Efeitos da administração de melatonina sobre a qualidade do sono, sonolência diurna, humor e capacidade funcional em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica submetidos a um programa de reabilitação pulmonar
| Ano de defesa: | 2021 |
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Resumo: | A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) é uma condição geralmente progressiva, de elevada morbimortalidade e efeitos sistêmicos consideráveis, incluindo disfunção muscular esquelética, problemas de sono e transtornos do humor. A reabilitação pulmonar (RP) é parte importante do manejo dessa doença, reduzindo a dispneia e aumentando a tolerância ao esforço e a qualidade de vida. A melatonina (MLT) exógena tem se mostrado benéfica para a qualidade do sono em várias doenças crônicas e evidências iniciais sugerem que ela pode ser útil para o tratamento de doenças musculares. Este estudo teve como objetivo investigar os efeitos da administração de MLT (3mg/dia) em indivíduos com DPOC submetidos a RP, sobre: a qualidade do sono (QS); o grau de sonolência diurna (SD); o estado de humor e a capacidade física. Trata-se de ensaio clínico duplo cego, randomizado e controlado por placebo, com amostra final composta de 39 participantes (Grupo MLT: n=18; Grupo Placebo: n=21) e duração de 12 semanas. Os resultados estão apresentados na forma de dois manuscritos. No primeiro, são abordadas as seguintes variáveis: qualidade subjetiva do sono, avaliada pelo índice de qualidade do sono de Pittsburgh (IQSP) e diário do sono; qualidade objetiva do sono, por actigrafia; sonolência diurna, pela escala de sonolência de Epworth (ESE) e estado de humor, pela escala hospitalar de ansiedade e depressão (EHAD). A suplementação de MLT durante a RP promoveu melhora do IQSP (MLT=4,3±1,8 vs. placebo=7,6±2,5; p=0,001) e redução da sonolência diurna (MLT=6,7±4,5 vs. placebo=9,5±5; p=0,04). Na avaliação pelo diário do sono, a MLT aumentou o tempo total de sono (∆MLT=62,8±50,7min vs. ∆placebo=14,3±45,3min; p=0,004) e reduziu a latência para o sono (∆MLT=-23,3±26,9min vs. ∆placebo= -3,4±19,0min; p=0,018). Na actigrafia, o uso de MLT aumentou a duração do sono (MLT=396,4±105,2min vs. placebo=335,1±97,6min; p=0,046), eficiëncia do sono (MLT=80,4±12,9% vs. placebo=68,4±13,6%; p=0,007) e reduziu tempo acordado após o início do sono (WASO) (∆MLT=32,3±47,9min vs. placebo=-0,34±38,6min; p=0,02). A MLT levou também a maior redução da ansiedade (∆EHADMLT=-4,5±4,8 vs. placebo=-1,3±2,7; p=0,000) e depressão (∆EHADMLT=4,1±4,5 vs. placebo=1,3±3,3; p=0,017). O segundo manuscrito abordou a capacidade funcional, avaliada pelo teste da caminhada de 6min (TC6), força muscular periférica, por handgrip e testes incrementais, força muscular respiratória, pelas pressões inspiratória (PImáx) e expiratória máxima (PEmáx) na boca e qualidade de vida, pelo Airways questionnaire 20 (AQ20) e COPD assessment test (CAT). A MLT levou a um maior ganho na distância percorrida no TC6 (∆DTC6: MLT=71±26,1m vs. placebo=25,0±36,0m; p=0,000), na potência desenvolvida pelos membros inferiores (∆(W)MLT=18,4±5,1 vs.placebo=7,0±10,6;p=0,000); na carga máxima dos membros superiores (∆(Kgf)MLT=0,86±0,28 vs. placebo=0,21±0,33; p=0,000); na força de preensão manual (MLT=105,3±14,1%pred vs. placebo=86,2±15,7%pred; p=0,000); na PImáx (MLT=21,6±15,4%pr vs. placebo=4,09±8,48%pr; p=0,000) e PEmáx (MLT=13,9±8,9%pr vs. Placebo=4,1±12,7%pr; p=0,004) e nos escores do AQ20 (MLT=-6,9±3,0 vs. placebo=-1,9±2,4; p=0,000) e do CAT (MLT=-11,0±6,4 vs. placebo=-3,6±5,6; p=0,000). Em conclusão, a suplementação de MLT 3mg/dia, durante um programa de RP de 12 semanas promove maiores ganhos na qualidade do sono, estado de humor, capacidade funcional, força muscular periférica e respiratória e na qualidade de vida em pacientes com DPOC. |
