Avaliação do uso de diferentes fontes de bauxita no processo de produção de óxido de alumínio.
| Ano de defesa: | 2012 |
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| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Campina Grande
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| Programa de Pós-Graduação: |
PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA QUÍMICA
|
| Departamento: |
Centro de Ciências e Tecnologia - CCT
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/256 |
Resumo: | O Oxido de alumínio, Al2O3, comumente chamado de alumina se trata de um composto químico de ampla utilização na indústria estando presente em pastas de dente, tinta, aditivos para tratamento de água dentre outros. Porém sua principal utilização é na indústria do Alumínio onde representa a principal material prima para a obtenção deste metal. A maior parte do Oxido de alumínio produzido no mundo hoje tem como fonte primária a Bauxita. O Alumínio está presente nesse minério na forma de óxi-hidroxidos de alumínio onde os principais são: gibbsita Al(OH)3, diasporo AlO(OH) e boehmita AlO(OH). O processo de refino para obtenção da Alumina a partir da Bauxita mais comumente aplicado atualmente é o processo Bayer no qual o minério é atacado com uma solução cáustica a base de hidróxido de sódio (NaOH) a fim de solubilizar o Alumínio para posterior recristalização. As várias etapas do processamento do minério são definidas e ajustadas em virtude das peculiaridades da bauxita utilizada como, por exemplo, composição química, granulometria e composição mineralógica. Bauxitas com características diferentes pedem processamento diferenciado. Com a demanda por alumina crescente, novas fontes de Bauxita necessitam ser exploradas e uma preocupação é que tipo de mudanças um minério de uma nova fonte pode causar ao processo. Este trabalho teve como objetivo avaliar a bauxita proveniente de uma nova fonte seus impactos no processo servindo como embasamento para tomada de decisão sobre a viabilidade da abertura de uma nova mina e um aumento de capacidade de processamento por parte da Refinaria. Caracterização química e simulação do processo Bayer em bancada mostraram que o material proveniente da nova fonte de bauxita não apresenta diferenças significativas em relação ao minério já utilizado embasando assim os investimentos para abertura e uma mina com capacidade de 4 milhões de toneladas de minério por ano e um aumento de capacidade de produção na refinaria de 2 milhões de toneladas de alumina ao ano. |
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ARAÚJO, Antonio Carlos Brandão de.ARAÚJO, A. C. B.http://lattes.cnpq.br/7308979392690336BRITO, Romildo PereiraBRITO, R. P.http://lattes.cnpq.br/5826366544754584SILVA, Vimário Simões.SILVA, V. S.http://lattes.cnpq.br/8721829546506317FROTA, Luis Eduardo Medeiros.O Oxido de alumínio, Al2O3, comumente chamado de alumina se trata de um composto químico de ampla utilização na indústria estando presente em pastas de dente, tinta, aditivos para tratamento de água dentre outros. Porém sua principal utilização é na indústria do Alumínio onde representa a principal material prima para a obtenção deste metal. A maior parte do Oxido de alumínio produzido no mundo hoje tem como fonte primária a Bauxita. O Alumínio está presente nesse minério na forma de óxi-hidroxidos de alumínio onde os principais são: gibbsita Al(OH)3, diasporo AlO(OH) e boehmita AlO(OH). O processo de refino para obtenção da Alumina a partir da Bauxita mais comumente aplicado atualmente é o processo Bayer no qual o minério é atacado com uma solução cáustica a base de hidróxido de sódio (NaOH) a fim de solubilizar o Alumínio para posterior recristalização. As várias etapas do processamento do minério são definidas e ajustadas em virtude das peculiaridades da bauxita utilizada como, por exemplo, composição química, granulometria e composição mineralógica. Bauxitas com características diferentes pedem processamento diferenciado. Com a demanda por alumina crescente, novas fontes de Bauxita necessitam ser exploradas e uma preocupação é que tipo de mudanças um minério de uma nova fonte pode causar ao processo. Este trabalho teve como objetivo avaliar a bauxita proveniente de uma nova fonte seus impactos no processo servindo como embasamento para tomada de decisão sobre a viabilidade da abertura de uma nova mina e um aumento de capacidade de processamento por parte da Refinaria. Caracterização química e simulação do processo Bayer em bancada mostraram que o material proveniente da nova fonte de bauxita não apresenta diferenças significativas em relação ao minério