Análise do limite do IRI para pistas de pouso e decolagem brasileiras a partir da aceleração vertical percebida pelas aeronaves

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2019
Autor(a) principal: Pinho, Maria Passos
Orientador(a): Oliveira, Francisco Heber Lacerda de
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/69611
Resumo: PINHO, M. P. Análise do limite do IRI para pistas de pouso e decolagem brasileiras a partir da aceleração vertical percebida pelas aeronaves. 2019. 112 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Transportes) - Centro de Tecnologia, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2019.
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As there are numerous differences between automobiles and aircraft, the way these vehicles respond to pavement roughness is distinct, which makes the adoption of this index in airports inadequate and its use can lead to mistaken decisions regarding pavement maintenance. In order to minimize these mistakes, it is necessary to analyze the suitability of the maximum value allowed for IRI. The objective of this research is, therefore, to carry out this analysis from a parameter that takes into account aspects not predicted by IRI, such as the operating speed and the physical characteristics of the aircraft, as well as all the wavelengths of the pavement roughness. Then, the vertical acceleration perceived by aircraft due to the pavement roughness was adopted, whose acceptability limit is equal to 0.4g, where “g” represents the acceleration of gravity. Therefore, the roughness of six runways was analyzed by these two parameters with the ProFAA software, which simulated the movement of two aircraft models at different speed levels while traversing the runway profile. The values obtained were compared with their respective limit. It was observed the occurrence of cases in which one parameter classified the roughness of the section as acceptable, while the other did not, representing situations in which the operational safety related to the pavement roughness would be compromised or situations in which there would be inappropriate application of material and financial resources. In order to minimize these occurrences, it was evaluated what would happen if the limit established for IRI were changed to 2.00 and 3.00m/km. It was concluded that a possible change in the IRI limit would not make maintenance activities more effective, suggesting, therefore, that the present value should be maintained. Additionally and the purpose of comparing indexes, the roughness of the runways was also analyzed by Boeing Bump Index (BBI).No Brasil, a irregularidade longitudinal de pistas de pouso e decolagem deve ser monitorada por meio do International Roughness Index (IRI), o qual deve atingir, no máximo, o valor de 2,50m/km. No entanto, tal índice foi desenvolvido para avaliar o efeito da irregularidade do pavimento em um sistema massa-mola-amortecedor de um automóvel. Como existem inúmeras diferenças entre automóveis e aeronaves, a forma como esses veículos respondem às irregularidades da pista é distinta, o que torna a adoção desse índice no meio aeroportuário inadequada, e o seu uso pode levar a decisões equivocadas quanto à manutenção do pavimento. A fim de minimizar esses equívocos, faz-se necessária a análise da adequabilidade do valor máximo admitido para o IRI. O objetivo desta pesquisa é, portanto, realizar esta análise a partir de um parâmetro que leve em consideração aspectos não previstos pelo IRI, como a velocidade de operação e as características físicas das aeronaves, bem como todos os comprimentos de onda das irregularidades presentes no pavimento. No caso, adotou-se a aceleração vertical percebida pelas aeronaves devido à presença de irregularidades no pavimento, cujo limite de aceitabilidade é igual a 0,40g, onde “g” representa a aceleração da gravidade. Para tanto, a irregularidade longitudinal de seis pistas de pouso e decolagem foi analisada por esses dois parâmetros com o auxílio do software ProFAA, o qual simulou o movimento de dois modelos de aeronave em diferentes níveis de velocidade ao percorrer o perfil das pistas. Os valores obtidos foram comparados com o respectivo limite. Observou-se a ocorrência de casos em que um parâmetro classificou a irregularidade da seção como aceitável, enquanto que o outro não, representando situações em que a segurança operacional relacionada à irregularidade do pavimento seria comprometida ou situações em que haveria a aplicação de recursos materiais e financeiros de forma inadequada. Buscando minimizar essas ocorrências, avaliou-se o que aconteceria caso o limite estabelecido para o IRI fosse alterado para 2,00 ou 3,00m/km. Concluiu-se que uma possível alteração do limite do IRI não tornaria as atividades de manutenções mais eficazes, sugerindo-se, portanto, que o valor atual fosse mantido. De forma adicional e para efeito de comparação entre índices, a irregularidade das pistas também foi analisada pelo Boeing Bump Index (BBI).Pistas (Aeronáutica)Pavimentos aeroportuáriosAeronavesVelocidadeAnálise do limite do IRI para pistas de pouso e decolagem brasileiras a partir da aceleração vertical percebida pelas aeronavesinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisporreponame:Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC)instname:Universidade Federal do Ceará (UFC)instacron:UFCinfo:eu-repo/semantics/openAccessORIGINAL2019_dis_mppinho.pdf2019_dis_mppinho.pdfapplication/pdf5469201http://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/69611/1/2019_dis_mppinho.pdf8da82d2e998f64397516f99bf1500149MD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748http://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/69611/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52riufc/696112022-12-01 10:13:28.477oai:repositorio.ufc.br:riufc/69611Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Repositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.ufc.br/ri-oai/requestbu@ufc.br || repositorio@ufc.bropendoar:2022-12-01T13:13:28Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC) - Universidade Federal do Ceará (UFC)false
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