O “renascimento” liberal brasileiro (2006-2021): relações entre o local e o nacional, suas correntes teóricas e movimentos políticos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2022
Autor(a) principal: Magalhães, Leandro Meneses
Orientador(a): Gentile, Fábio
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/68636
Resumo: Visando pôr em causa o renascimento das ideias e práticas liberais no Brasil contemporâneo, estabeleceu-se para este propósito adotar o método analítico a fim de mapear, descrever e examinar as iniciativas liberais surgidas no país entre 2006 e 2021. Com efeito, a escolha pelo “renascimento liberal” em detrimento da categoria “neoliberalismo” justifica-se por haver entre ambas um objeto de conhecimento em disputa. Daí a necessidade de delimitar-se, preliminarmente, as definições críticas dos dois principais núcleos argumentativos de estudos sobre o neoliberalismo (COLLIER, 2012; ANDRADE, 2019) para, em seguida, analisar-se a sua validade conceitual com base em Venugopal (2015), Wacquant (2012), Birch (2017), Clarke (2008), Boas e Gans-Morse (2009). Feitos esses apontamentos, prosseguiu-se com a genealogia do “renascimento” anglo-europeu e asiático de 1970/1980, deslindando-se questões relacionadas às ressignificações do liberalismo, a constituição histórica dos institutos privados de difusão ideológica (think tanks, fundações), além de suas redes de apoio e financiamento, como a Atlas Economic Research Foundation (AERF). Discutiu-se, também, a presença do modelo de ajustes estruturais em nações periféricas e a penetração da lógica desse “liberalismo renovado” em outros segmentos, como as teorias jurídicas de Rawls, Bobbio e Nozick (MERQUIOR, 2014), a Paideia de Adler (ADLER, 1982), o movimento editorial e a indústria cultural. Ademais, fez-se um balanço das realizações dos empresários liberais brasileiros no fomento de uma cultura política voltada à remodelação dos mecanismos de Estado e das políticas públicas por intermédio da fundação dos Institutos Liberais e centros empresariais. Por fim, observou-se que, em certo período, o movimento liberal entrou em crise e retrocedeu em termos de identidade e representatividade política, até ser redescoberto por novos atores políticos dispostos a se engajarem ideologicamente. A partir de 2006, iniciou-se um novo “renascimento” dividido em três ciclos históricos que culminaram na formação de uma rede transfronteiriça de iniciativas de disseminação de ideias, ou físicas ou virtuais, inspiradas, sobretudo, pelas correntes teóricas e doutrinárias da Escola Austríaca de Economia (EAE).
id UFC-7_e3daa66a12b3640e4eda5bbee50960e4
oai_identifier_str oai:repositorio.ufc.br:riufc/68636
network_acronym_str UFC-7
network_name_str Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC)
repository_id_str
spelling Magalhães, Leandro MenesesGentile, Fábio2022-09-30T17:56:27Z2022-09-30T17:56:27Z2022MAGALHÃES, Leandro Meneses. O “renascimento” liberal brasileiro (2006-2021): relações entre o local e o nacional, suas correntes teóricas e movimentos políticos. Orientador: Fabio Gentile. 2022. 171 f. Dissertação (Mestrado em Sociologia) - Programa de Pós-Graduação em Sociologia, Centro de Humanidades, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2022.http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/68636LiberalismoRenascimento liberalNeo-liberalismoClassical liberalismLibertarian RenaissanceNeoliberalismO “renascimento” liberal brasileiro (2006-2021): relações entre o local e o nacional, suas correntes teóricas e movimentos políticosinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisVisando pôr em causa o renascimento das ideias e práticas liberais no Brasil contemporâneo, estabeleceu-se para este propósito adotar o método analítico a fim de mapear, descrever e examinar as iniciativas liberais surgidas no país entre 2006 e 2021. Com efeito, a escolha pelo “renascimento liberal” em detrimento da categoria “neoliberalismo” justifica-se por haver entre ambas um objeto de conhecimento em disputa. Daí a