Parâmetros de radar e distribuição do tamanho de gotas de chuvas em sistema de precipitação continental ou marinha no leste do Nordeste do Brasil: sua influência na estimativa de vazão na bacia do rio Mundaú.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2011
Autor(a) principal: MORAES, Márcia Cristina da Silva. lattes
Orientador(a): GOMES FILHO, Manoel Francisco. lattes, TENÓRIO, Ricardo Sarmento. lattes
Banca de defesa: SAUVAGEOT, Henri., ANTONIO , Mauricio Agostinho., SOUSA , Francisco de Assis Salviano de., CORREIA, Magaly de Fátima.
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Campina Grande
Programa de Pós-Graduação: PÓS-GRADUAÇÃO EM METEOROLOGIA
Departamento: Centro de Tecnologia e Recursos Naturais - CTRN
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/5796
Resumo: Os procedimentos metodológicos adotado nesta pesquisa permitiram atingir os objetivos principais, chegando a vários resultados sobre a Distribuição do Tamanho de Gotas de Chuva (DTG) com origem continental e marinha que atingem o leste de Alagoas. Foram determinadas relações Z-R associadas aos diferentes tipos de origem de chuva, e aplicadas às novas informações no melhoramento da estimativa da chuva do Sistema de Radar Meteorológico de Alagoas – SIRMAL. Com isso foi utilizado um modelo de conversão chuva (refletividade radar) em vazão desenvolvida especificamente para esta pesquisa. Foram utilizados medidas de Disdrômetro RD-69 – Joss Waldvogel, instalado no litoral norte de Alagoas e imagens PPI (Plan Position Indicator) do SIRMAL durante o período de 2003 a 2006 além de uma série histórica de vazão do Rio Mundaú em Pernambuco e Alagoas. A série de dados disdrométricos foi dividida em dois subconjuntos. Um é composto de sistemas de chuvas que vêm (origem) do continente e deslocam-se para leste, representando o subconjunto continental. O outro é composto de sistemas de chuva provenientes do mar, representando subconjunto marinho. A partir dos dados coletados foram aplicadas distribuições estatísticas do tipo, função densidade de probabilidade, distribuição exponencial e log-normal com intuito de analisar o grande volume de dados e determinar as características das chuvas de origem continental e marinha. Finalmente foram determinadas algumas relações Z-R (continental e marinha) que representam diferentes origens. Esse dois tipos de chuva foram então separados em: chuvas convectivas (R > 10 mm h-1) e chuvas estratiformes (R ≤ 10 mm h-1). Os resultados das distribuições de tamanho de gotas (continental e marinha) evidenciaram diferenças significativas com relação ao número de gotas. Foi mostrado um número mais elevado das gotas pequenas e um fator de refletividade radar (Z) mais baixo para chuvas marinhas quando comparadas com as chuvas continentais para uma mesma taxa da chuva (R). A taxa média da chuva ( R ) convectiva, com respeito à chuva estratiforme, é mais elevada para as chuvas marinhas do que para as x continentais. A relação Z-R para chuva continental foi Z=284,74R1,27 e marinha Z=188,3R1,25. Por fim as novas relações Z-R foram utilizadas na estimativa da altura (H mm) da lâmina d’água acumulada. Um programa computacional, desenvolvido para este trabalho, foi utilizado e mostrou melhores resultados quando se utiliza diferentes Z-Rs, mesmo considerando um único ponto de comparação com a vazão.
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Foram utilizados medidas de Disdrômetro RD-69 – Joss Waldvogel, instalado no litoral norte de Alagoas e imagens PPI (Plan Position Indicator) do SIRMAL durante o período de 2003 a 2006 além de uma série histórica de vazão do Rio Mundaú em Pernambuco e Alagoas. A série de dados disdrométricos foi dividida em dois subconjuntos. Um é composto de sistemas de chuvas que vêm (origem) do continente e deslocam-se para leste, representando o subconjunto continental. O outro é composto de sistemas de chuva provenientes do mar, representando subconjunto marinho. A partir dos dados coletados foram aplicadas distribuições estatísticas do tipo, função densidade de probabilidade, distribuição exponencial e log-normal com intuito de analisar o grande volume de dados e determinar as características das chuvas de origem continental e marinha. Finalmente foram determinadas algumas relações Z-R (continental e marinha) que representam diferentes origens. Esse dois tipos de chuva foram então separados em: chuvas convectivas (R > 10 mm h-1) e chuvas estratiformes (R ≤ 10 mm h-1). Os resultados das distribuições de tamanho de gotas (continental e marinha) evidenciaram diferenças significativas com relação ao número de gotas. Foi mostrado um número mais elevado das gotas pequenas e um fator de refletividade radar (Z) mais baixo para chuvas marinhas quando comparadas com as chuvas continentais para uma mesma taxa da chuva (R). A taxa média da chuva ( R ) convectiva, com respeito à chuva estratiforme, é mais elevada para as chuvas marinhas do que para as x continentais. A relação Z-R para chuva continental foi Z=284,74R1,27 e marinha Z=188,3R1,25. Por fim as novas relações Z-R foram utilizadas na estimativa da altura (H mm) da lâmina d’água acumulada. Um programa computacional, desenvolvido para este trabalho, foi utilizado e mostrou melhores resultados quando se utiliza diferentes Z-Rs, mesmo considerando um único ponto de comparação com a vazão.The methodological approach used in this research work was crucial to reach the main