Estresse salino na germinação, fase de muda e produção de alface (Lactuca sativa L.).

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2000
Autor(a) principal: VIANA, Sérgio Batista.
Orientador(a): FERNANDES, Pedro Dantas.
Banca de defesa: OLIVEIRA, José Francismar de., OLIVEIRA, Francisco Assis de.
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Campina Grande
Programa de Pós-Graduação: PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL
Departamento: Centro de Tecnologia e Recursos Naturais - CTRN
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/12217
Resumo: 0 manejo incorreto da irrigação tem ocasionado acumulo de sais solúveis nos solos, com efeitos, quase sempre negativos, na maioria das culturas, sobretudo, as hortaliças, de modo geral classificadas como sensíveis ao estresse salino. São inexistentes estudos sobre tolerância a salinidade, com as cultivares de alface (Lactuca saliva L.) mais plantadas na região. Nesse sentido, foram conduzidos dois experimentos, com a cultivar de alface 'Elba', a mais plantada na área polarizada por Campina Grande-PB. No primeiro experimento, realizado em casa-de-vegetação, no delineamento inteiramente casualizado, estudou-se o efeito de seis níveis de salinidade da água de irrigação - CEa (0,3, 1,0, 1,7, 2,4, 3,1 e 3,8 dS.m-1), sobre germinação, vigor e produção de mudas. No segundo experimento, conduzido em vasos sob proteção de cobertura plastica, foram testados, do transplantio a colheita, cinco níveis de CEa (0,3, 1,0, 1,7, 2,4, 3,1 dS.m-1) em mudas produzidas sob condições de baixa (CEa de 0,3 dS.m-1) e alta salinidade (CEa de 3,1 dS.m-1), em delineamento inteiramente casualizado e no esquema fatorial 5x2. No preparo das águas de irrigação, utilizou-se a proporção 7:2:1, respectivamente para Na:Ca:Mg. Os resultados obtidos permitem concluir que na germinação da alface, a salinidade prejudica mais a velocidade de emergência (IVE), que o percentual de germinação (PG); os valores críticos de CEa, a partir dos quais, ocorre decrescimo de PG c IVE, comparados ao nivel mais baixo de salinidade estudado (0,3 dS.m-1), são 2,81 e 2,42dS.m-1, respectivamente; o crescimento vegetativo da parte aérea, decresce, linearmente, com o incremento da CEa alem de 0,3 dS.m-1; o efeito da salinidade, no inicio e no final do ciclo, e mais intenso sobre as raízes, porém, na fase de muda, e mais severo sobre a parte aérea; a utilização de água de CE igual a 3,1 dS.m-1, na produção de muda, não tem influência posterior sobre o rendimento da alface, porém, inibe o crescimento radicular; o rendimento final da cultivar estudada, decresce 9% para cada incremento unitário de CEa; baseado na taxa de decréscimo relativo de rendimento (valor b), por incremento unitário de salinidade no solo (CEes), que foi de 6,1%, conclui-se que a cultivar de alface 'Elba', nas condições do presente estudo, tem maior tolerância a salinidade, que o reportado na literatura para alface.
