Determinação de regiões homogêneas de precipitação e temperatura no Estado do Rio Grande do Sul.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 1992
Autor(a) principal: BECKER, Carmem Terezinha. lattes
Orientador(a): CEBALLOS, Juan Carlos. lattes
Banca de defesa: WATANABE, Takako., SILVA, Bernardo Barbosa da.
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Campina Grande
Programa de Pós-Graduação: PÓS-GRADUAÇÃO EM METEOROLOGIA
Departamento: Centro de Tecnologia e Recursos Naturais - CTRN
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/10178
Resumo: Foram determinadas sub-regiões homogêneas, do ponto de vista climatológico da temperatura e precipitação, no estado do Rio Grande do Sul. Utilizaram-se técnicas objetivas da Análise Multivariada: Analise de Agrupamento (TAA) e Análise de Componentes Principais (ACP). Os dados disponíveis foram medias climatológicas mensais e decendiais para 41 estações, fornecidas pelo Atlas Agroclimático do Rio Grande do Sul - IPAGRO. As variáveis foram analisadas separadamente. A TAA para temperatura apresentou cinco grupos (base mensal) e quatro grupos (base decendial), delimitando regiões segundo isotermas (e, indiretamente, o relevo do Estado). A ACP evidência a presença de um único regime predominante em toda a região. Conclui-se que a temperatura e homogênea no Estado e que os grupos delimitados pela TAA são coerentes. A diferença de comportamento entre dois locais e basicamente determinada pelas suas médias e desvios padrões, tomando irrelevante o emprego da ACP para esta variável. Para precipitação foram considerados cinco critérios de regionalização utilizando - se tanto TAA como ACP e combinações de ambas. 0 critério que divide o Estado em oito grupos com base em componentes consideradas mais significativas foi considerado o mais apropriado, principalmente para efeito de aproximação e simulação de séries de dados. Este agrupamento delimita regiões caracterizadas por uma combinação de efeitos de relevo e de maritimidade - continentalidade. A ACP e a TAA não conseguem separar claramente, a nível climatológico, a influência dos diversos sistemas meteorológicos agindo no tempo e no espaço na região. Recomenda-se, para isso, a análise de séries temporais mais curtas e detalhadas. Foram avaliados novos auto vetores para precipitação, específicos para os oito grupos encontrados. A simulação de séries de precipitação decendial baseada nesses novos auto vetores (método desenvolvido por CEBALLOS & BRAGA ,1991) apresentou bons resultados, requerendo, em geral, não mais que duas componentes principais para obter desvios médios inferiores a 30% do desvio padrão anual de cada grupo.
id UFCG_30d8c3aef1c0a69fe5a6f87bd768100c
oai_identifier_str oai:dspace.sti.ufcg.edu.br:riufcg/10178
network_acronym_str UFCG
network_name_str Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG
repository_id_str
spelling CEBALLOS, Juan Carlos.CEBALLOS, B. S. O.http://lattes.cnpq.br/4659632019021363WATANABE, Takako.SILVA, Bernardo Barbosa da.BECKER, C. T.http://lattes.cnpq.br/0678649104598829BECKER, Carmem Terezinha.Foram determinadas sub-regiões homogêneas, do ponto de vista climatológico da temperatura e precipitação, no estado do Rio Grande do Sul. Utilizaram-se técnicas objetivas da Análise Multivariada: Analise de Agrupamento (TAA) e Análise de Componentes Principais (ACP). Os dados disponíveis foram medias climatológicas mensais e decendiais para 41 estações, fornecidas pelo Atlas Agroclimático do Rio Grande do Sul - IPAGRO. As variáveis foram analisadas separadamente. A TAA para temperatura apresentou cinco grupos (base mensal) e quatro grupos (base decendial), delimitando regiões segundo isotermas (e, indiretamente, o relevo do Estado). A ACP evidência a presença de um único regime predominante em toda a região. Conclui-se que a temperatura e homogênea no Estado e que os grupos delimitados pela TAA são coerentes. A diferença de comportamento entre dois locais e basicamente determinada pelas suas médias e desvios padrões, tomando irrelevante o emprego da ACP para esta variável. Para precipitação foram considerados cinco critérios de regionalização utilizando - se tanto TAA como ACP e combinações de ambas. 0 critério que divide o Estado em oito grupos com base em componentes consideradas mais significativas foi considerado o mais apropriado, principalmente para efeito de aproximação e simulação de séries de dados. Este agrupamento delimita regiões caracterizadas por uma combinação de efeitos de relevo e de maritimidade - continentalidade. A ACP e a TAA não conseguem separar claramente, a nível climatológico, a influência dos diversos sistemas meteorológicos agindo no tempo e no espaço na região. Recomenda-se, para isso, a análise de séries temporais mais curtas e detalhadas. Foram avaliados novos auto vetores para precipitação, específicos para os oito grupos encontrados. A simulação de séries de precipitação decendial baseada nesses novos auto vetores (método desenvolvido por CEBALLOS & BRAGA ,1991) apresentou bons resultados, requerendo, em geral, não mais que duas componentes principais para obter desvios