objectives concerning raindrop size distribution spectra originating from continental and maritime precipitation in the eastern part of Alagoas State. The Z-R relations associated with different origins of precipitation were calculated with potential use in improving the rain estimates made at the Radar Meteorológico de Alagoas – SIRMAL. RD-69 Joss-Waldvogel Disdrometer measurements in the northern coast of Alagoas and PPI (Plan Position Indicator) images generated at SIRMAL during the 2003 to 2006 period together with an historical discharge series for the Mundaú River were used in this work. The disdrometer dataset is divided into two subsets. One is composed of rainfall systems coming from the continent and moving eastwards, that is offshore, representing the continental subset. The other is composed of rainfall systems developed over the sea and moving westwards, which is inshore, representing the maritime subset. Statistical distributions (probability density function, exponential and lognormal distribution) were used in order to analyze the enormous amount of data and determine the characteristics of the continental and maritime precipitation. Finally, some Z–R relations (for continental and maritime precipitation) were classified into: convective rain (R > 10 mmh-1) and stratiform rain (R ≤ 10 mmh-1). The raindrop size distribution of continental and maritime precipitation were quite different with regard to the drop amounts, showing an higher number of small droplets and a radar reflectivity (Z) lower for maritime precipitation when compared against those values of continental precipitation, for the same rain rate (R). The ratio of the average convective rain rate ( ̅) and the averaged stratiform rain rate is much higher for sea originated rain than that of continental rain events. The Z-R for continental precipitation was Z=284.74R1.27 and Z=188.3R1.25 for maritime precipitation. These new Z-R relations were used in xii estimating the height H (in mm) of the accumulated water lamina. A Z-R based software, specially developed for this work was used and showed better resulted when specifics Z-Rs is used, even when there is only one data point of river discharge.Submitted by Maria Medeiros (maria.dilva1@ufcg.edu.br) on 2019-08-15T10:15:47Z No. of bitstreams: 1 MÁRCIA CRISTINA DA SILVA MORAES - TESE (PPGMet) 2011.pdf: 4875991 bytes, checksum: 932b24b98c65a748a90ea1c674bf4591 (MD5)Made available in DSpace on 2019-08-15T10:15:47Z (GMT). No. of bitstreams: 1 MÁRCIA CRISTINA DA SILVA MORAES - TESE (PPGMet) 2011.pdf: 4875991 bytes, checksum: 932b24b98c65a748a90ea1c674bf4591 (MD5) Previous issue date: 2011-07-29Universidade Federal de Campina GrandePÓS-GRADUAÇÃO EM METEOROLOGIAUFCGBrasilCentro de Tecnologia e Recursos Naturais - CTRNMeteorologiaPrecipitação - MeteorologiaDistribuição de Tamanho de Gotas de ChuvaChuvas Tropicais CosteirasRelação Z-RVazãoNordeste do BrasilPrecipitation - WeatherRaindrop Size DistributionCoastal Tropical RainfallZ-R RelationRiver DischargesNortheastern BrazilParâmetros de radar e distribuição do tamanho de gotas de chuvas em sistema de precipitação continental ou marinha no leste do Nordeste do Brasil: sua influência na estimativa de vazão na bacia do rio Mundaú.Radar parameters and droplet size distribution rainfall in continental precipitation system or in eastern northeastern Brazil: its influence estimation of flow in the Mundaú river basin.2011-07-292019-08-15T10:15:47Z2019-08-152019-08-15T10:15:47Zhttps://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/5796MORAES, M. C. S. Parâmetros de radar e distribuição do tamanho de gotas de chuvas em sistema de precipitação continental ou marinha no leste do Nordeste do Brasil: sua influência na estimativa de vazão na bacia do rio Mundaú. 2011. 125 f. Tese (Doutorado em Meteorologia) – Pós-Graduação em Meteorologia, Centro de Tecnologia e Recursos Naturais, Universidade Federal de Campina Grande, Paraíba, Brasil, 2011. Disponível em: https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/5796info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisporinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCGinstname:Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)instacron:UFCGTEXTMÁRCIA CRISTINA DA SILVA MORAES - TESE (PPGMet) 2011.pdf.txtMÁRCIA CRISTINA DA SILVA MORAES - TESE (PPGMet) 2011.pdf.txttext/plain243794https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/5796/4/M%C3%81RCIA+CRISTINA+DA+SILVA+MORAES+-+TESE+%28PPGMet%29+2011.pdf.txtbbc847833d0f572117a60927d73131b3MD54ORIGINALMÁRCIA CRISTINA DA SILVA MORAES - TESE (PPGMet) 2011.pdfMÁRCIA CRISTINA DA SILVA MORAES - TESE (PPGMet) 2011.pdfapplication/pdf3567388https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/5796/3/M%C3%81RCIA+CRISTINA+DA+SILVA+MORAES+-+TESE+%28PPGMet%29+2011.pdf6c45cec41bbffd9b8a5e2ee55e55e7e7MD53LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/5796/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52riufcg/57962025-07-24 04:12:32.981oai:dspace.sti.ufcg.edu.br:riufcg/5796Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://bdtd.ufcg.edu.br/PUBhttp://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/oai/requestbdtd@setor.ufcg.edu.br || bdtd@setor.ufcg.edu.bropendoar:48512025-07-24T07:12:32Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG - Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)false
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