Avaliação da osseointegração do implante cerâmico cilíndrico de β - tricálcio fosfato (β - TCP) de fase pura em defeitos segmentares críticos do osso do rádio de coelhos.
| Ano de defesa: | 2022 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Campina Grande
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| Programa de Pós-Graduação: |
PÓS-GRADUAÇÃO EM LETRAS EM REDE PROFLETRAS (UFRN)
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| Departamento: |
Centro de Saúde e Tecnologia Rural - CSTR
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/35871 |
Resumo: | A boa formação e aceleração da cicatrização óssea em casos de fraturas e grandes perdas ósseas ocasionadas por diferentes motivos são temas atuais e de grande relevância, e são estudados por vários grupos em todo mundo, tanto na medicina humana e odontologia, quanto na medicina veterinária. Em muitos casos ortopédicos, o uso de implantes e enxertos, sejam naturais ou sintéticos, tem sido utilizado com o objetivo de reparar os defeitos ósseos causados nessas situações, com diferentes resultados sendo relatados. Especificamente neste estudo, os objetivos principais foram avaliar os resultados clínicos, radiográficos, micro-tomográficos e histológicos relacionados à formação e evolução da cicatrização óssea em ossos do rádio de coelhos ostectomizados quando utilizado o implante cerâmico de β - tricálcio fosfato (β - TCP) ou enxerto ósseo cortical alógeno para preenchimento dos defeitos críticos segmentares ósseos. Para tanto, neste experimento foram utilizados 19 coelhos da raça Nova Zelândia, divididos em 3 Grupos (A, B e C) compostos de 06 animais em cada, sendo que nos animais do Grupo A foi implantado o bloco de β - TCP e nos animais do Grupo B foi utilizado o enxerto ósseo cortical alógeno para preenchimento dos defeitos. Para os animais do Grupo C, a ostectomia foi realizada como nos Grupos A e B, porém foi deixada sem qualquer tipo de preenchimento. Um animal remanescente foi utilizado para a confecção dos enxertos ósseos corticais alógenos. Tanto para o Grupo A, como para o Grupo B, placas e parafusos bloqueados de 1.5 mm confeccionados em titânio foram utilizados para realização das osteossínteses e estabilização dos implantes e enxertos nos sítios ostectomizados. Avaliações clínica, radiográfica, micro- tomografia computadorizada (μCT) e histológica foram realizadas em diferentes momentos para verificar a ocorrência de osseointegração, a função dos membros operados e a possível reabsorção dos implantes. Aos 120 dias de pós-operatório, em todos os animais do Grupo C houve crescimento ósseo nos defeitos criados, porém culminando com ocorrência de não- uniões ósseas visíveis. Já nos animais do Grupo B houve adesão celular e integração óssea sem que ocorressem quaisquer sinais de infecção ou inflamação, resultados que diferem daqueles encontrados no Grupo A, nos quais não foram observados sinais de ocorrência de osseointegração entre o implante de β - TCP e osso hospedeiro, apesar da boa aderência e posicionamento dos mesmos nos defeitos ósseos, e nem os implantes foram reabsorvidos. A biocompatibilidade do biomaterial cerâmico corroborou com os resultados de outros estudos, porém a osseocondutividade apresentou resultado diferente, ou seja, não foi observado bioatividade, fato provavelmente relacionado à característica de baixa porosidade do implante. Conclui-se então, que os implantes β - TCP de fase pura customizados não apresentaram as características osseocondutoras e osseointegrativas citadas por outros autores e não foram eficazes para a consolidação e integração entre os ossos do hospedeiro e os biomateriais neste estudo. Novos estudos devem ser realizados para fornecer mais informações a respeito desse bloco cerâmico, principalmente quanto à sua porosidade e formato, a fim de considerá-lo como um possível biomaterial para substituição óssea que possa ser utilizado de forma rotineira na cirurgia ortopédica e traumatológica reconstrutiva em medicina veterinária. |
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CAVALCANTE DE SÁ, Marcelo JorgeGARCIA, Daniel CardosoSubmitted by João Farias (joaodasilvafarias@gmail.com) on 2024-06-03T14:47:10Z No. of bitstreams: 1 DANIEL CARDOSO GARCIA - TESE - PPGCSA - 2022.pdf: 2164591 bytes, checksum: 2e2b72f9ea9a9b6a1ac3d85219ab2dcc (MD5)Made available in DSpace on 2024-06-03T14:47:10Z (GMT). No. of bitstreams: 1 DANIEL CARDOSO GARCIA - TESE - PPGCSA - 2022.pdf: 2164591 bytes, checksum: 2e2b72f9ea9a9b6a1ac3d85219ab2dcc (MD5) Previous issue date: 2022A boa formação e aceleração da cicatrização óssea em casos de fraturas e grandes perdas ósseas ocasionadas por diferentes motivos são temas atuais e de grande relevância, e são estudados por vários