necessidade de delimitar-se, preliminarmente, as definições críticas dos dois principais núcleos argumentativos de estudos sobre o neoliberalismo (COLLIER, 2012; ANDRADE, 2019) para, em seguida, analisar-se a sua validade conceitual com base em Venugopal (2015), Wacquant (2012), Birch (2017), Clarke (2008), Boas e Gans-Morse (2009). Feitos esses apontamentos, prosseguiu-se com a genealogia do “renascimento” anglo-europeu e asiático de 1970/1980, deslindando-se questões relacionadas às ressignificações do liberalismo, a constituição histórica dos institutos privados de difusão ideológica (think tanks, fundações), além de suas redes de apoio e financiamento, como a Atlas Economic Research Foundation (AERF). Discutiu-se, também, a presença do modelo de ajustes estruturais em nações periféricas e a penetração da lógica desse “liberalismo renovado” em outros segmentos, como as teorias jurídicas de Rawls, Bobbio e Nozick (MERQUIOR, 2014), a Paideia de Adler (ADLER, 1982), o movimento editorial e a indústria cultural. Ademais, fez-se um balanço das realizações dos empresários liberais brasileiros no fomento de uma cultura política voltada à remodelação dos mecanismos de Estado e das políticas públicas por intermédio da fundação dos Institutos Liberais e centros empresariais. Por fim, observou-se que, em certo período, o movimento liberal entrou em crise e retrocedeu em termos de identidade e representatividade política, até ser redescoberto por novos atores políticos dispostos a se engajarem ideologicamente. A partir de 2006, iniciou-se um novo “renascimento” dividido em três ciclos históricos que culminaram na formação de uma rede transfronteiriça de iniciativas de disseminação de ideias, ou físicas ou virtuais, inspiradas, sobretudo, pelas correntes teóricas e doutrinárias da Escola Austríaca de Economia (EAE).porreponame:Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC)instname:Universidade Federal do Ceará (UFC)instacron:UFCinfo:eu-repo/semantics/openAccessORIGINAL2022_dis_lmmagalhães.pdf2022_dis_lmmagalhães.pdfapplication/pdf1637066http://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/68636/3/2022_dis_lmmagalh%c3%a3es.pdffdf35ab5717ac252cfca4a1b7acd0272MD53LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82152http://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/68636/2/license.txtfb3ad2d23d9790966439580114baefafMD52riufc/686362022-09-30 15:06:21.996oai:repositorio.ufc.br:riufc/68636TElDRU7Dh0EgREUgQVJNQVpFTkFNRU5UTyBFIERJU1RSSUJVScOHw4NPIE7Dg08tRVhDTFVTSVZBIAoKQW8gY29uY29yZGFyIGNvbSBlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCB2b2PDqihzKSBhdXRvcihlcykgb3UgdGl0dWxhcihlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRhIG9icmEgYXF1aSBkZXNjcml0YSBjb25jZWRlKG0pIMOgIFVuaXZlcnNpZGFkZSBGZWRlcmFsIGRvIENlYXLDoSwgZ2VzdG9yYSBkbyBSZXBvc2l0w7NyaW8gSW5zdGl0dWNpb25hbCBkYSBVRkMgLSBSSS9VRkMsIG8gZGlyZWl0byBuw6NvLWV4Y2x1c2l2byBkZSByZXByb2R1emlyLCBjb252ZXJ0ZXIgKGNvbW8gZGVmaW5pZG8gYWJhaXhvKSBlL291IGRpc3RyaWJ1aXIgbyBkb2N1bWVudG8gZGVwb3NpdGFkbyBlbSBmb3JtYXRvIGltcHJlc3NvLCBlbGV0csO0bmljbyBvdSBlbSBxdWFscXVlciBvdXRybyBtZWlvLiBWb2PDqiBjb25jb3JkYShtKSBxdWUgYSBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkbyBDZWFyw6EsIGdlc3RvcmEgZG8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgZGEgVUZDIC0gUkkvVUZDLCBwb2RlLCBzZW0gYWx0ZXJhciBvIGNvbnRlw7pkbywgY29udmVydGVyIG8gYXJxdWl2byBkZXBvc2l0YWRvIGEgcXVhbHF1ZXIgbWVpbyBvdSBmb3JtYXRvIGNvbSBmaW5zIGRlIHByZXNlcnZhw6fDo28uIFZvY8OqKHMpIHRhbWLDqW0gY29uY29yZGEobSkgcXVlIGEgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZG8gQ2VhcsOhLCBnZXN0b3JhIGRvIFJlcG9zaXTDs3JpbyBJbnN0aXR1Y2lvbmFsIGRhIFVGQyAtIFJJL1VGQywgcG9kZSBtYW50ZXIgbWFpcyBkZSB1bWEgY8OzcGlhIGRlc3RlIGRlcMOzc2l0byBwYXJhIGZpbnMgZGUgc2VndXJhbsOnYSwgYmFjay11cCBlL291IHByZXNlcnZhw6fDo28uIFZvY8OqIGRlY2xhcmEgcXVlIGEgYXByZXNlbnRhw6fDo28gZG8gc2V1IHRyYWJhbGhvIMOpIG9yaWdpbmFsIGUgcXVlIHZvY8OqKHMpIHBvZGUobSkgY29uY2VkZXIgb3MgZGlyZWl0b3MgY29udGlkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EuIFZvY8OqIHRhbWLDqW0gZGVjbGFyYShtKSBxdWUgbyBlbnZpbyDDqSBkZSBzZXUgY29uaGVjaW1lbnRvIGUgbsOjbyBpbmZyaW5nZSBvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBkZSBvdXRyYSBwZXNzb2Egb3UgaW5zdGl0dWnDp8Ojby4gQ2FzbyBvIGRvY3VtZW50byBhIHNlciBkZXBvc2l0YWRvIGNvbnRlbmhhIG1hdGVyaWFsIHBhcmEgbyBxdWFsIHZvY8OqKHMpIG7Do28gZGV0w6ltIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBhdXRvcmFpcywgdm9jw6oocykgZGVjbGFyYShtKSBxdWUgb2J0ZXZlIGEgcGVybWlzc8OjbyBpcnJlc3RyaXRhIGRvIHRpdHVsYXIgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRlIGNvbmNlZGVyIMOgIFVuaXZlcnNpZGFkZSBGZWRlcmFsIGRvIENlYXLDoSwgZ2VzdG9yYSBkbyBSZXBvc2l0w7NyaW8gSW5zdGl0dWNpb25hbCBkYSBVRkMgLSBSSS9VRkMsIG9zIGRpcmVpdG9zIHJlcXVlcmlkb3MgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EgZSBxdWUgb3MgbWF0ZXJpYWlzIGRlIHByb3ByaWVkYWRlIGRlIHRlcmNlaXJvcywgZXN0w6NvIGRldmlkYW1lbnRlIGlkZW50aWZpY2Fkb3MgZSByZWNvbmhlY2lkb3Mgbm8gdGV4dG8gb3UgY29udGXDumRvIGRhIGFwcmVzZW50YcOnw6NvLgogQ0FTTyBPIFRSQUJBTEhPIERFUE9TSVRBRE8gVEVOSEEgU0lETyBGSU5BTkNJQURPIE9VIEFQT0lBRE8gUE9SIFVNIMOTUkfDg08sIFFVRSBOw4NPIEEgSU5TVElUVUnDh8ODTyBERVNURSBSRVBPU0lUw5NSSU86IFZPQ8OKIERFQ0xBUkEgVEVSIENVTVBSSURPIFRPRE9TIE9TIERJUkVJVE9TIERFIFJFVklTw4NPIEUgUVVBSVNRVUVSIE9VVFJBUyBPQlJJR0HDh8OVRVMgUkVRVUVSSURBUyBQRUxPIENPTlRSQVRPIE9VIEFDT1JETy4gCk8gcmVwb3NpdMOzcmlvIGlkZW50aWZpY2Fyw6EgY2xhcmFtZW50ZSBvIHNldShzKSBub21lKHMpIGNvbW8gYXV0b3IoZXMpIG91IHRpdHVsYXIoZXMpIGRvIGRpcmVpdG8gZGUgYXV0b3IoZXMpIGRvIGRvY3VtZW50byBzdWJtZXRpZG8gZSBkZWNsYXJhIHF1ZSBuw6NvIGZhcsOhIHF1YWxxdWVyIGFsdGVyYcOnw6NvIGFsw6ltIGRhcyBwZXJtaXRpZGFzIHBvciBlc3RhIGxpY2Vuw6dhLgpSZXBvc2l0w7NyaW8gSW5zdGl0dWNpb25hbCBkYSBVRkMuCg==Repositório InstitucionalPUBhttp://www.repositorio.ufc.br/ri-oai/requestbu@ufc.br || repositorio@ufc.bropendoar:2022-09-30T18:06:21Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC) - Universidade Federal do Ceará (UFC)false
dc.title.pt_BR.fl_str_mv O “renascimento” liberal brasileiro (2006-2021): relações entre o local e o nacional, suas correntes teóricas e movimentos políticos
title O “renascimento” liberal brasileiro (2006-2021): relações entre o local e o nacional, suas correntes teóricas e movimentos políticos
spellingShingle O “renascimento” liberal brasileiro (2006-2021): relações entre o local e o nacional, suas correntes teóricas e movimentos políticos
Magalhães, Leandro Meneses
Liberalismo
Renascimento liberal
Neo-liberalismo
Classical liberalism
Libertarian Renaissance
Neoliberalism
title_short O “renascimento” liberal brasileiro (2006-2021): relações entre o local e o nacional, suas correntes teóricas e movimentos políticos
title_full O “renascimento” liberal brasileiro (2006-2021): relações entre o local e o nacional, suas correntes teóricas e movimentos políticos
title_fullStr O “renascimento” liberal brasileiro (2006-2021): relações entre o local e o nacional, suas correntes teóricas e movimentos políticos
title_full_unstemmed O “renascimento” liberal brasileiro (2006-2021): relações entre o local e o nacional, suas correntes teóricas e movimentos políticos
title_sort O “renascimento” liberal brasileiro (2006-2021): relações entre o local e o nacional, suas correntes teóricas e movimentos políticos
author Magalhães, Leandro Meneses
author_facet Magalhães, Leandro Meneses
author_role author
dc.contributor.author.fl_str_mv Magalhães, Leandro Meneses
dc.contributor.advisor1.fl_str_mv Gentile, Fábio
contributor_str_mv Gentile, Fábio
dc.subject.por.fl_str_mv Liberalismo
Renascimento liberal
Neo-liberalismo
Classical liberalism
Libertarian Renaissance
Neoliberalism
topic Liberalismo
Renascimento liberal
Neo-liberalismo
Classical liberalism
Libertarian Renaissance
Neoliberalism