id UFCG_2654de51beb2153a75bb2ac385c130a4
oai_identifier_str oai:dspace.sti.ufcg.edu.br:riufcg/12217
network_acronym_str UFCG
network_name_str Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG
repository_id_str
spelling FERNANDES, Pedro Dantas.FERNANDES, P. D.GHEYI, Hans Raj.GHEYI, H. R.http://lattes.cnpq.br/1324291141781772OLIVEIRA, José Francismar de.OLIVEIRA, Francisco Assis de.VIANA, S. B.VIANA, Sérgio Batista.0 manejo incorreto da irrigação tem ocasionado acumulo de sais solúveis nos solos, com efeitos, quase sempre negativos, na maioria das culturas, sobretudo, as hortaliças, de modo geral classificadas como sensíveis ao estresse salino. São inexistentes estudos sobre tolerância a salinidade, com as cultivares de alface (Lactuca saliva L.) mais plantadas na região. Nesse sentido, foram conduzidos dois experimentos, com a cultivar de alface 'Elba', a mais plantada na área polarizada por Campina Grande-PB. No primeiro experimento, realizado em casa-de-vegetação, no delineamento inteiramente casualizado, estudou-se o efeito de seis níveis de salinidade da água de irrigação - CEa (0,3, 1,0, 1,7, 2,4, 3,1 e 3,8 dS.m-1), sobre germinação, vigor e produção de mudas. No segundo experimento, conduzido em vasos sob proteção de cobertura plastica, foram testados, do transplantio a colheita, cinco níveis de CEa (0,3, 1,0, 1,7, 2,4, 3,1 dS.m-1) em mudas produzidas sob condições de baixa (CEa de 0,3 dS.m-1) e alta salinidade (CEa de 3,1 dS.m-1), em delineamento inteiramente casualizado e no esquema fatorial 5x2. No preparo das águas de irrigação, utilizou-se a proporção 7:2:1, respectivamente para Na:Ca:Mg. Os resultados obtidos permitem concluir que na germinação da alface, a salinidade prejudica mais a velocidade de emergência (IVE), que o percentual de germinação (PG); os valores críticos de CEa, a partir dos quais, ocorre decrescimo de PG c IVE, comparados ao nivel mais baixo de salinidade estudado (0,3 dS.m-1), são 2,81 e 2,42dS.m-1, respectivamente; o crescimento vegetativo da parte aérea, decresce, linearmente, com o incremento da CEa alem de 0,3 dS.m-1; o efeito da salinidade, no inicio e no final do ciclo, e mais intenso sobre as raízes, porém, na fase de muda, e mais severo sobre a parte aérea; a utilização de água de CE igual a 3,1 dS.m-1, na produção de muda, não tem influência posterior sobre o rendimento da alface, porém, inibe o crescimento radicular; o rendimento final da cultivar estudada, decresce 9% para cada incremento unitário de CEa; baseado na taxa de decréscimo relativo de rendimento (valor b), por incremento unitário de salinidade no solo (CEes), que foi de 6,1%, conclui-se que a cultivar de alface 'Elba', nas condições do presente estudo, tem maior tolerância a salinidade, que o reportado na literatura para alface.The inadequate management of the irrigation may cause accumulation of soluble salts in soils which affects almost always negatively most of the crops, above all, the vegetables that are sensitive to the saline stress. Studies on tolerance of salinity on locally grown lettuce (Lacluca saliva L.) cultivars are inexistent; in that sense, two experiments were conducted with cultivar of lettuce 'Elba', the most planted in Campina Grande/PB region. In Experiment I, accomplished in greenhouse, in a completely randomized design the effect of six levels of salinity of the irrigation water - ECw (0.3, 1.0, 1.7, 2.4, 3.1 and 3.8 dS.m"1) was studied on the germination, vigor, scion and production of lettuce. In the second experiment, conducted in pots under plastic protection, also in a completely randomized factorial 5x2 design, effects of five levels of ECw (0.3, 1.0, 1.7, 2.4, 3.1 dS.m"1) in scion of lettuce 'Elba', produced under low (ECw 0.3 dS.m"1) and high (ECw 3.1 dS.m"1) salinity conditions were tested from transplanting to harvest. In the irrigation waters the equivalent proportion of Na:Ca:Mg was maintained as 7:2:1 respectively. The results obtained allow to affirm that in the germination of lettuce, the salinity affects more the vigor index (VI) than the percentage of germination (PG), the critical values of ECw, which cause decrease in PG and VI, compared