Estudo de misturas asfálticas mornas modificadas com adição da cera de abelha.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2020
Autor(a) principal: SOUSA, Talita Miranda de. lattes
Orientador(a): LUCENA, Adriano Elísio de Figueiredo Lopes. lattes
Banca de defesa: BRANCO, Verônica Teixeira Franco Castelo., RODRIGUES, John Kennedy Guedes.
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Campina Grande
Programa de Pós-Graduação: PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL
Departamento: Centro de Tecnologia e Recursos Naturais - CTRN
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/12720
Resumo: Na indústria da pavimentação, o emprego de misturas asfálticas a quente contribui para a emissão de gases causadores do efeito estufa, já que esse tipo de mistura demanda o uso de elevadas temperaturas de usinagem e compactação, alcançadas por meio da queima de combustíveis fósseis, a fim de garantir trabalhabilidade à mistura e estabilidade e durabilidade ao pavimento. Isto posto, surgiu a técnica de misturas asfálticas mornas, as quais são produzidas e compactadas à temperaturas inferiores àquelas empregadas nas misturas quentes. Esta é considerada uma alternativa menos impactante ao ambiente, na produção de revestimentos asfálticos. A fim de produzir misturas mornas, existe uma variedade de aditivos à base de cera, disponíveis no mercado, no entanto, nenhum utiliza a cera natural, como principal componente. O objetivo deste estudo foi avaliar o potencial do uso da cera de abelha como um aditivo na produção de mistura mornas, partindo da hipótese de que a cera de abelha é um aditivo natural capaz de reduzir a viscosidade do ligante, e consequentemente, as temperaturas de usinagem e compactação. Foram realizados ensaios reológicos e mecânicos, a partir de três teores de cera de abelha: 1%, 3% e 5%, em massa de ligante asfáltico. Com o propósito de avaliar os efeitos da redução das temperaturas de produção e compactação e a influência da incorporação do aditivo na mistura asfáltica, foram realizados os seguintes ensaios mecânicos: Resistência à Tração, Módulo de Resiliência, Dano por Umidade (Lottman), Flow Number, Módulo Dinâmico e Vida de Fadiga. O ligante modificado com 5% de cera de abelha apresentou uma considerável diminuição da temperatura de usinagem de 9°C, e 12°C na de compactação, o que possibilita a redução das emissões de gases poluentes e o gasto energético. Porém, ainda existem algumas lacunas que necessitam ser preenchidas para o emprego deste tipo de aditivo na produção de misturas asfálticas mornas, como ausência de uma normativa nacional que aborde entre outros itens, uma metodologia específica para determinação das temperaturas de usinagem e compactação para esse tipo de mistura.
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A fim de produzir misturas mornas, existe uma variedade de aditivos à base de cera, disponíveis no mercado, no entanto, nenhum utiliza a cera natural, como principal componente. O objetivo deste estudo foi avaliar o potencial do uso da cera de abelha como um aditivo na produção de mistura mornas, partindo da hipótese de que a cera de abelha é um aditivo natural capaz de reduzir a viscosidade do ligante, e consequentemente, as temperaturas de usinagem e compactação. Foram realizados ensaios reológicos e mecânicos, a partir de três teores de cera de abelha: 1%, 3% e 5%, em massa de ligante asfáltico. Com o propósito de avaliar os efeitos da redução das temperaturas de produção e compactação e a influência da incorporação do aditivo na mistura asfáltica, foram realizados os seguintes ensaios mecânicos: Resistência à Tração, Módulo de Resiliência, Dano por Umidade (Lottman), Flow Number, Módulo Dinâmico e Vida de Fadiga. O ligante modificado com 5% de cera de abelha apresentou uma considerável diminuição da temperatura de usinagem de 9°C, e 12°C na de compactação, o que possibilita a redução das emissões de gases poluentes e o gasto energético. Porém, ainda existem algumas lacunas que necessitam ser preenchidas para o emprego deste tipo de aditivo na produção de misturas asfálticas mornas, como ausência de uma normativa