grupos em todo mundo, tanto na medicina humana e odontologia, quanto na medicina veterinária. Em muitos casos ortopédicos, o uso de implantes e enxertos, sejam naturais ou sintéticos, tem sido utilizado com o objetivo de reparar os defeitos ósseos causados nessas situações, com diferentes resultados sendo relatados. Especificamente neste estudo, os objetivos principais foram avaliar os resultados clínicos, radiográficos, micro-tomográficos e histológicos relacionados à formação e evolução da cicatrização óssea em ossos do rádio de coelhos ostectomizados quando utilizado o implante cerâmico de β - tricálcio fosfato (β - TCP) ou enxerto ósseo cortical alógeno para preenchimento dos defeitos críticos segmentares ósseos. Para tanto, neste experimento foram utilizados 19 coelhos da raça Nova Zelândia, divididos em 3 Grupos (A, B e C) compostos de 06 animais em cada, sendo que nos animais do Grupo A foi implantado o bloco de β - TCP e nos animais do Grupo B foi utilizado o enxerto ósseo cortical alógeno para preenchimento dos defeitos. Para os animais do Grupo C, a ostectomia foi realizada como nos Grupos A e B, porém foi deixada sem qualquer tipo de preenchimento. Um animal remanescente foi utilizado para a confecção dos enxertos ósseos corticais alógenos. Tanto para o Grupo A, como para o Grupo B, placas e parafusos bloqueados de 1.5 mm confeccionados em titânio foram utilizados para realização das osteossínteses e estabilização dos implantes e enxertos nos sítios ostectomizados. Avaliações clínica, radiográfica, micro- tomografia computadorizada (μCT) e histológica foram realizadas em diferentes momentos para verificar a ocorrência de osseointegração, a função dos membros operados e a possível reabsorção dos implantes. Aos 120 dias de pós-operatório, em todos os animais do Grupo C houve crescimento ósseo nos defeitos criados, porém culminando com ocorrência de não- uniões ósseas visíveis. Já nos animais do Grupo B houve adesão celular e integração óssea sem que ocorressem quaisquer sinais de infecção ou inflamação, resultados que diferem daqueles encontrados no Grupo A, nos quais não foram observados sinais de ocorrência de osseointegração entre o implante de β - TCP e osso hospedeiro, apesar da boa aderência e posicionamento dos mesmos nos defeitos ósseos, e nem os implantes foram reabsorvidos. A biocompatibilidade do biomaterial cerâmico corroborou com os resultados de outros estudos, porém a osseocondutividade apresentou resultado diferente, ou seja, não foi observado bioatividade, fato provavelmente relacionado à característica de baixa porosidade do implante. Conclui-se então, que os implantes β - TCP de fase pura customizados não apresentaram as características osseocondutoras e osseointegrativas citadas por outros autores e não foram eficazes para a consolidação e integração entre os ossos do hospedeiro e os biomateriais neste estudo. Novos estudos devem ser realizados para fornecer mais informações a respeito desse bloco cerâmico, principalmente quanto à sua porosidade e formato, a fim de considerá-lo como um possível biomaterial para substituição óssea que possa ser utilizado de forma rotineira na cirurgia ortopédica e traumatológica reconstrutiva em medicina veterinária.Universidade Federal de Campina GrandePÓS-GRADUAÇÃO EM LETRAS EM REDE PROFLETRAS (UFRN)UFCGBrasilCentro de Saúde e Tecnologia Rural - CSTRAvaliação da osseointegração do implante cerâmico cilíndrico de β - tricálcio fosfato (β - TCP) de fase pura em defeitos segmentares críticos do osso do rádio de coelhos.Evaluation of osseointegration of pure phase β - tricalcium phosphate (β - TCP) cylindrical ceramic implant in critical segmental defects of the radius bone of rabbits.20222024-06-03T14:47:10Z2024-06-032024-06-03T14:47:10Zhttps://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/35871info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisBiomateriais - Implantes ósseosImplante cerâmicoBeta - Tricálcio Fosfatoβ - TCPEnxerto ósseo Cortical AlógenoOsteossínteseOsso do Rádio de CoelhosBiomaterials - Bone implantsCeramic implantBeta - Tricalcium Phosphateβ - TCPAllogeneic Cortical Bone GraftOsteosynthesisRabbit Radio Boneporinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCGinstname:Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)instacron:UFCGTEXTDANIEL CARDOSO GARCIA - TESE - PPGCSA - 2022.pdf.txtDANIEL CARDOSO GARCIA - TESE - PPGCSA - 2022.pdf.txttext/plain290648https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/35871/3/DANIEL+CARDOSO+GARCIA+-+TESE+-+PPGCSA+-+2022.pdf.txt308191191a0bf4a0078bc3ed088a52d2MD53LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/35871/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52ORIGINALDANIEL CARDOSO GARCIA - TESE - PPGCSA - 2022.pdfDANIEL CARDOSO GARCIA - TESE - PPGCSA - 2022.pdfapplication/pdf2164591https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/35871/1/DANIEL+CARDOSO+GARCIA+-+TESE+-+PPGCSA+-+2022.pdf2e2b72f9ea9a9b6a1ac3d85219ab2dccMD51riufcg/358712025-11-18 04:31:05.353oai:dspace.sti.ufcg.edu.br:riufcg/35871Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://bdtd.ufcg.edu.br/PUBhttp://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/oai/requestbdtd@setor.ufcg.edu.br || bdtd@setor.ufcg.edu.bropendoar:48512025-11-18T07:31:05Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG - Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)false |