to lowest level of salinity (0.3 dS.m"1) are of 2.81 and 2.42 dS.m"1, respectively, the vegetative growth of the aerial parts decreased linearly with the increase of ECw above 0.3 dS.m"1; the effect of the salinity, in the beginning and in the end of the growth cycle were found to be more intense on the roots, but in scion phase the effects were more severe on the aerial parts. The use of water of EC of 3.1 dS.m"1 in scion production did not show posterior influence on lettuce production though inhibited the root growth. The production of studied cultivar decreases 9% for each unit increase of ECw. Based on concept of relative decrease of production (value b), for unit increase of soil salinity (ECse), such decrease was 6.1%, it is concluded that cultivar 'Elba' of lettuce, under the conditions of the present study has higher tolerance to the salinity than that reported in the literature.Submitted by Ruth Quaresma de Freitas (ruth_quaresma@hotmail.com) on 2020-02-28T17:06:07Z No. of bitstreams: 1 SÉRGIO BATISTA VIANA - DISSERTAÇÃO PPGECA 2000.pdf: 20006559 bytes, checksum: 9f4b095c121cb3339556e23f6fef35b0 (MD5)Made available in DSpace on 2020-02-28T17:06:07Z (GMT). No. of bitstreams: 1 SÉRGIO BATISTA VIANA - DISSERTAÇÃO PPGECA 2000.pdf: 20006559 bytes, checksum: 9f4b095c121cb3339556e23f6fef35b0 (MD5) Previous issue date: 2000-07-28Universidade Federal de Campina GrandePÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTALUFCGBrasilCentro de Tecnologia e Recursos Naturais - CTRNEngenharia Civil e AmbientalIrrigaçãoSalinidadeAlfaceEstresse SalinoGerminaçãoVigorProdução de MudasIrrigationSalinityLettuceSaline StressGerminationForceSeedling ProductionEstresse salino na germinação, fase de muda e produção de alface (Lactuca sativa L.).Saline stress in germination, seedling phase and lettuce (Lactuca sativa L.) production.2000-07-282020-02-28T17:06:07Z2020-02-282020-02-28T17:06:07Zhttps://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/12217VIANA, Sérgio Batista. Estresse salino na germinação, fase de muda e produção de alface (Lactuca sativa L.). 2000. (Dissertação) Mestrado em Engenharia Civil e Ambiental, Curso de Pós-Graduação em Engenharia Civil, Centro de Ciências e Tecnologia, Universidade Federal da Paraíba – Campus II - Campina Grande - Paraíba - Brasil, 2000. Disponível em: https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/12217info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisporinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCGinstname:Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)instacron:UFCGTEXTSÉRGIO BATISTA VIANA - DISSERTAÇÃO PPGECA 2000.pdf.txtSÉRGIO BATISTA VIANA - DISSERTAÇÃO PPGECA 2000.pdf.txttext/plain269242https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/12217/4/S%C3%89RGIO+BATISTA+VIANA+-+DISSERTA%C3%87%C3%83O+PPGECA+2000.pdf.txtbaf728d9fa2e24e173c42ba09f643560MD54ORIGINALSÉRGIO BATISTA VIANA - DISSERTAÇÃO PPGECA 2000.pdfSÉRGIO BATISTA VIANA - DISSERTAÇÃO PPGECA 2000.pdfapplication/pdf19767831https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/12217/3/S%C3%89RGIO+BATISTA+VIANA+-+DISSERTA%C3%87%C3%83O+PPGECA+2000.pdfd51c6fd1f5b270288815aec09fb8950aMD53LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/12217/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52riufcg/122172025-07-24 05:47:38.474oai:dspace.sti.ufcg.edu.br:riufcg/12217Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://bdtd.ufcg.edu.br/PUBhttp://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/oai/requestbdtd@setor.ufcg.edu.br || bdtd@setor.ufcg.edu.bropendoar:48512025-07-24T08:47:38Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG - Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)false
dc.title.pt_BR.fl_str_mv Estresse salino na germinação, fase de muda e produção de alface (Lactuca sativa L.).
dc.title.alternative.pt_BR.fl_str_mv Saline stress in germination, seedling phase and lettuce (Lactuca sativa L.) production.
title Estresse salino na germinação, fase de muda e produção de alface (Lactuca sativa L.).
spellingShingle Estresse salino na germinação, fase de muda e produção de alface (Lactuca sativa L.).