nacional que aborde entre outros itens, uma metodologia específica para determinação das temperaturas de usinagem e compactação para esse tipo de mistura.In paving industry, the use of hot asphaltic mixtures contributes to emit greenhouse gases, as this type of mixture requires the use of high machining and compaction temperatures, achieved by burning chemical fuels, in order to guarantee workability to the mixture, stability and durability to the pavement. Therefore, emerged the technique of warm asphalt mixtures, as they are produced and compacted to lower temperatures used by hot mixtures. This is considered a less impactful alternative for environment, in the production of asphalt coatings. In order to produce warm mixtures, there are a variety of wax-based additives available in the Market, however, none use a natural wax as the main component. The aim of this study was to evaluate the potential for use of beeswax as an additive in the production of warm mixtures, based on the hypothesis that beeswax is a natural additive capable of reducing the viscosity of the binder and, consequently, the machining and compaction temperatures. Rheological and mechanical tests were carried out, based on three levels of beeswax: 1%, 3% and 5%, by mass of asphalt binder. In order to evaluate the effects of reducing the temperature of production and compaction and the influence of the incorporation of additives in the asphalt mixture, the following mechanical tests were performed: Tensile Strength, Resilience Module, Moisture Damage (Lottman), Flow Number, Dynamic Module and Fatigue Life. The binder modified with 5% beeswax shows a decrease in the machining temperature of 9°C, and 12°C in the compaction, which allows the reduction of the polluting gases and energy expenditure. However, there are still some gaps that need to be filled for the use of this type of additive in production of asphalt mixtures, such as the absence of a national standard that aborts, among other items, a specific methodology for determining temperatures of use and compaction for this type of mixture.Submitted by Emanuel Varela Cardoso (emanuel.varela@ufcg.edu.br) on 2020-04-09T15:55:53Z No. of bitstreams: 1 TALITA MIRANDA DE SOUSA - DISSERTAÇÃO (PPGECA) 2020.pdf: 2883088 bytes, checksum: bbe43702808dbaa40237d4676117f153 (MD5)Made available in DSpace on 2020-04-09T15:55:53Z (GMT). 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Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil e Ambiental), Programa de Pós-graduação em Engenharia Civil e Ambiental, Centro de Tecnologia e Recursos Naturais, Universidade Federal de Campina Grande - Paraíba - Brasil, 2020. Disponível em: https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/12720info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisporinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCGinstname:Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)instacron:UFCGTEXTTALITA MIRANDA DE SOUSA - DISSERTAÇÃO (PPGECA) 2020.pdf.txtTALITA MIRANDA DE SOUSA - DISSERTAÇÃO (PPGECA) 2020.pdf.txttext/plain169852https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/12720/4/TALITA+MIRANDA+DE+SOUSA+-+DISSERTA%C3%87%C3%83O+%28PPGECA%29+2020.pdf.txt533d498dfd6e65e9ce6b379993a8e817MD54ORIGINALTALITA MIRANDA DE SOUSA - DISSERTAÇÃO (PPGECA) 2020.pdfTALITA MIRANDA DE SOUSA - DISSERTAÇÃO (PPGECA) 2020.pdfapplication/pdf1768252https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/12720/3/TALITA+MIRANDA+DE+SOUSA+-+DISSERTA%C3%87%C3%83O+%28PPGECA%29+2020.pdf493510eff5fd8238280a75b3341f806eMD53LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/12720/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52riufcg/127202025-07-24 06:06:00.527oai:dspace.sti.ufcg.edu.br:riufcg/12720Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://bdtd.ufcg.edu.br/PUBhttp://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/oai/requestbdtd@setor.ufcg.edu.br || bdtd@setor.ufcg.edu.bropendoar:48512025-07-24T09:06Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG - Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)false
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