Umidade como fator à inferência do caráter coeso em solos dos Tabuleiros Costeiros

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2021
Autor(a) principal: Queiroz, Alexandre dos Santos
Orientador(a): Mota, Jaedson Cláudio Anunciato
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/60614
Resumo: O termo caráter coeso faz menção a solos nos quais há horizontes minerais subsuperficiais adensados cuja consistência em solo seco varia de muito dura a extremamente dura, e de friável a firme em solo úmido. A presença desses horizontes adensados acarreta implicações ao desenvolvimento agrícola principalmente nas estações mais secas do ano. Não se sabe precisamente em que valor de umidade do solo esse atributo pode ser diagnosticado e se ocorre, independentemente do solo, sempre em mesmo valor de resistência tênsil. Portanto, dispor de informações sobre a relação entre umidade e coesão auxilia no diagnóstico do caráter coeso e no planejamento quanto ao manejo de solos. Diante do exposto, para os solos que apresentam o caráter coeso as hipóteses foram: i) a consistência friável ou firme não ocorre em umidade próxima à condição ligeiramente úmida; e ii) a consistência torna-se muito dura ou extremamente dura antes de a umidade corresponder àquela de solo seco ao ar. Para testá-las, foram coletados blocos de solos em horizontes com caráter coeso, com dimensões de 15x 20x10 cm, sendo um solo nos estados do Maranhão, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, e dois no Ceará. Em laboratório, os blocos foram manualmente desfeitos em torrões com diâmetro entre 19 e 25 mm; posteriormente, os torrões foram submetidos ao umedecimento até a capacidade de campo e ao secamento ao ar. Nas duas situações foram medidas as umidades dos agregados/torrões e, em seguida, foram feitas avaliações quanto à resistência tênsil. Um avaliador realizou os testes de consistência em condição de solo úmido e seco; uma fração do torrão foi utilizada para medição da umidade no momento do teste. Os dados obtidos foram analisados utilizando o delineamento inteiramente aleatorizado, com sete tratamentos (sete solos) e dez repetições. Os dados foram submetidos à análise de normalidade pelo teste de Kolmogorov-Smirnov, à análise de variância (teste F) e de comparação de médias (teste de Tukey), todos com significância de 5%. Utilizaram-se, também, métodos de estatística multivariada. Parte dos dados foi analisada por regressão, objetivando conhecer os limiares de umidade para a aferição do caráter coeso nas condições de solo úmido e seco. Observou-se que, em solo úmido, o efeito da secagem dos agregados/torrões na consistência pôde ser descrito por uma função linear, em que os coeficientes angulares apresentaram valores negativos e significativos a 1%. Ainda em solo seco, foram registradas as consistências friável, firme, muito firme e extremamente firme. Em solo seco, constatou-se que, exceto para o solo de Brejo-MA, os coeficientes angulares das funções lineares não foram significativos; Concluiu-se que: i) em solo úmido, a consistência friável ou firme ocorre em umidade mais próxima à capacidade de campo; ii) em solo seco, a consistência torna-se muito dura ou extremamente dura antes de o solo ficar seco ao ar; e iii) é prudente que os sistemas de taxonomia de solos definam o intervalo de umidade em que deva ser feita a avaliação da consistência para fins de aferição do caráter coeso em condição de solo úmido.
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A presença desses horizontes adensados acarreta implicações ao desenvolvimento agrícola principalmente nas estações mais secas do ano. Não se sabe precisamente em que valor de umidade do solo esse atributo pode ser diagnosticado e se ocorre, independentemente do solo, sempre em mesmo valor de resistência tênsil. Portanto, dispor de informações sobre a relação entre umidade e coesão auxilia no diagnóstico do caráter coeso e no planejamento quanto ao manejo de solos. Diante do exposto, para os solos que apresentam o caráter coeso as hipóteses foram: i) a consistência friável ou firme não ocorre em umidade próxima à condição ligeiramente úmida; e ii) a consistência torna-se muito dura ou extremamente dura antes de a umidade corresponder àquela de solo seco ao ar. Para testá-las, foram coletados blocos de solos em horizontes com caráter coeso, com dimensões de 15x 20x10 cm, sendo um solo nos estados do Maranhão, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, e dois no Ceará. Em laboratório, os blocos foram manualmente desfeitos em torrões com diâmetro entre 19 e 25 mm; posteriormente, os torrões foram submetidos ao umedecimento até a capacidade de campo e ao secamento ao ar. Nas duas situações foram medidas as umidades dos agregados/torrões e, em seguida, foram feitas avaliações quanto à resistência tênsil. Um avaliador realizou os testes de consistência em condição de solo úmido e seco; uma fração do torrão foi utilizada para medição da umidade no momento do teste. Os dados obtidos foram analisados utilizando o delineamento inteiramente aleatorizado, com sete tratamentos (sete solos) e dez repetições. Os dados foram submetidos à análise de normalidade pelo teste de Kolmogorov-Smirnov, à análise de variância (teste F) e de comparação de médias (teste de Tukey), todos com significância de 5%. Utilizaram-se, também, métodos de estatística multivariada. Parte dos dados foi analisada por regressão, objetivando conhecer os limiares de umidade para a aferição do caráter coeso nas condições de solo úmido e seco. Observou-se que, em solo úmido, o efeito da secagem dos agregados/torrões na consistência pôde ser descrito por uma função linear, em que os coeficientes angulares apresentaram valores negativos e significativos a 1%. Ainda em solo seco, foram registradas as consistências friável, firme, muito firme e extremamente firme. Em solo seco, constatou-se que, exceto para o solo de Brejo-MA, os coeficientes angulares das funções lineares não foram significativos; Concluiu-se que: i) em solo úmido, a consistência friável ou firme ocorre em umidade mais próxima à capacidade de campo; ii) em solo seco, a consistência torna-se muito dura ou extremamente dura antes de o solo ficar seco ao ar; e iii) é prudente que os sistemas de taxonomia de solos definam o intervalo de umidade em que deva ser feita a avaliação da consistência para fins de aferição do caráter coeso em condição de solo úmido.porreponame:Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC)instname:Universidade Federal do Ceará (UFC)instacron:UFCinfo:eu-repo/semantics/openAccessORIGINAL2021_dis_asqueiroz.pdf2021_dis_asqueiroz.pdfapplication/pdf1199623http://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/60614/3/2021_dis_asqueiroz.pdf7a029505185ef6efb72c354a80919b1bMD53LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748http://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/60614/4/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD54riufc/606142021-10-27 09:22:21.461oai:repositorio.ufc.br:riufc/60614Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Repositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.ufc.br/ri-oai/requestbu@ufc.br || repositorio@ufc.bropendoar:2021-10-27T12:22:21Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC) - Universidade Federal do Ceará (UFC)false
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