Qualidade da madeira de cinco espécies nativas para o envelhecimento da cachaça.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2009
Autor(a) principal: CATÃO, Catarina Gama. lattes
Orientador(a): PAES, Juarez Benigno. lattes
Banca de defesa: ARAÚJO, Gilmar Trindade de. lattes, GOMES, Josivanda Palmeira. lattes
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Campina Grande
Programa de Pós-Graduação: PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AGRÍCOLA
Departamento: Centro de Tecnologia e Recursos Naturais - CTRN
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/1001
Resumo: Esta pesquisa propôs como objetivos, avaliar a qualidade das madeiras de amburana (Amburana cearencis (Fr. Aliem.) A.C. Sm.), bálsamo (Myroxylon peruiferum L.f); ipê amarelo (Tabebuia chrysotricha (Mart. ex DC) Standl.); jatobá (Hymenaea courbaril L. var. stilbocarpa (Hayne) Lee et Lang.) e jequitibá-rosa (Cariniana legalis (Mart.) Kuntze) no armazenamento de cachaças; comparar as cachaças com a armazenada em barri] de carvalho (Quercus sp.), analisar o efeito do envelhecimento e comparar os valores obtidos com os padronizados pela Legislação Brasileira. Para tanto, as cachaças foram armazenadas em barris de madeira e em recipiente de vidro, durante dois, quatro e seis meses e analisadas suas características físico-químicas (acidez volátil, álcool metílico, álcool superior, aldeído, cobre, éster, extraio secado a 100° C, fúrfural e grau alcoólico) e organolépticas (cor, sabor e aroma). Após seis meses de armazenamento as cachaças foram comparadas com os valores padronizados. Independente da espécie, a madeira melhora as qualidades sensoriais da cachaça incorporando, à bebida, gosto, cor e sabor peculiar. A cachaça armazenada em barris de bálsamo se assimilou, quanto às características físico-químicas, com a armazenada em barris de carvalho. Após os seis meses de armazenamento nos barris de madeira as cachaças apresentaram maiores concentrações de acidez volátil, ésteres, aldeídos, fúrfural, álcoois superiores, congéneres e extrato seco. As concentrações de etanol e de metanol não se alteraram e o teor de cobre apresentou ligeiro declínio com o tempo de armazenamento. As características sensoriais das cachaças melhoraram com o tempo de envelhecimento e aquelas armazenadas nas madeiras de amburana e bálsamo foram as preferidas em função de suas características organolépticas. Todas as cachaças avaliadas continuaram dentro dos padrões de qualidade, estabelecidos pela Legislação Brasileira.
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Para tanto, as cachaças foram armazenadas em barris de madeira e em recipiente de vidro, durante dois, quatro e seis meses e analisadas suas características físico-químicas (acidez volátil, álcool metílico, álcool superior, aldeído, cobre, éster, extraio secado a 100° C, fúrfural e grau alcoólico) e organolépticas (cor, sabor e aroma). Após seis meses de armazenamento as cachaças foram comparadas com os valores padronizados. Independente da espécie, a madeira melhora as qualidades sensoriais da cachaça incorporando, à bebida, gosto, cor e sabor peculiar. A cachaça armazenada em barris de bálsamo se assimilou, quanto às características físico-químicas, com a armazenada em barris de carvalho. Após os seis meses de armazenamento nos barris de madeira as cachaças apresentaram maiores concentrações de acidez volátil, ésteres, aldeídos, fúrfural, álcoois superiores, congéneres e extrato seco. As concentrações de etanol e de metanol não se alteraram e o teor de cobre apresentou ligeiro declínio com o tempo de armazenamento. As características sensoriais das cachaças melhoraram com o tempo de envelhecimento e aquelas armazenadas nas madeiras de amburana e bálsamo foram as preferidas em função de suas características organolépticas. Todas as cachaças avaliadas continuaram dentro dos padrões de qualidade, estabelecidos pela Legislação Brasileira.The research aimed to evaluate the wood quality of Amburana cearencis (Fr. Aliem.) A.C. Sm., Myroxylon peruiferum L.f; Tabebuia chrysotricha (Mart ex DC.) Standl.; Hymenaea courbaril L. var stilbocarpa (Hayne) Lee et Lang. and Cariniana legalis (Mart.) Kuntze in the storage of cachaças; to compare the studied "cachaças" with the stored one in barrei of oak (Quercus sp.), to analyze the effect of the aging and to compare the values gotten with the standardized ones for the Brazilian Legislation. Thus, the "cachaças" had been stored in barreis wooden and glass container duríng two, four and six months and analyzed the physical-chemistry characteristics (volatile acidity, methylic alcohoL superior alcohol. aldehyde, cupper, éster, dry extract to 100° C, fúrfural contents and alcoholic degree) and organoleptic characteristics (color, flavor and aroma). After six months of storage of "cachaças" were compared with the standardized values by Brazilian Legislation. Independem ofthe species, the wood improves the sensorial qualities of "cachaça", incorporating the drink taste, color and peculiar flavor. The "cachaça" stored in barreis of Myroxylon peruiferum was assimilating, how much to the physical-chemistry characteristics, with the stored one in barreis of oak. After the six months of storage in the barreis wooden, the "cachaças" had presented greater concentrations of volatile acidity, esters, aldehydes, fúrfural, alcohol, congeners and dry extract. The concentrations of etanol and methanol had not gotten excited and the