Propriedades citotóxica, genotóxica e antitumoral de um benzil-isotiocianato isolado de Moringa oleifera (Moringaceae)
| Ano de defesa: | 2010 |
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| Palavras-chave em Português: | |
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Resumo: | Moringa oleifera Lam. é uma planta tropical com grande importância por seus usos medicinais. Vários compostos já foram isolados de diferentes partes da planta, e dentre as atividades farmacológicas podemos destacar a antitumoral. Este trabalho determinou, inicialmente, a atividade citotóxica, por MTT, do composto 4-(4′-O-acetil-α-L-ramnopiranosiloxi)benzil isotiocianato (MFLC-1), frente a linhagem leucêmica de HL-60 e células mononucleadas isoladas de sangue periférico (CMSP) após 24h de incubação. O composto mostrou-se ativo contra células tumorais de HL-60 e CMSP, onde apresentou uma ligeira seletividade para as células tumorais. Os estudos acerca do mecanismo de ação da atividade citotóxica foi aprofundado em células HL-60 após 24 horas de incubação com e sem pré-incubação com α-tocoferol (40μM) através dos seguintes ensaios: 1- Mensuração do estresse oxidativo através do TBARS; 2- Coloração por May-Grunwald-Giemsa; 3- Avaliação da integridade de membrana, viabilidade celular e concentração de células; 4- Determinação do conteúdo de DNA nuclear da célula; 5- Determinação da externalização da fosfatidilserina em células HL-60; 6- Determinação da ativação de caspases iniciadoras (-8 e -9) e efetoras (-3 e -7). O composto induziu estresse oxidativo, diminuiu o número de células e a viabilidade celular e induziu ativação de caspases iniciadoras (8 e 9) e efetoras (3 e 7). Na análise das células coradas por May-Grunwald-Giemsa, podemos observar características morfológicas sugestivas de morte celular por apoptose seguida de necrose secundária na maior concentração (1,4μg/mL). Quando pré-incubamos as células de HL-60 com α-tocoferol (40μM), todas as características, tanto bioquímicas quanto morfológicas, são suprimidas indicando um importante papel do estresse oxidativo na indução de morte celular promovida pelo composto MFLC-1. A genotoxicidade do MFLC-1 foi determinada em células HL-60 e CMSP após 24h de incubação, onde observamos a formação de ligações cruzadas (cross-links) no DNA, o que foi revertido pela exposição das células tratadas a proteinase K. Dessa forma, observamos um aumento do índice de dano ao DNA com o aumento da concentração, indicando a formação de cross-link do tipo DNA-proteína. Também observamos que o composto é mais genotóxico para as células tumorais que as normais. O efeito antitumoral (in vivo) do MFLC-1 foi analisado em camundongos transplantados com o tumor Sarcoma 180 e tratados nas doses de 25 e 50 mg/Kg/dia por via intraperitoneal. A inibição do crescimento tumoral foi de 55,11% e 71,58% nas doses testadas de 25 e 50mg/Kg, respectivamente. A análise histopatológica dos órgãos dos animais mostrou que MFLC-1 provoca efeitos tóxicos moderados, principalmente no fígado e no baço, mas esses podem ser considerados como reversíveis. |
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Rodrigues, Felipe Augusto RochaCosta-Lotufo , Letícia Veras2012-03-26T12:23:55Z2012-03-26T12:23:55Z2010RODRIGUES, F. A. R. Estudo das propriedades citotóxica, genotóxica e antitumoral de um benzil-isotiocianato isolado de Moringa oleifera (Moringaceae). 2010. 142 f. Dissertação (Mestrado em Farmacologia) - Faculdade de Medicina, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2010.http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/2345Moringa oleiferaEstresse OxidativoLeucemia Mielomonocítica CrônicaPropriedades citotóxica, genotóxica e antitumoral de um benzil-isotiocianato isolado de Moringa oleifera (Moringaceae)Cytotoxic, genotoxic and antitumor properties of the a benzyl-isothiocyanate isolated from Moringa oleifera (Moringaceae)info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisMoringa oleifera Lam. é uma planta tropical com grande importância por seus usos medicinais. Vários compostos já foram isolados de diferentes partes da planta, e dentre as atividades farmacológicas podemos destacar a antitumoral. Este trabalho determinou, inicialmente, a atividade citotóxica, por MTT, do composto 4-(4′-O-acetil-α-L-ramnopiranosiloxi)benzil isotiocianato (MFLC-1), frente a linhagem leucêmica de HL-60 e células mononucleadas isoladas de sangue periférico (CMSP) após 24h de incubação. O composto mostrou-se ativo contra células tumorais de HL-60 e CMSP, onde apresentou uma ligeira seletividade para as células tumorais. Os estudos acerca do mecanismo de ação da atividade citotóxica foi aprofundado em células HL-60 após 24 horas de incubação com e sem pré-incubação com α-tocoferol (40μM) através dos seguintes ensaios: 1- Mensuração do estresse oxidativo através do TBARS; 2- Coloração por May-Grunwald-Giemsa; 3- Avaliação da integridade de membrana, viabilidade celular e concentração de células; 4- Determinação do conteúdo de DNA nuclear da célula; 5- Determinação da externalização da fosfatidilserina em células HL-60; 6- Determinação da ativação de caspases iniciadoras (-8 e -9) e efetoras (-3 e -7). O composto induziu estresse oxidativo, diminuiu o número de células e a viabilidade celular e induziu ativação de caspases iniciadoras (8 e 9) e efetoras (3 e 7). Na análise das células coradas por May-Grunwald-Giemsa, podemos observar características morfológicas sugestivas de morte celular por apoptose seguida de necrose secundária na maior concentração (1,4μg/mL). Quando pré-incubamos as células de HL-60 com α-tocoferol (40μM), todas as características, tanto bioquímicas quanto morfológicas, são suprimidas indicando um importante papel do estresse oxidativo na indução de morte celular promovida pelo composto MFLC-1. A genotoxicidade do MFLC-1 foi determinada em células HL-60 e CMSP após 24h de incubação, onde observamos a formação de ligações cruzadas (cross-links) no DNA, o que foi revertido pela exposição das células tratadas a proteinase K. Dessa forma, observamos um aumento do índice de dano ao DNA com o aumento da concentração, indicando a formação de cross-link do tipo DNA-proteína. Também observamos que o composto é mais genotóxico para as células tumorais que as normais. O efeito antitumoral (in vivo) do MFLC-1 foi analisado em camundongos transplantados com o tumor Sarcoma 180 e tratados nas doses de 25 e 50 mg/Kg/dia por via intraperitoneal. 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