VIANA, Sérgio Batista.
Engenharia Civil e Ambiental
Irrigação
Salinidade
Alface
Estresse Salino
Germinação
Vigor
Produção de Mudas
Irrigation
Salinity
Lettuce
Saline Stress
Germination
Force
Seedling Production
title_short Estresse salino na germinação, fase de muda e produção de alface (Lactuca sativa L.).
title_full Estresse salino na germinação, fase de muda e produção de alface (Lactuca sativa L.).
title_fullStr Estresse salino na germinação, fase de muda e produção de alface (Lactuca sativa L.).
title_full_unstemmed Estresse salino na germinação, fase de muda e produção de alface (Lactuca sativa L.).
title_sort Estresse salino na germinação, fase de muda e produção de alface (Lactuca sativa L.).
author VIANA, Sérgio Batista.
author_facet VIANA, Sérgio Batista.
author_role author
dc.contributor.advisor1.fl_str_mv FERNANDES, Pedro Dantas.
dc.contributor.advisor1ID.fl_str_mv FERNANDES, P. D.
dc.contributor.advisor-co1.fl_str_mv GHEYI, Hans Raj.
dc.contributor.advisor-co1ID.fl_str_mv GHEYI, H. R.
dc.contributor.advisor-co1Lattes.fl_str_mv http://lattes.cnpq.br/1324291141781772
dc.contributor.referee1.fl_str_mv OLIVEIRA, José Francismar de.
dc.contributor.referee2.fl_str_mv OLIVEIRA, Francisco Assis de.
dc.contributor.authorID.fl_str_mv VIANA, S. B.
dc.contributor.author.fl_str_mv VIANA, Sérgio Batista.
contributor_str_mv FERNANDES, Pedro Dantas.
GHEYI, Hans Raj.
OLIVEIRA, José Francismar de.
OLIVEIRA, Francisco Assis de.
dc.subject.cnpq.fl_str_mv Engenharia Civil e Ambiental
topic Engenharia Civil e Ambiental
Irrigação
Salinidade
Alface
Estresse Salino
Germinação
Vigor
Produção de Mudas
Irrigation
Salinity
Lettuce
Saline Stress
Germination
Force
Seedling Production
dc.subject.por.fl_str_mv Irrigação
Salinidade
Alface
Estresse Salino
Germinação
Vigor
Produção de Mudas
Irrigation
Salinity
Lettuce
Saline Stress
Germination
Force
Seedling Production
description 0 manejo incorreto da irrigação tem ocasionado acumulo de sais solúveis nos solos, com efeitos, quase sempre negativos, na maioria das culturas, sobretudo, as hortaliças, de modo geral classificadas como sensíveis ao estresse salino. São inexistentes estudos sobre tolerância a salinidade, com as cultivares de alface (Lactuca saliva L.) mais plantadas na região. Nesse sentido, foram conduzidos dois experimentos, com a cultivar de alface 'Elba', a mais plantada na área polarizada por Campina Grande-PB. No primeiro experimento, realizado em casa-de-vegetação, no delineamento inteiramente casualizado, estudou-se o efeito de seis níveis de salinidade da água de irrigação - CEa (0,3, 1,0, 1,7, 2,4, 3,1 e 3,8 dS.m-1), sobre germinação, vigor e produção de mudas. No segundo experimento, conduzido em vasos sob proteção de cobertura plastica, foram testados, do transplantio a colheita, cinco níveis de CEa (0,3, 1,0, 1,7, 2,4, 3,1 dS.m-1) em mudas produzidas sob condições de baixa (CEa de 0,3 dS.m-1) e alta salinidade (CEa de 3,1 dS.m-1), em delineamento inteiramente casualizado e no esquema fatorial 5x2. No preparo das águas de irrigação, utilizou-se a proporção 7:2:1, respectivamente para Na:Ca:Mg. Os resultados obtidos permitem concluir que na germinação da alface, a salinidade prejudica mais a velocidade de emergência (IVE), que o percentual de germinação (PG); os valores críticos de CEa, a partir dos quais, ocorre decrescimo de PG c IVE, comparados ao nivel mais baixo de salinidade estudado (0,3 dS.m-1), são 2,81 e 2,42dS.m-1, respectivamente; o crescimento vegetativo da parte aérea, decresce, linearmente, com o incremento da CEa alem de 0,3 dS.m-1; o efeito da salinidade, no inicio e no final do ciclo, e mais intenso sobre as raízes, porém, na