cupper contem presented fãst decline with the storage time. The sensorial characteristics of "cachaças" had improved with aging time and those stored in wood of Amburana cearensis and Myroxylon peruiferum had been the preferred ones in fúnction of its organoleptics characteristics. AH "cachaças" evaluated had continued inside ofthe standards of quality established Brazilian Legislation.Submitted by Élida Maeli Fernandes Quirino (maely_sax@hotmail.com) on 2018-06-15T19:26:12Z No. of bitstreams: 1 CATARINA GAMA CATÃO - DISSERTAÇÃO PPGEA 2009..pdf: 7690001 bytes, checksum: f460166509eb88bd9e96162186426e7b (MD5)Made available in DSpace on 2018-06-15T19:26:12Z (GMT). No. of bitstreams: 1 CATARINA GAMA CATÃO - DISSERTAÇÃO PPGEA 2009..pdf: 7690001 bytes, checksum: f460166509eb88bd9e96162186426e7b (MD5) Previous issue date: 2009-07Universidade Federal de Campina GrandePÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AGRÍCOLAUFCGBrasilCentro de Tecnologia e Recursos Naturais - CTRNQualidade da madeira de cinco espécies nativas para o envelhecimento da cachaça.Wood quality of five native species for the aging of cachaça.2009-072018-06-15T19:26:12Z2018-06-152018-06-15T19:26:12Zhttps://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/1001CATÃO, Catarina Gama. Qualidade da madeira de cinco espécies nativas para o envelhecimento da cachaça. 2009. 74f. (Dissertação de Mestrado em Engenharia Agrícola), Programa de Pós-graduação em Engenharia Agrícola, Centro de Tecnologias e Recursos Naturais, Universidade Federal de Campina Grande – Paraíba – Brasil, 2009. Disponível em: https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/1001info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisMadeira - Características físico-químicasMadeira - Características organolépticasArmazenamento de cachaçasAcidez volátilBarris de carvalhoÉsteresAldeidosAmburanaSugarcane liquorStorageEnvelhecimento da cachaçapor2009. 74f. (Dissertação de Mestrado em Engenharia Agrícola), Programa de Pós-graduação em Engenharia Agrícola, Centro de Tecnologias e Recursos Naturais, Universidade Federal de Campina Grande – Paraíba – Brasil, 2009.info:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCGinstname:Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)instacron:UFCGTEXTCATARINA GAMA CATÃO - DISSERTAÇÃO PPGEA 2009..pdf.txtCATARINA GAMA CATÃO - DISSERTAÇÃO PPGEA 2009..pdf.txttext/plain112560https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/1001/4/CATARINA+GAMA+CAT%C3%83O+-+DISSERTA%C3%87%C3%83O+PPGEA+2009..pdf.txt9df749bb8c9d551af8189dc6eaaf5e69MD54ORIGINALCATARINA GAMA CATÃO - DISSERTAÇÃO PPGEA 2009..pdfCATARINA GAMA CATÃO - DISSERTAÇÃO PPGEA 2009..pdfapplication/pdf8380285https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/1001/3/CATARINA+GAMA+CAT%C3%83O+-+DISSERTA%C3%87%C3%83O+PPGEA+2009..pdfa3157033eea48d2112e4d3970cba5ea3MD53LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://dspace.sti.ufcg.edu.br/bitstream/riufcg/1001/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52riufcg/10012025-07-24 03:16:33.993oai:dspace.sti.ufcg.edu.br:riufcg/1001Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://bdtd.ufcg.edu.br/PUBhttp://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/oai/requestbdtd@setor.ufcg.edu.br || bdtd@setor.ufcg.edu.bropendoar:48512025-07-24T06:16:33Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG - Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)false
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description Esta pesquisa propôs como objetivos, avaliar a qualidade das madeiras de amburana (Amburana cearencis (Fr. Aliem.) A.C. Sm.), bálsamo (Myroxylon peruiferum L.f); ipê amarelo (Tabebuia chrysotricha (Mart. ex DC) Standl.); jatobá (Hymenaea courbaril L. var. stilbocarpa (Hayne) Lee et Lang.) e jequitibá-rosa (Cariniana legalis (Mart.) Kuntze) no armazenamento de cachaças; comparar as cachaças com a armazenada em barri] de carvalho (Quercus sp.), analisar o efeito do envelhecimento e comparar os valores obtidos com os padronizados pela Legislação Brasileira. Para tanto, as cachaças foram armazenadas em barris de madeira e em recipiente de vidro, durante dois, quatro e seis meses e analisadas suas características físico-químicas (acidez volátil, álcool metílico, álcool superior, aldeído, cobre, éster, extraio secado a 100° C, fúrfural e grau alcoólico) e organolépticas (cor, sabor e aroma). Após seis meses de armazenamento as cachaças foram comparadas com os valores padronizados. Independente da espécie, a madeira melhora as qualidades sensoriais da cachaça incorporando, à bebida, gosto, cor e sabor peculiar. A cachaça armazenada em barris de bálsamo se assimilou, quanto às características físico-químicas, com a armazenada em barris de carvalho. Após os seis meses de armazenamento nos barris de madeira as cachaças apresentaram maiores concentrações de acidez volátil, ésteres, aldeídos, fúrfural, álcoois superiores, congéneres e extrato seco. As concentrações de etanol e de metanol não se alteraram e o teor de cobre apresentou ligeiro declínio com o tempo de armazenamento. As características sensoriais das cachaças melhoraram com o tempo de envelhecimento e aquelas armazenadas nas madeiras de amburana e bálsamo foram as preferidas em função de suas características organolépticas. Todas as cachaças avaliadas continuaram dentro dos padrões de qualidade, estabelecidos pela Legislação Brasileira.
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