pesquisa a fan page “Quem dera ser um peixe” e o perfil “Peixuxa Acquario”, ambas do site Facebook – a plataforma mais frequentada pelo Quem dera ser um peixe. Escolhemos limitar nossa pesquisa a 2012, período de maior incidência do grupo na internet, ano que contou com um grande número de simpatizantes produzindo conteúdo e auxiliando a amplificar as denúncias contra a obra. A metodologia usada para abordar essa questão, além da descrição da prática comunicativa do Quem dera ser um peixe, tanto no espaço virtual, como no espaço real, foi a Análise de Mobilização de quadros, a qual busca compreender como se dá o alinhamento entre o enquadramento de uma instituição ou movimento social, por exemplo, e os atores sociais que a compõe, elemento essencial para se entender o processo de mobilização política. 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