Ciclo carolíngio como divisor de águas nas literaturas portuguesa de cordel e brasileira de folhetos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2015
Autor(a) principal: Carvalho, Marta Raquel Oliveira de
Orientador(a): Siqueira, Ana Marcia Alves
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: www.teses.ufc.br
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/16224
Resumo: O objetivo geral deste trabalho é analisar a contribuição do ciclo carolíngio para a autonomia da literatura de folhetos brasileira. Para tanto, partiremos do pressuposto de que mesmo compartilhando um plano de fundo comum com a literatura de cordel portuguesa, os folhetos brasileiros mantêm a sua autonomia, na medida em que se estabelece um cânone de autores e obras, uma forma tipográfica específica e um público leitor bem definido. A nossa atenção reside no processo de aculturação que assente as bases da literatura de folhetos, sobretudo em como o cabedal português é apropriado e recriado com cores locais. Por isso, escolhemos o ciclo carolíngio por este fazer parte da formação das duas literaturas cotejadas, a fim de entendermos o intrincado processo cultural que, ao mesmo tempo em que aproxima as respectivas literaturas, distancia-as. Este ciclo atua como um verdadeiro divisor de águas enquanto matéria literária capaz de se remodelar a outros contextos literários, bem como irradia novos elementos de criação artística a partir do amálgama de imaginários híbridos, graças ao engenho e à arte do poeta popular e à recepção calorosa dos leitores e/ou ouvintes das histórias de Carlos Magno e dos Doze Pares de França. Para uma melhor compreensão deste aspecto, abordamos a forma como os personagens carolíngios estão construídos como figuras arquetípicas pautadas em sentimentos de bravura e destemor tão apreciados pela sociedade nordestina. Para tal fim, utilizamos uma metodologia de análise exploratória, bibliográfica, documental e descritiva, cujos resultados estão embasados na análise dos 60 folhetos que compõem o corpus da presente pesquisa, bem como na literatura que se reporta ao tema em questão.
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Para tanto, partiremos do pressuposto de que mesmo compartilhando um plano de fundo comum com a literatura de cordel portuguesa, os folhetos brasileiros mantêm a sua autonomia, na medida em que se estabelece um cânone de autores e obras, uma forma tipográfica específica e um público leitor bem definido. A nossa atenção reside no processo de aculturação que assente as bases da literatura de folhetos, sobretudo em como o cabedal português é apropriado e recriado com cores locais. Por isso, escolhemos o ciclo carolíngio por este fazer parte da formação das duas literaturas cotejadas, a fim de entendermos o intrincado processo cultural que, ao mesmo tempo em que aproxima as respectivas literaturas, distancia-as. Este ciclo atua como um verdadeiro divisor de águas enquanto matéria literária capaz de se remodelar a outros contextos literários, bem como irradia novos elementos de criação artística a partir do amálgama de imaginários híbridos, graças ao engenho e à arte do poeta popular e à recepção calorosa dos leitores e/ou ouvintes das histórias de Carlos Magno e dos Doze Pares de França. Para uma melhor compreensão deste aspecto, abordamos a forma como os personagens carolíngios estão construídos como figuras arquetípicas pautadas em sentimentos de bravura e destemor tão apreciados pela sociedade nordestina. Para tal fim, utilizamos uma metodologia de análise exploratória, bibliográfica, documental e descritiva, cujos resultados estão embasados na análise dos 60 folhetos que compõem o corpus da presente pesquisa, bem como na literatura que se reporta ao tema em questão.El objetivo general de este trabajo es analizar la contribución del ciclo carolingio a la autonomía de la literatura de folletos brasileños. Así que, partiremos del presupuesto de que aunque compartiendo un telón de fondo común con la literatura de cordel portuguesa, los folletos brasileños mantienen su autonomía, puesto que establecen un canon de autores y obras, una forma tipográfica específica y además cuenta con un público lector muy bien definido. Nuestra atención reside en el proceso de aculturación que plantean las bases de la literatura de folletos. Sobre todo en como el patrimonio literario portugués apropiado es recriado con los colores lugareños. Por eso, elegimos el ciclo carolingio a causa de su importancia para la formación de las dos literaturas cotejadas, a fin de que entendamos el intrincado proceso cultural que, al mismo tiempo en que aproxima las respectivas