já utilizado embasando assim os investimentos para abertura e uma mina com capacidade de 4 milhões de toneladas de minério por ano e um aumento de capacidade de produção na refinaria de 2 milhões de toneladas de alumina ao ano.The aluminum oxide, Al2O3, commonly called alumina it is a compound widely used in chemical industry and is present in toothpastes, ink, water treatment additives and others. However aluminum industry is the principal client where is the main raw material for production of this metal. Most of the aluminum oxide produced today has Bauxite as the main source. The aluminum is present in this ore as oxi-hydroxides which are the main: gibbsita Al(OH)3, diasporo AlO(OH) and boehmita AlO(OH). The refining process for obtaining alumina from bauxite most commonly is the Bayer Process where ore is attacked with a caustic solution based on sodium hydroxide (NaOH) in order to solubilize the aluminum subsequent to recrystallization. The various steps of ore processing are set and adjusted based on the characteristics used as, eg, chemical, mineralogical composition and particle size. Bauxites with different characteristics require different processing. With the increasing demand for alumina, new bauxite sources need to be explored and to know what kind of changes new ore source could require is fundamental. This work aimed to evaluate possible impacts caused by a new source and use this information to evaluate a new mine operation and increase processing capacity at Refinery. Chemical characterization and reproduction of some stages of the Bayer process in bench showed that material from the new source of bauxite does not differ significantly in relation to the first ore confirming investments for opening a anew mine with a capacity of 4 million tons per year supporting production increase refinery production capacity of 1,5 million tons of alumina per year.Submitted by Dilene Paulo (dilene.fatima@ufcg.edu.br) on 2018-02-05T15:39:20Z No. of bitstreams: 1 LUIS EDUARDO MEDEIROS FROTA – DISSERTAÇÃO PPGEQ 2012.pdf: 1801644 bytes, checksum: 1d91f3ec19c316106682f868684e0357 (MD5)Made available in DSpace on 2018-02-05T15:39:20Z (GMT). No. of bitstreams: 1 LUIS EDUARDO MEDEIROS FROTA – DISSERTAÇÃO PPGEQ 2012.pdf: 1801644 bytes, checksum: 1d91f3ec19c316106682f868684e0357 (MD5) Previous issue date: 2012-05-16Universidade Federal de Campina GrandePÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA QUÍMICAUFCGBrasilCentro de Ciências e Tecnologia - CCTEngenharia Química.Alumina.Bauxita.Processo Bayer.Viabilidade.Novas Fontes.Bauxite.The Bayer Process.Feasibility.New Sources.Avaliação do uso de diferentes fontes de bauxita no processo de produção de óxido de alumínio.2012-05-162018-02-05T15:39:20Z2018-02-052018-02-05T15:39:20Zhttps://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/256FROTA, Luis Eduardo Medeiros. Avaliação do uso de diferentes fontes de bauxita no processo de produção de óxido de alumínio. 2012.48 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia Química) - Centro de Ciências e Tecnologia, Universidade Federal de Campina Grande, Paraíba, Brasil, 2012. Disponível em: https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/256info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisporinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCGinstname:Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)instacron:UFCGTEXTLUIS EDUARDO MEDEIROS FROTA - DISSERTAÇÃO PPGEQ CCT 2012.pdf.txtLUIS EDUARDO MEDEIROS FROTA - DISSERTAÇÃO PPGEQ CCT 2012.pdf.txttext/plain66332https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/256/4/LUIS+EDUARDO+MEDEIROS+FROTA+-+DISSERTA%C3%87%C3%83O+PPGEQ+CCT+2012.pdf.txtafdbb9bee9a784bf419303779703da14MD54ORIGINALLUIS EDUARDO MEDEIROS FROTA - DISSERTAÇÃO PPGEQ CCT 2012.pdfLUIS EDUARDO MEDEIROS FROTA - DISSERTAÇÃO PPGEQ CCT 2012.pdfapplication/pdf1488335https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/256/3/LUIS+EDUARDO+MEDEIROS+FROTA+-+DISSERTA%C3%87%C3%83O+PPGEQ+CCT+2012.pdf09b66ca51efda4d03ca8d784ff9eec4eMD53LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/256/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52riufcg/2562025-07-24 03:02:25.572oai:dspace.sti.ufcg.edu.br:riufcg/256Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://bdtd.ufcg.edu.br/PUBhttp://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/oai/requestbdtd@setor.ufcg.edu.br || bdtd@setor.ufcg.edu.bropendoar:48512025-07-24T06:02:25Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG - Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)false |
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