Cultivo irrigado de pimentão sob estresse salino e aplicação de peróxido de hidrogênio.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2023
Autor(a) principal: ARAGÃO, Jéssica. lattes
Orientador(a): LIMA, Vera Lucia Antunes de. lattes, LIMA, Geovani Soares de. lattes
Banca de defesa: ARAÚJO, Maria Sallydelandia de Farias. lattes, SILVA, André Alisson Rodrigues da. lattes
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Campina Grande
Programa de Pós-Graduação: PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AGRÍCOLA
Departamento: Centro de Tecnologia e Recursos Naturais - CTRN
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/35825
Resumo: O cultivo do pimentão na região semiárida do Nordeste brasileiro fazendo uso de águas salinas, pode ser viabilizado através do uso de substâncias que atenuam os efeitos deletérios do estresse salino. Neste contexto, objetivou-se com este estudo, avaliar os efeitos do peróxido de hidrogênio no crescimento, fisiologia e produção do pimentão ‘All Big’ sob irrigação com águas salinas. O experimento foi conduzido em condições de casa de vegetação, em Campina Grande-PB. Os tratamentos foram distribuídos no delineamento de blocos casualizados, em esquema fatorial 5 × 5, correspondendo a cinco níveis de condutividade elétrica da água de irrigação – CEa (0,8; 1,2; 2,0; 2,6 e 3,2 dS m-1) e cinco concentrações de peróxido de hidrogênio – H2O2 (0, 15, 30, 45 e 60 μM), com três repetições e uma planta por parcela. A aplicação de peróxido de hidrogênio na concentração de 15 μM atenuou os efeitos do estresse salino no crescimento, fisiologia e de produção de pimentão ‘All Big’ irrigadas com água de condutividade elétrica de até 1,4 dS m-1. A irrigação com água de 3,2 dS m-1 foi prejudicial para a fluorescência inicial, a fluorescência inicial antes do pulso de saturação e a eficiência do uso da água no pimentão ‘All Big’. O pimentão ‘All Big’ foi classificado como moderadamente sensível ao estresse salino, com nível de salinidade limiar da água de 1,43 dS m-1, sendo o decréscimo unitário de 8,25% acima deste nível salino.
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Neste contexto, objetivou-se com este estudo, avaliar os efeitos do peróxido de hidrogênio no crescimento, fisiologia e produção do pimentão ‘All Big’ sob irrigação com águas salinas. O experimento foi conduzido em condições de casa de vegetação, em Campina Grande-PB. Os tratamentos foram distribuídos no delineamento de blocos casualizados, em esquema fatorial 5 × 5, correspondendo a cinco níveis de condutividade elétrica da água de irrigação – CEa (0,8; 1,2; 2,0; 2,6 e 3,2 dS m-1) e cinco concentrações de peróxido de hidrogênio – H2O2 (0, 15, 30, 45 e 60 μM), com três repetições e uma planta por parcela. A aplicação de peróxido de hidrogênio na concentração de 15 μM atenuou os efeitos do estresse salino no crescimento, fisiologia e de produção de pimentão ‘All Big’ irrigadas com água de condutividade elétrica de até 1,4 dS m-1. 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The treatments were distributed in a randomized block design, in a 5 × 5 factorial scheme, corresponding to five levels of electrical conductivity of irrigation water - ECw (0.8; 1.2; 2.0; 2.6 and 3.2 dS m-1) and five concentrations of hydrogen peroxide – H2O2 (0, 15, 30, 45 and 60 μM), with three replicates and one plant per plot. The application of hydrogen peroxide at a concentration of 15 μM attenuated the effects of salt stress on the growth, physiology and production of 'All Big' pepper irrigated with water with an electrical conductivity of up to 1.4 dS m-1. Irrigation with 3.2 dS m-1 water was detrimental to initial fluorescence, initial fluorescence before the saturation pulse, and water use efficiency in 'All Big' pepper. The 'All Big' bell pepper was classified as moderately sensitive to saline stress, with a water threshold salinity level of 1.43 dS m-1, with a unit decrease of 8.25% above this saline level.Submitted by Glandsnelly Fonseca Dantas (fonsecaglandsnelly@gmail.com) on 2024-05-28T21:04:31Z No. of bitstreams: 1 JÉSSICA ARAGÃO – DISSERTAÇÃO (PPGEA) 2023.pdf: 1303765 bytes, checksum: 047a65afe3d395f6a9c7a7892f34bc70 (MD5)Made available in DSpace on 2024-05-28T21:04:32Z (GMT). No. of bitstreams: 1 JÉSSICA ARAGÃO – DISSERTAÇÃO (PPGEA) 2023.pdf: 1303765 bytes, checksum: 047a65afe3d395f6a9c7a7892f34bc70 (MD5) Previous issue date: 2023-02-28El cultivo de pimiento en la región semiárida del Nordeste brasileño utilizando aguas salinas, puede ser posible mediante el uso de sustancias que mitiguen los efectos nocivos del estrés salina. En este contexto, el objetivo de este estudio fue evaluar los efectos del peróxido hidrógeno en el crecimiento, fisiología y producción de pimiento 'All Big' bajo riego con aguas salinas. El experimento se realizó en condiciones de invernadero, en Campina. Grande-PB. Los tratamientos