description Visando pôr em causa o renascimento das ideias e práticas liberais no Brasil contemporâneo, estabeleceu-se para este propósito adotar o método analítico a fim de mapear, descrever e examinar as iniciativas liberais surgidas no país entre 2006 e 2021. Com efeito, a escolha pelo “renascimento liberal” em detrimento da categoria “neoliberalismo” justifica-se por haver entre ambas um objeto de conhecimento em disputa. Daí a necessidade de delimitar-se, preliminarmente, as definições críticas dos dois principais núcleos argumentativos de estudos sobre o neoliberalismo (COLLIER, 2012; ANDRADE, 2019) para, em seguida, analisar-se a sua validade conceitual com base em Venugopal (2015), Wacquant (2012), Birch (2017), Clarke (2008), Boas e Gans-Morse (2009). Feitos esses apontamentos, prosseguiu-se com a genealogia do “renascimento” anglo-europeu e asiático de 1970/1980, deslindando-se questões relacionadas às ressignificações do liberalismo, a constituição histórica dos institutos privados de difusão ideológica (think tanks, fundações), além de suas redes de apoio e financiamento, como a Atlas Economic Research Foundation (AERF). Discutiu-se, também, a presença do modelo de ajustes estruturais em nações periféricas e a penetração da lógica desse “liberalismo renovado” em outros segmentos, como as teorias jurídicas de Rawls, Bobbio e Nozick (MERQUIOR, 2014), a Paideia de Adler (ADLER, 1982), o movimento editorial e a indústria cultural. Ademais, fez-se um balanço das realizações dos empresários liberais brasileiros no fomento de uma cultura política voltada à remodelação dos mecanismos de Estado e das políticas públicas por intermédio da fundação dos Institutos Liberais e centros empresariais. Por fim, observou-se que, em certo período, o movimento liberal entrou em crise e retrocedeu em termos de identidade e representatividade política, até ser redescoberto por novos atores políticos dispostos a se engajarem ideologicamente. A partir de 2006, iniciou-se um novo “renascimento” dividido em três ciclos históricos que culminaram na formação de uma rede transfronteiriça de iniciativas de disseminação de ideias, ou físicas ou virtuais, inspiradas, sobretudo, pelas correntes teóricas e doutrinárias da Escola Austríaca de Economia (EAE).
publishDate 2022
dc.date.accessioned.fl_str_mv 2022-09-30T17:56:27Z
dc.date.available.fl_str_mv 2022-09-30T17:56:27Z
dc.date.issued.fl_str_mv 2022
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/masterThesis
format masterThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.citation.fl_str_mv MAGALHÃES, Leandro Meneses. O “renascimento” liberal brasileiro (2006-2021): relações entre o local e o nacional, suas correntes teóricas e movimentos políticos. Orientador: Fabio Gentile. 2022. 171 f. Dissertação (Mestrado em Sociologia) - Programa de Pós-Graduação em Sociologia, Centro de Humanidades, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2022.
dc.identifier.uri.fl_str_mv http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/68636
identifier_str_mv MAGALHÃES, Leandro Meneses. O “renascimento” liberal brasileiro (2006-2021): relações entre o local e o nacional, suas correntes teóricas e movimentos políticos. Orientador: Fabio Gentile. 2022. 171 f. Dissertação (Mestrado em Sociologia) - Programa de Pós-Graduação em Sociologia, Centro de Humanidades, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2022.
url http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/68636
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.rights.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/openAccess
eu_rights_str_mv openAccess
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC)
instname:Universidade Federal do Ceará (UFC)
instacron:UFC
instname_str Universidade Federal do Ceará (UFC)
instacron_str UFC
institution UFC
reponame_str Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC)
collection Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC)
bitstream.url.fl_str_mv http://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/68636/3/2022_dis_lmmagalh%c3%a3es.pdf
http://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/68636/2/license.txt
bitstream.checksum.fl_str_mv fdf35ab5717ac252cfca4a1b7acd0272
fb3ad2d23d9790966439580114baefaf
bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv MD5
MD5
repository.name.fl_str_mv Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC) - Universidade Federal do Ceará (UFC)
repository.mail.fl_str_mv bu@ufc.br || repositorio@ufc.br
_version_ 1847793051885371392