literaturas, se las puede distanciar. Este ciclo actúa como una verdadera divisora de aguas, en cuanto materia literaria capaz de remodelarse a otros contextos socioculturales, irradiando, a su vez, nuevos elementos de creación artística a partir de la amalgama de imaginarios híbridos. Esto es posible gracias al ingenio y arte de los poetas populares y la recepción calurosa de los lectores y/o oyentes de las historias de Carlomagno y de los Doce Pares de Francia. Para una mejor comprensión de este aspecto, abordamos en nuestro estudio la forma de como los personajes carolingios están construidos, es decir, como figuras arquetípicas pautadas en sentimientos de bravura y valentía tan apreciados por la sociedad nordestina. Para tal fin, utilizamos una metodología de análisis exploratorio, bibliográfico, documental y descriptivo, cuyos resultados obtenidos están basados en el análisis de los 60 folletos que componen el corpus de la presente investigación, como también en la literatura que se reporta al tema en cuestión.porreponame:Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC)instname:Universidade Federal do Ceará (UFC)instacron:UFCinfo:eu-repo/semantics/openAccessORIGINAL2015_dis_mrocarvalho.pdf2015_dis_mrocarvalho.pdfapplication/pdf984121http://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/16224/1/2015_dis_mrocarvalho.pdff0f1d2af5088602e52b429942a07e2e5MD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81786http://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/16224/2/license.txt8c4401d3d14722a7ca2d07c782a1aab3MD52riufc/162242019-03-13 15:05:57.779oai:repositorio.ufc.br:riufc/16224w4kgbmVjZXNzw6FyaW8gY29uY29yZGFyIGNvbSBhIGxpY2Vuw6dhIGRlIGRpc3RyaWJ1acOnw6NvIG7Do28tZXhjbHVzaXZhLAphbnRlcyBxdWUgbyBkb2N1bWVudG8gcG9zc2EgYXBhcmVjZXIgbm8gUmVwb3NpdMOzcmlvLiBQb3IgZmF2b3IsIGxlaWEgYQpsaWNlbsOnYSBhdGVudGFtZW50ZS4gQ2FzbyBuZWNlc3NpdGUgZGUgYWxndW0gZXNjbGFyZWNpbWVudG8gZW50cmUgZW0KY29udGF0byBhdHJhdsOpcyBkZTogcmVwb3NpdG9yaW9AdWZjLmJyIG91ICg4NSkzMzY2LTk1MDguCgpMSUNFTsOHQSBERSBESVNUUklCVUnDh8ODTyBOw4NPLUVYQ0xVU0lWQQoKQW8gYXNzaW5hciBlIGVudHJlZ2FyIGVzdGEgbGljZW7Dp2EsIG8vYSBTci4vU3JhLiAoYXV0b3Igb3UgZGV0ZW50b3IgZG9zIGRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yKToKCmEpIENvbmNlZGUgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZG8gQ2VhcsOhIG8gZGlyZWl0byBuw6NvLWV4Y2x1c2l2byBkZQpyZXByb2R1emlyLCBjb252ZXJ0ZXIgKGNvbW8gZGVmaW5pZG8gYWJhaXhvKSwgY29tdW5pY2FyIGUvb3UKZGlzdHJpYnVpciBvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZSAoaW5jbHVpbmRvIG8gcmVzdW1vL2Fic3RyYWN0KSBlbQpmb3JtYXRvIGRpZ2l0YWwgb3UgaW1wcmVzc28gZSBlbSBxdWFscXVlciBtZWlvLgoKYikgRGVjbGFyYSBxdWUgbyBkb2N1bWVudG8gZW50cmVndWUgw6kgc2V1IHRyYWJhbGhvIG9yaWdpbmFsLCBlIHF1ZQpkZXTDqW0gbyBkaXJlaXRvIGRlIGNvbmNlZGVyIG9zIGRpcmVpdG9zIGNvbnRpZG9zIG5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLiBEZWNsYXJhIHRhbWLDqW0gcXVlIGEgZW50cmVnYSBkbyBkb2N1bWVudG8gbsOjbyBpbmZyaW5nZSwgdGFudG8gcXVhbnRvIGxoZSDDqSBwb3Nzw612ZWwgc2FiZXIsIG9zIGRpcmVpdG9zIGRlIHF1YWxxdWVyIG91dHJhIHBlc3NvYSBvdSBlbnRpZGFkZS4KCmMpIFNlIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlIGNvbnTDqW0gbWF0ZXJpYWwgZG8gcXVhbCBuw6NvIGRldMOpbSBvcwpkaXJlaXRvcyBkZSBhdXRvciwgZGVjbGFyYSBxdWUgb2J0ZXZlIGF1dG9yaXphw6fDo28gZG8gZGV0ZW50b3IgZG9zCmRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yIHBhcmEgY29uY2VkZXIgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZG8gQ2VhcsOhIG9zIGRpcmVpdG9zIHJlcXVlcmlkb3MgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGUgcXVlIGVzc2UgbWF0ZXJpYWwgY3Vqb3MgZGlyZWl0b3Mgc8OjbyBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbyBubyB0ZXh0byBvdSBjb250ZcO6ZG8gZG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlLgoKU2UgbyBkb2N1bWVudG8gZW50cmVndWUgw6kgYmFzZWFkbyBlbSB0cmFiYWxobyBmaW5hbmNpYWRvIG91IGFwb2lhZG8KcG9yIG91dHJhIGluc3RpdHVpw6fDo28gcXVlIG7Do28gYSBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkbyBDZWFyw6EsIGRlY2xhcmEgcXVlIGN1bXByaXUgcXVhaXNxdWVyIG9icmlnYcOnw7VlcyBleGlnaWRhcyBwZWxvIHJlc3BlY3Rpdm8gY29udHJhdG8gb3UKYWNvcmRvLgoKQSBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkbyBDZWFyw6EgaWRlbnRpZmljYXLDoSBjbGFyYW1lbnRlIG8ocykgc2V1IChzKSBub21lIChzKSBjb21vIG8gKHMpIGF1dG9yIChlcykgb3UgZGV0ZW50b3IgKGVzKSBkb3MgZGlyZWl0b3MgZG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlLCBlIG7Do28gZmFyw6EgcXVhbHF1ZXIgYWx0ZXJhw6fDo28sIHBhcmEgYWzDqW0gZGFzIHBlcm1pdGlkYXMgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EuCg==Repositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.ufc.br/ri-oai/requestbu@ufc.br || repositorio@ufc.bropendoar:2019-03-13T18:05:57Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC) - Universidade Federal do Ceará (UFC)false
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