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Viana, Soraya Maria do Nascimento RebouçasBruin, Pedro Felipe Carvalhedo de2021-07-01T11:01:20Z2021-07-01T11:01:20Z2021-05-31VIANA, S. M. N. R. Efeitos da administração de melatonina sobre a qualidade do sono, sonolência diurna, humor e capacidade funcional em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica submetidos a um programa de reabilitação pulmonar. 112 f. Tese (Doutorada em Ciências Médicas) - Faculdade de Medicina, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2021.http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/59283Doença Pulmonar Obstrutiva CrônicaMelatoninaSonoDepressãoExercício FísicoEfeitos da administração de melatonina sobre a qualidade do sono, sonolência diurna, humor e capacidade funcional em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica submetidos a um programa de reabilitação pulmonarinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisA doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) é uma condição geralmente progressiva, de elevada morbimortalidade e efeitos sistêmicos consideráveis, incluindo disfunção muscular esquelética, problemas de sono e transtornos do humor. A reabilitação pulmonar (RP) é parte importante do manejo dessa doença, reduzindo a dispneia e aumentando a tolerância ao esforço e a qualidade de vida. A melatonina (MLT) exógena tem se mostrado benéfica para a qualidade do sono em várias doenças crônicas e evidências iniciais sugerem que ela pode ser útil para o tratamento de doenças musculares. Este estudo teve como objetivo investigar os efeitos da administração de MLT (3mg/dia) em indivíduos com DPOC submetidos a RP, sobre: a qualidade do sono (QS); o grau de sonolência diurna (SD); o estado de humor e a capacidade física. Trata-se de ensaio clínico duplo cego, randomizado e controlado por placebo, com amostra final composta de 39 participantes (Grupo MLT: n=18; Grupo Placebo: n=21) e duração de 12 semanas. Os resultados estão apresentados na forma de dois manuscritos. No primeiro, são abordadas as seguintes variáveis: qualidade subjetiva do sono, avaliada pelo índice de qualidade do sono de Pittsburgh (IQSP) e diário do sono; qualidade objetiva do sono, por actigrafia; sonolência diurna, pela escala de sonolência de Epworth (ESE) e estado de humor, pela escala hospitalar de ansiedade e depressão (EHAD). A suplementação de MLT durante a RP promoveu melhora do IQSP (MLT=4,3±1,8 vs. placebo=7,6±2,5; p=0,001) e redução da sonolência diurna (MLT=6,7±4,5 vs. placebo=9,5±5; p=0,04). Na avaliação pelo diário do sono, a MLT aumentou o tempo total de sono (∆MLT=62,8±50,7min vs. ∆placebo=14,3±45,3min; p=0,004) e reduziu a latência para o sono (∆MLT=-23,3±26,9min vs. ∆placebo= -3,4±19,0min; p=0,018). 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A MLT levou a um maior ganho na distância percorrida no TC6 (∆DTC6: MLT=71±26,1m vs. placebo=25,0±36,0m; p=0,000), na potência desenvolvida pelos membros inferiores (∆(W)MLT=18,4±5,1 vs.placebo=7,0±10,6;p=0,000); na carga máxima dos membros superiores (∆(Kgf)MLT=0,86±0,28 vs. placebo=0,21±0,33; p=0,000); na força de preensão manual (MLT=105,3±14,1%pred vs. placebo=86,2±15,7%pred; p=0,000); na PImáx (MLT=21,6±15,4%pr vs. placebo=4,09±8,48%pr; p=0,000) e PEmáx (MLT=13,9±8,9%pr vs. Placebo=4,1±12,7%pr; p=0,004) e nos escores do AQ20 (MLT=-6,9±3,0 vs. placebo=-1,9±2,4; p=0,000) e do CAT (MLT=-11,0±6,4 vs. placebo=-3,6±5,6; p=0,000). Em conclusão, a suplementação de MLT 3mg/dia, durante um programa de RP de 12 semanas promove maiores ganhos na qualidade do sono, estado de humor, capacidade funcional, força muscular periférica e respiratória e na qualidade de vida em pacientes com DPOC.porreponame:Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC)instname:Universidade Federal do Ceará (UFC)instacron:UFCinfo:eu-repo/semantics/openAccessORIGINAL2021_tese_smnrviana.pdf2021_tese_smnrviana.pdfapplication/pdf2027463http://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/59283/1/2021_tese_smnrviana.pdf588943109b0219401e2c232ff48a178eMD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748http://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/59283/3/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD53riufc/592832021-07-01 08:02:15.309oai:repositorio.ufc.br:riufc/59283Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Repositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.ufc.br/ri-oai/requestbu@ufc.br || repositorio@ufc.bropendoar:2021-07-01T11:02:15Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC) - Universidade Federal do Ceará (UFC)false |