fase de muda, e mais severo sobre a parte aérea; a utilização de água de CE igual a 3,1 dS.m-1, na produção de muda, não tem influência posterior sobre o rendimento da alface, porém, inibe o crescimento radicular; o rendimento final da cultivar estudada, decresce 9% para cada incremento unitário de CEa; baseado na taxa de decréscimo relativo de rendimento (valor b), por incremento unitário de salinidade no solo (CEes), que foi de 6,1%, conclui-se que a cultivar de alface 'Elba', nas condições do presente estudo, tem maior tolerância a salinidade, que o reportado na literatura para alface.
publishDate 2000
dc.date.issued.fl_str_mv 2000-07-28
dc.date.accessioned.fl_str_mv 2020-02-28T17:06:07Z
dc.date.available.fl_str_mv 2020-02-28
2020-02-28T17:06:07Z
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/masterThesis
format masterThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.uri.fl_str_mv https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/12217
dc.identifier.citation.fl_str_mv VIANA, Sérgio Batista. Estresse salino na germinação, fase de muda e produção de alface (Lactuca sativa L.). 2000. (Dissertação) Mestrado em Engenharia Civil e Ambiental, Curso de Pós-Graduação em Engenharia Civil, Centro de Ciências e Tecnologia, Universidade Federal da Paraíba – Campus II - Campina Grande - Paraíba - Brasil, 2000. Disponível em: https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/12217
url https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/12217
identifier_str_mv VIANA, Sérgio Batista. Estresse salino na germinação, fase de muda e produção de alface (Lactuca sativa L.). 2000. (Dissertação) Mestrado em Engenharia Civil e Ambiental, Curso de Pós-Graduação em Engenharia Civil, Centro de Ciências e Tecnologia, Universidade Federal da Paraíba – Campus II - Campina Grande - Paraíba - Brasil, 2000. Disponível em: https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/12217
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.rights.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/openAccess
eu_rights_str_mv openAccess
dc.publisher.none.fl_str_mv Universidade Federal de Campina Grande
dc.publisher.program.fl_str_mv PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL
dc.publisher.initials.fl_str_mv UFCG
dc.publisher.country.fl_str_mv Brasil
dc.publisher.department.fl_str_mv Centro de Tecnologia e Recursos Naturais - CTRN
publisher.none.fl_str_mv Universidade Federal de Campina Grande
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG
instname:Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)
instacron:UFCG
instname_str Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)
instacron_str UFCG
institution UFCG
reponame_str Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG
collection Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG
bitstream.url.fl_str_mv https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/12217/4/S%C3%89RGIO+BATISTA+VIANA+-+DISSERTA%C3%87%C3%83O+PPGECA+2000.pdf.txt
https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/12217/3/S%C3%89RGIO+BATISTA+VIANA+-+DISSERTA%C3%87%C3%83O+PPGECA+2000.pdf
https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/12217/2/license.txt
bitstream.checksum.fl_str_mv baf728d9fa2e24e173c42ba09f643560
d51c6fd1f5b270288815aec09fb8950a
8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33
bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv MD5
MD5
MD5
repository.name.fl_str_mv Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG - Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)
repository.mail.fl_str_mv bdtd@setor.ufcg.edu.br || bdtd@setor.ufcg.edu.br
_version_ 1863363470568718336