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Avaliação da osseointegração do implante cerâmico cilíndrico de β - tricálcio fosfato (β - TCP) de fase pura em defeitos segmentares críticos do osso do rádio de coelhos. GARCIA, Daniel Cardoso Biomateriais - Implantes ósseos Implante cerâmico Beta - Tricálcio Fosfato β - TCP Enxerto ósseo Cortical Alógeno Osteossíntese Osso do Rádio de Coelhos Biomaterials - Bone implants Ceramic implant Beta - Tricalcium Phosphate β - TCP Allogeneic Cortical Bone Graft Osteosynthesis Rabbit Radio Bone |
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A boa formação e aceleração da cicatrização óssea em casos de fraturas e grandes perdas ósseas ocasionadas por diferentes motivos são temas atuais e de grande relevância, e são estudados por vários grupos em todo mundo, tanto na medicina humana e odontologia, quanto na medicina veterinária. Em muitos casos ortopédicos, o uso de implantes e enxertos, sejam naturais ou sintéticos, tem sido utilizado com o objetivo de reparar os defeitos ósseos causados nessas situações, com diferentes resultados sendo relatados. Especificamente neste estudo, os objetivos principais foram avaliar os resultados clínicos, radiográficos, micro-tomográficos e histológicos relacionados à formação e evolução da cicatrização óssea em ossos do rádio de coelhos ostectomizados quando utilizado o implante cerâmico de β - tricálcio fosfato (β - TCP) ou enxerto ósseo cortical alógeno para preenchimento dos defeitos críticos segmentares ósseos. Para tanto, neste experimento foram utilizados 19 coelhos da raça Nova Zelândia, divididos em 3 Grupos (A, B e C) compostos de 06 animais em cada, sendo que nos animais do Grupo A foi implantado o bloco de β - TCP e nos animais do Grupo B foi utilizado o enxerto ósseo cortical alógeno para preenchimento dos defeitos. Para os animais do Grupo C, a ostectomia foi realizada como nos Grupos A e B, porém foi deixada sem qualquer tipo de preenchimento. Um animal remanescente foi utilizado para a confecção dos enxertos ósseos corticais alógenos. Tanto para o Grupo A, como para o Grupo B, placas e parafusos bloqueados de 1.5 mm confeccionados em titânio foram utilizados para realização das osteossínteses e estabilização dos implantes e enxertos nos sítios ostectomizados. Avaliações clínica, radiográfica, micro- tomografia computadorizada (μCT) e histológica foram realizadas em diferentes momentos para verificar a ocorrência de osseointegração, a função dos membros operados e a possível reabsorção dos implantes. Aos 120 dias de pós-operatório, em todos os animais do Grupo C houve crescimento ósseo nos defeitos criados, porém culminando com ocorrência de não- uniões ósseas visíveis. Já nos animais do Grupo B houve adesão celular e integração óssea sem que ocorressem quaisquer sinais de infecção ou inflamação, resultados que diferem daqueles encontrados no Grupo A, nos quais não foram observados sinais de ocorrência de osseointegração entre o implante de β - TCP e osso hospedeiro, apesar da boa aderência e posicionamento dos mesmos nos defeitos ósseos, e nem os implantes foram reabsorvidos. A biocompatibilidade do biomaterial cerâmico corroborou com os resultados de outros estudos, porém a osseocondutividade apresentou resultado diferente, ou seja, não foi observado bioatividade, fato provavelmente relacionado à característica de baixa porosidade do implante. Conclui-se então, que os implantes β - TCP de fase pura customizados não apresentaram as características osseocondutoras e osseointegrativas citadas por outros autores e não foram eficazes para a consolidação e integração entre os ossos do hospedeiro e os biomateriais neste estudo. Novos estudos devem ser realizados para fornecer mais informações a respeito desse bloco cerâmico, principalmente quanto à sua porosidade e formato, a fim de considerá-lo como um possível biomaterial para substituição óssea que possa ser utilizado de forma rotineira na cirurgia ortopédica e traumatológica reconstrutiva em medicina veterinária. |
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