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Efeitos da administração de melatonina sobre a qualidade do sono, sonolência diurna, humor e capacidade funcional em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica submetidos a um programa de reabilitação pulmonar Viana, Soraya Maria do Nascimento Rebouças Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica Melatonina Sono Depressão Exercício Físico |
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A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) é uma condição geralmente progressiva, de elevada morbimortalidade e efeitos sistêmicos consideráveis, incluindo disfunção muscular esquelética, problemas de sono e transtornos do humor. A reabilitação pulmonar (RP) é parte importante do manejo dessa doença, reduzindo a dispneia e aumentando a tolerância ao esforço e a qualidade de vida. A melatonina (MLT) exógena tem se mostrado benéfica para a qualidade do sono em várias doenças crônicas e evidências iniciais sugerem que ela pode ser útil para o tratamento de doenças musculares. Este estudo teve como objetivo investigar os efeitos da administração de MLT (3mg/dia) em indivíduos com DPOC submetidos a RP, sobre: a qualidade do sono (QS); o grau de sonolência diurna (SD); o estado de humor e a capacidade física. Trata-se de ensaio clínico duplo cego, randomizado e controlado por placebo, com amostra final composta de 39 participantes (Grupo MLT: n=18; Grupo Placebo: n=21) e duração de 12 semanas. Os resultados estão apresentados na forma de dois manuscritos. No primeiro, são abordadas as seguintes variáveis: qualidade subjetiva do sono, avaliada pelo índice de qualidade do sono de Pittsburgh (IQSP) e diário do sono; qualidade objetiva do sono, por actigrafia; sonolência diurna, pela escala de sonolência de Epworth (ESE) e estado de humor, pela escala hospitalar de ansiedade e depressão (EHAD). A suplementação de MLT durante a RP promoveu melhora do IQSP (MLT=4,3±1,8 vs. placebo=7,6±2,5; p=0,001) e redução da sonolência diurna (MLT=6,7±4,5 vs. placebo=9,5±5; p=0,04). Na avaliação pelo diário do sono, a MLT aumentou o tempo total de sono (∆MLT=62,8±50,7min vs. ∆placebo=14,3±45,3min; p=0,004) e reduziu a latência para o sono (∆MLT=-23,3±26,9min vs. ∆placebo= -3,4±19,0min; p=0,018). Na actigrafia, o uso de MLT aumentou a duração do sono (MLT=396,4±105,2min vs. placebo=335,1±97,6min; p=0,046), eficiëncia do sono (MLT=80,4±12,9% vs. placebo=68,4±13,6%; p=0,007) e reduziu tempo acordado após o início do sono (WASO) (∆MLT=32,3±47,9min vs. placebo=-0,34±38,6min; p=0,02). A MLT levou também a maior redução da ansiedade (∆EHADMLT=-4,5±4,8 vs. placebo=-1,3±2,7; p=0,000) e depressão (∆EHADMLT=4,1±4,5 vs. placebo=1,3±3,3; p=0,017). O segundo manuscrito abordou a capacidade funcional, avaliada pelo teste da caminhada de 6min (TC6), força muscular periférica, por handgrip e testes incrementais, força muscular respiratória, pelas pressões inspiratória (PImáx) e expiratória máxima (PEmáx) na boca e qualidade de vida, pelo Airways questionnaire 20 (AQ20) e COPD assessment test (CAT). A MLT levou a um maior ganho na distância percorrida no TC6 (∆DTC6: MLT=71±26,1m vs. placebo=25,0±36,0m; p=0,000), na potência desenvolvida pelos membros inferiores (∆(W)MLT=18,4±5,1 vs.placebo=7,0±10,6;p=0,000); na carga máxima dos membros superiores (∆(Kgf)MLT=0,86±0,28 vs. placebo=0,21±0,33; p=0,000); na força de preensão manual (MLT=105,3±14,1%pred vs. placebo=86,2±15,7%pred; p=0,000); na PImáx (MLT=21,6±15,4%pr vs. placebo=4,09±8,48%pr; p=0,000) e PEmáx (MLT=13,9±8,9%pr vs. Placebo=4,1±12,7%pr; p=0,004) e nos escores do AQ20 (MLT=-6,9±3,0 vs. placebo=-1,9±2,4; p=0,000) e do CAT (MLT=-11,0±6,4 vs. placebo=-3,6±5,6; p=0,000). Em conclusão, a suplementação de MLT 3mg/dia, durante um programa de RP de 12 semanas promove maiores ganhos na qualidade do sono, estado de humor, capacidade funcional, força muscular periférica e respiratória e na qualidade de vida em pacientes com DPOC. |
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