se distribuyeron en un diseño de bloques al azar, en Esquema factorial 5 × 5, correspondiente a cinco niveles de conductividad eléctrica del agua. riego – CEa (0,8; 1,2; 2,0; 2,6 y 3,2 dS m-1) y cinco concentraciones de peróxido hidrógeno – H2O2 (0, 15, 30, 45 y 60 μM), con tres repeticiones y una planta por parcela. A la aplicación de peróxido de hidrógeno a una concentración de 15 μM atenuó los efectos del estrés solución salina sobre el crecimiento, fisiología y producción del pimiento 'All Big' irrigado con agua Conductividad eléctrica de hasta 1,4 dS m-1. El riego con agua de 3,2 dS m-1 fue perjudicial para la fluorescencia inicial, la fluorescencia inicial antes del pulso de saturación y la eficiencia del uso de agua en pimientos 'All Big'. El pimiento 'All Big' fue clasificado como moderadamente sensible al estrés salino, con un nivel umbral de salinidad del agua de 1,43 dS m-1, con un descenso unitario del 8,25% por encima de este nivel salino.Universidade Federal de Campina GrandePÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AGRÍCOLAUFCGBrasilCentro de Tecnologia e Recursos Naturais - CTRNEngenharia AgrícolaCapsicum annuumSalinidadeAclimataçãoEspécie Reativa de OxigênioIrrigaçãoDrenagemSalinityAcclimatizationSpecies Oxygen ReactiveIrrigationDrainageSalinidadAclimataciónEspecies Reactivo al oxígenoRiegoDrenajeCultivo irrigado de pimentão sob estresse salino e aplicação de peróxido de hidrogênio.Irrigated pepper cultivation under saline stress and application of hydrogen peroxide.Cultivo de pimiento en regadío bajo estrés salino y aplicación de peróxido de hidrógeno.2023-02-282024-05-28T21:04:32Z2024-05-282024-05-28T21:04:32Zhttps://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/35825ARAGÃO, Jéssica. Cultivo irrigado de pimentão sob estresse salino e aplicação de peróxido de hidrogênio. 2023. 88 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia Agrícola) – Centro de Tecnologia e Recursos Naturais, Universidade Federal de Campina Grande, Paraíba, Brasil,, 2023.info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisporinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCGinstname:Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)instacron:UFCGTEXTJÉSSICA ARAGÃO – DISSERTAÇÃO (PPGEA) 2023.pdf.txtJÉSSICA ARAGÃO – DISSERTAÇÃO (PPGEA) 2023.pdf.txttext/plain190006https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/35825/3/J%C3%89SSICA+ARAG%C3%83O+%E2%80%93+DISSERTA%C3%87%C3%83O+%28PPGEA%29+2023.pdf.txtb5d6a9dd1dbfc561084a2501e090705dMD53LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/35825/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52ORIGINALJÉSSICA ARAGÃO – DISSERTAÇÃO (PPGEA) 2023.pdfJÉSSICA ARAGÃO – DISSERTAÇÃO (PPGEA) 2023.pdfapplication/pdf1303765https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/35825/1/J%C3%89SSICA+ARAG%C3%83O+%E2%80%93+DISSERTA%C3%87%C3%83O+%28PPGEA%29+2023.pdf047a65afe3d395f6a9c7a7892f34bc70MD51riufcg/358252025-11-18 04:31:01.571oai:dspace.sti.ufcg.edu.br:riufcg/35825Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://bdtd.ufcg.edu.br/PUBhttp://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/oai/requestbdtd@setor.ufcg.edu.br || bdtd@setor.ufcg.edu.bropendoar:48512025-11-18T07:31:01Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG - Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)false
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description O cultivo do pimentão na região semiárida do Nordeste brasileiro fazendo uso de águas salinas, pode ser viabilizado através do uso de substâncias que atenuam os efeitos deletérios do estresse salino. Neste contexto, objetivou-se com este estudo, avaliar os efeitos do peróxido de hidrogênio no crescimento, fisiologia e produção do pimentão ‘All Big’ sob irrigação com águas salinas. O experimento foi conduzido em condições de casa de vegetação, em Campina Grande-PB. Os tratamentos foram distribuídos no delineamento de blocos casualizados, em esquema fatorial 5 × 5, correspondendo a cinco níveis de condutividade elétrica da água de irrigação – CEa (0,8; 1,2; 2,0; 2,6 e 3,2 dS m-1) e cinco concentrações de peróxido de hidrogênio – H2O2 (0, 15, 30, 45 e 60 μM), com três repetições e uma planta por parcela. A aplicação de peróxido de hidrogênio na concentração de 15 μM atenuou os efeitos do estresse salino no crescimento, fisiologia e de produção de pimentão ‘All Big’ irrigadas com água de condutividade elétrica de até 1,4 dS m-1. A irrigação com água de 3,2 dS m-1 foi prejudicial para a fluorescência inicial, a fluorescência inicial antes do pulso de saturação e a eficiência do uso da água no pimentão ‘All Big’. O pimentão ‘All Big’ foi classificado como moderadamente sensível ao estresse salino, com nível de salinidade limiar da água de 1,43 dS m-1, sendo o decréscimo unitário de 8,25% acima deste nível salino.
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