médios inferiores a 30% do desvio padrão anual de cada grupo.Homogeneous subregions were determined from the climatological point of view of temperature and precipitation in the state of Rio Grande do Sul. Objective techniques of Multivariate Analysis: Cluster Analysis (TAA) and Principal Component Analysis (ACP) were used. The available data were monthly and decendial climatological averages for 41 stations, provided by the Rio Grande do Sul Agroclimatic Atlas - IPAGRO. The variables were analyzed separately. The TAA for temperature presented five groups (monthly basis) and four groups (decendial basis), delimiting regions according to isotherms (and, indirectly, the relief of the State). The ACP highlights the presence of a single predominant regime throughout the region. It is concluded that the temperature is homogeneous in the State and that the groups delimited by the TAA are coherent. The difference in behavior between two sites is basically determined by their means and standard deviations, making the use of PCA irrelevant for this variable. For precipitation five regionalization criteria were considered using both TAA and ACP and combinations of both. The criterion that divides the state into eight groups based on the components considered most significant was considered the most appropriate, mainly for approximation and simulation of data series. This grouping delimits regions characterized by a combination of relief and maritime - continentality effects. The ACP and the TAA cannot clearly separate at the climate level the influence of the various weather systems acting on time and space in the region. For this, it is recommended to analyze shorter and more detailed time series. New precipitation auto-vectors specific for the eight groups were evaluated. The simulation of decendial precipitation series based on these new auto vectors (method developed by CEBALLOS & BRAGA, 1991) showed good results, requiring, in general, no more than two main components to obtain average deviations of less than 30% of the annual standard deviation of. each group.Submitted by Ruth Quaresma de Freitas (ruth_quaresma@hotmail.com) on 2019-12-13T12:20:40Z No. of bitstreams: 1 CARMEM TEREZINHA BECKER - DISSERTAÇÃO PPGMet 1992.pdf: 13198389 bytes, checksum: a78251623568c0d898e40934a4038f10 (MD5)Made available in DSpace on 2019-12-13T12:20:40Z (GMT). No. of bitstreams: 1 CARMEM TEREZINHA BECKER - DISSERTAÇÃO PPGMet 1992.pdf: 13198389 bytes, checksum: a78251623568c0d898e40934a4038f10 (MD5) Previous issue date: 1992-06-30Universidade Federal de Campina GrandePÓS-GRADUAÇÃO EM METEOROLOGIAUFCGBrasilCentro de Tecnologia e Recursos Naturais - CTRNMeteorologiaClimatologiaMeteorologia ClimáticaPrecipitaçãoTemperaturaClimatologia EstatísticaRegiões Homogêneas - Rio Grande do SulAutovetoresClimate MeteorologyPrecipitationTemperatureStatistical ClimatologyHomogeneous Regions - Rio Grande do SulEigenvectorsDeterminação de regiões homogêneas de precipitação e temperatura no Estado do Rio Grande do Sul.Determination of homogeneous precipitation and temperature regions in the state of Rio Grande do Sul.1992-06-302019-12-13T12:20:40Z2019-12-132019-12-13T12:20:40Zhttps://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/10178BECKER, Carmem Terezinha. Determinação de regiões homogêneas de precipitação e temperatura no Estado do Rio Grande do Sul. 1992. 89f. (Dissertação de Mestrado em Meteorologia), Curso de Mestrado em Meteorologia, Centro de Ciências e Tecnologia, Universidade Federal da Paraíba - Campus II - Campina Grande – Paraíba – Brasil, 1992. Disponível em: https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/10178info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisporinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCGinstname:Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)instacron:UFCGTEXTCARMEM TEREZINHA BECKER - DISSERTAÇÃO PPGMet 1992.pdf.txtCARMEM TEREZINHA BECKER - DISSERTAÇÃO PPGMet 1992.pdf.txttext/plain141859https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/10178/4/CARMEM+TEREZINHA+BECKER+-+DISSERTA%C3%87%C3%83O+PPGMet+1992.pdf.txte40f0a2134884ecd0721f0fe986d21b3MD54ORIGINALCARMEM TEREZINHA BECKER - DISSERTAÇÃO PPGMet 1992.pdfCARMEM TEREZINHA BECKER - DISSERTAÇÃO PPGMet 1992.pdfapplication/pdf13515902https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/10178/3/CARMEM+TEREZINHA+BECKER+-+DISSERTA%C3%87%C3%83O+PPGMet+1992.pdf4ab934688b926e3c53b1957f139c06e7MD53LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/10178/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52riufcg/101782025-07-24 05:32:47.753oai:dspace.sti.ufcg.edu.br:riufcg/10178Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://bdtd.ufcg.edu.br/PUBhttp://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/oai/requestbdtd@setor.ufcg.edu.br || bdtd@setor.ufcg.edu.bropendoar:48512025-07-24T08:32:47Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG - Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)false
dc.title.pt_BR.fl_str_mv Determinação de regiões homogêneas de precipitação e temperatura no Estado do Rio Grande do Sul.
dc.title.alternative.pt_BR.fl_str_mv Determination of homogeneous precipitation and temperature regions in the state of Rio Grande do Sul.
title Determinação de regiões homogêneas de precipitação e temperatura no Estado do Rio Grande do Sul.
spellingShingle Determinação de regiões homogêneas de precipitação e temperatura no Estado do Rio Grande do Sul.
BECKER, Carmem Terezinha.
Meteorologia
Climatologia
Meteorologia Climática
Precipitação
Temperatura
Climatologia Estatística
Regiões Homogêneas - Rio Grande do Sul
Autovetores
Climate Meteorology
Precipitation
Temperature
Statistical Climatology
Homogeneous Regions - Rio Grande do Sul
Eigenvectors
title_short Determinação de regiões homogêneas de precipitação e temperatura no Estado do Rio Grande do Sul.
title_full Determinação de regiões homogêneas de precipitação e temperatura no Estado do Rio Grande do Sul.
title_fullStr Determinação de regiões homogêneas de precipitação e temperatura no Estado do Rio Grande do Sul.
title_full_unstemmed Determinação de regiões homogêneas de precipitação e temperatura no Estado do Rio Grande do Sul.
title_sort Determinação de regiões homogêneas de precipitação e temperatura no Estado do Rio Grande do Sul.
author BECKER, Carmem Terezinha.
author_facet BECKER, Carmem Terezinha.
author_role author
dc.contributor.advisor1.fl_str_mv CEBALLOS, Juan Carlos.
dc.contributor.advisor1ID.fl_str_mv CEBALLOS, B. S. O.
dc.contributor.advisor1Lattes.fl_str_mv http://lattes.cnpq.br/4659632019021363
dc.contributor.referee1.fl_str_mv WATANABE, Takako.
dc.contributor.referee2.fl_str_mv SILVA, Bernardo Barbosa da.
dc.contributor.authorID.fl_str_mv BECKER, C. T.
dc.contributor.authorLattes.fl_str_mv http://lattes.cnpq.br/0678649104598829
dc.contributor.author.fl_str_mv BECKER, Carmem Terezinha.
contributor_str_mv CEBALLOS, Juan Carlos.
WATANABE, Takako.
SILVA, Bernardo Barbosa da.
dc.subject.cnpq.fl_str_mv Meteorologia
Climatologia
topic Meteorologia
Climatologia
Meteorologia Climática
Precipitação
Temperatura
Climatologia Estatística
Regiões Homogêneas - Rio Grande do Sul
Autovetores
Climate Meteorology
Precipitation
Temperature
Statistical Climatology
Homogeneous Regions - Rio Grande do Sul
Eigenvectors
dc.subject.por.fl_str_mv Meteorologia Climática
Precipitação
Temperatura
Climatologia Estatística
Regiões Homogêneas - Rio Grande do Sul
Autovetores
Climate Meteorology
Precipitation
Temperature
Statistical Climatology
Homogeneous Regions - Rio Grande do Sul
Eigenvectors
description Foram determinadas sub-regiões homogêneas, do ponto de vista climatológico da temperatura e precipitação, no estado do Rio Grande do Sul. Utilizaram-se técnicas objetivas da Análise Multivariada: Analise de Agrupamento (TAA) e Análise de Componentes Principais (ACP). Os dados disponíveis foram medias climatológicas mensais e decendiais para 41 estações, fornecidas pelo Atlas Agroclimático do Rio Grande do Sul - IPAGRO. As variáveis foram analisadas separadamente. A TAA para temperatura apresentou cinco grupos (base mensal) e quatro grupos (base decendial), delimitando regiões segundo isotermas (e, indiretamente, o relevo do Estado). A ACP evidência a presença de um único regime predominante em toda a região. Conclui-se que a temperatura e homogênea no Estado e que os grupos delimitados pela TAA são coerentes. A diferença de comportamento entre dois locais e basicamente determinada pelas suas médias e desvios padrões, tomando irrelevante o emprego da ACP para esta variável. Para precipitação foram considerados cinco critérios de regionalização utilizando - se tanto TAA como ACP e combinações de ambas. 0 critério que divide o Estado em oito grupos com base em componentes consideradas mais significativas foi considerado o mais apropriado, principalmente para efeito de aproximação e simulação de séries de dados. Este agrupamento delimita regiões caracterizadas por uma combinação de efeitos de relevo e de maritimidade - continentalidade. A ACP e a TAA não conseguem separar claramente, a nível climatológico, a influência dos diversos sistemas meteorológicos agindo no tempo e no espaço na região. Recomenda-se, para isso, a análise de séries temporais mais curtas e detalhadas. Foram avaliados novos auto vetores para precipitação, específicos para os oito grupos encontrados. A simulação de séries de precipitação decendial baseada nesses novos auto vetores (método desenvolvido por CEBALLOS & BRAGA ,1991) apresentou bons resultados, requerendo, em geral, não mais que duas componentes principais para obter desvios médios inferiores a 30% do desvio padrão anual de cada grupo.
publishDate 1992
dc.date.issued.fl_str_mv 1992-06-30
dc.date.accessioned.fl_str_mv 2019-12-13T12:20:40Z
dc.date.available.fl_str_mv 2019-12-13
2019-12-13T12:20:40Z
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/masterThesis
format masterThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.uri.fl_str_mv https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/10178
dc.identifier.citation.fl_str_mv BECKER, Carmem Terezinha. Determinação de regiões homogêneas de precipitação e temperatura no Estado do Rio Grande do Sul. 1992. 89f. (Dissertação de Mestrado em Meteorologia), Curso de Mestrado em Meteorologia, Centro de Ciências e Tecnologia, Universidade Federal da Paraíba - Campus II - Campina Grande – Paraíba – Brasil, 1992. Disponível em: https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/10178
url https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/10178
identifier_str_mv BECKER, Carmem Terezinha. Determinação de regiões homogêneas de precipitação e temperatura no Estado do Rio Grande do Sul. 1992. 89f. (Dissertação de Mestrado em Meteorologia), Curso de Mestrado em Meteorologia, Centro de Ciências e Tecnologia, Universidade Federal da Paraíba - Campus II - Campina Grande – Paraíba – Brasil, 1992. Disponível em: https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/10178
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.rights.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/openAccess
eu_rights_str_mv openAccess
dc.publisher.none.fl_str_mv Universidade Federal de Campina Grande
dc.publisher.program.fl_str_mv PÓS-GRADUAÇÃO EM METEOROLOGIA
dc.publisher.initials.fl_str_mv UFCG
dc.publisher.country.fl_str_mv Brasil
dc.publisher.department.fl_str_mv Centro de Tecnologia e Recursos Naturais - CTRN
publisher.none.fl_str_mv Universidade Federal de Campina Grande
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG
instname:Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)
instacron:UFCG
instname_str Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)
instacron_str UFCG
institution UFCG
reponame_str Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG
collection Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG
bitstream.url.fl_str_mv https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/10178/4/CARMEM+TEREZINHA+BECKER+-+DISSERTA%C3%87%C3%83O+PPGMet+1992.pdf.txt
https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/10178/3/CARMEM+TEREZINHA+BECKER+-+DISSERTA%C3%87%C3%83O+PPGMet+1992.pdf
https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/10178/2/license.txt
bitstream.checksum.fl_str_mv e40f0a2134884ecd0721f0fe986d21b3
4ab934688b926e3c53b1957f139c06e7
8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33
bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv MD5
MD5
MD5
repository.name.fl_str_mv Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG - Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)
repository.mail.fl_str_mv bdtd@setor.ufcg.edu.br || bdtd@setor.ufcg.edu.br
_version_ 1863363455568838656